História Bond - Capítulo 8


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Categorias Alice Nine, Miyavi, The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Uruha
Tags Aoi, Casamento Arranjado, Escolhas, Kai, Máfia, Miyavi, Uruha
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Palavras 2.751
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Ficção, Fluffy, LGBT, Romance e Novela, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 8 - A promessa das lágrimas - Fim


A estadia na casa de Junko não foi ruim, Tomoe não tinha do que reclamar. Havia roupas, alimentos e sossego. Ficara no mesmo quarto que a amiga e, devido às circunstancias, nenhuma das duas estava indo a aula.

Tomoe se sentia culpada por estar prejudicando Sora Ji nos estudos, mas a baixinha garantia que depois daria conta de repor as aulas perdidas, e se precisasse faria o segundo ano colegial outra vez.

Graças a ação de Yutaka-sama, convocando o Conselho dos Doze Clãs, Shiroyama-sama não agira mais, tendo as mãos amarradas. Tudo seria mesmo decidido diante dos outros clãs.

– Está preparada, Tomoe-chan?

A interrogada olhou para a outra garota. Junko vestia um kimono formalissimo, preto com estampas douradas, ostentando um brasão do Galo feito em ouro no lado direito do peito. Os cabelos negros estavam presos no alto da cabeça com rigor, sem um único fio fora do lugar. Era a imagem da austeridade e irrepreensão.

– Hn. Acho que estou, Junko-chan.

Shiroyama levantou-se da cama e passou as mãos pelo próprio kimono, tentando ajeitá-lo. Seu traje não era menos formal, azul escuro com estampas brancas e prateadas. O cabelo também estava preso num coque alto, porém fios rebeldes já escapavam, dando-lhe um ar amigável. Não possuía brasão algum para lhe identificar. Tornara-se uma paria.

– Iko? – a baixinha estendeu a mão numa forma de incentivo que Tomoe aceitou emocionada. Semana e meia se passara desde que chegara ali e fora convocada a reunião extraordinária. Chegara a hora de encarar a reunião com os poderosos que ditavam as regras no arquipélago do sol nascente. E decidiriam não apenas seu destino, mas da criança que levava no ventre...

oOo

Seguiram em uma limusine separadas do pai de Junko. O caminho foi feito em um silêncio nervoso e expectante. Nenhuma das duas havia participado de tal feito antes. Daquela vez seria realizada em território Galo.

– Falta muito? – Tomoe não agüentava mais o silêncio.

– Ie. Estamos chegando. – a baixinha apontou um prédio alto logo a frente. – Será ali.

– Aa.

Tomoe voltou a calar-se e começou a apertar as mãos nervosamente. Assim que o carro estacionou a frente do prédio, mensageiros do clã do Galo se aproximaram e abriram a porta do automóvel para que as garotas saíssem.

– Por aqui. – um rapaz de barba rala e olhos pequeninos as guiou para dentro do edifício, um dos muitos construídos com grande influência ocidental. Caminharam até uma sala ampla, sem encontrar com mais ninguém pelo caminho. – Fiquem aqui, onegai shimasu. A reunião terá inicio em pouco tempo, a questão será apresentada e as senhoritas serão chamadas no momento certo. Shitsurei shimasu.

O rapaz saiu antes que qualquer uma das duas fizesse alguma pergunta. Conformadas, sentaram-se numa das poltronas de couro preto.

– Ganbatte, Nana Long. Não vai passar por isso sozinha.

– Arigatou, Sora Ji.

Junko olhou de um lado para o outro, aproximou o rosto de Tomoe e sussurrou:

– E se tudo isso falhar, meus ninjas causarão uma distração. Tem um carro esperando por você nos fundos. Não tema.

– Oh! – Shiroyama arregalou os olhos. Aquilo era inusitado! Se Junko a ajudasse a fugir contra uma decisão do Conselho, as conseqüências seriam infinitamente piores do que se Tomoe tivesse fugido antes.

Junko leu a indagação nas íris da amiga. Deu de ombros:

– Se o Conselho for favorável, não precisará fugir. Os riscos valem a pena, Nana Long.

– Não quero que leve a culpa, Sora Ji! Não mais do que já vai levar.

– Daijobu. – riu – Escolhi me envolver. Você é minha única amiga, Tomoe-chan. Você é especial pra mim.

A mais alta não falou mais nada. A recíproca era verdadeira, e Junko sabia, mesmo que não falasse em palavras. Algum dia, com toda certeza do mundo, agradeceria o que a amiga estava fazendo.

Cerca de meia hora depois a porta se abriu. O rapaz de barba rala estava de volta.

– O Conselho requisita a presença das senhoritas. Venham comigo, onegai shimasu.

