História Boku no Hero Imagines - Capítulo 3


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Fumikage Tokoyami, Hanta Sero, Iida Tenya, Katsuki Bakugou, Kyoka Jiro, Mashirao Ojiro, Midoriya Izuku (Deku), Mina Ashido, Minoru Mineta, Momo Yaoyorozu, Personagens Originais, Shouto Todoroki, Toru Hagakure, Tsuyu Asui, Uraraka Ochako (Uravity), Yuga Aoyama
Tags Boku No Hero, Denki Kaminari, Fumikage Tokoyami, Hanta Sero, Imagine, Imagine Boku No Hero, Imagines, Izuku Midoriya, Katsuki Bakugo, Koda Koji, Kyoka Jiro, Mashirao Ojiro, Meso Shoji, Mina Ashido, Mineta Minoru, Momo Yaoyorozu, Ochaco Uraraka, One-shot, Rikido Sato, Shoro Todoroki, Tenya Iida, Toru Hagakure, Tsuyu Asui, Yuga Aoyama
Visualizações 60
Palavras 3.885
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, FemmeSlash, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Fluffy, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hello my babys, então vou postar duas vezes por semana de sexta e terça. Espero que tenham paciência comigo pois sou novata mas enfim, fico feliz de poder vir aqui escrever para vocês e se possível comentem ai o que acham porque assim terei um retorno do que escrevo se está bom ou tenho que melhorar.

Bjss vejo vocês nas notas finais e desculpe qualquer erro.

Capítulo 3 - Midoriya, my hero and love


Fanfic / Fanfiction Boku no Hero Imagines - Capítulo 3 - Midoriya, my hero and love

 

Primeiro dia de aula

 

Existe muito momentos em que queremos voltar a infância, voltar a sorrir e ver o mundo com uma certa inocência e beleza que apenas vemos quando somos crianças. Há muitos momentos em que quero voltar para esta época, a qual eu sei com certeza que fui feliz. Não que hoje eu não seja, mas durante aquela época tudo era tão diferente, eu tinha amigos e podia sonhar com um futuro que não era para todos, quer dizer, eu sempre quis ser uma heroína, tão forte quanto o All Might e também amada como ele. E mesmo com a morte do meu pai, esse sonho continua a viver em mim, ainda quero proteger as pessoas do mal como eu protegia o Izuku-kun, que naquela época era meu melhor amigo. Mesmo com o distanciamento, graças a amada internet, ainda mantenho um certo contato com ele, entretanto nossas conversas foram diminuindo de frequência e paramos de conversar mesmo eu não querendo deixá-lo nas mãos daqueles meninos malvados, principalmente do Katsuki-kun, e não sei por que raios o Midoriya fica indo atrás dele se sempre acaba sendo humilhado. Ao menos naquela época, bons os tempos, eu podia bater neles por mexerem com meu melhor amigo.

 

   Porém o tempo passa e tudo muda. Eu entrei na tão aclamada Yuuei, a escola onde meu herói favorito estudou, a mais renomada de todo o Japão. Não foi surpresa nenhuma ter pessoas na minha sala como Todoroki Shoto, filho do Endeavor o herói número dois, esse tipo de pessoa normalmente fica nas grandes escolas. O surpreendente foi ver Izuku Midoriya, o meu antigo melhor amigo e protegido, e ainda por cima, se sentando atrás do Bakugo. Minhas emoções nunca mudaram tão rápido na minha vida. Entrei olhando para Midoriya com os olhos arregalados e no momento que o mesmo me viu sua boca ficou na forma de um O perfeito.

 

-Você conhece ela, Deku-kun? - uma menina, que anteriormente estava conversando com ele, lhe questionou. Seus cabelos castanhos claro caiam perfeitamente até a altura dos ombros, e os olhos acompanhavam a cor das madeixas. O rapaz saiu do transe e olhou para ela, sorrindo levemente em resposta e voltou a olhar para mim com um grande sorriso.

 

- Eu conheço ela sim Uraraka-chan, essa é a S/N-chan. Uma grande amiga minha da infância, me protegia das encrencas que eu me metia junto com o Bakugo.

