História Borboleta Negra - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Borboleta, Luta, Magia, Musica, Negra, Universo Alternativo, Violencia
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Palavras 1.695
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Yo, yo. como vão? espero que bem!

bom... essa é minha primeira fic, espero que gostem realmente estou me esforçando para faze-la*-*

ah! sobre o genero "romance e novela", não haverá o romance, pode até ter uns fletes com os personagens, mas não haverá romance!

"Então por que botou o genero romance, Ayumi?"
- porque o spirit tem uma regra na qual quando vc posta uma fic que terá mais de um capitulo, obrigatoriamente, vc terá que acrescentar o genero "romance e novela". espero que tenham entendido;-;

ah! ja ia me esquecendo. para quem não conhece-me, prazer. podem chamar-me de Ayumi Myu.

espero que gostem. boa leitura!

Capítulo 1 - Primeiro ato.


Fanfic / Fanfiction Borboleta Negra - Capítulo 1 - Primeiro ato.

 

Era por volta de meia noite naquela pequena cidade, nem todos estavam dormindo. Uns estavam nas baladas, outros em becos fumando, ou até mesmo esperando uma chance para assaltar alguém mas, numa casa de apenas dois andares, estaria Jenny White tendo mais um de seus inúmeros pesadelos.

Já na manhã seguinte, Jenny estava sentada na mesa de carvalho marrom que tinha na sala de jantar de sua casa, a garota de cabelos azuis quase preto estava mais uma vez tentando raciocinar ou até mesmos “ligar os pontos” do o porquê de durante duas semanas estava tendo inúmeros pesadelos.

Suspirou Jenny enquanto tomava mais um gole de seu café – Bom dia Abby – Falou se referindo a sua irmã mais nova que descia as escadas uniformizada, pronta para ir para a escola.

- Bom dia mana, teve ótimos sonhos? – Perguntou se sentando na cadeira ao lado de sua irmã.

- Ah sim, ótimos. E você, teve bons sonhos?

- Sim, sim. Sonhei que estava viajando num unicórnio e depois fui para numa cidade feita só de doces – Contava a pequena garota de cabelos loiros enquanto mantinha em seu lábios um sorriso inocente e gentil.

- Já vou – Falou se levantando da cadeira e pegando sua mochila que estava pendurada na mesma cadeira que Jenny estaria sentada – Tchau mãe, pai e Abby.

- Se cuida filha – Quase gritou Carla, sua mãe da cozinha.

- Tchau mana

 Por fim, saiu Jenny da casa percebendo que seu pai não havia falado nem um ‘a’ desde que ela o cumprimentou com um ‘bom dia’ – Eu não tenho culpa pelo que aconteceu meu pai – Murmurou logo depois soltando um leve suspiro.

 

Durante o caminho para a escola Jenny parou em frente a um parque ao ver três crianças brincando, a garota começou a lembrar-se de quando era pequena...

 

(°.°.°)

- Manin manin eu também quero subir ai – dizia Jenny enquanto dava leves pulinhos para cima observando seu irmão mais velho subir em uma arvore. Provavelmente nessa época ela tinha 9 anos e seu irmão mais velho 17.

- Manana, nãu mi deixa aqui – falava Abby, com seus dois anos de idade enquanto puxava levemente a camisa de sua irmã.

- An? – Se virou para a pequena loirinha – Não deixarei – Sorriu Jenny logo fazendo um pequeno cafuné nos cabelos da pequenina.

 

(°.°.°)

 

- Não irei mudar de jeito nenhum! – Quase gritava Mattew, irmão mais velho de Jenny, com seus pais.

- É para o seu bem Mattew – Dizia Benjamim, seu pai.

- Mattew querido, seu futuro depende disso. – afirmou dona Carla.

- EU NÃO VOU DEIXAR MINHAS IRMÃS! - logo após, Mattew pegou seu casaco que estava no sofá da sala e saiu da casa, só então Benjamim e Carla perceberam que as duas garotas estavam escutando a conversa.