As garotas trocaram um olhar preocupado. Tomoe levantou-se da cadeira primeiro, sendo logo imitada pela baixinha. Seguiram pelo corredor até parar em uma porta muito alta, de folha de madeira dupla e escura. O mensageiro a abriu, e permitiu que as garotas entrassem na sala.

Logo se viram frente a frente com o temível Conselho dos Clãs. Doze pessoas, sentadas em uma bancada com forma de lua crescente. A frente de cada um havia uma miniatura feita em louça fina, representando os animais do horóscopo chinês.

Rápida e discretamente as meninas fizeram uma análise dos integrantes do Conselho. Da esquerda para a direita estavam dispostos na seguinte ordem: Shin Long, pai de Tomoe, com uma expressão assustadoramente séria, um homem que parecia acostumado a lutar suas próprias guerras e a vencê-las.

Em seguida Go Shú, representante do Clã do Rato, o mais velho de todos, com um longo e fino bigode e roupas típicas chinesas. Exalava a sabedoria inquestionável trazida pela idade avançada. Boatos diziam que seu filho mais velho logo assumiria seu posto no Conselho e nos negócios da família.

Yuki Niú, representante do Clã do Boi, meio gordo, de rosto redondo e pescoço atarracado. Os olhos brilhavam interessados no que acontecia. Era do tipo que gostava de se meter em todos os assuntos, dissessem respeito ao seu clã ou não.

Akai Hú, representante do Clã do Tigre, com certeza o mais feio de todos. Tinha a cabeça um tanto grande, desproporcional, suava muito e tinha testa alta.

Satsu Tú, representante do Clã do Coelho, alto e muito magro, parecia chateado com a reunião, como se tivesse muitas outras coisas mais importantes para resolver. Os óculos de aro grosso lhe faziam parecer mais velho do que realmente era.

Sachi Ma, representante do Clã do Cavalo, o mais jovem de todos. Assumira o posto no Conselho recentemente, pois perdera os pais em um trágico acidente e era filho único. Tinha aparência infantil, e algumas espinhas. Os cabelos estavam arrepiados com gel.

Hana Shé, representante do Clã da Serpente, a única mulher a compor o Conselho. Era tão linda que parecia um sonho. Tinha traços aristocráticos e os olhos escuros pareciam muito humanos. Tomoe ouvira boatos de que Hana Shé era parenta distante do próprio imperador. E esse era um dos fatos que dava ainda mais poder ao Clã da Serpente.

Sei Yáng, representante do Clã do Carneiro, gordo feito um porco, baixote feito um gnomo. A face cheia de banha era sempre dominada por um sorriso torto. Com certeza um homem perigoso.

Tai Hóu, representante do Clã do Macaco, o único que vestia trajes ocidentais, um terno aparentemente caro e bem cortado. Tinha entrada proeminente na testa, evidenciando a calvície precoce.

Yon Ji, representante do Clã do Galo, senhor baixo e magro, de gestos e postura extremamente formais, que se mostrava sério e amuado com a situação. Olhava agudamente para a filha caçula.

Rei Gou, representante do Clã do Cão, um homem inquieto que se mexia o tempo topo parecendo ter formigas no assento. Os olhos eram estreitos e azuis graças a lente de contato, objeto ainda não muito comum pra época, o que mostrava seu gosto por modernidade.

E finalizando a bancada em meia lua, estava Gai Zhu, representante do Clã do Porco, famoso por sua astúcia e jeito pacifico de resolver as coisas, totalmente contrário do que a maioria fazia. Era um homem que inspirava confiança.

– Okaeri, senhoritas. – a voz de Hana Shé era tão bonita quanto sua face – Já estamos cientes do problema que as traz aqui.

– Aff. – Sei Yáng rosnou – Reunir o Conselho só por que uma garotinha não soube ficar com as pernas fechadas...

Imediatamente Shin Long ficou em pé, muito vermelho pela ofensa ao seu Clã. Mas foi Hana Shé que respondeu ao desagradável representante do Carneiro:

– Aa, Seita-chan, outra gracinha dessa e eu vou considerar pessoal. Não se refira às mulheres de forma tão vulgar, pois posso me ofender.

Shiroyama sentou-se ainda muito vermelho, e Sei Yáng deu de ombros e calou-se.

Gai Zhu passou a mão pelo rosto e fitou Tomoe:

– Sabem que é direito do patriarca pedir que a desonra seja lavada. Nana Long envolveu-se com um homem que não faz parte de nenhum Clã e gerou uma criança bastarda.

Tomoe engoliu em seco, Junko deu um passo a frente:

– Onegai. Tirar a vida de um inocente não vai lavar a honra do Clã do Dragão. É apenas um crime.

– Não permitirei que um bastardo nasça no centro de nossa família. – Shin Long rosnou, furioso com a filha que fugira de casa e expusera os problemas diante dos outros clãs.

– Mas o grande Shin Long tem seu filho mais velho, que pode continuar a descendência do Dragão, de forma indiscutível. – Junko insistiu.

