História Boku no Hero Academia: Um Novo Começo - Capítulo 8


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Enji Todoroki (Endeavor), Eri, Fumikage Tokoyami, Fuyumi Todoroki, Hanta Sero, Hizashi Yamada (Present Mic), Izuku Midoriya (Deku), Katsuki Bakugou, Kinoko Komori, Kurogiri, Kyoka Jiro, Mashirao Ojiro, Mei Hatsume, Mina Ashido, Minoru Mineta, Mirio Togata (Lemillion), Momo Yaoyorozu, Naomasa Tsukauchi, Ochako Uraraka (Uravity), Personagens Originais, Shouta Aizawa (Eraserhead), Shouto Todoroki, Tenya Iida, Toga Himiko, Tomura Shigaraki, Toru Hagakure, Toshinori Yagi (All Might), Tsuyu Asui, Yuuga Aoyama
Visualizações 48
Palavras 2.559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fiquei com um pouco de bloqueio criativo, ent o cap tá uma bosta ;-;
Gomen ne, minna :(

Capítulo 8 - Capítulo 6: Fuja, Deku.


Fanfic / Fanfiction Boku no Hero Academia: Um Novo Começo - Capítulo 8 - Capítulo 6: Fuja, Deku.

"Isso é tão irritante" pensei enquanto caminhava, vendo Bakugou e Deku brigarem pela quinta vez seguida no caminho até o edifício da escola. "que sinto vontade de socar cada pessoa aqui!".

Todos da classe saímos dos dormitórios para chegar á sala de aula antes do professor chegar, mas com as discussões de ambos, duvidava que isso fosse possível, já que tinha que parar sempre para separá-los e evitar que Kacchan desmembrasse meu outro amigo esverdeado. 

O motivo das discussões? Eu não sabia. Começara do nada, sem aviso. Provavelmente Kacchan que começou com tudo. Maldito. 

Revirava os olhos, com os nervos á flor da pele. Todos que nos acompanhavam faziam o mesmo. 

Então, explodi.

Eu, literalmente, "dei uma de Kacchan".

-- ESCUTEM AQUI, SEUS DESGRAÇADOS INÚTEIS DE MERDA! SE EU OUVIR MAIS UM PIU DA BOCA DE VOCÊS EU ARRANCO SUAS LÍNGUAS FORA E VOU FAZÊ-LOS QUEIMAR NO INFERNO, CACETE! - berrei, impressionando até mesmo meus outros colegas. Meu corpo inteiro pegava fogo, o que acontecia sempre que ficava com raiva. 

No mesmo instante, Deku engoliu em seco e Katsuki me olhou irritado. Eu sabia que o cara não tinha um pingo de medo de mim com minhas crises de fúria, mas ele sabia do que eu era capaz de fazer. Da última vez, quase incendiei o dormitório porque ele comera meu pudim de chocolate sem pedir. 

Continuamos andando em silêncio. Lá atrás, Kaminari e os outros garotos faziam piadinhas e comentavam sobre assuntos aleatórios. 

De repente, senti algo estranho. Como um formigamento nas costas...a sensação de estar sendo observada. 

Parei abruptamente, olhando para trás, vendo apenas meus colegas, todos distraídos. Olhei na direção das árvores que rodiavam o terreno. A sensação vinha dali...eu sentia. 

-- Oe, Anã. Está morta? - disse Katsuki, passando a mão na frente de meu rosto. 

Quase como se tivesse saído de um transe, chacoalhei a cabeça e olhei para meu amigo loiro, que franzia a testa. Dei um mínimo sorriso e continuei andando.

-- Estou bem. Por que não estaria? 

-- Parou de andar do nada! Viu um fantasma? - disse ele, e um sorriso maldoso brotou na sua face. - Ou talvez o bixo papão? A criancinha tá com medo do monstro vir puxar o seu pé a noite, é?

Olhei nos olhos cor de sangue dele, séria. Já estava meio irritada por ter sido grosso comigo mais cedo quando falei do festival. Não tinha paciência pra aturá-lo agora.

Ok, eu sabia que Katsuki não era lá aqueles garotos SUPER EDUCADOS que você encontraria naquelas séries colegiais de musicais da Disney, mas fazia alguns dias que ele não me tratava como tratou hoje, aos berros. Na verdade, percebi que ele não berrava com mais ninguém. Estranho. 

Mesmo suspeitando, resolvi não dizer nada. Das duas, uma: ou ele iria negar e sair andando, se fingindo de desentendido, ou usaria sua individualidade e explodiria minha cabeça. Então, sim, não vou falar nada, á não ser que seja estritamente necessário. 