 

(°.°.°)

 

 

                - Desde então ele nunca voltou – Pensou a azulada. – onde será que ele está? Por que será que ele ainda não voltou? – Despertou Jenny de seus pensamentos quando já estava em frente a sua escola.

Jenny ao entrar na escola em que estudava foi surpreendida por um abraço apertado e aconchegante de Tália, uma de suas melhores amigas – Quase se atrasou hoje – Disse, por sua vez, Tália. – Iai, teve outro pesadelo essa noite? – Perguntou num tom de curiosidade.

- Pelo meu azar, sim. Queria poder entender como que uma pessoa consegue ter duas semanas inteiras de pesadelos. – Suspirou Jenny se soltando dos braços de sua amiga.

Tália deu uma leve olhada para trás, vendo sua outro melhor amiga, que por sua vez, também era amiga de Jenny. Tália apenas fez um sinal de “sim” com a cabeça para Mariáh, que vinda andando até elas.

 - Jenny, não importa o que aconteça, não responda caso algo a chame – Disse Tália mantendo um ar de mistério e curiosidade.

- O que que está falando Tália? Como não responder caso alguém me chame? – Jenny, por sua vez, não se segurava, a azulada queria de todas as formas entender o que a amiga quis dizer.

- Não é alguém Jenny

- É algo. – Mariáh completou a frase ao aproximar-se das duas garotas.

Jenny ainda sem entender, resolveu quebrar o silêncio que havia se mantido entre as três garotas com uma pergunta – E, como algo poderia me chamar? – Perguntou indignada. A garota realmente não teria entendido o que suas amigas haveria falado.

- Nyaa... Vamos nos atrasar baby punk – Respondeu por sua vez, Tália. A garota não queria ter que dar explicações. Talvez, ela estava até mesmo proibida de contar o que poderia acontecer com Jenny.

- Concordo com Tália, não quero ter que ficar naquela sala imunda de novo só por chegar atrasada. – Dessa vez foi Mariáh que se pronunciou – Vamos logo! – Pegou na mão das amigas e, as puxou para dentro daquele enorme prédio na qual estudavam.

 

Para as três garotas não estava sido um dia normal. Jenny estava perdida em seus pensamentos tentando entender o que suas amigas teria a falado; Tália estava preocupada com a amiga, preocupada que algo ruim a venha acontecer; e, por fim, Mariáh que de alguma forma estava preocupada com as duas, ela sabia bem do que Tália era capaz de fazer por suas amigas, e, não queria que Tália acabasse se metendo numa furada.

 

Enquanto isso, num lugar bem distante, talvez em até outro mundo, duas pessoas estariam conversando. Não dava para se saber o rosto de tais pessoas, muito menos, teus nomes.

 

- AQUELAS GAROTAS, ELAS NÃO ESTÃO AJUDANDO! – disse um cara, ao ver Tália e Mariáh falando para Jenny não responder caso algo a chame.

- Calma, Calma, meu caro. Já está tudo decidido. Acontecerá hoje, para ser mais exata, chamárei-la quando chegar da escola. – Disse, num tom calmo, uma garota baixa, da altura de uma criança de menos de nove anos.

O garoto por sua vez, se acalmou voltando a sentar-se em sua cadeira. – Tem razão. A mandaremos para cá, e depois... – o garoto passou a encarar friamente o “espelho” na qual teria mostrado Jenny e suas amigas – a mataremos.

 

Enquanto isso na escola, já teria terminado as aulas. Jenny estava terminando de guarda seus materiais para que pudesse voltar para casa.

 

- Finalmente! – diz Tália alto o bastante para que todos que ainda estavam na sala ouvir enquanto se espreguiça.

- Preguiçosa – Murmurou Mariáh, o que não passou despercebido por Tália.

- FOI O QUE QUE VOCÊ DISSE? – falou já próxima Mariáh.

