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História Boku no Hero: Evolution 3 - Capítulo 5


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Notas do Autor


ATENÇÃO!!!

Alerta de Lemon aí pra frente, se não gosta, apenas pule que não fará diferença alguma!!!
É só isso mesmo

Enfim,
Lavem bem as mãos,
Usem álcool em gel,
Fiquem em casa,
Caso saiam, usem máscaras e,
Boa Leitura! ^-^

Capítulo 5 - Chapter Go


Fanfic / Fanfiction Boku no Hero: Evolution 3 - Capítulo 5 - Chapter Go

Academia de Heróis Yuuei/Dormitórios Heights Alliance/Alliance – 09:53 AM

– E aí? Vai beber ou não? – Arthur fez mais pressão encima da prima.

– AH, foda-se! – Alice bebeu junto de Arthur.

De início, não sentiu nada, ficou bem. Arthur apenas a observava, contando mentalmente até 3 e finalmente Alice caiu no chão vomitando no seu balde com força. Arthur riu e ergueu o copo, feliz em ter ganho novamente.

– Vitorioso como sempre!

– Puta que me pariu! – Alice vomitou mais.

– Falei pra não beber. – Shouto abaixou ao lado dela e segurou os enormes cabelos no alto para não sujarem – Vai vomitar as tripas, mas vai ficar bem.

Arthur disse para todos ficaram a vontade pelos sofás vendo TV ou colocarem uma música, enquanto ele arrumava tudo sozinho, e recusava ajuda de alguém. Sendo assim, os dois únicos casais, Yui e Aya foram deitar nos sofás para verem um filme, enquanto o The Big 3, Hatsume, Marilú e os professores despendiam-se, desejaram boa viagem e iam para os seus dormitórios dormir, pois no dia seguinte começariam cedo, mesmo sendo sábado.

Quando deu dez horas, Aya e Yui subiram para descansar no quarto de Aya, a viagem de amanhã seria bem longa. Keiji foi contra a teimosia e orgulho de Arthur e o ajudou a guardar tudo. Keita e Momo já estavam dormindo juntinhos no sofá quando Alice fora ver, Shouto atrás de si dormia também e pelo horário de dez para meia-noite, ela deveria fazer o mesmo e voltar a dormir.

Desligou a TV e lentamente sentou no sofá sem acordar Shouto. Olhou para as escadas e viu uma cena que jurava que não iria ver tão cedo. Arthur e Keiji estavam se beijando intensamente, com mão boba e tudo. Arthur pareceu cansar daquilo e começou a puxar o albino para cima, e Keiji não negou. O queixo de Alice caiu.

– Hum? Que foi? – Shouto perguntou quando acordou e viu a namorada ali com o queixo caído.

– Eu acabei de ver o Keiji e Arthur se pegando e depois subindo. – disse descrente.

– Você ainda tá bêbada?

– Não, tenho certeza que o álcool já passou. Uma parte dele pelo menos.

– Então deixa eles se comerem em paz e vamos dormir... – Shouto a puxou de volta, só querendo dormir.

– Vou só apagar as luzes... – riu quando passou pelo outro sofá e viu Keita e Momo dormindo agarrados um no outro. Voltou ao sofá e os imitou, encerrando a noite por ali mesmo.

 

...

 

Dormitórios Heights Alliance/Alliance – 00:00 AM

Uma parte mais sóbria do cérebro de Keiji estava surtando, descrente que ele estava mesmo fazendo aquilo. Enquanto a outra parte já afundada na bebida estava ligada no modo “foda-se” e aproveitava cada segundo. Afinal, queria que isso acontecesse há muito tempo.

Deixou-se ser mais prensado na parede do quarto, enquanto aproveitava o beijo luxurioso e quente, muito quente. Arthur parecia muito que sabia exatamente onde tocá-lo e como dominá-lo por completo.

Seus braços foram presos acima de sua cabeça pela destra de Arthur, enquanto a perna dele estava no meio das do albino e pressionava o membro do Todoroki, deixando-o excitado e soltando gemidos vez ou outra. A canhota explorava o resto do corpo como sempre quis. Como sempre desejou.

Quando o ar faltou, Arthur abriu rapidamente a blusa de botões do albino e começou a beijar seu pescoço, indo descendo para os mamilos rosados, dando a devida atenção em cada um, se deleitando com cada gemido alto que provocava. Sua mão livre desceu para dentro da calça de Keiji, masturbando-o rapidamente.

– Arthur... – chamou num gemido – Arthur... Oh Deus, Arthur!

– Calma, relaxa, aproveita e só gema! – Arthur olhou para ele num sorriso grande e malicioso – Faz tanto tempo que eu queria fazer isso...

