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História Bonnie Bennett: A caçadora - Bonenzo - Capítulo 6


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Capítulo 6 - Capítulo 6


Bonnie e Caroline estavam sentadas na sala de estar da casa de infância de Caroline. Caroline serviu uma taça de vinho para cada um antes de se sentar em frente a Bonnie.

—Sua mãe está bem?—Bonnie perguntou sobre a xerife Forbes.


—Ela é ... agora— Caroline respondeu quando um olhar de preocupação passou por seu rosto.


—O que você quer dizer?—Bonnie disse bebendo um pouco do vinho. Fazia muito tempo que ela se sentava com uma amiga relaxando com uma garrafa de vinho. Quase parecia estranho e excessivamente feminino. Bem, quando você passava muito tempo caçando, brigando e matando, até pentear seu cabelo era excessivamente feminino.


—Minha mãe teve câncer—começou Caroline.


—Oh meu Deus, ela está bem !?—Bonnie perguntou sentando-se ereta, chocada com a revelação.


—Ela está bem. Tudo bem agora. Eu a convenci a tirar mais um tempo de folga do trabalho e viajar. Então, desisti do meu apartamento e voltei para cá enquanto ela desfruta a vida— disse Caroline.


Bonnie balançou a cabeça se sentindo culpada. —Me desculpe, eu não estava aqui.


Caroline tomou um gole de vinho.—Bem, você obviamente teve seus próprios problemas. Então, vamos direto ao ponto— disse Caroline, antecipando ansiosamente a explicação de Bonnie.


Bonnie respirou fundo e recostou-se um pouco. —Eu sou uma caçadora.


—Uma o quê?— Caroline respondeu.


—Você nunca ouviu falar de uma caçadora?—Bonnie disse um pouco surpresa.


Caroline balançou a cabeça. —Caçador, sim. Caçadora , não.


—Ok. Bem, pense caçador, mas mulher. Mais rápido. Mais forte. Menos egoísta— Bonnie disse a última frase com um pouco de humor e Caroline riu.


Caroline piscou e desviou o olhar. —Então você queria nos matar? Eu, Elena, Stefan, Damon ...


— Especialmente Damon—Bonnie brincou e as duas riram. A expressão de Bonnie ficou séria. —O desejo era tão forte. Mesmo antes de fazer a transição, eu continuava sonhando em matar todos vocês. Eu sabia que não seria capaz de me conter. E vocês não teriam chance.


—Talvez todos nós pudéssemos ter trabalhado juntos— Caroline começou.


—Sério, Caroline. Vocês todos estariam mortos. Eu sou tão forte quanto um vampiro. Eu não tenho velocidade de vampiro, mas meus reflexos são loucos rapidamente e meus sentidos são intensificados. Não ao nível de vampiro, mas mais de forma instintiva. Eu geralmente sinto quando certas coisas estão prestes a acontecer. Eu também sou imune à magia — explicou Bonnie.


—Você é humana, certo?— Perguntou Caroline.


—Bem, eu não sou imortal. Eu preciso comer ... dormir. Eu posso me machucar, mas me recupero bem rápido. O instinto é uma parte importante da minha sobrevivência. Isso e manter meu status de Caçadora disfarçado.


—Isso é loucura— disse Caroline balançando a cabeça em descrença.


Beberam o vinho e levaram algum tempo para absorver tudo. Caroline serviu-lhes um segundo copo


—Onde você foi quando descobriu?— Perguntou Caroline.


—Fui para a Califórnia e fiquei com minha prima, Lucy—explicou Bonnie. —Ela era a única pessoa que poderia me ajudar desde que a avó morreu e minha mãe ... bem, isso é outro drama...


—O que você quer dizer?


—Você ouviu falar do Arsenal?—Bonnie perguntou a Caroline, não esperando que ela tivesse ouvido falar.


—Aquele lugar em que Enzo está envolvido?— Caroline disse em parte para si mesma.


—Você conhece bem o Enzo?— Bonnie perguntou surpresa.


—Somos ... conhecidos—informou Caroline.


Bonnie sentiu uma pontada de ciúmes. 'Por favor, diga-me que vocês não namoraram'.


Caroline deve ter notado o olhar curioso no rosto de Bonnie.


—Somos apenas amigos— disse ela. —Não é exatamente próximos, mas às vezes conversamos.


—Oh—Bonnie disse aliviada. —Hum, enfim ...— ela começou, irritada consigo mesma por sentir ciúmes, especialmente quando eles estavam discutindo a questão mais importante de sua mãe. —Minha mãe está lá há 5 ou 6 anos.


—Por quê?— Caroline perguntou.