- Meninas, meninas, acalmem-se. A última coisa que eu quero fazer agora é ir para a diretoria por culpa de vocês. – Dessa vez, foi a vez de Jenny se pronunciar.

- ok, ok. – respondeu as duas em sincronia.

 

Não demorou muito e as três garotas já estavam em frente ao imenso portal da escola, se despedindo. Mariáh teria seguido o rumo da direita; Tália o da esquerda, e, por fim, Jenny seguiu reto.

- Ora, ora. O que será que aquele imaturo pretende fazer com Jenny? – Pensou Mariáh. Enquanto a mesma andava em direção ao seu apartamento, viu uma pequena joia caída perto de uma arvore – o que será aquilo? – Pensou andando em direção a tal brilho, e, por sua vez, quando pegou-o em suas mãos, arregalou-se os olhos ao ver o que seria tal objeto.

 

Já com Tália não teria sido diferente. A garota estaria caminhando enquanto pensava em assuntos desconhecidos até o momento, que só ela e Mariáh sabia dizer. – Nyaa... por que tinha que ser ela? – Pensou. Tália andando pelo imenso bairro em direção a sua mansão, ver um forte brilho, o mesmo estaria em frente ao portão de sua mansão. Curiosa, a garota se abaixa pegando o objeto com sua mão direita. – o que isso está fazendo aqui? – Pensou. Seus olhos sem que a mesma percebesse teriam se arregalados, e, seu rosto, emitia uma fase assustada e amedrontada – Então ele resolver agir, né.

 

Pela casa de Jenny ser a mais perto da escola, não demorou muito para que a mesma chegasse em casa. Já em casa Jenny subiu para seu quarto, trocou de roupa e foi mexer em seu celular. Sem que a garota percebesse uma pequenina borboleta preta entrou pela janela do seu quarto que se encontrava aberta e pousou no topo do celular da mesma.

- Que lindinha. – Afirmou ao ver a borboleta.

Já a borboleta parecia que não queria que a azulada a achasse bonita. Por um tempo a borboleta ficou rodando em círculos até Jenny se pronunciar. – Quer que eu a siga? – Perguntou a si mesma vendo a borboleta querendo a chamar atenção – Que besteira Jenny. Claro que ela não a quer que a siga, é apenas um borboleta.

Antes que Jenny se deu conta a borboleta voo para fora de seu quarto pela janela, indo para o imenso jardim da casa. Jenny, curiosa, não hesitou em segui-la para ver onde tal borboleta iria pousar ou parar. Já no jardim Jenny começou a escutar uma voz chamando-a.

- O que é isso? – Olhava para todos os lados mas não conseguia ver ninguém a chamando. – Quem é você? Da onde vem essa voz?

- Jenny, Jenny... Jenny, venha Jenny. Venha. – Continuava a chama-la

- Quem é você? O que quer de mim?

- Se seguir-me encontrará todas as resposta. Venha para mim Jenny!

Jenny percebeu que a borboleta começou a voar até a parte mais escura do jardim, onde ninguém ia. A azulada seguindo a borboleta encontrou se com uma porta no tronco de uma arvore, as imensas folhas e galhos escondia a mesma.

- Não sabia que existia uma porta em nosso jardim – Admirou-se a porta que via a sua frente.

- Entre Jenny. Entre. – Chamou-a a mesma voz de antes.

- Não sei se devo, minhas amigas disse para mim não responder caso algo me chame. E, por mais estranho que pareça, UMA PORTA ESTÁ ME CHAMANDO!

- ELAS NÃO SAB.... cof – forçou uma tosse – Digo, elas não sabem o que fala. Se você entrar aqui, poderá descobrir sobre seu irmão.

- O-O que você sabe sobre meu irmão? Me diga! 

- Só irei responder caso entre Jenny.

Jenny pareceu hesitar por uns segundos, mas, logo a garota levou sua mão a maçaneta da porta, e, por fim, a girando lentamente e cuidadosamente.

 

 

 

                Continua...



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