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História Bora lá: Uma História Onward - Capítulo 15


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Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 15 - Museu de História Natural (Parte II)


Fanfic / Fanfiction Bora lá: Uma História Onward - Capítulo 15 - Museu de História Natural (Parte II)

≈≈≈

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— Então, maninha. Você trouxe a grana?

— Tá, como se eu fosse dar pra você sem garantia – ela cospe no chão – Cadê ele?

— Beeem – puxo ele pela cadeira, as cordas amarradas davam uma resistência a mais ao atrito no chão, fazendo um equilíbrio perfeito para girar; tiro o saco de sua cabeça, ele tinha terror e medo no olhar – aqui.

— Solte-o! – ela grita

Na-ãh – nego com o dedo – negócios primeiro, família depois.

Ela resmunga, sua fala era baixa de mais para eu conseguir, mas com certeza estava me xingando de alguma coisa relacionada a lixo.

Joga o saco que trouxe consigo, estalo os dedos e meu capanga abre ele, deixando uma pilha enorme de barras banhadas em ouro à vista.

— Você é um verdadeiro filho da puta, Ralph.

Own, obrigado pelo elogio, maninha. Agora vaza!

Eles saem, me deixando sozinho na sala com o saco. Meu capanga o pega, colocando dentro do cofre atrás de um dos meus quadros pendurados pela sala.

Após terminar o mesmo vira para mim.

— Você é muito cruel, senhor. Cobrou salvamento até de sua própria família.

— Se não sabem quem sequestrou meu querido pai, então não têm ideia do que tenho em mente para eles no futuro – respondo olhando pela janela, sentando em minha cadeira talhada em chifres de unicórnio

Ele vem até mim, ficando ao lado.

— O senhor realmente é o ser mais desprezível que esta cidade já viu – ele brinca

— Humph, ainda não estou satisfeito. Preciso de mais caos, de alguma maneira ele traz ordem a minha mente.

Meu olhar continua na janela, pegando o seu em seguida.

— O que foi agora? – pergunto impaciente

— N-nada, senhor! É só que vossa malevolência está encantador hoje.

Levanto subitamente, assustando ele no processo. Ando até o mesmo, limitando rapidamente seu espaço livre atrás até bater as costas contra a parede. Seu olhar demonstra medo. Isso é bom.

— Você sente algo por mim, capanga?

— C-como assim, senhor? E-eu n-não entendi – seus suor exala um aroma irresistível

Agarro-o pelo pescoço, pressionando meu corpo contra o seu na parede enquanto invado sua boca. A princípio se recusa, mas se entrega completamente a mim em seguida.

Enrolo sua língua com a minha, passando levemente minha mão pelo seu cabelo, pescoço, peitoral, abdômen, barriga, quadril até chegar ao seu cinto. Desloco a fivela, retirando o cinto até abaixar suas calças.

Uma grande e grossa elevação pulsava sob seu fundoshi de seda, praticamente latejando de tanto pre-gozo escorrendo pelo seu pênis. Lambo sua coxa exposta, fazendo-o gemer.

— S-senhor, v-você não vai-

— Cale a boca ou eu mato sua família – respondo quase gritando

Pego as alças ao lado, puxando lentamente para baixo até liberar seu membro, já ereto, daquela vestimenta. Ó, como era grande e azul.

Abocanho, sugando cada parte daquele carne suculenta exposta ao ar, envolvendo todo seu pênis em minha boca com minha língua até chegar na garganta.

— Oh-ohhhhh – ele geme – se-senhor... eu vou...

Antes de completar sua frase, sinto algo quente e grosso preencher minha garganta, subindo até minha boca enquanto retiro e lambo sua glande suja.

O beijo novamente, recebendo seus lábios com força e vontade contra os meus em resposta, podia sentir seu desejo por mim em sua língua ao longo daquilo. Ele finalmente para, me olhando.

— Senhor...

— Limpe logo essa bagunça, B-

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Acordo com algo chacoalhando meu braço freneticamente. Porra, eu tava tendo um sonho muito bom!

