História Borboleta Negra - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Borboleta, Luta, Magia, Musica, Negra, Universo Alternativo, Violencia
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura pandenhas ^u^

Capítulo 2 - Segundo ato.


- ELAS NÃO SAB.... cof – forçou uma tosse – Digo, elas não sabem o que fala. Se você entrar aqui, poderá descobrir sobre seu irmão.

- O-O que você sabe sobre meu irmão? Me diga! 

- Só irei responder caso entre Jenny.

 

Jenny pareceu hesitar por uns segundos, mas, logo a garota levou sua mão a maçaneta da porta, e, por fim, a girando lentamente e cuidadosamente.

A imagem que Jenny viu não era exatamente o que a azulada esperava. A porta parecia ter aberto ao céu estrelado, com luzes vindo muito abaixo, parecendo a vir de uma cidade.

Jenny espantada com o que viu, paralisou com medo de “pular” naquela enorme porta, porém foi “sugada” para dentro da mesma.

 

Ao Jenny acorda, estava num beco deitada em cima de umas sacolas de lixo. Espantada, a garota se levantou e caminhou até fora do beco maravilhada pela visão que teve. Uma multidão se “derretendo” pelos três cantores ao palco cantando subitamente.

 

- Que legal... – pensou Jenny admirada, naquela hora pareceu que todos os seus problemas teriam sumidos com o canto dos garotos.

- When the days are cold And the cards all fold And the saints we see Are all made of gold When your dreams all fail And the ones we hail Are the worst of all And the blood’s run stale – Cantava os garotos em uníssono ate serem interrompidos com um rugido que espantou as pessoas.   

 

Pessoas correndo de todos os lados e a única coisa que se passava na cabeça de Jenny era o que que estaria a acontecer ali, até a azulada ver uma enorme sombra tampando a sua. Espantada, a garota se vira lentamente para a direção da enorme sombra tendo uma visão da qual deixou garota a garota apavorada a ponto de não conseguir mexe-se. Um mostro na qual a garota nunca tinha visto antes em sua vista estava preste na come-la inteira, com sua cabeça quase sendo devorada pelo mostro, jenny fecha os olhos esperando pela sua morte, porém a única coisa que a azulada pode sentir foi um líquido sendo espirrado em quase todo seu corpo.

Ao abrir os olhos a azulada percebeu-se que a cabeça do mostro encontrava-se ao lado da mesma e o corpo deitado ao chão com uma garota de cabelos rosas a sua frente empunhando uma espada em sua mão. Jenny levou sua mão até o liquido em seu rosto e percebeu que o que se encontrava em seu rosto, na verdade seria o sangue do mostro.

 

- Se machucou? -  perguntou a garota se virando para Jenny que apenas balançou a cabeça com um sinal de “não” por ainda está espantada e com medo do que estaria acontecendo. – que bom. – suspirou a rosada. – DEAN ESTÁ TUDO BEM AQUI! – Exclamou se virando para frente os estaria mais monstros e outras quatro pessoas.

- O-o que está acontecendo? – Perguntou Jenny vendo mais monstros caídos ao chão.

- Que? – se virou para Jenny – Um ataque, obvio. – disse como se todos já soubessem.

 

Jenny teve seus olhos arregalados ao ver outra criatura vindo em sua direção.

 

- Parece que viu um mostro garota, ui. – ao rosada dizer isso, Jenny apenas levantou sua mão apontando para atrás da mesma que se virou vendo um enorme mostro atrás das mesmas. – Ah, isso. – a garota com sua espada ainda empunhada em suas mãos, fez um corte na barriga do mostro e depois deu um salto dividindo aquele ser no meio. – Fácil, fácil. – disse convencida.

- PARA DE CONVERSA E VAMOS ACABAR LOGO COM ISSO! – Disse um loiro para a garota de cabelos rosas.

 

Um tempo teria se passado depois daquele incidente que envolveu Jenny, agora a garota estaria num prédio junto a garota de cabelos rosas e a mais quatro pessoas.

Jenny sentada numa cama, dentro de u quarto na qual teriam separado para a azulada, escuta alguém bater na porta e diz um “pode entrar”. Triste e cabisbaixa estava Jenny, enquanto via a rosada adentrar teu quarto.

 

- Está melhor? – perguntou a rosada.

- Estou sim. – respondeu Tália.

- Então... antes de te trazer para cá, você tinha dito que não era daqui – suspirou a rosada. – da onde você veio? Como veio parar aqui? E o principal, como é seu nome? – pergunta a rosada se sentando na cama ao lado de Jenny.

- Primeiramente meu nome é Jenny White – a rosada ao escutar tal nome arregalou-se seus olhos. – vim de Criston Viller e, eu apenas escutei uma voz me chamando e quando eu passei por uma porta, acordei nesse mundo. Aqui. – Explicou Jenny a rosada.

