1. Spirit Fanfics >
  2. Bondade em Escassez >
  3. Cap. 3 Voltando à Sociedade

História Bondade em Escassez - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Espero que gostem <3

Capítulo 3 - Cap. 3 Voltando à Sociedade


Fanfic / Fanfiction Bondade em Escassez - Capítulo 3 - Cap. 3 Voltando à Sociedade

Jornal

Mulher é encontrada morta em casa, polícia diz que ela está a uma semana morta.

 Midoriya Inko foi encontrada morta em sua própria casa, o policial  Yoshi Takashi disse “ela estava muito fria, levamos para um médico, ele disse que ela está morta a pelo menos uma semana, a casa estava todo bagunçada, pensamos que possa ter sido um roubo, além de que o filho dela Midoriya Izuku está desaparecido a nove dias, pensamos que possa ter sido um sequestro também.”

 Perguntamos como descobriram o corpo dela, e essa foi a resposta:

 “O professor de Midoriya Izuku notou que ele não ia a escola a muito tempo, e quando ligou para sua mãe ela não atendeu, e quando foi na casa dela para entender o que tinha acontecido, viu a porta aberta, além do corpo dela no sofá, ele imediatamente chamou a polícia.”

 No momento eles estão indo atrás do garoto Midoriya, essa é uma foto dele, se acharem ele por favor comunique a polícia, também estão indo atrás do assassino, essas são as informações do momento, aqui é Fukui Akira, sua repórter. Boa Tarde.

 

 Deku se encontra num café, ele normalmente sai para comer por aí, sempre em lugares diferentes, sempre tapando o rosto com algum capuz, estava feliz, tudo estava saindo como planejado, uns quatro dias depois apareceria, dizendo que foi sequestrado, estava de tarde e comia um croissant com um café forte, estava animado, estava dando tudo certo, seu plano estava indo tudo bem.

 

4 Dias Depois

 

 Era o dia, então primeiramente iria esconder sua mochila, com certeza se chegasse nos policias com uma mochila eles iriam o revistar, então deixou naquele prédio abandonado mesmo, ele estava usando um moletom preto e uma jeans preta, seu tênis era todo branco, mas estava sujo, também estava com a luva, sempre andava com as facas e o estilete, mas os tirou, pôs na mochila também.

 Agora iria botar fogo na roupa que usou no dia que “sumiu”, se achassem a mochila não iam achar a roupa, apenas por precaução mesmo.

 Iria esperar até ficar de noite, achou que seria o melhor horário, com certeza o perguntariam o que aconteceu e ele já pensou na história.

 

Q.d.T

 

Estava de noite, estava com os pulsos um pouco raspados, iria fingir que foi amarrado com corda, pôs o capuz e foi para algum lugar com pouca gente, se enfiou num beco, tirou o moletom, ficando com uma blusa regata preta. Dentro do beco jogou uma máscara preta, uma corda cortada, agora estava tudo pronto.

 Saiu correndo dali, fingia desespero, corria o mais rápido que podia, quem visse de fora perceberia o desespero, achou um policial uma quadra depois, parou ao lado dele, ofegante, o cara o reconheceu, “por favor, me ajude eu fui sequestrado!” disse Deku com pavor, o policial o levou para a delegacia.

 Chegando lá foi rodeado de gente, tinha muitas vozes ao seu redor, mas nenhuma direcionada a si, todos falavam um com os outros, uma mulher chega perto dele, lhe perguntando se estava bem, ao que ele respondeu que “não”. Outra mulher chega perto.

 -Olá, eu sou a policial Mochizuku Naomi, sou a responsável por sua procura, por favor venha comigo, tenho perguntas a fazer. -Não era um pedido, era uma ordem disfarçada de pedido, ela falava num tom autoritário

 -Ok.