Depois de alguns minutos, chegamos á entrada a U.A e adentramos o prédio. Caminhamos pelos corredores longos e, ao encontrar nossa sala, percebemos que o sensei não havia chegado, então passamos o tempo restante conversando com nossos amigos.

-- Esse festival da primavera parece ser tão divertido! Não é, Deku-kun? - disse Uraraka, feliz, voltando a cabeça para o erverdeado ao seu lado.

-- É! Aizawa disse que é algo novo. Parece interessante. - respondeu Midoriya, coçando a nuca. 

-- As duas últimas aulas de hoje vão ser usadas pra termos ideias para o festival. Nossa sala vai ter que criar alguma coisa para expôr aos visitantes! - eu disse, chamando a atenção da roda de conversa. 

Todos pareceram bastante surpresos e alegres. Deku começou á especular sobre o que iríamos fazer. Abaixou a cabeça e começou á murmurar algo sobre concursos de botânica. 

Dei um tapa na cabeça dele, tirando ele do transe. 

-- Oe, Deku! Pensar demais vai ter o efeito contrário! As ideias não vão vir! Para com isso. - eu disse, voltando a sentar na cadeira.

Quando o sinal tocou, o professor Cementos entrou na sala para dar sua aula de literatura. E ficamos quietos de novo, esperando o tempo passar. 

*Quebra-tempo*

 A aula havia finalmente acabado e eu fui uma das primeiras a sair, sem esperar ninguém ou esbarrar em alguém. 

Os corredores estavam com umas poucas pessoas, mas a medida que os segundos passavam, ficavam mais e mais cheios.

Cheguei ao refeitório e peguei minha bandeija na cantina. Me acomodei em uma mesa que ficava próxima a janela, sozinha, e comecei a comer. 

Eu me sentia estranha. Não estava mais no pique para conversar com ninguém. 

Aquela sensação de mais cedo...de estar sendo observada...ainda me incomodava. O que poderia ser? Um vilão...? Não. Sem chance. A U.A é a escola mais protegida do Japão...eles não iriam conseguir invadí-la. Não outra vez. 

Então talvez fosse algum aluno do 1-B nos bisbilhotando por algum motivo. É. Só podia ser isso. 

Pensar nessa hipótese me deixou um pouco mais tranquila, mas não tirou a sensação de perigo da minha mente. No festival da primavera precisaríamos ser 100% cuidadosos, já que iria ser fora da escola, num lugar onde todos frequentavam.

Olhei para a janela e vi as árvores balançarem com o vento outra vez, como se elas dançassem com a brisa. 

Desembrulhei o meu hambúrguer e mordi, fazendo uma careta em seguida. 

-- Aaaaa, vai á merda! - exclamei, retirando um picles fatiado de dentro do hambúrguer. Coloquei-o ao lado do Danoninho na minha bandeija.

Senti uma movimentação ao meu lado. Virei-me e me deparei com um garoto da minha altura, de olhos e cabelos esverdeados, com sardas nas bochechas.

-- E aí, Deku! Pode sentar. - eu disse, sem dar chance dele perguntar antes. 

Com um sorriso, ele se sentou á minha frente e desembrulhou o seu hambúrguer.

-- Então, Yui-san? Deve estar gostando da escola, não é? - disse ele, pra puxar assunto.

Midoriya havia se tornado, nessas poucas semanas, um dos meus amigos mais importantes. Ele sempre me fazia sorrir, até mesmo nos momentos mais desesperadores. E ele também nunca tirava aquele sorriso branco do rosto. Estranhamente, ele me lembrava um certo herói que eu admiro muito...ao qual eu nunca mais vi, mesmo estando no lugar onde ele costuma dar aulas.

-- Oe, Deku... - chamei, fazendo-o me olhar. - O que aconteceu com o All Might? 

O garoto parou o caminho do hambúrguer até a boca. Olhos arregalados, sombrancelhas arqueadas. O fato de que uma gotinha de suor frio brotou em sua têmpora não passou despercebido por mim.

-- B-bom...eu...eu não...sei...de nada! É-é que...ele viajou...eu acho... - respondeu ele, gaguejando. 

Era óbvio que Deku sabia onde ele estava, mas pelos seus olhos, via que estava preocupado também. Estava escondendo algo.

Olhei fixamente para ele, que tentou ao máximo sustentar esse olhar, mas não aguentou e virou a cabeça para lado.

Hipóteses confirmadas. 