Viro para o lado, Barley estava segurando meu braço tentando me acordar, soava animado. Sento no banco, estive dormindo desde quando? Olho ao redor, estava de noite e o ônibus tinha parado.

— Tenho boas e más notícias. Qual quer saber primeiro? – ele pergunta

— A... má, eu acho? – pergunto apesar do sono esmagador

— O ônibus quebrou.

— O quê? – levanto, todos estavam lá fora no escuro sob a luz de um letreiro enorme escrito Motel Gler Caprt. O treinador falava com algum tipo de mulher cobra de óculos escuros e cabelo que precisava urgentemente de um tratamento.

Olho novamente para Barley.

— A boa é que vamos ficar nesse Motel pela noite – ele diz

— E quanto ao Musel!? Temos que destruir aquele pingente antes que você vire aquilo. E-e se alguém mais pegar aquilo por engano? Talvez se transforme e não saberemos como impedir! Como vamos-

Ele me puxa para perto, cortando minha fala enquanto me envolve em seus braços fazendo carinho em minha cabeça. Isso é... relaxante... e bom...

Depois de um tempo Barley me solta lentamente, se preparando para outro possível ataque de pânico.

— Melhor? – pergunta segurando meus ombros

— Acho que sim. Mas desde quando eu estava dormindo?

— Você dormiu uns 10 minutos depois que saímos daquela loja, usando meu ombro como travesseiro, devias estar bem cansado. Um outra boa notícia é que o professor ligou para o museu e que podemos ir amanhã à qualquer hora, por sorte o motor morreu perto desse lugar aí fora.

Olho novamente, havia vários quartos nos dois andares mas não o suficiente para cada um de nós, algumas luzes estavam acesas encima e outras apagadas embaixo. Fomos até lá fora com a turma, o professor chega na frente.

— Muito bem, turma! – ele grita – Como não é permitido dormir no ônibus da escola, eu consegui alguns quartos para vocês passarem a noite – ele abre os bolsos, puxando alguns crachás com chaves atreladas deles – Vocês irão dividir os quartos em duplas. Mas juízo! Cada um na sua cama, sem gracinha e sem mão boba! Entenderam!?

Todos gritam em afirmação enquanto dupla por dupla pega uma chave e segue até seu respectivo quarto. Barley pega uma chave, virando para mim e balançando na mão.

— Podemos? – pergunta

— Sei não, acho que vou dormir com aquele tal do Scott hoje. Ele é até bonitinho, parando para pensar – brinco

Ele fica confuso, depois assustado com a minha resposta. Tento manter minha postura de sério, mas sua cara estava tão hilária que não consigo me segurar por muito tempo e acabo rindo, revelando minha brincadeira.

Barley me dá um leve soco no ombro, dizendo "Seu idiota" antes se entrarmos no nosso quarto.

Se não fosse pela cortina florida e a parede roxa, eu até teria gostado do aposento. Duas camas de solteiro encostadas na parede, um banheiro ao lado, uma TV da atualidade sobre uma mesinha de frente para as camas. Eh, um típico quarto de Motel.

Sento na cama, era bem macia e agradável ao toque, parecia que eu estava sentado numa nuvem. Barley logo senta na dele, chutando seus sapatos para longe e deitando de frente em seguida. Consigo ver seu cofrinho exposto.

Uma rápida lembrança do meu sonho vem a mente, fazendo meu tom de pele passar de azul para vermelho em instantes. Viro para o lado, ele ainda estava com a cara enfiada nos travesseiros, possivelmente cheirando eles.

Vou até o banheiro, lavo um pouco o rosto e quando volto vejo Barley segurando algo parecido com um controle e ligando algo semelhante a um video-game sob a TV.

— Onde você achou isso?

— Dentro dessa gaveta – aponta para uma das gavetas sob a TV – Imaginei que, já que estão aqui, devemos ao menos testar se funcionam, certo?

Em seguida, pega um CD de uma caixinha colocando dentro do console, ligando a TV em uma tela azul com um encanador de vermelho.