 

Ao falarmos no diabo ele se virou para mim e me olhou, sua reação foi impagável pois a menina que sempre o repreendia e ameaçava, e caso necessário o batia, agora voltou para a sala dele, para o seu meio social. Bakugo, de primeira  não teve nenhuma reação a não ser a feição de surpresa, mas logo foi desfeita no momento que eu sorri de lado dando um aceno com a mão para ele, que ficou furioso com aquilo.

 

-  O QUE RAIOS ELA ESTÁ FAZENDO AQUI???????? - e como sempre ele fica pagando mico por todo lugar que vai, tirando-me um risinho pela reação completamente exagerada.

 

- Qual o problema da S/N-chan estar na nossa sala, kacchan? - o podre do Midoriya foi me defender justamente da pessoa que mais me odiou na vida. Como resposta o loiro se virou para atrás com cara de que iria matar ele, mas quando ia falar alguma ofensa, resolvi me intrometer.

 

- Kacchan, eu também senti a sua falta - fui ao lado do moreno e coloquei meu braço por cima do seu pescoço - Espero que lembre do que sou capaz e que é melhor não ofender quem eu gosto, ouviu bem? - nesse momento o loiro já bufava de raiva enquanto que o menino ao meu lado estava completamente sem graça.  Na intenção de irritar mais ainda o Bakugo, tirei o braço do mais baixo e o puxei pela gola da blusa, deixando meu rosto bem perto do dele - Não ouvi você me responder Kacchan, você me ouviu bem, certo? Não quero ter que lembrar dos velhos tempos ou você quer?

 

No mesmo instante fui surpreendida por Midoriya, que me puxou pela cintura para longe no momento que quase fui acertada por um soco no rosto pelo Bakugo.

 

- É melhor você calar a boca S/N, não sou o mesmo menino daquela época - a mão dele se chocou contra a mesa e produziu um barulho alto.

 

- Você acha que me assusta Kacchan? - levantei a sobrancelha e mostrei um sorriso debochado para ver até onde o menino iria controlar a raiva. E bingo! Ele veio na minha direção pronto para me bater e eu não iria perder para aquele moleque mal educado, então faço o mesmo. Nos aproximamos mas graças ao Midoriya, que se colocou na nossa frente, fui obrigada a parar assim como o Bakugo.

 

- Parem vocês dois, somos todos amigos - ele me olhou e depois olhou para o Bakugo. Se isso fosse um anime de comédia, ele teria fogo no cabelo de tão irritado que estava.

 

- SAI DA MINHA FRENTE DEKU IDIOTA, VOCÊ QUER MORRER TAMBÉM???? -  ele levantou o punho em direção do Midoriya e parecia estar pensando se iria bater nele mesmo ou não.

 

- O que está acontecendo aqui, classe? - um homem alto entrou na sala, ele tinha faixas pelo pescoço e vestia uma roupa inteira preta. Parecia estar cansado de tudo aquilo e também que não gostava muito de estar ali. Deve ser o professor - Você não consegue NÃO arrumar briga, Bakugo?

 

- A culpa não é minha, ELA -  e apontou para mim direcionando-me um olhar de predador, se ele acha que vai conseguir me vencer assim está bem enganado - que começou tudo, VOCÊ É A CULPADA DE TUDO ISSO!!!

 

- Não coloque a culpa em mim se você é um merda inútil, Bakugo - me virei de costas e fui me sentar na minha carteira ao fundo da sala.

 

- O QUE…

 

- CHEGA!! - o professor conseguiu colocar ordem na sala de aula fazendo todos se calarem - Nos seus lugares! Não quero saber mais disso Bakugo, pare de arrumar briga com todo mundo, e você senhorita - apontou brevemente para mim, me olhando fixamente - também não quero saber de brigas aqui entendidos?

 

- Sim senhor!! - todos responderam em uni som.