-- Izuku. - chamei. Ele levantou o olhar até mim de novo, surpreso por eu tê-lo chamado pelo sobre nome. - All Might está num lugar distante ou algo assim? Eu também estou muito preocupada...eu nunca mais o vi pessoalmente desde que tinha oito anos. Ele estava dando aulas aqui, na U.A, não é? Então...onde ele está? 

A expressão nos olhos de Midoriya era peculiar. Como se estivesse implorando para mim parar com aquilo.

-- Eu...eu... 

Um som alto foi ouvido vindo da cantina. Assustados, viramos para ver o que havia acontecido...apenas para ver um loiro explosivo gritar com a moça do balcão, dizendo "EU PEDI PIMENTA! PIMENTA, DROGA!" .

Izuku e eu voltamos á nos encarar, só que dessa vez, toda a tensão de segundos atrás se foi. Rimos por conta do que havíamos acabado de ver. 

Resolvi deixar o assunto do All Might para outro momento. Afinal, era nítido que Midoriya se sentia desconfortável falando disso.

Logo, Uraraka e Lida se juntaram á nós também e comemos juntos até o sinal tocar. 

As horas passaram depressa. Quando menos percebi, já haviam chegado as duas últimas aulas em que iríamos preparar a nossa parte do festival. Todos da classe pareciam felizes e animados para ajudar, com excessão de um certo loiro de olhos vermelhos. 

Durante todo esse tempo, ele não mexera um único dedo para ajudar a ter uma ideia do festival. Não conversou com ninguém. Apenas ficou na sua carteira, fitando o horizonte. Vê-lo assim, por algum motivo, me deixou um tanto triste. 

Kirishima, que estava ao meu lado, seguiu meu olhar para o loiro...e deu um mínimo sorriso. 

-- Está preocupada com ele, é? - disse ele, me assustando.

-- Bom...sim. Parece que ele não vai ao festival... - respondi, fazendo um muxoxo. Eu realmente queria que Katsuki fosse conosco ao evento. Seria divertido. 

-- Sabe, você pode se surpreender com ele. - disse Kirishima. Olhei para ele, confusa. - Às vezes, ele diz uma coisa, mas faz outra completamente diferente. Já aconteceu várias vezes. Talvez, no fim, ele mude de ideia. 

O sorriso do ruivo foi contagiante, me fazendo ter uma ponta de esperança. 

No fim das aulas, tivemos a brilhante ideia de fazer um show de luzes coloridas. Onde, em cima de um palco, uma parte dos alunos fossem dançar e cantar e os restantes se responsabilizariam por aparecer em seguida, com os efeitos de luzes e pirotecnia. Na minha cabeça, seria a melhor apresentação de todas. Algo lindo de se ver. 

Quando saí da sala, vi um loiro parado ao lado, encostado na parede. O olhei, meio assustada.

-- Por que ainda está aqui? - perguntei, escolhendo as palavras com cuidado. 

-- Esperando você. - respondeu. 

Por que senti meu coração palpitar mais rápido em meu peito? E as minhas bochechas esquentarem? 

-- E...por que? 

-- Está com a chave do meu armário, lembra, idiota? - disse ele. 

Por um momento, olhei para ele, mais confusa do que nunca. Então, lembrei. 

Flashback on

-- Oe, piveta, vai ter que segurar essa chave pra mim. - disse Kacchan, se aproximando com um chaveiro de metal em mãos.

-- Por que não coloca nos seus bolsos, Katsuki? - perguntei, segurando a pequena chave nas mãos, vendo-a balançar. 

-- Estou sem bolsos. Minha calça só tem bolsos na frente, mas são muito pequenos. E essa é a chave do meu armário! Se perder, eu te mato! 

Flashback off 

-- AAAAAAAA lembrei. - respondi, coçando a nuca e dando pequenas risadinhas. 

Procurei em meu bolso e encontrei uma pequena chave. Entreguei nas mãos do loiro. 

Ele apenas assentiu e saiu andando na minha frente. 

Por que eu me sentia...estranha? A sensação de que ele estava se afastando de mim e de todos os outros me incomodava...e me deixava...triste. 

Olhei suas costas se distanciarem cada vez mais, indo em direção ao dormitório. 

Aos poucos, eu percebi que estava pensando em muitas coisas ao mesmo tempo. O sumiço sem explicação de All Might, a sensação estranha de estar sendo observada que me causava um mal pressentimento, o fato de que Katsuki estava agindo estranho comigo. 

Por algum motivo, a última era a que mais me incomodava. 

Por que eu estava me sentindo assim?! 

Senti alguma coisa descer pelo meu rosto, algo quente e fino. Passei o dedo e vi que estava molhado. 

"Lágrimas? Por que lágrimas?" Pensei, olhando para a ponta do dedo molhado. 