– Apelar para a bajulação não adianta, senhorita. – Yuki Niú, do Clã do Boi, riu de forma desagradável. – Vemos o problema pelo ponto de vista de Shin Long sama. A filha dele cometeu um erro e tem que assumir. Estamos dando a chance de que vocês nos mostrem uma forma de corrigir esse erro.

– Aborto não é a solução! – Junko se desesperou pela amiga. O procedimento não era o mais seguro de todos. Havia grandes chances dos médicos matarem não apenas a criança, mas Tomoe também. E, sabendo disso, o patriarca Shiroyama exigia que a filha corresse tal perigo. Hidoi.

– Onegai. – Tomoe que se preparara tanto para a reunião não sabia o que dizer. Compreendera que aquelas doze pessoas pareciam ter decidido o seu destino antes mesmo de ouvir-lhe. Já tinham colocado na cabeça que aborto era a única saída aceitável.

Junko também compreendeu aquilo. Qualquer coisa que dissessem seria rechaçada por aquele bando de hipócritas. Tudo parecia um grande circo. A baixinha ia jogar aquelas verdades na cara dos representantes, quando teve uma súbita inspiração. Olhou rapidamente para a amiga, como se pedisse permissão e lançou:

– Ne... Talvez aceitem uma oferenda. Essa criança sairá do ventre de Nana Long, filha do Grande Shin Long Sama, o Dragão da verdade. – voltou a apelar para a bajulação – Ela não hesitaria em oferecer a vida do rebento e tudo que dele viesse em honra a este apreciável Conselho.

Calou-se esperando que suas palavras penetrassem na mente daquelas pessoas. Alguns se mexeram desconfortáveis. Hana Shé cruzou as mãos a frente do rosto de boneca e sorriu:

– Uma criança? Em nossa honra?

– Omoshiroi. – Sachi Ma também sorriu.

– É pouco. – Yuki Niú rebateu – Uma vida por outra vida. Qual a vantagem disso? Qual a graça da brincadeira?

Os olhos de Tomoe marejaram. Por um segundo acreditara que os representantes aceitariam a ousada oferta de Junko-chan. Mas a mente deles parecia que ia permanecer fechada. Dame...

Então Sora Ji fechou os olhos e levou as mãos ao peito, entrelaçando os dedos pequeninos:

– Pois aumento a oferta. Dou minha própria descendência em honra ao Conselho. Minha...

– Yamero, Junko! – Yon Ji cortou a frase da colegial. O patriarca Yutaka estava abismado com a petulância de sua própria filha. Como ela ousava interferir a tal ponto?

Mas Hana Shé, bateu com a delicada mão sobre a mesa:

– Damare, Yon Ji. Feche essa boca e ouça a proposta de sua filha. Foi por isso que nos chamou, não é verdade? Para que o Conselho decidisse. E o Conselho irá decidir.

De vermelho o patriarca Yutaka ficou lívido, quase transparente. Sentou-se na cadeira de alto espaldar e desviou os olhos, envergonhado pela descompostura.

– Continue, senhorita. – Go Shú incentivou.

Junko, que abrira os olhos quando seu pai lhe interrompera, respirou fundo e tentou passar alguma veemência na voz:

– Minha descendência, fruto do Clã do Galo, irá se unir a descendência de Nana Long. Ofertaremos esse casamento ao Conselho dos Doze Clãs.

– A cria dessa aí será bastarda, impura. – Sei Yáng debochou – Por que aceitaríamos um casamento tão sujo?

Junko segurou-se pra não mandar aquele homem desagradável pro inferno. Ao invés disso manteve toda a classe ao responder:

– A criança levará metade do sangue Dragão. E minha descendência será tão pura quanto se deve ser. Aceitarei apenas um nascido no Clã do Galo como esposo. Ofereço meu futuro e o futuro de nossas crianças em honra a esse Conselho.

– Resumidamente – Hana Shé tomou a palavra – Está nos ofertando duas vidas e três destinos. Serão duas inocentes vidas doadas ao Conselho, manipuladas e decididas em nossa honra? E um destino mudado para esse objetivo?

– Hai. – Junko respondeu humildemente.

Por alguns minutos ninguém falou nada. Após o silêncio reflexivo, a única mulher entre os doze juizes se pronunciou:

– É uma oferta tentadora, Sora Ji. Muitas coisas podem ser influenciadas por essas crianças que ainda não nasceram. Tal fardo pode ser muito pesado.

– Saberemos honrar a promessa. – Tomoe falou dessa vez, enchendo-se novamente de esperança – Apenas dêem a chance dessa criança nascer. Ela é inocente... – colocou a mão sobre o próprio ventre.