 

Alguns meses depois

 

   Depois do primeiro dia de aula, eu e o Midoriya voltamos a ser amigos, na realidade, melhores amigos, já Bakugo continua a ser igual era quando criança, sem nenhuma mudança de comportamento, sempre explodindo por qualquer coisinha e xingando todos por nenhum motivo.  mas são amigos ou não? Não são amigos. Às vezes as pessoas devem pensar que gosto desse cabeça oca do Bakugo, mas o que elas não imaginam é que na realidade eu amo o Izuku-kun, esse menino foi meu primeiro amor e por isso eu tinha, tenho na verdade, o dever de cuidar e defender ele, mesmo que ele esteja mais forte continua ingênuo quando o assunto é o antigo amigo de infância. Eu queria que ele se tocasse do tipo de “amigo” que ele quer para a vida dele, por isso eu o protejo de todos que tentam machucá-lo tanto emocionalmente quanto fisicamente, não é isso que fazemos por quem amamos? Nós sempre queremos o melhor para eles, quero que meu amor seja feliz e que realize seus sonhos, mesmo que eu tenha que me sacrificar para que aconteça, eu irei fazer isso sem reclamar.

 

“Me machuca ver ele falando sobre outra menina para mim, mas o que eu poderia fazer para mudar isso? me diga o que eu posso fazer?” essas foram as palavras que usei durante um conversa com Momo-chan, eu realmente precisava falar com alguém sobre todos os meus sentimentos, não conseguia mais ficar junto ao Izuku e não ter minhas emoções a flor da pele, sempre sendo imprevisível e correndo dele quando conseguia. Parecia um animal selvagem quando encontra alguém estranho, o que mais me deixava triste era os olhares e questionamento que ele me lançava, “por que eu não podia simplesmente ter superado meus sentimentos?” eu queria conseguir dizer tudo para o Midoriya mas tinha medo. Um medo que me consumia sempre que criava coragem para contar a ele o que sentia, um medo tão avassalador que me fez se calar desde a infância até o momento que eu explodiria e certamente essa explosão não seria boa para ninguém.

 

A Momo-chan me recomendou dois caminhos que seriam melhor para nós dois, eu poderia contar para ele tudo o que eu tinha entalado durante todos esses anos e se der ruim pelo menos eu teria tentado, não morreria na dúvida e no arrependimento ou eu poderia simplesmente me afastar e tentar superar pois não adianta querer superar alguém quando se está sempre junto. Fazer a primeira opção seria muito difícil mas valeria a pena no final, pois eu teria alguma resposta e de qualquer forma havia a possibilidade de que, eu e o Midoriya, nos afastássemos para podermos seguir em frente. Entretanto muitas coisas passavam pela minha cabeça quando saí do quarto da Momo-chan e o que eu não esperava era trombar com o meu amado no meio do corredor, como meus pensamentos estavam nas nuvens acabei por cair uma futura heroína sendo derrubada por uma simples batida de ombros que esperado de mim.

 

- Hey s/n você está bem? - ele se abaixou para ficar da minha altura para conferir se eu está viva e bem, só que o ser esqueceu de colocar um limite e se aproximou demais do meu rosto e fez com que eu me assustasse e batesse a cabeça na dele, o que causou um linda e adorável dor na minha cabeça e para ajudar o menino cai para trás e sentou no meu pé com tudo, o que me rendeu algumas risadas dele com dor na bunda e reclamando que eu sou um desastre como sempre. - É sério s/n você está bem? - os olhos dele me mostraram a preocupação dele comigo o que mexeu com o meu coração de uma forma que não saberia dizer.

 

- Eu já estive melhor Izuku-kun, enfim eu estou bem não se preocupe - sorri para ele e apoiei uma mão no chão para sair dele, só que o que eu não esperava era que ele seria mais rápido que eu e me ergueria causando um choque entre nossos corpos, me deixando muito próxima dele e sentindo a sua respiração no meu rosto que se encontrava olhando para a frente sem querer olhar nos olhos dele, certamente eu estava corada e ele poderia ver e já havia visto pois soltou um leve risinho como fazia quando me fazia corar.

 

- Você fica muito fofa quando fica sem graça sabia? - Ele não deve ter noção do que está fazendo direito, não é possível isso mundo na moral. Acho que meu coração parou de vez agora.