—Porque ela também é caçadora. E o Arsenal gosta de experimentar sobrenaturais.


—Oh meu Deus, Bon! Ela está bem? Eles estão atrás de você também?—Caroline disse com uma expressão preocupada.


—Eu não tenho certeza de como ela está. Enzo está procurando coisas para mim. Ele diz que eles não se esforçam para conseguir caçadoras, mas se encontrarem uma por acaso...


Caroline balançou a cabeça em compreensão. —É por isso que está de volta aqui, por causa da sua mãe?— ela perguntou.


—Não. Na verdade, estou aqui pelos hereges— explicou Bonnie.


—Mãe de Stefan ...?—Caroline disse com preocupação.


—Bem, sim, ela é uma deles— respondeu Bonnie.


Caroline tomou um gole de vinho e desviou o olhar. Bonnie tomou uma bebida também.


—Você tem que matá-la?—Caroline disse obviamente desejando que houvesse outra maneira de Stefan não sofrer.


—Provavelmente— Bonnie disse com um aceno de cabeça e uma expressão sombria. Ela poderia dizer que a mente de Caroline estava passando. —Você sabe quanto tempo Lily está em Mystic Falls?—Bonnie questionou.


— Talvez uma semana. Não tenho certeza. Enzo a viu há alguns dias, talvez mais. Foi ele quem disse a Damon que ela estava por perto— informou Caroline.


—Damon e Stefan a viram?— Bonnie perguntou.


—Acho que não. Damon a odeia e ... bem ... tenho a impressão de que ela não está muito entusiasmada com uma reunião de família."


—Por quê?


—Não sei exatamente o porquê— disse Caroline. —Enzo parece saber mais do que ninguém. Como você conheceu Enzo, afinal?


Bonnie levantou as sobrancelhas e tomou um longo gole de vinho antes de entrar nessa história.




Era noite antes de Enzo ter a chance de procurar Abby. Alex ficou preso no Arsenal pouco antes de partir, então Enzo teve que ir buscar os punhais de haladita de Blacksburg antes que ele pudesse fazer qualquer outra coisa. Pelo menos com Alex agora em outro estado e o prédio mais silencioso a essa hora do dia, ele poderia fazer o que precisava para levantar menos suspeitas. Obviamente, o Armory tinha câmeras de vigilância, mas Abby estava em uma seção de menor risco, então a vigilância era de nível mais baixo.


Enzo percorreu os corredores usando seu código exclusivo de número de funcionários para obter acesso por cada porta. Ele finalmente chegou ao quarto 404, sem saber o que esperar. Ele não sabia muito sobre as caçadoras que haviam sido trazidas para o Arsenal, além do fato de que duas das três haviam morrido e, por qualquer motivo, Abby Bennett ainda era um sujeito vivo.


Quando Enzo olhou através do vidro reforçado, ficou surpreso ao ver que a Caçadora ocupando a sala fria e clínica não parecia tão ruim quanto você esperaria para alguém que foi cutucado e cutucado nos últimos 5 ou 6 anos.


Abby usava uma camiseta branca limpa, calça branca e meias brancas. Ela era magra, mas não emaciada. Sua pele parecia um pouco opaca, mas você poderia dizer que ela tinha o mesmo tom de pele de caramelo que Bonnie. Abby tinha quarenta e poucos anos, mas fora o rosto, parecendo um pouco abalada, não parecia mais velha do que seus anos. Parecia que a Amory estava fazendo o possível para mantê-la viva e saudável, apesar de experimentar nela.


Enzo apertou um botão na parede para poder falar com ela sem entrar na sala.


—Abby Bennett?— ele perguntou, sem ter certeza do que mais dizer.


Abby estava sentada em uma grande cama do tipo hospital lendo um livro. Enzo ficou um pouco surpreso por eles terem lhe dado algo para manter sua mente ocupada, mas ele imaginou que eles não queriam que ela perdesse completamente a cabeça do tédio e do isolamento, por isso fazia sentido de uma maneira estranha.


—O que você está lendo?—Enzo continuou.


Abby olhou para ele com quem você é e que porra você quer? olhe no rosto dela. Sua expressão suavizou um pouco quando ela observou a falta de jaleco e prancheta de Enzo, que ela estava tão acostumada a ver. Além disso, ele era um rosto novo.


—O Grande Gatsby — Abby informou.


—Ainda não li, mas me disseram que vale a pena ler— respondeu Enzo, tentando fazê-la simpatizar com ele.