– Aa. – Hana Shé suspirou – Uma bonita demonstração de afeto. Será decidido agora. Sora Ji e Nana Long oferecem a união de suas descendências, o segundo e o terceiro Clãs mais poderosos em honra ao Conselho. Em troca do perdão ao erro cometido por Nana Long. Quem aceitar a oferta, pronuncie-se.

Surpreendentemente dez mãos se moveram, pegaram os animais de porcelana e os colocaram ao lado direito da mesa. Apenas as miniaturas do Dragão e do Galo foram movidas para o lado esquerdo.

Tomoe mal acreditou. Junko não ficou menos surpresa.

– Vai ser interessante. – Sei Yáng debochou querendo ver o circo pegar fogo.

Sachi Ma concordou: – Temos que recompensar a coragem de ambas. E a demonstração de lealdade. Meu pai diz que o Conselho deve prezar tal virtude.

– Aa. Está decidido. A maioria aceitou a oferenda. Nana Long e Sora Ji terão um prazo de dois anos por clã. Ou seja, ao fim de vinte e quatro anos esse casamento deve ser realizado. Não aceitaremos recusa, não aceitaremos atrasos e quebra da palavra dada, por nenhum motivo. – Hana Shé sentenciou naquela voz tão calma.

Go Shú completou: – Caso não seja cumprida a promessa, Nana Long e Sora Ji, ou o parente mais próximo de cada uma, perderão suas vidas, em honra ao Conselho. – olhou agudamente para as garotas.

– Isso perdoa o erro, mas não apaga as conseqüências. – Gai Zhu acrescentou muito sério.

– A honra de Shin Long deve ser lavada. – Sei Yáng resmungou.

As garotas sentiram um arrepio diante da afirmação. Go Shú cruzou as mãos sobre o tampo da mesa:

– Proponho que tenha permissão de caçar e matar o homem que desonrou sua filha.

Tomoe ficou horrorizada: – Ie! Onegai!

– Está sendo egoísta, senhorita. – Akai Hú cortou – Nasceu num mundo a parte, tem que seguir nossas regras. Salvar o filho ou o namorado. Não pode proteger ambos.

Hana Shé não deu chance de Nana Long falar mais nada:

– Aqueles que forem a favor de permitir que Shin Long se vingue e derrame seu ódio sobre o homem que sujou a pureza de sua família se pronunciem.

Dessa vez doze miniaturas de louça foram movidas para a direita.

– Por decisão unânime Shin Long tem permissão de lavar sua honra. Omedetou, senhoritas. Conseguiram salvar a criança. – e dizendo isso, levantou-se para ir embora, sendo imitada por outros representantes.

Se Shiroyama gostara da decisão final, só o tempo diria, pois sua expressão era absolutamente indiferente. Apenas saiu, indo embora sem dizer nada à filha. Yutaka-sama, pelo contrário, mostrava na face todo seu descontentamento.

– Sora Ji...

– Otou-san... – não ia pedir desculpas por seguir seu coração.

– Conversaremos sobre isso quando chegar em casa. – e foi embora.

Junko voltou-se para a amiga. Tomoe escondera o rosto com as mãos e chorava. Estava feliz e arrasada. Feliz porque conseguira salvar a criança. Arrasada porque não poderia salvar o homem que amava. Se não respeitasse a decisão do Conselho, ela e Junko teriam que pagar.

Era como lhe jogaram na cara: nascera em um mundo a parte, não era como as outras pessoas, livre para se apaixonar por qualquer um. Estava presa às regras e leis que regiam um submundo tão intrincado.

Chorava baixinho, quando sentiu que era abraçada. Por Sora Ji.

– Ganbatte, Tomoe-chan. – sussurrou – Seja feliz com sua criança, lute. Conseguimos salvá-la. Conseguimos que ela tenha direito de viver.

– A-arigatou, Junko-chan. Por tudo. Se não fosse você... – calou-se soluçando.

A baixinha tentou sorrir mais não conseguiu. Apenas deixou duas lágrimas deslizarem por sua face, aliviando a tensão, quase como se selassem o pacto. Não se arrependia da decisão. Lamentava apenas não ter mais nada a ofertar que pudesse salvar o homem que a amiga amava. Tudo que podia ofertar, ofertara. Dera sua própria descendência naquela promessa. Uma criança que ainda nem gerada fora e já se tornara prisioneira de uma promessa de lágrimas.


Notas Finais


Bem, esse é o motivo do Aoi e do Kai terem que casar. Foi a única solução que Junko-chan achou pra salvar o bebê que Tomoe-chan carregava. Ficou plausível? Ficou aceitável? E no fim isso é apenas uma fic que tem intenção de divertir e distrair. É somente um motivo pra juntar dois j-roclers lindos. Foi-se o tempo que eu me preocupava horrores com pesquisa e estudo de personagem. O que não significa que eu não monte minhas sinopses, não crie um índice analítico e não fusse na webs de vez em quando...


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