– Eu v-vou g-gozar...

– Goze. Eu quero que você goze. Goze muito. Goze a noite toda. Porque eu vou fazer você gozar a noite toda...

Aumentou a velocidade nos movimentos que fazia sobre o membro alheio, enquanto sentia e observava o corpo abaixo de si se contorcer em prazer enquanto gozava na mão alheia. Arthur observou atentamente a face vermelha e ofegante de Keiji enquanto se recuperava. Particularmente, achou a cena adorável.

– Isso foi um bom início de noite, ótima preliminar.

Terminou de tirar as roupas dele, e depois as suas próprias. Segurou ambas as coxas e o fez circular suas pernas em seus quadris, Keiji segurou no pescoço de Arthur para ter mais firmeza no aperto, caminhando até a cama de casal e sentando nela com ele em seu colo, por cima do seu membro duro e úmido.

– Você bebeu de mais, to com medo de você se arrepender amanhã... – Arthur disse.

– Arthur, você bebeu literalmente o alfabeto inteiro e tá preocupado comigo? Por favor, né! – Keiji bufou impaciente – Eu to bêbado o suficiente para tomar coragem para fazer isso, mas não o suficiente para não lembrar amanhã e me arrepender. Então só continua, que eu sei que você também quer.

– Se pra você está tudo bem... – sussurrou no ouvido do Todoroki de forma sensual, enquanto enfiava três dedos no ânus dele, vendo-o arquear as costas em surpresa e um estranho prazer masoquista – Vamos aproveitar bem essa noite...

Continuou estocando e alargando o ânus do Todoroki o mais rápido que pode, já que o Shimizu não estava com tanta paciência. Numa próxima vez jurava que seria mais paciente. Quando julgou que Keiji estava preparado, pelos altos gemidos que soltava quando tocava a próstata dele, retirou os dedos.

– Arthur... – Keiji gemeu manhoso, rebolando no colo de Arthur.

– Você quer o meu pau, não é? – sussurrou na orelha alheia, mordendo-a em seguida, enquanto o albino assentia sem parar – Então seja um bom menino e senta nele com cuidado.

Keiji não saberia explicar o prazer que sentiu quando sentou no pau de Arthur, sentindo-se preenchido. De fato não mentiu; Estava bêbado o suficiente para ter coragem de fazer aquilo, mas não o suficiente para se arrepender e esquecer no dia seguinte. Pois não queria esquecer que transou com Arthur Akame Shimizu jamais.

Arthur segurou com firmeza na cintura de Keiji, ajudando nos movimentos rápidos de sobe e desce em seu colo que estava fazendo-o gemer no ouvido de Keiji, enquanto ele arranhava suas costas com força. Não se importava com machucados e nem com a dor, já era sua amiga faz tempo.

Cansado daquela posição, jogou Keiji na cama e abriu bem as pernas dele, voltando a se enterrar na entradinha inchada e rosada do Todoroki, ao mesmo tempo que pegara no membro de Keiji e começou a masturbá-lo firme e forte. Keiji apenas gemia e arranhava ainda mais as costas do moreno, tentando descontar seu prazer.

Keiji estava aproveitando muito toda a sensação de prazer, sentindo-se próximo a gozar. Arthur sentia-se igual e se movimentava rapidamente, até que sentiu Keiji gozar em sua mão num grito de prazer. Arthur gemeu grotesco quando sentiu o aperto das paredes do ânus de Keiji em seu membro e das pernas dele em seus quadris, gozando logo em seguida.

Ficaram um tempo naquela posição, só recuperando a respiração e aproveitando a sensação prazerosa do orgasmo com enormes sorrisos. Quando Keiji relaxou o corpo, Arthur saíra do aperto das pernas de Keiji, se retirando de Keiji e jogando-se ao lado dele na cama.

Keiji estava cansado e só queria dormir. Arthur igualmente, porém queria dormir agarradinho com sua paixão e foi isso mesmo que fez. Sem pedir nem nada, apenas o abraçou por trás, beijando seu pescoço até que o sentiu dormir e adormeceu em paz logo em seguida.

 

...

 

Dormitório Heights Alliance/Alliance – 06:00 AM

– Cara, você não dorme?

Keiji perguntou esfregando o rosto e tentando ajeitar os cabelos desgrenhados brancos, enquanto entrava na cozinha. Lá estava Arthur vestindo uma bermuda velha e um avental azul, preparando o café da manhã de todos com um grande sorriso.

