História Boku no Hero: Heroes Fall (Interativa) - Capítulo 39


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Boku No Hero, Drama, Interativa, My Hero Academy
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 39 - Expurgo


Lance estava ciente da consequência do que estava prestes à fazer, porém, ele estava animado para ver o desespero de todos cujo morreriam um à um. “Aquele” homem havia ordenado Lance à entrar na escola, o guiando em cada um dos seus movimentos, até mesmo havia sido ordenado à Lance que o mesmo colaborasse com Regicida em prol de algo muito maior do quê ambos: servir ao homem cujo tudo aquilo pertencia. Haviam sido meses de espera, porém, finalmente a escola estava desprotegida, os alunos haviam sido enviados até o território de Regicida - como o Mestre de Lance havia previsto -, tudo corria conforme o planejado, as peças do tabuleiro brigavam entre si, enquanto os sábios lutavam através das sombras, deixando os exércitos matarem um ao outro.


— “Purifique todos, limpe pragas desse maldito mundo, bendito seja aquilo que não tenha medo de soltar seu próprio surto...” — Lance recitou uma música.

A sinfonia da morte havia iniciado, e, os seus principais protagonistas estavam em seus devidos lugares. Lance caminhou em meio aos moradores da vila cujo havia sido destruída, haviam entre eles, inúmeros estudantes da Academia. A maioria eram novatos cujo tinham medo da própria sombra, tolos cujo jamais apresentariam qualquer ameaça à Lance. E, finalmente, ele iniciou o massacre. Os soldados fantasmas - com armaduras brancas, límpidas, com símbolos antigos - surgiram um à um, provocando o caos, e antes mesmo de alguém pensar em fazer algo, os soldados ergueram suas armas, ceifando a vida de vários moradores. Rapidamente, o caos tomou conta do local, cadáver após cadáver, os mortos eram empilhados. Os miseráveis buscavam desesperadamente correr pelas suas vidas, era hilário, eles nem ao menos eram capazes de lutar pelas próprias vidas, pensavam em simplesmente fugir como vermes. Entre choros, gritos e o ruído de cortes, Lance deleitou-se com todo o massacre.

— “Banha-se do ódio, faça do seu cúmulo o abismo absoluto” — Lance continuou à recitar. — Os casacas vermelhas estão vindo...

Lance deu de ombros, vendo os sobreviventes abandonarem uns aos outros, pisando sobre os cadáveres para fugir, porém, um a um, eles caíram, e os que resistiram, foram acorrentados como escravos. Aquele que sobrevivesse iria servir à um propósito maior. E, assim, duzentas, das pouco mais de mil vidas, foram ceifadas em um instante. Lance observou as armaduras antes límpidas dos soldados, elas haviam sido banhadas com o vermelho do sangue. Um sacrifico devia ser feito.

— Vocês são a verdadeira podridão. — Lance disse, com um olhar de desprezo.

Lance controlou um dos soldados, o fazendo trazer um menino - cujo aparentava ter menos de doze anos -, Lance segurou o mesmo pelos cabelos, mostrando-o para todos cujo haviam sido acorrentados. Lance ouviu os gritos implorando por misericórdia, mas era inútil. Ele retirou uma adaga da cintura, cortando a garganta do menino na frente de todos, após, ele largou o corpo do menino cujo caiu agonizando sobre o solo. Lance limpou as gotas de sangue cujo haviam o sujado, como um nobre, ele devia manter a elegância.

— Pisoteiam os próximos, fazem de tudo para sobreviver, rastejando como ratos. — Lance olhou todos ao redor. — Sim, é isso que vocês são, um bando de ratos.

Malditos humanos, espécie imunda, Lance odiava toda a espécie cujo ele pertencia. Mentiam, roubavam e matavam em prol do próprio benefício, era tamanho o egoísmo e a crueldade, porém, ele era visto como o errado. De certa forma, Lance compactuava com as visões de Regicida, porém, Regicida era somente um fantoche de algo muito maior, todos os seus ideais haviam sido descontruidos, até mesmo o mais puro dos meninos era facilmente corrompido. No fim, tudo tratava-se de poder. Está na natureza humana trair o próximo, por mais amado que este seja, um ciclo vicioso, uma roda onde a cada momento alguém está no topo. Se você deseja comandar, seja temido, mesmo o mais amado, é traído; Lance caminhou em meio aos sobreviventes cujo soltavam pragas ou imploravam pelas próprias vidas, com ou sem poderes, eram incapazes de agir. Todos esperavam um herói surgir, a ideia de que alguém sempre estará lá para salvá-los enfraqueceu a humanidade, ninguém mais tinha coragem de mover um dedo.

— Levem-nos. — Lance ordenou.