Reconheci de imediato qual jogo era.

It's me, Mario! – ele diz com sotaque italiano

— Tem outro controle? – pergunto

— Tem, aqui – ele me entrega – Estás preparado para juntar-se a mim nesta missão wm busca da princesa, Caro Ralph?

— Sim, Sir Barley! Estou sempre pronto para a ação!

Sento em minha cama, pegando o controle sem fio e pronto para jogar. Barley me olha estranho durante isso, talvez tivesse outra ideia de como iria jogar.

— O que foi? – pergunto

 — Nada, é que... posso... sentar com você?

— Não precisa pedir permissão para ficar perto de mim, Barley. Vem – dou leves tapas na cama – senta aqui, seu grandalhão azul.

— Você também é azul.

Com um sorriso alegre, Barley pula de sua cama, vindo até mim e me abraçando por trás, feliz pela resposta. Me aconchego ao seu toque, seu calor era mais agradável que qualquer cobertor. Não tínhamos uma altura muito diferente, então decidimos deitar de lado na cama para jogar, Barley atrás e comigo sobre ele e entre suas pernas.

Era um pouco... diferente, mas confortável. Sinto sua respiração em meu pescoço, seus braços ao redor dos meus, suas pernas cobrindo as minhas, seu genital tocando meu... melhor não pensar nisso...

O jogo começa, eu de Luigi e ele de Mario, um co-op na maior parte do tempo. Depois de um tempo trocamos para um jogo de corrida, comigo ganhando de 4x3 no começo e Barley terminando em 7x6 no final. Aquela cabra apareceu do nada! No meio da pista! Como isso é possível!?

Jogamos por mais algumas horas até 02:00 ficar visível no relógio de parede. Voltamos para nossas camas, Barley já estava pronto para se cobrir, porém minha voz o para antes.

— O que foi, Caro Ralph? – ele pergunta

— Será que a gente pode... nah, esquece. É só uma ideia boba minha.

— Me conte, então.

— Você não vai querer saber.

— Ralph – ele chama meu nome num tom sério, me encarando assim que fala – Você pode me contar qualquer coisa, sabe disso. Não é?

Suspiro lentamente.

— Eu ando tendo uns pesadelos ultimamente, parecidos com aquele em que o Ian morre. Só que dessa vez... você meio que arranca a cabeça dele, e depois come ele, só que de um jeito nada legal e horrível.

Ele se cala, me olhando sem dizer uma palavra.

— Então eu – suspiro – pensei se podíamos dormir juntos hoje. Lá no ônibus foi a primeira vez em tempos que tive um sonho bom, e acho que era porque você tava comigo. Não precisa vir, se não quiser...

Um breve silêncio se teve antes de sua resposta final fora dada.

— Tudo bem, eu topo.

O olho, surpreso com sua resposta enquanto um sorriso simples se forma no seu rosto. Ele desce da cama, subindo na minha e se deitando ao lado, nenhum momento quebrando o contato visual.

Me deito, cobrindo nós dois enquanto descanso minha cabeça sobre o travesseiro. Era mais duro do que eu estava esperando, dormir naquilo seria impossível!

De repente, sinto algo passando lentamente sob minha cabeça, o braço de Barley cria um substituto mais confortável que o travesseiro, muito mais confortável.

— Confortável? – ele pergunta

— Sim, obrigado. Mas e você? Essas coisas são praticamente pedras sob a cabeça.

— Já dormi em lugares piores, isso aqui não é nada. Agora durma, temos muito o que fazer naquele museu.

Bocejo, sentindo o cansaço tomando conta do meu corpo.

— Boa noite, Barley – coço levemente sua barbicha

— Boa noite, Ralph – ele beija minha nuca

Ao som dos grilos da madrugada fazendo sons lá fora, eu adormeço. Adormeço com Barley, entre seus longos e fortes braços, transmitindo uma sensação de conforto e segurança durante o sono.


Notas Finais


Até a próxima! (◡ ω ◡)


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