Estalei a língua, irritada comigo mesma. 

Saí correndo em direção ao dormitório, passando rapidamente por Katsuki. Não sei se ele me chamou de volta, mas não dei atenção. Corri até chegar a minha porta, tranquei-a e pulei na cama. 

Por que eu me sentia assim?! Por que eu estava tão estranha?! O que estava acontecendo? 

Agora...uma das pessoas mais importantes para mim...estava se afastando. 

"O que foi que eu fiz...?" Pensei, enquanto enxarcava o travesseiro. 

Eu odiava isso em mim. Eu me importava demais com quem entrava e saía da minha vida...talvez por conta de ter meus pais mortos bem na minha frente quando criança. 

Era por isso que, quando entrei na escola, não queria fazer amigos...pra evitar que coisas assim acontecessem. 

Enquanto soluçava alto, ouvi uma batida na porta. Parei de chorar instantaneamente, mas não atendi. 

As batidas continuaram, dessa vez acompanhadas de uma voz que eu conhecia bem:

-- Ei, maldita. Não vai abrir a porta? 

Meus lábios tremeram. Meu corpo inteiro esfriou. Por que ele estava aqui? 

Continuei quieta, segurando o choro e os soluços, mas as batidas não cessaram. 

-- Se não abrir essa porta, eu vou explodí-la... - rosnou ele, irritado. 

Mesmo assim, não abri. Peguei meu travesseiro e enfiei minha cara nele, abafando o choro. 

As batidas pararam. Tirei meu rosto do travesseiro branco e olhei para a porta. Ainda via a sombra dos pés de Bakugou pelas frestas. 

-- Oe, Piveta. - disse ele, com a voz mais...pesarosa? - Não sei o que aconteceu, mas você me deve explicações. Vou voltar e vou te fazer falar. 

Ele pronunciou as últimas palavras com certa irritação e eu pude ouvir seus passos se distanciarem. 

Fiquei olhando para o mesmo lugar por um tempo. Depois, fitei o céu escuro pela entrada da varanda. 

"Mãe... pai..." Pensei, olhando as estrelas piscarem lá em cima. "...gomen ne..." .

Naquela noite, não saí do quarto para nada. Nem para comer, nem para dar "boa noite" para os outros. Uraraka e Deku vieram até minha porta, preocupados, mas não os atendi também.

Fiquei chorando pelo resto da noite até o sono vir. 

Naquela noite, tive um sonho. 

Eu estava correndo pelas estradas de uma cidade em chamas, completamente destruída. Pessoas corriam de um lado para o outro, desesperadas. 

Quando cheguei á uma esquina, contive meus passos. Deku estava lutando contra um monstro de mais de cinquenta metros de altura. Tão alto que era difícil ver sua face. Não o reconheci.

Deku estava em apuros. Seus braços estavam quebrados e seu rosto, ensanguentado. Ele não aguentaria mais tempo.

Corri em direção ao monstro, pulando em seu corpo com uma espada de fogo criada por minha individualidade, mas antes que eu pudesse o acertá-lo, me bateu com uma de suas mãos gigantes, me mandando para longe. Pude ouvir Deku gritar um "YUI!" , mas não pude responder. 

Minhas costas bateram na parede de uma loja destruída. Caí no chão e senti gosto de sangue na boca.

Midoriya encarava o monstro com um olhar mortal e disse alguma coisa para ele que eu não entendi. 

-- Fuja...Deku... - tentei dizer, mas minha voz não saiu. 

Meu amigo estendeu o braço pra o lado, com dificuldade, e fez um "joinha" com o polegar. 

-- Está tudo bem, Yui-san. Não se esforce mais. - disse ele, dando um sorriso. - Eu vou tirar a gente daqui, está bem? 

Senti algo quente e molhado descer pelo meu rosto. 

-- Não...Deku...Midoriya...

Como um raio, ele correu em direção ao monstro. 

"Por favor...alguém...salve...Deku..." Pensei, com o resto de minhas forças. 

Então tudo ficou escuro. 

------------- PLUS ULTRA ------------------

Hoje você pode ser o responsável pelo único abraço dado, pelo único ombro cedido, pelo único "bom dia" dito, pelo único elogio que vai mudar o dia de alguém.

E se você puder ser esse "único", seja! 


Notas Finais


Esse sonho, essa sensação ruim...será que tudo está ligado? O que Katsuki queria dizer para Yui quando bateu na porta de seu quarto? Que sensação estranha é essa que assola o coração da nossa heroína?
Descubra no próximo capítulo! Hehehehehee


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