História Bom-dia com panquecas! - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jin, Jisoo
Tags Bangtan Boys, Blackpink, Bts, Cozinha, Cute, Fluffy, Jin, Jinsoo, Jisoo, Oneshot, Panquecas, Romance, Seokjin
Visualizações 63
Palavras 2.551
Terminada Sim
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


annyeong, amorinhas!!!!!!! sim, e isso mesmo que voces estao pensando!! i'm back, com uma nova historia pra voces!!!!! yayyyyyy ~autora joga confete pra todos os lados~
queria compartilhar com voces o processo de criaçao dessa historia: por mais incrivel que pareça, eu escrevi ela toda EM UM UNICO DIA!!! eu realmente estava inspirada na hora que fui escrever essa fic hehehh~~ e foi logo depois que eu postei o ultimo capitulo de the galaxy, enquanto eu tava no meio da fossa por ter finalizado mais uma fanfic kkkkkkkk sem mais nem menos, a inspiraçao pra escrever bom-dia com panquecas bateu, e dai e claro que eu tive que colocar no papel (ou, nesse caso, no word) ♡
modestia a parte, eu adorei o resultado!!!! to super feliz de finalmente poder postar ela aqui!! essa e a primeira oneshot que eu escrevo, e eu espero de coraçao que voces gostem do resultado tanto quanto eu gostei ♡♡ ela e com o meu ultimate, o jin, e ta super fofa e engraçadinha!! por favor, leiam com muito amor e carinho ♡
boa leitura e ate as notas finais!!

♡ creditos da capa: ~togeworl ♡

Capítulo 1 - Capítulo Único: Um sonho de cozinheiro


— Mais uma panqueca saindo! — o rapaz de cabelos escuros disse. E eu, é claro, suspirei. Quer dizer, não pude evitar.

Ele era lindo.

Seu nome era Kim Seokjin. Cozinheiro de mão cheia da padaria Good Morning with Pancakes, onde eu facilmente podia ser encontrada numa manhã de sábado, domingo ou de qualquer dia da semana. Eu até almoçava ali de vez em quando! A comida era ótima, afinal. Qualquer prato preparado por ele era ótimo. Além do mais, no auge dos meus vinte e três anos de vida, desempregada e sobrevivendo às custas dos bicos que fazia, não era como se eu pudesse escolher muito. Tinha que optar por um lugar que agradasse meu bolso na hora de comer.

Felizmente, ir até lá também agradava muito… Minha visão.

— Jisoo-ssi, cê tá babando — a voz do meu dongsaeng me despertou do transe no qual eu me encontrava. Arregalei os olhos, assustada com sua chegada repentina. — Sabe o que que eu tenho aqui? — ajeitou os óculos de grau no nariz com uma mão e jogou o jornal que carregava na outra sobre minha mesa. — Empregos pra você!

Jeon Jeongguk era o filho de uma amiga de longa data da minha mãe, a qual vivia indo lá na casa em que eu vivia antigamente. Nós dois crescemos juntos, e mesmo eu tendo resolvido sair de casa e morar sozinha num apartamento logo que completei dezoito — a pior decisão da minha vida, diga-se de passagem —, a gente não se afastou. Embora o garoto de vinte anos vivesse ocupado com os trabalhos e provas da curso de Engenharia da Computação, ele fazia questão de ir à padaria, todos os dias, só pra passar um tempinho comigo antes de partir pra faculdade. Um amor, não é? Na verdade, Jeongguk era como um verdadeiro irmão mais novo, com a diferença de que não morávamos juntos. Ou seja, eu acabei ganhando um irmãozinho, só que sem as partes ruins! Um paraíso!

— Eu não tô babando, Kookie-ah — resmunguei. Entretanto, secretamente preocupada com a possibilidade de realmente ter resquícios de baba em alguma parte do meu rosto, tentei me limpar discretamente. — Eu tava só admirando as panquecas. Que obra-prima são as panquecas! Quem será que inventou as panquecas?