Abby olhou para ele inexpressivamente e depois olhou para o livro. Enzo estava lutando para pensar no que dizer. Ele olhou ao redor do quarto de Abby. Havia um vaso sanitário, uma pia, um chuveiro que estava completamente aberto para que o ocupante não tivesse privacidade alguma. Havia também uma esteira antiquada. Abby pode muito bem ser um hamster nesta sala. No lado positivo, ela não foi contida.


—Eles trazem livros para você com frequência?—Perguntou Enzo.


Abby ergueu os olhos do livro novamente lentamente. —O que é isso?


—O que você quer dizer?— Perguntou Enzo.


—Se você não está aqui para me examinar, me injete quem sabe o quê ou tome meu sangue, então que diabos você quer?— Abby disse friamente.


—Eu não quero nada. Além de saber que você está saudável, dadas as circunstâncias— disse Enzo.


—Isso é algum tipo de novo experimento?—Abby disse ainda não confiando nos motivos de Enzo.


—Não. Pareço um cientista?— Enzo retorquiu sarcasticamente.


Abby estreitou os olhos para ele e desviou o olhar enquanto contemplava algo. —Você é um vampiro. Você está aqui para testar minhas habilidades de novo? Eles não deveriam me colocar na cova e parar de me dar sedativos.


Enzo sabia que ela estava falando literalmente sobre o poço, mas sua primeira declaração foi a mais intrigante. —Como você sabia que eu era um vampiro?— ele perguntou.


—Você não sabe nada sobre o meu 'tipo', sabe? Caçadora Básica 101 - o instinto é o nosso maior presente - eu posso senti-lo. Você não está aqui para me testar. Você não está aqui para me machucar. Então, o que é isso?—Abby disse saindo da cama e caminhando em direção ao vidro para ficar cara a cara com Enzo.


—Vamos apenas dizer que você não está destinado a passar o resto da sua vida nesta caixa—Enzo apontou para o quarto.


Os olhos de Abby brilharam com esperança. Enzo olhou para ela com simpatia e sinceridade, expressando que não podia dizer muito. Embora Abby estivesse sob baixa vigilância no momento, não valia a pena arriscar demais ainda, até que eles descobrissem como fazê-la sair em segurança.


—Mantenha-se saudável e sã—disse Enzo.


—Eu vou— respondeu Abby, confiando intuitivamente em Enzo e entendendo que sua sentença de prisão logo terminaria.


Abby observou Enzo se afastar enquanto desaparecia pelo corredor para fazer um pouco mais de pesquisa antes de retornar à pensão de Salvatore.







—Então ... você e Stefan— disse Bonnie a Caroline.


Elas passaram uma boa hora discutindo a interessante introdução de Bonnie a Enzo, sua reintrodução a Jeremy, os hereges e a mãe de Bonnie. Bonnie estava cansada de falar de si mesma e eles precisavam aliviar o clima.


—Eu e Stefan ...— Caroline disse com um sorriso secreto.


—Como ... quando?—Bonnie perguntou sorrindo também.


—Você sabe que somos amigos desde que Stefan me ajudou a fazer a transição. Ficamos juntos pouco tempo antes de Elena sair, então já faz um ano. Stefan teve um desentendimento com Elena muito difícil, especialmente quando ela se juntou a Damon—Caroline informou Bonnie.


—Não é surpreendente— Bonnie disse arregalando os olhos. —Não posso dizer que estou tão surpreso que ela tenha se metido com Damon, ele sempre a quis, mas ... eu não sei.


—Eu sei. Mas Damon e Elena realmente pareciam estar apaixonados—disse Caroline.


—Eu acredito nisso. Deve ter sido real desde que ele a deixou ir ...— Bonnie comentou. —Enfim, de volta para você e Stefan.


—Aconteceu naturalmente. Ele superou Elena e nós estávamos passando mais tempo juntos. Eu gostei dele primeiro. Eu não pensei que ele gostaria de ser mais que amigos, mas ele me surpreendeu. Eu estava vendo outra pessoa, mas Nós terminamos. Quando esse cara saiu da minha vida, Stefan me disse que não queria mais perder tempo sendo amigos, quando podíamos ser mais, porque já estávamos tão perto — Caroline disse nostalgicamente.


Bonnie sorriu. Ela estava feliz por sua amiga. Mas ela também estava triste por ter lutado para encontrar um amor verdadeiro. Ser caçadora dificultava qualquer tipo de relacionamento. O rosto de Enzo veio à mente quando ela pensou em um relacionamento. Ela precisava desviar seus pensamentos.


—Stefan é um cara legal, Care. Estou muito feliz por vocês dois— Bonnie disse à amiga.


Caroline sorriu um pouco timidamente enquanto tentava esconder o quão estática  ela estava com seu relacionamento.