 

- I-izuku-kun…. o que você está fazendo? - merda minha voz falhou quer saber dedo no cu e gritaria. É agora ou nunca, respira s/n e só vai

 

- Eu estou ótimo s/n, e sabe queria saber se você aceita sair comigo amanhã - ele me soltou e ficou alguns centímetros longe de mim e continuava a me olhar fixamente - vamos naquele parque que frequentamos quando criança sabe? Faz tempo que não vou lá e ninguém melhor do que quem marcou um dos melhores momentos da minha vida - ele sorriu para mim, fazendo seus olhos se fecharem e aumentar o meu batimento cardíaco se era possível.

 

- T-tudo b-bem Izuku-kun, nós podemos ir amanhã no parque - balancei a cabeça para tentar raciocinar o que raios estava acontecendo naquele momento, será que ele só quer ir comigo como amiga? ou será que é como algo a mais? Será um encontro?

 

- S/n-chan, hello - ele balançou a mão na frente do meu rosto para me tirar da paranoia e me fazer prestar atenção no que ele dizia para mim - Esteja pronta às 17h30 okay? - concordei com a cabeça e ele sorriu feliz para mim que não pude sorri com a felicidade dele.

 

- Certo Izuku-kun, amanhã às 17h30 na sala? - permanecia com as mãos juntas na frente do meu corpo como forma de proteção.

 

- Isso mesmo anjinho - ele se inclinou e me deu um beijo na bochecha e saiu indo em direção às escadas que ficavam a alguns metros na minha frente, pude ver Midoriya de costas indo para o próprio quarto que era a mesma coisa que eu deveria fazer.

 

- Vamos s/n - bati as mãos nas bochechas para acordar - se recomponha menina, como que isso foi acontecer??? AI MEU CU - e nesse momento eu voltei correndo para o quarto da Momo-chan e entrei sem bater encontrando ela e Todoroki-kun se pegando muito no quarto dela. Quem fez cosplay de pimentão naquele momento??? Isso mesmo…. todo mundo presente naquele recinto.

 

- Desculpa Momo-chan e Todoroku-kun eu não queria interromper - me curvei e já ia fechar a porta dela quando a menina falou meu nome de dentro do quarto.

 

- S/n-chan entra e fecha a porta - eu abri a porta de novo focando apenas em olhar para minha amiga, depois que fiz o que ela mandou fiquei na porta esperando a deixa de sair e deixar os dois ali. Naquele ponto os dois tinham se separados e arrumado as roupas que havia ficado amarrotadas, e sinceramente achava que o Todoroki-kun fosse gay, isso não anula ele ainda gostar de menino de forma alguma só achava que ele curtisse apenas meninos, estou surpresa com isso - O que aconteceu amiga? Eu ouvi você gritando no corredor agora pouco, antes de….. neh.

 

- Aaaa… quanto a issoo….. posso te contar depois sabe… isso aqui é mais importante - apontei para os dois e continuava sentir que estava muito calor ali - não se preocupe Momo-chan eu te conto depois…… agora tchau - acenei e quase consegui sair se não fosse o menino que me segurou e me olhou com aquele olhar de poker face de sempre.

 

- S/n-chan, eu já estou saindo mesmo fica tranquila….. e não conte isso para as pessoas okay? - ele continuava me olhar daquela forma porém sua voz demonstrava que havia uma certa insegurança em saberem deles.

 

- Okay Todoroki-kun minha boca é um túmulo, você e a Momo-chan se pegando?? Onde isso?? Nunca nem vi - tentei brincar para ver se amenizava a situação e graças aos deuses eu consegui fazer o poker face dar uma risadinha, zerei a vida só isso na real só zero depois de sair com o Midoriya amanhã.

 

- Tchau Momo-chan - ele sorriu levemente para a morena que antes estava sentada na cama e agora se encaminha  para a porta - Tchau para você também túmulo-chan.

 

   Ele vazou antes que eu pudesse protestar sobre esse apelido horrível que ele me deu, quando ele fechou a porta vi uma Momo preocupada e brava comigo, vai dar merda isso aqui estou até vendo. respirei fundo e olhei para ela que apenas com o olhar me intimidava para contar o que era tão importante assim para eu empatar as ficadas dela.