— Vem com essa, noona! — lançou-me um sorrisinho de canto. — Não tenta me enganar, falou? Eu sei que você não tá de olho nas panquecas. Você tá de olho no carinha que faz elas. — voltou sua atenção ao jornal, abrindo-o diretamente na seção de classificados. Depois de passar meses procurando trabalhos pra mim, Jeongguk adquiriu certa prática nisso. Ele nem precisava mais folhear o jornal pra achar o que lhe interessava. — Olha, um serviço temporário de babá — anunciou, após incríveis cinco segundos com os olhos fixos no papel. — Parece perfeito pra você, certo, noona? É só levar o seu namorado ali junto contigo — acenou com a cabeça na direção da janela passa-pratos atrás da qual Seokjin se encontrava —, aí você vai babá. Babá, tipo, babar, entendeu? — ele alargou seu sorriso. — Essa foi boa!

— Foi péssima, Kookie-ah — fechei os olhos por uns segundos, desacreditada com o que havia acabado de ouvir. — Tá vendo? É por isso que você não arranja uma namorada nunca!

Segurei a xícara do café com leite cremoso com força em minhas mãos, tornando a olhar pra abertura na parede minimamente projetada apenas pra me torturar. Que coisa! Tudo bem que aquela janelinha fazia a importante comunicação entre a cozinha e a área dos clientes, e era por ela que Seokjin passava os pedidos prontos para os garçons, é, eu sabia, mas era muito provável que sequer tivesse passado pela cabeça dos engenheiros do Good Morning with Pancakes que a pessoa futuramente escolhida pra ocupar aquela posição crítica, fritando panquecas deliciosas numa chapa — enquanto deixava à mostra sua face e metade do tronco, vale ressaltar —, seria alguém tão bonito. No entanto, tal fato trazia consequências. Vê-lo trabalhar tão compenetradamente… Assemelhava-se muito a admirar uma pintura em movimento.

Tornava quase impossível desviar meus olhos de lá.

Em um dado momento, observando-o outra vez, eu me peguei sorrindo. Oras, uma pilha de panquecas com uma cobertura diferente todos os dias e um cozinheiro bonito sempre me pareceram uma combinação muito agradável às sete e meia da manhã! O aroma doce característico espalhado pelo ar conseguia realçar a beleza do meu amor platônico, por mais que sua beleza não necessitasse de realce nenhum. Tudo nele era perfeito.

É, eu gostava de panquecas.

Mas eu gostava ainda mais de Kim Seokjin.

— Não é como se eu quisesse uma namorada agora — Jeongguk retrucou, atraindo de novo minha atenção. — E você, Jisoo-ssi, não pode falar nada. O seu último rolo foi dois anos atrás. E, pelo que você me contou, o cara saiu chorando depois que te beijou. Chorando! Sua monstra!

— Eu não entendo como isso pôde acontecer — apoiei a testa em minhas mãos e mantive o rosto virado pra mesa. Senti-me derrotada ao recordar o ocorrido. — Foi vergonhoso — murmurei.

— Senhorita Jisoo — o timbre do meu garçom preferido invadiu meus ouvidos de súbito, o que me forçou a corrigir a postura imediatamente. — Suas panquecas — ele depositou à minha frente as três panquecas rechonchudas cuidadosamente empilhadas. — Vai querer a calda do dia, senhorita? — ofereceu. — É de morango.

— Vou sim, Jimin. — sorri. Ele assentiu e despejou o líquido avermelhado sobre o conteúdo do prato branco. — Obrigada!

Jimin fez uma reverência e não demorou a se retirar.

— Senhorita Jisoo, nhé nhé nhé — Jeongguk entoou, debochado. — Ah, noona, eu não consigo gostar desse cara. Olha o jeito que ele se veste, olha o jeito que ele fala! É um engomadinho metido à besta!