 Seguiu ela, entraram num corredor, ela abriu a terceira porta a direita, era uma sala simples e pequena, uma mesa e duas cadeiras, uma de frente para outra, Naomi se sentou em uma convidando-o para se sentar também, foi o que fez, todo momento atuando.

 -Bom, me conte o que aconteceu.

 -Me lembro de estar em casa, estava na cozinha fazendo um sanduíche e minha mãe no quarto dela, não ouvi nada, a pessoa foi extremamente silenciosa, sei que levei uma pancada na cabeça. Desmaiei. Acordei com os olhos tampados, e as mãos amarradas, fiquei lá um tempo, sempre com os olhos tampados, não vi quem me sequestrou, ele me dava comida e água, então estou bem em relação a isso, o estoque de comida acabou, hoje ele foi comprar a janta, -Ela ouvia tudo com muita atenção, parecia nem piscar de tanta concentração- eu posso controlar pequenos objetos, então tirei a venda usando-a, acho que ele não sabia que eu fazia isso, olhei na sala e vi uma pedra, a puxei também usando a minha individualidade, e cortei a corda com a pedra, tirei meu moletom por que estava quente, e sai correndo.

 Terminou a história com a cabeça abaixada, a moça a sua frente estava acreditando, teve que abaixar a cabeça porque um sorriso estava se formando, e não queria que ela o visse.

 -Ok, entendi, vamos procura-lo.

 De repente Midoriya fala:

 -Como está minha mãe? -Demostrava desespero, e gostou de ver a policial se entristecendo, ela estava definitivamente acreditando na história.

 -Ela morreu, foi assassinada, desculpe.

 E saiu, o deixando sozinho, mas não demorou para outro aparecer, o levando para sua casa, estava tudo igual, tirando que o sofá sumiu, junto da faca e as almofadas. O lugar continuava bagunçado, do jeito que deixou.

 Andando pelo lugar estava realmente tudo igual, iria arrumar aquele lugar, não gostava de lugares bagunçados.

 Passou a noite arrumando tudo, foi dormir quando era meia-noite, passou uma noite tranquila, estava feliz, a mulher que investigava seu caso acreditou, além de sua atuação estar ótima, seu plano estava feito, só tinha que continuar mantendo as aparências.

 Acordou feliz, era 7 da manhã e estava indo fazer seu café da manhã, comia feliz, ouviu a campainha e sua felicidade desceu um pouco, olhou o olho mágico, era Mochizuku Naomi, botou uma cara triste e abriu a porta, ela o olhava com pena, estava um pouco inclinado, fazendo-o ficar um pouco corcunda. O dando um ar muito triste.

 -Precisamos conversar, sobre o que aconteceu para você ter um depoimento oficial.

 -Entre.

 Ela entrou olhando em volta, com a cabeça erguida em sinal de autoridade ainda que me olhasse com dó.

 -Arrumou o lugar?

 -Não gosto de bagunça, além de que o lugar bagunçado me lembra do que aconteceu. -diz desviando os olhos, ela está cada vez mais dentro da história, cada minuto que passa com o garoto ela acredita mais no que ele conta.

 -Tudo bem, tem algum lugar para conversar?

 -Meu sofá sumiu, então pode ser na mesa de jantar.

 -Desculpe pelo sofá, era onde sua mãe estava, vamos para a mesa então.

 Se sentaram de frente um para o outro, e logo ela já pediu para explicar o que aconteceu com o máximo de detalhe.

 -Bom, eu não sei muita coisa, como disse estava na cozinha fazendo um sanduíche -disse apontando para a cozinha- chegou um cara por trás e me bateu com algo, não sei o que era, desmaiei, não ouvi ele, ele foi muito silencioso, soube que era um homem depois, por causa da voz, acordei em um beco, o lugar era muito fedorento, além de abafado, ele me alimentava direitinho, com comidas boas, mas quentes, também me dava bebida, ontem ele foi comprar mais comida, e como já disse, acho que ele não sabia que eu tinha a peculiaridade de mover pequenos objetos, usando as mão usei a telecinese para abaixar a venda, olhei em volta e vi uma pedra, cortei as cordas que amarravam as minhas mãos, e com as mãos desamarrei meus pés, tirei o casaco para me mover melhor, e saí correndo e o resto o policial que eu falei sabe. O lugar que estava era num beco perto da cafeteria “Bonne Qualité”.