– Bom dia, flor do meu dia! – Arthur passou por ele, dando-lhe um selinho e abrindo a geladeira ao lado – Eu tenho hábitos noturnos, por isso, sobrevivo muito bem dormindo pouquíssimo. Você pelo visto não, então por que acordou?

– Porque você acordou, aí vim atrás. – bocejou e olhou o moreno – E temos uma longa viagem de 12 horas, posso dormir a vontade.

– Você e todos, pelo visto vou ficar fazendo nada e sozinho. Oh, tristeza. – riu e observou o albino pensativo a sua frente – Keiji, tá tudo bem?

– Hã? Sim, tá sim!

– Por que tá falando em português?

– Treino! Estamos indo para o Brasil, preciso treinar. – riu nervoso.

– Tá querendo me falar algo?

– Não!

– Você se arrependeu de ontem?

– Que? Não, não é isso! É que... – respirou fundo, tentando encontrar as palavras certas – Arthur, ontem a gente transou. Eu sei que você gosta de mim, mas eu não sei o que eu sinto. E queria pedir um tempo.

– Um tempo? Pra gente dar um tempo, teríamos que ter começado algo. Ou por aqui do outro lado do mundo é diferente? – largou tudo que fazia e encarou o albino.

– Não, não é bem assim! – grunhiu em frustração – Estamos indo para uma missão muito importante, seria bom nos concentrarmos apenas nisso e depois que tudo acabar, eu te dou uma resposta.

– Hum... Ok, você tá certo em um ponto... – suspirou lembrando o que estava em risco na missão e como seria horrível desconcentrar num momento desses – Tá bom. No seu tempo, eu espero.

– Obrigada. – sorriu – Quer ajuda? Não sou tão bom na cozinha, mas sou um bom ajudante.

– Pode ser. – sorriu mínimo. Ele estava certo, Arthur precisa se concentrar na missão e deixar isso para quando retornar.

Assim que o café da manhã ficara pronto, Aya desceu para acordar a todos e se surpreendeu quando viu Alice, Keiji e Arthur já acordados e comendo. Apenas acordou os outros e se reuniram para o café da manhã.

– Eu ainda não acredito que você só acordou por causa do cheiro de comida! – Arthur disse chocado, assim que colocaram o café na mesa, Alice levantou que nem zumbi pra comer.

– Eu fui feita pra comer. Boca foi feita pra comer. Comida foi feita pra comer! – Alice disse abrindo mais um pão, para fazer outro sanduiche.

– Normal, depois você se acostuma. – Keita riu, fazendo o mesmo que ela.

– Mamãe vai pegar a Melissa em Tokyo e vai ficar esperando vocês por lá? – Momo perguntou.

– É, aí entramos no avião e voltamos no tempo! – Aya sorriu e viu que Yui, desde que descera para comer, não parava de olhar de modo afiado e irritado o seu irmão e Keiji – Yui, tá tudo bem?

– Esses dois desgraçados não me deixaram dormir de madrugada. – apontou os dois, cheia de raiva. De todos ali, ela é a única com a cara extremamente cansada – Eu odeio vocês.

– Como assim? – Shouto perguntou.

– Benção, não faz o inocente que esse não é o teu tipo. – Alice disse esfregando a mão no braço dele sorrindo.

– Vocês dois transaram mesmo? – Yaoyorozu disse surpresa – Cara, achei que era coisa da minha cabeça por causa da bebida ontem. Mas eu estava mesmo certa de pensar que uma latinha não me deixaria assim.

– Vocês estavam transando? Porra, pensei que estavam fazendo outra coisa! – Yui disse.

– Como o quê? – Keita perguntou.

– Sei lá, do jeito Tsundere que o Keiji-nii é, pensei que estavam brigando. – deu de ombros, tentando ficar acordada.

– Yui, você tem muito ainda o que aprender da vida realmente, viu! – Aya riu de canto pela ainda presente inocência dela.

– Se bem que isso seria bem provável. – Alice resmungou – Mas enfim, obviamente pela cara vermelha e desconfortável que o Keiji-nii está fazendo, não iremos comentar nada pelo resto da viagem.

– Obrigada. – Keiji resmungou, tentando voltar a ser albino.

– Só uma coisa. Eu disse que você ia acabar dando pro Akame! – riu alto, agarrando com a boca o pedaço de presunto que ele atacou em si e o pedaço de pão tacado por Arthur – Brigaduuu!

– Depois eu que sou o cachorro domesticado. – Arthur resmungou e Alice latiu só pra provocar.

– Enfim, um brinde com cafés e achocolatados para comemorar a nossa missão especial e o provável sucesso que teremos com ela! – Keita ergueu sua caneca e todos brindaram com seus copos, xicaras e canecas.