— Kookie-ah, você sabe que esse é o padrão dos garçons, não é? — indaguei, a boca cheia da massa que eu mastigava. — Todos aqui usam camisa branca. Você devia ter percebido — dei um peteleco em seu braço, coberto pela manga do moletom cinza. Jeongguk, contrariado, revirou os olhos. — Pare com essa implicância, dongsaeng! Jimin é legal, certo? — bebi um gole do meu café. — Ele me contou o nome dele — apontei pro homem dos meus sonhos com o garfo — muito gentilmente. Eu nem precisei implorar!

— O quê? Quando foi isso? Por que é que você não me disse antes que tinha desvendado o mistério do nome dele, Jisoo-ssi? — o rapaz aparentou indignação em seus questionamentos. — Achei que a gente fosse amigo! Cê tá trocando o teu parça pelo garçonzinho de quinta!

— Não diga besteiras, Kookie-ah. Foi num dia que você não pôde vir — diverti-me com as suposições sem sentido do mais novo. — Aqui, come. — cortei um pedaço da iguaria e o peguei com o garfo. — Aviãozinho! Pruuuuuu....

— Pru? Esse som é de pomba, não de avião, noona. Você… — Jeongguk foi devidamente calado com a entrada nada sutil do talher de metal em sua boca. Muito ousado da parte dele criticar meu efeito sonoro impecável! Humpf! — Por que a gente não chama o cozinheiro pra vir aqui? — propôs, engolindo a comida. — O… Hã… Como é o nome dele?

— Kim Seokjin — falei, toda bobinha. — Não é fofo? Kim e Kim — referi-me aos nossos sobrenomes. — Kim Seokjin e Kim Jisoo. Almas gêmeas!

— Credo, noona, que brega — Jeongguk contorceu o semblante numa careta. — Devem ter, tipo, trocentos Kim por aí, mas eu vou aceitar que vocês dois absolutamente foram feitos pra ficar juntos, já que as panquecas dele são boas pra caramba. Ter ele como hyung não deve ser tããão ruim assim se ele cozinha bem — deu de ombros. Aish! Menino interesseiro! — E aí? O que acha da ideia de chamar ele aqui?

— Você nem pense nisso — murmurei, pondo fim àquele assunto.

Depois disso, atentei-me a comer silenciosamente o resto do meu maravilhoso café da manhã, ao passo em que o rapaz de cabelos castanhos e óculos sentado à minha frente pareceu finalmente se focar no jornal que lia. Meu melhor amigo implicava frequentemente comigo, é verdade — todavia, eu gostava da companhia dele. A nostalgia dos tempos de criança era uma sensação que me tomava nos braços e me embalava confortavelmente nos momentos em que estávamos juntos.

Conforme terminei de comer, Jimin se aproximou e recolheu a louça.

— Já acabou, senhorita Jisoo? — perguntou, do seu jeitinho doce característico. Concordei em resposta. — Não vai querer mais nada? — completou.

Antes que eu pudesse dizer algo, contudo, Jeongguk disparou:

— Nós queremos falar com o cozinheiro. — ele desviou o olhar dos papéis exclusivamente pra encarar Jimin de maneira séria e autoritária. — Por favor.

O quê? Ah, não, não não não não, Jeongguk não fez isso! Ele não fez!

— Como quiser, senhor — o jovem garçom consentiu e saiu dali, indo apressado em direção à cozinha.

Oh… Ele fez!

— Kookie-ah, o que você acabou de fazer? — indaguei, atônita. — Eu não disse que não queria que chamasse ele aqui? Ele vai achar que a comida tava ruim! — choraminguei.

— Então, Jisoo-ssi — ele se levantou e caminhou despreocupadamente até mim —, acho que você vai ter que convencer o tal do Kim que não foi esse o motivo, hã? Com muitos beijinhos — cochichou. Imaginar tal possibilidade fez minhas bochechas enrubescerem. — Eu fiz um sacrifício falando com o engomadinho idiota. Você me deve essa, Jisoo-ssi. — Jeongguk enrolou o jornal em um tubo e acertou o topo da minha cabeça com ele. Ai! — Vou pra faculdade agora, tudo bem? Fica com o jornal. O negócio da babá era sério. Tá aí. Dá uma telefonada — ele colocou a mochila marrom nas costas e se dirigiu à saída do estabelecimento. — Tchau, noona — despediu-se com um aceno de mão. — Depois, me conta como foi! — gritou.