Os soldados movimentaram-se, puxando os alunos cujo haviam maior grau de individualidade, Lance havia estudado cada um deles durante os últimos meses. Lance estava prestes à movimentar-se, porém, ele ouviu um ruído dos arbustos, finalmente eles haviam revelado-se, no meio do caos, os alunos da A-1 restantes haviam sumido. A primeira, cujo saiu dos arbustos, foi Gabriela Souza, a menina de cabelos loiros longos e olhos azuis correu até Lance, ela empunhava duas lâminas semi-transparentes formadas de auras roxas, era sua individualidade, “Manipulação de Mana”. Ela tentou desferir uma enxurrada de cortes, Lance, por sua vez, desviou com facilidade dos ataques, apesar de ser ruim em combate direto, Lance havia treinado sua velocidade, melhorando sua esquiva. O menino controlou dois de seus soldados armadurados, ambos portavam enormes machados, ao atacarem Gabriela, uma gosma azulada surgiu diante da mesma, impedindo o ataque.

— Ryuk? — Lance demonstrou surpresa. — Vocês foram corajosos, deveriam ter fugido enquanto tiveram chance.

E, finalmente, a última das integrantes da classe cujo haviam ficado no local, Yuna Akini surgiu dos céus, voando com suas asas de fada, ela empunhava sua lâmina feita de coral com cabo de carvalho, em dois rápidos movimentos, ela destruiu os dois soldados. Yuna tentou avançar, mas uma horda de soldados formou uma barreira de escudos na frente de Lance. Os três tentaram atacar, no entanto, os ataques eram facilmente repelidos, após, os soldados empunharam suas armas, desferindo cortes cujo provocavam rajadas de ar cortante. Yuna desviou ao voar para cima, porém, Ryuk encobriu Gabriela, recebendo o impacto do ataque. Mais uma vez, o menino estava bem. Não podia-se se dizer o mesmo da floresta atrás dos estudantes, as árvores haviam sido totalmente cortadas; Lance encobriu seu corpo com uma armadura, após, invocou um arco-e-flecha, ele mandou todos os seus soldados livres rumo aos adversários, cercando-os. Uma troca de ataques iniciou-se, os alvos estavam sendo encurralados, conforme um dos soldados caía, Lance prontamente formava outro para tomar seu lugar, e, sem cansar-se, a luta resumia-se a ele dar esperança aos sobreviventes, somente para arrancá-las no momento em que ficar entediado; aproveitando-se de uma abertura no cerco, Yuna, a menina de cabelos ruivos voou até Lance, desviando dos soldados cujo tentavam atacá-la, ela era rápida, era notável como a mesma tinha evoluído desde os primeiros exames, caso Lance tivesse que analisá-la, ainda poderia apontar diversas fraquezas na mesma, a principal era sua moral. Mesmo tendo uma individualidade cujo controlava líquido - além de criar asas -, ela era incapaz de controlar o sangue de seus adversários, pois sua ética falha impedia-a de matar os outros. Lance encurtou a distância entre ambos, batendo a ponta do arco contra a lâmina da espada da menina, após, ele puxou uma das flechas, tentando crava-lá no tórax da menina, sem êxito, pois a mesma afastou-se, dando tempo para Lance preparar-se, disparando três flechas contra Yuna. No entanto, uma barreira de Mana surgiu na frente da menina, após, Gabriela surgiu atrás da mesma, pulando em suas costas, a menina expandiu suas lâminas de Mana, fazendo-as irem de encontro à Lance, surpreso, o mesmo formou um soldado em sua frente, usando-o como escudo. Após, Lance saltou para o lado, atirando várias vezes contra Gabriela, porém, a mesma defendeu-se com suas lâminas, cortando as flechas. 


— Por quê você está fazendo isso? — Gabriela perguntou, gritando. 

— Eu estava com vontade de destruir algo bonito. — Lance sorriu. 


Lance arregalou os olhos, em um descuido, ele esqueceu-se do cenário, atrás do mesmo, havia o mar, cujo Copperspoon havia cruzado para trazê-los durante a fuga. E, Yuna era capaz de controlar líquidos. Duas serpentes surgiram da água, indo contra Lance, tentando morde-lo. Lance, por sua vez, tentou utilizar um dos seus soldados para cortar a serpente, sem sucesso, os ataques simplesmente passavam pelos mesmos. As serpentes rodearam Lance, tentando aproximar-se, elas envolveram o menino, tentando sufoca-lo, fazendo a água penetrar a armadura de Lance. Por sua vez, o menino desfez a armadura, desfazendo a maioria dos soldados, somente para criar dois soldados enormes. Um dos soldados cativou Lance, puxando-o para longe, retirando-o do alcance da habilidade de Yuna. Lance podia sentir o medo exalando dos três ao darem de cara com os dois soldados cujo tinham cerca de vinte metros cada; Lance controlou os soldados, fazendo-os atacarem com socos à distância, soltando rajadas de ar. As duas acoaram-se, tentando desviar dos ataques, cujo formavam crateras ao atingir o solo. Por sua vez, Ryuk mantia-se confiante em sua individualidade ao tentar resistir aos ataques físicos, isso seria sua ruína. 



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