- Jenny... Jenny White? A verdadeira?

- sim... -  respondeu Jenny não entendendo o entusiasmo da rosada.

- Jenny sou eu, Tália. Por que não me escutou quando eu disse para não responder? Por quê?

Jenny olhou para a garota que estava em sua frente desconfiada do que ela tinha acabado de dizer. – impossível... – Abraçou suas pernas e afundou sua cabeça no meio delas. – ela não tem esses chifres enrolados e tem os cabelos mais escuros.

A rosada segurou nos ombros de Jenny e começou a sacudi-la delicadamente. – Faz aniversário em abril, perdeu seu irmão com nove anos, tem uma irmã dos cabelos loiros, seus pais se chamam Carl... – Não completou sua frase ao sentir Jenny a abraçando e começando a chorar em seus braços.

- Tália... Tália é você mesmo? – disse aos choros. – E-eu pensei qu-que nunca i-iria m-mais te v-ver – murmurou em meios aos soluços.

- Se não tivesse sorte, realmente não iria mais me ver e acabaria morrendo por aqueles monstros – respondeu acariciando os cabelos de Jenny. – agora, pare de chorar.

Jenny se soltou dos braços da amiga e enxugou suas lagrimas – Afinal, quem eram aqueles monstros? Por que você tem chifres? Por que tem cabelos mais claros? Mariáh també... – antes que Jenny começasse com um interrogatório sem fim, foi interrompida ao ver outras três pessoas adentrarem seu quarto.

- Yo, Yo. – disse uma garota de cabelos ruivos longos e claros.

- Oi – disse um garoto de cabelos negros.

- Hello cat – outro garoto de cabelos ruivos se pronunciou.

- O QUE ESTÃO FAZENDO AQUI? – gritou Tália se virando para os mesmos.

- Viemos ver como a azulada está, oras. – disse o garoto de cabelos negros.

- Sim, sim. – concordou o garoto de cabelos ruivos e a garota de cabelos também ruivos.

- Já viram – suspirou Tália – agora saiam.

Jenny forçou uma tosse se pronunciando – não esqueçam que eu também estou aqui. Quero minhas devidas explicações.

- Prazer fofa, me chamo Raian. – disse o de cabelos pretos.

- Kim. – pronunciou o ruivo.

- Mariáh – foi curta e grossa.

 

Jenny se levantou de sua cama e pulou nos braços de Mariáh a derrubando no chão, na qual deixou a ruiva confusa.

 

- É a Jenny. – disse Tália.

Mariáh por outro lado pareceu espantada com o que sua amiga acabará de falar – COMO ELA VEIO PARAR AQUI?

 

Jenny explicou dessa vez detalhadamente como ela tinha vindo parar aqui, os dois meninos que antes estavam no quarto da garota foram expulsos por Tália, que agora está a explicar o que exatamente é esse mundo.

 

Tália – bom... suspeito que ainda não tenha se visto no espelho. – disse por sua vez, Tália e viu Jenny concorda com a cabeça – olhe-se. – falou apontando para o espelho.

 

Jenny se levantou caminhando em direção ao espelho. Chegando no mesmo a garota arregalou-se os olhos ao ver sua imagem. Ela tinha cabelos azuis claros como a agua, olhos vermelhos ônix que se destacavam, pele rosada ao invés de branca como antes, seus lábios eram macios e rosas e, por fim, o que mais chamava a atenção de Jenny, ela tinha orelhas e rabo de gatos.

 

- O-o que é isso? Essa sou eu? – olhou para as amigas e viu as mesma confirmar com a cabeça – como fiquei assim?

- Como ficou assim ainda não sabemos, porém ainda posso te contar sobre esse mundo. – disse Tália encarando a amiga assustada -  bom... antigamente todos os seres conviviam juntos, os humanos e os Erberz’s, assim somos chamados. Porém quando uma guerra começou e, humanos não podendo se defender foram mandados para outro mundo, sem magia, sem nenhum Erberz’s ou monstros. Com o tempo os humanos passaram a esquecer a magia ou esse nosso mundo, por isso, você nunca ouviu falar da gente.

- Nós Erberz’s temos sobrevivido a séculos, viemos até mesmo antes dos humanos. Esses monstros que você viu são chamados de Cartlés, eles se alimentam de seres como nós, Erberz’s. E quando vamos para o mundo dos humanos nos disfarçamos para que não fiquem assustados ou com medo de nós. – disse Mariáh – isso é tudo que precisa saber por enquanto.

- Mas... eu sou uma Humana. Por que tenho essas orelhas? – perguntou Jenny.

- Ainda não sabemos. – respondeu Tália.

Logo puderam ver Kim entrar pela porta sem ao menos bater na mesma – eai, vão treina-la? Tipo, para ela lutar contra os monstros.

- É-É O QUE? – gritou Jenny.



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