— Tchau, Kookie-ah — sussurrei, cabisbaixa. — Eu conto… Se eu tiver sobrevivido…

Durante o período que fiquei ali, sozinha, sofrendo de uma angústia sem fim por saber que estava prestes a falar com o objeto de minha paixão, eu cogitei uma ou duas vezes que sair de fininho da padaria seria a melhor opção pra me livrar do pepino que Jeongguk me arranjara. Só que aí eu me lembrei da conta que eu teria que pagar, um empecilho que certamente atrasaria minha fuga  — e que permitiria que Jimin, funcionário número um em se preocupar com o bem-estar dos fregueses, arrastasse Seokjin até mim antes que eu pudesse colocar o pé pra fora dali.

Eu estava encurralada. E nervosa. Eu estava tão nervosa!

— Com licença — virei-me abruptamente na direção da origem do som assim que escutei aquelas palavras. — Jimin-ah falou que tinha um rapaz querendo falar comigo, mas… Hã… — o homem de avental levou uma mão à nuca. — Você não é um rapaz, certo? — tombou a cabeça de lado, assumindo uma expressão incondicionalmente adorável.

Ah! O tom de Kim Seokjin já soava incrivelmente melodioso aos meus ouvidos quando ele falava normalmente, notificando os garçons de que os pedidos estavam prontos. Entretanto, tão de pertinho…

Era simplesmente como uma sinfonia angelical.

— É-É... Eu não sou um rapaz — forcei um sorriso, e, sem razão aparente, meu rosto voltou a se aquecer. Por que era tão difícil olhar nos olhos dele? — Meu amigo, ele… Teve que ir pra outro lugar. Eu… Sinto muito — desculpei-me pela imprudência de Jeongguk. — Eu queria.... Eu queria…

O que é que eu queria?!

— Eu queria.... — respirei fundo e reuni toda minha coragem pra tornar audível a ideia que preenchia minha mente. — Saber se você quer sair...

Infelizmente, apesar de todos os meus esforços, o que sucedeu foi que eu soei bem mais baixo que eu pretendia — fazendo com que eu me repreendesse mentalmente pela timidez chata que só me atrapalhava. Àquela altura, inclusive, eu podia sentir que havia ficado completamente vermelha. Mesmo minhas orelhas estavam… Queimando.

Diacho!

— O quê? Sair? — questionou-me, confuso. — Quer que eu vá embora? Mas eu trabalho aqui! — argumentou. — Não está satisfeita com a comida, senhorita? — ergueu uma sobrancelha.

Oh! Ele… Ele…

Ele não havia me entendido.

Burra! Burra! Por que é que você teve que inventar de dizer coisas tão constrangedoras, Jisoo? Socorro!

— N-Não! E-E-Eu… — atrapalhei-me. — Não foi o que eu quis dizer, Seokjin! Me desculpe — pedi, acanhada. Em seguida, porém, dei-me conta da burrada que havia feito.

Eu usei o nome dele! Me entreguei!

— Ah… — tossi. — É, eu sei que você se chama Seokjin! Mas não que eu tenha procurado saber seu nome ou coisa do tipo, tá? Eu só descobri por acaso — disfarcei, rezando pra que minha mentira colasse. — Me desculpe!

Naquela hora desesperadora, eu jurei que ele fosse me xingar de perseguidora esquisita e chamar a polícia, que me levaria presa num camburão escuro e desconfortável. Eu estava tremendo de medo! No entanto, pro meu espanto e alívio, sua reação foi totalmente contra minhas expectativas.

Ele… Riu!

— Você se desculpa demais, Jisoo. Pra ser sincero… — Seokjin limpou a garganta. — Eu tava brincando, sabe? Entendi muito bem o que você quis dizer. A propósito, vou ficar alegre em atender seu desejo no futuro — revelou.