—Então, o que você está fazendo agora? Em termos de trabalho, quero dizer— Bonnie perguntou antes que Caroline pudesse questioná-la sobre sua vida amorosa.


—Sou produtora assistente da estação de rádio local. Bem, agora não é tão local. Está sob nova administração e está recebendo ouvintes em todo o país. Também co-apresento um programa de duas horas nas noites de domingo—Caroline revelou.


—Isso é ótimo, Care. Sobre o que é o seu programa?— Bonnie perguntou.


—É basicamente um programa de rádio em que discutimos uma questão diferente a cada semana, os ouvintes ligam com problemas relacionados a essa questão e os aconselhamos junto com um orador convidado.


Bonnie sorriu. Caroline Forbes aconselhando as pessoas, ela deve estar no céu.


—Isso é tão  você— afirmou Bonnie.


Caroline sorriu balançando a cabeça. —Então, o que mais você fez na Califórnia? Espero que sua vida não tenha girado em torno de ser uma caçadora.


—Bem, sim. Mas, me formei em sociologia e estava orientando vítimas de abuso doméstico— disse Bonnie.


—Estou feliz que você tenha estudado na faculdade para fazer algo que não envolva caçar vampiros. Não estou surpreso por você ser um mentor, por estar sempre ajudando todos aqui— disse Caroline.


Bonnie sorriu e apreciou o reconhecimento de sua natureza solidária. —Sim, bem, minha herança de vovó ajuda. Meu pai também pagou pela faculdade. Eu não sou milionária, mas pelo menos não preciso me preocupar em ficar sem dinheiro, já que a maior parte do meu tempo é ocupada por deveres de caçadora, me deixa pouco tempo para ganhar a vida. 



—Você já falou com seu pai?—Perguntou Caroline.


—Ainda não. Liguei, mas foi para o correio de voz— explicou Bonnie.


—Você já pensou em ligar para Elena?


—Não até que tudo isso acabe. Eu tenho o suficiente no meu prato e tenho certeza que ela não precisa do drama agora— disse Bonnie.


—Verdade— Caroline concordou. —Você sabe, com seu diploma de Sociologia e experiência em mentoria, você seria perfeita para o meu programa.


Parecia atraente, mas ... —Talvez quando isso acabar, eu precisaria usar um pseudônimo—Bonnie ofereceu.


—Bem, se você não pode participar do programa, pode pelo menos comparecer a um evento que a estação de rádio sediará no sábado—insistiu Caroline.


—Oh sim, o que está acontecendo?


—É o terceiro aniversário das emissoras sob nova administração, então estamos dando uma grande festa no parque. Haverá um grande palco, bandas ao vivo, um bar, comida ...—Caroline disse a Bonnie.


—Umm ... ok— Bonnie respondeu decidindo que precisava tentar se divertir e mudar de ideia.


—E você pode ficar aqui agora, em vez de na pensão— afirmou Caroline.


Ok, a boa e velha mandona Caroline estava ganhando demais com a nova muito mais assertiva caçadora Bonnie.


—Agradeço a oferta, Caroline, mas você e Stefan precisam de sua privacidade e não conseguirão isso se eu estiver aqui— Bonnie começou.


—Stefan não mora aqui— Caroline interrompeu.


—Eu sei, mas eu estou  legal na pensão e com como o Enzo está ajudando é melhor se estivermos mais perto e ficarmos no mesmo lugar—disse Bonnie decisivamente.


Mais perto provavelmente não era bom, onde Bonnie e Enzo estavam preocupados se alguém não quisesse perder a calcinha, mas por mais que Bonnie gostasse da ideia de ficar com Caroline, uma parte dela estava preocupada que ela já estivesse ficando muito nostálgica. estar de volta a Mystic Falls. A vida de Bonnie era diferente agora, ela era diferente. Ela gostava de ter seu próprio espaço. Ela precisava que ela funcionasse e processasse tudo o que vinha de ser uma caçadora. Caroline era uma boa amiga, mas podia estar cheia e Bonnie realmente se sentiria mais livre na pensão.


—Ok. O que for melhor para você—Caroline disse um pouco desapontada, mas entendendo como Bonnie havia mudado e que precisava de seu próprio espaço.


—Então, o que mais aconteceu enquanto eu estava fora?—Bonnie perguntou a Caroline.


Ela pensou que poderia muito bem entrar em algumas fofocas alegres por enquanto, porque estava prestes a ser mais uma noite difícil depois que ela e Enzo conversassem sobre o que ele pudesse descobrir enquanto estava no Arsenal.



Notas Finais


Eu tenho um apreço enorme por essa festa a qual Caroline convidou Bonnie a participar. Breve vós sabereis o porquê.


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