– Bem, até logo meus amigos! Voltaremos inteiros e vivos, eu espero! – Alice sorriu. Iria dar tudo certo, estava se agarrando a isso e a toda positividade que todos a sua volta estavam exalando.

 

...

 

Região de Kanto/Tóquio/Aeroporto Internacional parte Privada – 11:00 AM

– Temos uma hora para almoçar e vazar do país! – Alice disse enquanto saíam do avião. Deixaram todas as suas coisas por lá, pois depois voltariam para ele.

– Eu não me lembrava do tanto de papeladas que tínhamos que assinar! – Keita disse descendo atrás dela.

– Eu saí de boas! Ah, o poder da menor idade nunca falha! – Yui sorriu

Aya precisou de mais cuidados para descer e por isso foi á última com ajuda de Keiji e Arthur. Não era para ter uma barriga tão grande, porém gêmeos realmente fazem uma grande diferença. E ela teve que jurar a todos que não se esforçaria muito, já que tinha uma vantagem de poder lançar um ataque á distância.

– Pessoal! – Melissa acenou ao longe toda animada, com Huruka ao lado.

– Melissa! – Yui pulou e abraçou a loira toda animada – Que saudades!

– Eu quem digo! De todos vocês! – Melissa abraçou um por um – Aqui é incrível! Huruka me levou para passear por Tóquio rapidinho, e eu amei! Quero muito vim aqui mais vezes, para explorar tudo com calma! E também quero conhecer a região da Yuuei e onde vocês moram.

– Depois que voltarmos, te levamos para um tour completo quando tiver oportunidade! Não se preocupe! – Keita disse animado.

– Enfim, não querendo estragar o clima, mas temos que almoçar logo. – Huruka chamou a atenção de todos – Vamos.

– Ah, Arthur! Parabéns atrasado! – Melissa disse dando um abraço apertado no moreno enquanto alguns seguiam Huruka pelo caminho – Fiquei sabendo que ontem foi o seu aniversário de 20 anos.

– Obrigada! – Arthur sorriu bem feliz.

 

...

 

Brasil/Rio de Janeiro/RIOgaleão - Aeroporto Internacional Tom Jobim parte Privada – 00:00 AM

Doze horas de voo depois (doze porque o piloto tem um poder de teleporte e por isso cortou a viagem pela metade) e eles estavam pousando no Brasil, no Rio de Janeiro. Depois que fizerem todo o procedimento por estarem vindo de outro país, estavam aguardando o próximo piloto chegar para viajarem até Minas Gerais.

– Deus, espero que o local onde ficaremos já esteja pronto... – Yui bocejou – Quero uma cama e dormir muito.

– Aproveitem. Amanhã de tarde ficaremos patrulhando até de noite para reconhecer um pouco as áreas. – Alice disse se esticando toda, aproveitando que estava sentada no último degrau da escada do avião. Os outros estavam acima de si e Aya estava de pê, segunda a mesma, não aguentava mais ficar sentada e encolhida com a barriga pressionada.

– Isso vai ser junto com os heróis da região, e garanto, são todos de confiança e meus amigos. – Arthur sorriu – Ai, que alegria! Vou ver a galera de novo!

– Enfim, podem falar sobre a missão em si? Quais os planos, e tal... – Keita pediu.

– Tu tá levando isso a sério mesmo, hein! – Huruka disse orgulhosa.

– Eu também gostaria de saber, se for conveniente. – Melissa pediu.

– Oh, é mesmo. Iria falar com vocês no voo, sabe, é mais privada e seguro. – Aya disse.

– Tá aí a sua chance. – Keiji apontou o novo piloto chegando – Concordo com o lugar privado, uma missão desse nível, até o ar pode ter ouvido.

Se esticaram uma última vez antes de embarcarem no avião novamente e sentarem perto um do outro. Aya puxou uma mala de mão acima do seu assento e se aconchegou da melhor forma possível.

– Bem, nossa missão principal é prender Akemi Aya Shimizu, entregá-la na mão do governo presa. Para isso, temos permissão para investigar e pedir o que quisermos, isso vai se estender até a polícia.

– A polícia? – Keiji questionou.

– É, poderemos investigar a polícia caso seja necessário. E acho sinceramente que será necessário. – Alice disse.

– Meses atrás, Akemi foi pega e presa em flagrante num ataque terrorista em Suriname. Depois que pisou em solo brasileiro, ficara presa apenas duas semanas antes de escapar. Nos chamaram para cá depois que confirmaram a fuga dela. Demorou, pois ela praticamente fez uma fuga perfeita mesmo estando com algemas anti-quirks.