— Jisoo? — perguntei, incrédula. — Você… Você…

Ele chegou mais perto, apoiando as mãos sobre a mesa e fixando seus olhos nos meus. O famigerado músculo em meu peito pulsava descontroladamente em função do contato visual que passamos a exercer.

— Por que a surpresa? É lógico que eu saberia o nome da minha cliente favorita — ele me estudava cautelosamente. — E a mais bonita.

A mais… Bonita?

Eu não estava delirando, estava? Kim Seokjin havia falado que eu era bonita? Deus do céu, nem pude acreditar! Isso… Isso me deixou tão feliz! Naquele momento, eu senti como se estivesse pisando em nuvens brancas e fofinhas, feitas do mais doce algodão-doce. Porque ainda que meus cabelos pretos se encontrassem absurdamente despenteados e eu estivesse vestindo aquele conjunto roxo embaraçoso que minha querida avó me dera — o qual mais parecia um pijama, verdade seja dita —, Seokjin não me achava feia! Abençoado fosse Jeon Jeongguk, que ignorou meus protestos e pediu pro Jimin chamá-lo! Obrigada, Kookie-ah!

Reprimindo minha vontade de sair pulando e cantarolando, limitei-me a sorrir largamente. Porém, sem conseguir esconder minha vergonha, não tardei a abaixar o olhar.

— Eu poderia sugerir que a gente trocasse nossos telefones agora — ele recomeçou —, só que isso me deixa com medo de que você não volte amanhã. — disse, e eu, curiosa, fitei-o. Ele havia se posto ereto novamente. — Portanto, vou te passar uma cantada. Adaptada. Você conhece aquela lá do padeiro, né? “Seu pai é padeiro? Porque você é um sonho”, e tal — enunciou. Balancei afirmativamente a cabeça, achando a situação toda engraçada. — Mas, nesse caso, eu que sou o padeiro da história. O que acha de eu ser seu sonho também?

Oh.

Aquela, definitivamente, era uma cantada que funcionava.

— Aceito, se... Se esse sonho vier acompanhado de panquecas, Seokjin-ssi — respondi. — Espere um pouco! Você está tão convencido assim de que eu querer seu telefone é a razão de eu vir aqui todos os dias?

— Ô, Jin! — Taehyung berrou, em frente à janela passa-pratos. Era um outro garçom, tão esforçado quanto Jimin. Entretanto, bem menos paciente. — Por que cê não tá aqui, cara? Você tem coisa pra fazer!

— Acho… Que eu tenho que voltar ao trabalho — ele fez menção de se virar de costas pra mim, parecendo abatido. Antes de fazê-lo, todavia, lançou-me um último sorriso. — Mas, quanto à sua pergunta, é. Eu tô convencido. Não quero correr o risco de não te ver amanhã, Jisoo-ah — Seokjin deu uma piscadela. E, com isso, óbvio que o meu coração não hesitou em se agitar mais uma vez.

Eu gostava de panquecas.

Mas eu gostava ainda mais de Kim Seokjin.

 


Notas Finais


e entao meus amorzinhos, voces gostaram???? aaaaaaaa eu espero muito que sim!!!! nao esqueçam de favoritar, comentar, divulgar pras amigas e dar muito amor ♡♡ o apoio das minhas leitorinhas e o que me move a continuar escrevendo e postando minhas historias!! por isso, deixe um comentariozinho ♡ nao custa nada e vai me fazer muito, muito feliz!! eu amo todas as coisinhas que voces escrevem pra mim!!! ♡
tem outra fanfic minha vindo por ai, entao, fiquem ligadinhas ♡♡ hehehh!!!!! nao esqueçam de me seguir pra que voces recebam a notificaçao de quando ela for postada, ok?? minha nova fic vai sair em breve ♡♡ aguardem ansiosas por ela!!
entao e isso, minhas babies!!! muito obrigada por terem lido ate aqui ♡ eu amo muito voces!!!! saranghae!!
kissusssssssssss e ate a proxima fanfic ~ ♡
twitter: @seokjinando
tumblr: myfairytails.tumblr.com
instagram: @silenceskies


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