 

- Omidoruyamechamouparasairamanhãás17horase30minutosoqueeufaço?

 

- O que??? - ela ria da minha reação e tentava entender o que acontecia comigo.

 

- O Midoriya me chamou para sair amanhã às 17h30, o que eu faço?

 

O silêncio reinava no quarto, eu sentia como se tivesse tirado um peso das minhas costas, observava a Momo-chan mudar de expressão como se estivesse imergido em pensamentos muito profundos.

 

- EU NÃO ACREDITOOO NISSO S/N-CHAN, eu estou muito feliz por você de verdade - ela pulava pelo quarto de mãos dadas comigo - vamos conte me tudo.

 

   Sentamos na cama e lhe contei tudo, detalhe por detalhe e aquela foi uma noite longa para quem tinha aula no outro dia.

 

Dia do encontro?

 

   Mau havia conseguido dormir naquela noite de tão nervosa que fiquei, as paranoias correram soltas durante a madrugada, e é como dizem “a noite é uma criança”. Quando fui ver alguns raios de luz começam a aparecer e consequentemente iluminar meu quarto, me fazendo querer voltar no tempo e apenas dormir um pouco. Aquele tempo que tive antes do despertador soar pelo cômodo, foram os como aqueles 5 ou 10 minutinhos, que melhora o dia e o sono se vai mais fácil, a única diferença era de que meu sono ainda estava em mim. A rotina é sempre a mesma, levantar da cama e arrumar ela, depois ir ao banheiro e voltar para se trocar e por último ir comer.

 

O Aizawa sensei explicava alguma coisa sobre resgate de civis mas a minha mente não estava ali, por sorte eu sento no fundo assim podendo ver todos da sala e principalmente o Midoriya, que estava tão lindo prestando atenção nas palavras do professor e as colocava no caderno do All Might dele. Minha mente divagava entre observar o Midoriya concentrado na aula ou pensar no que eu iria vestir para ir ao parque, e se aquilo seria um encontro ou não.

 

O tempo corria vagarosamente e cada minuto parecia uma eternidade para a liberdade, quando o último professor nos liberou fui até a Momo-chan e a puxei para irmos correndo até o dormitório pois faltava algumas horas preciosas até eu sair com o menino, não havia conseguido pensar em nada para vestir. Por sorte a menina entendeu e correu junto comigo até a construção indo até meu quarto para pensarmos em algo, para ela pensar em algo já que fui tomar um banho.

 

No final das contas eu fiquei muito fofa para sair, tudo graças a Momo que me ajudou muito na hora de me arrumar, já que não sabia o que vestir e acabei vestindo o que ela falou que seria melhor. Ainda bem que tenho amigas como ela, pois sem a ajuda dela eu ainda ainda estaria olhando para as minhas roupas.

 

- Você está linda s/n-chan, se o Midoriya não quiser eu quero - ela me olhou de cima a baixo e sorriu com o resultado.

 

- Obrigada Momo-chan, você é minha heroína não sei o que faria sem você para me ajudar -  sorri muito feliz e deu um saltinho de nervoso.

 

- Agora vai lá embaixo esperar o Midoriya, e caso ele faça algo que você não goste - ela me segurou pelos ombros olhando no fundo dos meus olhos - mete um chute nas bolas dele ouviu? - eu pude apenas rir dela e concordar com a cabeça.

 

- Pode deixar Momo-chan.

 

Dei um beijinho na bochecha dela e sai do quarto mesmo ele sendo meu, fui para a sala e sentei no sofá de costas para as escadas que levavam para os quartos dos meninos. Ficar ali parecia tentando parecer plena foi uma tarefa difícil para mim, que queria ficar andando para lá e pra cá. O importante foi que não demorou muito para o Midoriya aparecer ao meu lado, vestido uma roupa simples pois íamos em um parque de diversões a final.

 

- Você está muito bonita s/n-chan - ele me olhou de cima a baixo com uma expressão de surpresa com a minha beleza.