– Isso é suspeito. Bem suspeito. – Yui disse.

– Tem dedo da polícia nisso. Está extremamente óbvio isso. – Keita disse.

– Sim, porém nenhum policial fora suspenso, preso ou sequer apontado como um possível suspeito. Tem algo aí e teremos que investigar isso. – Aya ficara de joelhos no banco e se apoiou no banco da frente, os outros a imitando para se olharem – São três coisas para fazer em três semanas. Investigar a polícia, achar a localização de Akemi e depois prendê-la.

– Simples, até. – Keiji disse.

– Melissa fica comigo e Huruka enquanto cuidamos da investigação policial, e caso seja necessário, podem chamá-la para qualquer coisa. – Aya entregou uma pasta a loira – Aí além de falar do caso, também tem a mecânica de funcionamento de todos os uniformes deles, então se precisar concertar algo, você já terá uma noção.

– Wow, é muita coisa. – Melissa disse passando as páginas – Marilú que mandou, certo?

– Sim, ela que fez todos os uniformes. – Aya entregou pastas a todos, menos Huruka que já tem a sua – Aí está tudo que a polícia investigou até agora e as fixas dos heróis e policiais envolvidos. Todos os heróis são conhecidos do Akame, então não será um problema estabelecer contato de confiança com eles. Agora com os policiais...

– Se tiverem problemas quanto a isso, é só deixar Keiji e eu no caso que conseguimos sem problema algum lidar com eles. – Alice disse.

– Já que quer, tomem cuidado. – Huruka disse.

– O resto pode ir patrulhando com os heróis e tentarem descobrir aonde é o esconderijo de Akemi. Se acharmos, conseguimos prendê-la. Yui, você pode andar ao lado deles, mas não pode agir igual a eles. Entendeu a diferença?

– Claro. Vai ser igual a um estágio, não posso fazer nada sem estrita autorização, se não for apoio de longe e com meus poderes bem limitados. – sorriu.

– Menos um imprudente para eu vigiar. – Huruka disse.

– Nós sabemos o perigo que estamos correndo e vamos sair vitoriosos! – Arthur disse – Vamos lá! Confiança e positividade!

Mais algum tempo e eles finalmente estavam pousando em Minas Gerais as uma e poucos da madrugada. Mesmo com tanto tempo de voo, eles não sentiam o mínimo sono, devido ao fuso horário diferente. Mas se eles deitassem só um pouco na cama, dormiriam com certeza.

E quando estavam desembarcando de fato e colocando as malas nos carros que Huruka alugou algo que eles não esperavam aconteceu. Aya já estava com um pressentimento ruim assim que pisaram no estacionamento, e quando parou para olhar o céu, viu uma bola de fogo vindo á direção deles.

– Ayaka! – Aya chamou e apontou o céu, enquanto fazia uma barreira transparente entorno do aeroporto para não ser atingido.

– Uma bola de fogo? Tá de sacanagem com a minha cara!

Alice gritou antes de largar as malas, ativar suas asas e antes que conseguisse sair voando, Yui fizera o mesmo que si e saiu voando a sua frente em direção da bola e com sua besta de gelo, lançou flechas de gelo na bola giganta para pará-la.

Bem, isso funcionou e a bola fora destruída. Mas seus pedaços voltaram a serem flamejantes e ainda cairiam por ali ao redor, se não fosse Alice voando perto de si absorver todo o fogo e poder da bola, literalmente sumindo com ela do céu e eliminando qualquer prova de que ela existiu.

– Yui, você está na missão, mas entenda uma coisa sobre trabalho heroico em equipe: – Alice disse batendo suas asas perto da irmã enquanto elas desciam devagar para perto de todos – Quando um superior ordena que um herói faça algo, você não pode sair na frente dele e fazer o que acha certo. Se Akaze mandou-me fazer algo, é pra eu ir e ninguém mais.

– Desculpa, irmã... – Yui sorriu sem graça.

– Com o tempo você aprende a controlar seus impulsos. – sorriu leve se reunindo com todos.

– O que caralhos foi aquilo?! – Keiji perguntou assustado.

– Um ataque, de Granada. É o braço direito de Akemi. – Aya suspirou e fechou os olhos – O pai dos meus filhos.

– Ele que te... – Melissa tampou a boca em choque.

– Ele mesmo. – olhou a prima – Ele não é fácil.

– Deixa comigo, eu me vingarei por você. – Alice garantiu.

– Como eles sabem que estamos aqui? Ou isso foi um ataque aleatório? – Huruka perguntou.

– Não dá pra saber com certeza. – Arthur disse – Só vamos logo embora. De manhã resolvemos tudo isso.



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