 Ele disse tudo, cabeça baixa, enquanto ela anotava as coisas mais importantes, continuou escrevendo após o garoto terminar sua história, disse “tchau” e foi embora.

 Após responde-la com um “tchau” tristonho, fechou a porta, e continuou olhando para a porta após fecha-la, seus ombros começaram a se mover para cima e para baixo como consequência da risada que dava, o sorriso era tão grande que machucava seu rosto, o maxilar doía, e riu, ela acreditou e não voltaria para perguntar sobre isso tão cedo, não precisava se preocupar tanto com ela, era manipulável, fácil de convencer apesar da postura de invencível.

 Que bom que morava em uma casa, porque se morasse em um apartamento os vizinhos notariam a sua risada, era alta, estridente, provavelmente doeria os ouvidos de quem estivesse muito perto, parou para respirar, sua barriga doía de tanto rir, foi em direção ao quarto de sua mão, agora seu quarto, tinha uma cama de casal, então ficou ali por que a cama é mais confortável, mesmo depois de ter parado a risada o sorriso ainda estava lá.

 Estava na hora de treinar o uso de facas, além de treinar sua força física, agilidade e flexibilidade. Foi para o quarto para se trocar, estava com uma roupa leve de ficar em casa, pôs uma legging masculina preta com linhas brancas do lado, um tênis esportivo e uma blusa regata cinza, pôs uma jaqueta totalmente preta. Tinha que pegar sua mochila antes de ir treinar, saiu de casa com a chave extra pois a outra também estava na mochila, andou até aquele prédio, parou em frente a estrutura, olhou em volta e como sempre tudo vazio, se certificou de não ser seguido, ou olhado pelas poucas pessoas que passavam por ali, e entrou, pegou sua mochila e saiu rapidamente.

 O lugar em que iria treinar é na praia, um dia estava na passeando e descobriu um lugar lindo, sempre ia pra lá descansar depois de um dia estressante ou quando ia fazer os trabalhos escolares, era um lugar calmo, chegou lá indo diretamente para o lugar, demorou cinco minutos pra chegar no local, era lindo, as árvores formavam um círculos perfeito, não era muito grande o espaço e as folhas das árvores formavam uma sombra, e mais para o meio tinha um brilho lindo por conta do sol, a noite era ainda melhor, a lua ficava bem no meio e iluminava o local, se deitar ali e olhar para o céu estrelado ouvindo músicas era um dos melhores passa tempos que tinha.

 Jogou a mochila perto de uma árvore aleatória, e respirou fundo sentindo a paz que aquele lugar o passava, olhou o relógio eram 8:30 da manhã, ainda tinha tempo, pegou o fone conectou no celular e pôs na playlist favorita dele. E ficou lá aproveitando o sol, quando era umas 9h ele se levantou desconectou o fone de ouvido, mas deixou a playlist tocando, o som não era muito alto mas não tinha muito o que fazer, não tinha uma caixinha de som, marcou na mente comprar uma, junto de mais objetos afiados que tenha no shopping e no mercado, e começou o treinamento.


Notas Finais


Bom, como da última vez demorei demais pra postar, decidi postar logo o cap3, quis me redimir...
Dekuzinho sendo manipulador é a minha religião, se acostumem com esse Midoriya kkkk.
Por enquanto os capítulos serão meio sem sal, mas em uns 3 caps à 5 caps, a história vai ficar uma loucura, esperem só.
Espero que tenham gostado <3
Até o próximo


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...