 

- Obrigada Izuku-kun, você também está bonito - estava levemente corada, meu nervosismo era aparente já que não olhava muito nos olhos dele e ficava mexendo no cabelo hora ou outra.

 

Assim nós fomos ao parque caminhando já que não era tão longe e o clima estava bom naquele horário. Conversávamos de assuntos muito variados, era muito bom ouvir Midoriya falar sobre seu sonho, pois o entusiasmo era evidente nele e me contagiava todas as vezes independente de quantas vezes eu já tinha ouvido ele falar desse assunto muitas vezes, principalmente quando éramos crianças.

 

O parque continuava lindo como sempre foi, cada lugar que eu olhasse me trazia uma sensação de nostalgia, sabia que o rapaz sentia o mesmo pois olhava o local como eu. Andamos lado a lado indo para o carrinho de bate e bate, não era necessário muitas palavras naquele momento, como era um dia de semana não tinha muitas pessoas no lugar apenas alguns casais e famílias. Ao observar os arredores admirando as mudanças ocorridas e aquilo que se mantinha igual quando senti a mão do Midoriya segurar a minha e acabei virando para ver ele que assim como eu estava distraído olhando o lugar, ao perceber o meu olhar ele sorriu e continuo a olhar tudo.

 

Aquele foi a primeira demonstração de muitas que tive do que ele realmente queria, no final deixamos a montanha russa por último, ele disse que seria o melhor para irmos no final pois o brinquedo era o mais “calmo” para ir e depois irmos embora. Calmo só se for na imaginação dele, aquele brinquedo só me deixava mais nervosa cada vez que lembrava que entraria nele com o menino que eu gosto.

 

Havia uma lanchonete que íamos quando pequenos e por incrível que pareça ela ainda funcionava, pedidos o de sempre e a cozinheira no reconheceu, ficou nos elogiando dizendo como havíamos crescido e estávamos bonitos, e para fechar falou que formávamos um lindo casal e entregou o lanche. Nenhum de nós dois sabia onde enfiar a cara, apenas sentamos e comemos em silêncio o lanche, era muito nostálgico tudo aquilo cada coisa me lembrava a infância e o tempo em que eu era realmente feliz e não via maldade nas coisas.

- Você já terminou s/n-chan? - o menino me fez acordar dos meus devaneios e me focar nele que já tinha terminado de comer.

 

- Nós podemos ir indo para a fila Izuku-kun. Falta só um pouco do lanche - levantei com o lanche em uma mão e fui pegando as sujeiras da mesa com a outra.

 

A fila não estava grande e não demorou muito para chegar a nossa vez, ainda bem que a Momo-chan me deu chicletes antes de sair, abençoada Momo. Os assuntos haviam se esgotado e apenas estávamos ali curtindo o momento de mãos dadas, acabei por encostar a cabeça na lateral do braço dele que segurava a minha mão, para descansar a cabeça um pouco. Mau deu tempo de fechar os olhos que a nossa vez chegou e embarcamos no brinquedo, sentamos um ao lado do outro de costas para a construção do brinquedo, ficamos ali um ao lado do outro enquanto ele subia, as mãos dele repousaram na minha mão que estava em cima da perna e ele entre lançou nossas mãos me fazendo olhar para ele, o sorriso que se encontrava em sua face me encantou novamente e sem que eu me desse conta, os lábios dele ficaram muito próximos aos meus quase tocando eles e por mérito só brinquedo que deu uma guinada fazendo ele ir para frente, o beijo aconteceu e mesmo não sendo de propósito foi com amor, eu pude sentir o amor e carinho dele por mim o toque dos nossos lábios me fez ver que mesmo sem ter experimentado antes eu já era viciada. Quando nos separamos ele me olhava fixamente e sorria, com aquelas bochechas rosinhas e olhos fechados e tinha certeza que devia estar igual a ele.

 

- Eu te amo s/n.

 

- Eu também te amo Izuku.

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado, sorry qualquer erro ai.
Comentem meus anjos quero saber o que pensam sobre.

Bjss até sexta


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