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História Borboletas, Corações, Liberdade, Revelações e Tristeza. - Capítulo 15


Escrita por:


Notas do Autor


>////<
Essa na capa e a Sally, no caso como ela esta de corpo e rosto ;D

Capítulo 15 - A Máfia


Fanfic / Fanfiction Borboletas, Corações, Liberdade, Revelações e Tristeza. - Capítulo 15 - A Máfia

Já aviam se passado 2 anos e 1 mês desde o dia em que Sally se mudou, ela passou por bastante coisas desde o dia que chegou, conheceu bastante pessoas, e descobriu coisas interessantes, pode ajudar algumas pessoas, ela já estava acostumada com tudo isso, estava de certa forma feliz, realmente foi bom mudar de cidade, seu pai também tinha sinais de melhoras, ele já conseguia olhar pra ela sem se culpar ou culpa-la e  nem reclamava mais, os dois tinham seus problemas mais finalmente começaram a agir como pai e filha sem mais problemas, eles conversavam mais, e tinham seu tempo juntos, ela começou a usar roupas mais femininas, e a vida dela seguia bem, ela só tinha um objetivo que era um pouco difícil de conseguir, que era ajudar o pai de Larry a sair da cadeia, conforme ela pesquisava mais e mais sobre o assunto, mais problemas eram vistos por ela, alguns fáceis de se resolver e outros mais difíceis, mas ela enfrentou cada um deles, afinal ela queria que o pai do Larry conseguisse ficar com o próprio filho, o abraçar e ficar mais próximo da família, e isso não seria possível enquanto estivesse preso, e de certa forma ela sabia que estava errada em fazer isso sem um policial por perto, ela sabia que era perigoso, e sabia que se fizesse um movimento errado ela provavelmente seria morta, ou pior, mas tinha que conseguir, ela estava como sempre investigando olhando arquivos, ao lado dela estava o Todd e o Neil que a ajudavam, todos concentrados em alguma coisa, enquanto ela lia um arquivo de repente algo aconteceu, ela recebeu uma notificação no celular, ela o pegou e olhou.

“Olá Ovelhinha, soube que anda investigando algumas coisas que não devia, então eu gostaria que você viesse ate mim, e me dessa sua explicação, caso contrário, eu terei que ir até você, e acho que não irá gostar, se quiser pode vir acompanhada ou sozinha, mas eu tomaria cuidado com suas escolhas se fosse você.”

Logo depois dessa mensagem veio uma com data, hora e local para estar lá, ela ficou uma semana inteira pensando no que faria, e quando o dia finalmente chegou ela já tinha tomado sua decisão, ela apenas deixou uma  carta de aviso para o Larry, com a certeza de que ele só a fosse ver quando ela finalmente tivesse longe dele, na carta não tinha localização nem nada mais, apenas uma informação e o que seu próprio coração tinha a dizer pra todos, e principalmente pra ele, e nela dizia o quanto ele era importante pra ela, e dizia “Se eu não voltar eu espero que seja feliz, não faça nada tolo, eu se estiver viva garanto que tentarei voltar pra você, mas se eu não tiver, eu só quero que você seja feliz, mesmo sem me ter mais ao seu lado” Ela só tinha um desejo de que ele não lesse essa carta, antes de voltar, isso é se ela conseguisse voltar, então seguiu rumo ao local, desligou o celular antes de chegar lá, e caminhou até lá, Era um estabelecimento, aparentemente uma casa noturna, ela respirou fundo e seguiu rumo a entrada, existia uma fila, mas ela ignorou a fila, foi diretamente até o segurança, e apenas disse.

Sally– Ovelhinha. –Ela falou olhando para o segurança da entrada, e o mesmo entendeu de imediato quem era.

Segurança– Seja bem-vinda, vá para a sala que tem uma estrela a esquerda, e siga pelo corredor, já estão te esperando por lá, e já foram avisados de sua chegada – Ele abria cominho para ela seguir, enquanto tocava um botão talvez de um comunicador ou um bipe.

Ela seguiu sem falar mais nada foi indo rumo ao local dito pelo segurança, não foi difícil achar, conforme caminhava ela via várias pessoas, a música tocava no lugar, dava pra sentir o cheiro de inúmeras coisas, perfume, cigarro, bebida, drogas, entre outras coisas, ela apenas ignorou e seguiu ao chegar em frente a porta os dois seguranças que a guardavam a permitiram passar, e mais no fundo existia mais um segurança, ele foi quem a parou e a revistou, assim que viu que não tinha nada perigoso ela pode seguir afrente, ela junto dela outro homem caminhou ao seu lado e assim que ela chegou em frente a porta ele a abriu, e pediu para que ela entrasse na sala, e a mesma entrou, ao entrar ela olhou a sua volta examinando o local a qual ela tinha entrado, tinha 2 homens parados no fundo da sala, cada um em um canto, de certa forma era aconchegante a sala, um tanto quanto pouco iluminada, talvez porque grande parte a iluminação vinha da lareira acesa na sala, e claro que  detinha de tapetes e cadeiras e mesa e sofás antigos de certa forma, aparentemente alguns eram bem confortáveis ao seu ver, também podia se ver estantes com inúmeros livros e outras coisas bem valiosas dentro dessa sala sem contar uma vitrola que tocava uma música bem antiga, assim existia a cabeça de um animal empalhada em cima da lareira que estava bem ao lado direito no fundo da sala bem no meio dos dois homens que era talvez os seguranças pessoais da pessoa que a chamou, ambos trajados de forma formal, a Lareira estava acesa o que pelo menos garantia uma quantia de calor a sala, ela podia sentir um cheiro de charuto um pouco de perfume masculino, e o cheiro da madeira sendo queimada, assim que deu uns passos a dentro respirando fundo e acalmando seu coração, pode ouvir a voz de um homem um tanto quanto grossa e rouca, essa voz dava a ela arrepios, não sabia o motivo disso, só sentia eles, ela olhou na direção em que vinha a voz, via uma mesa de escritório, a sua frente existia 2 cadeiras, de cada canto da mesa tinha uma abajur de escritório e bem no meio dela algumas folhas e pastas, as luzes estavam apagadas, era do outro lado da sala, oposto a lareira, ele estava lá sentado, encarando a pequena, era um homem alto, usando um terno preto, ele segurava um charuto com uma das mãos e o  fumava e a outra tinha um copo de whisky com gelo, em sua cabeça um chapéu colombo preto, seus transmitiam a sensação de olhar para um animal selvagem, eles eram intensos e penetrantes.

???– Vejo que finalmente chegou ovelhinha, e pelo visto não se atrasou nem um minuto, gosto de pessoas assim sabe, dos tipos bem pontuais – Conforme ele falava ele tragava o charuto dele, e a observava um pouco – Por gentileza não tenha medo, sente-se. – Apontava pra uma das cadeiras a sua frente

Sally– ... – Sally seguiu um pouco receosa, mas foi e se sentou na cadeira, ela olhava pra ele. – Acho que não preciso me apresentar ao senhor certo?

???– Não precisa, sei quem é e o que faz – ele coloca o copo na mesa.

Sally– Certo – Ela olhava pra ele.

Lúcifer–Meu nome e Lúcifer, sou o atual líder da família que você anda investigando, acho que notou que não somos qualquer tipo de família não – Com um sorriso carismático no rosto.

Sally– Notei, bem então o que queria realmente conversar comigo? – Cruzando os braços e olhando seriamente pra ele.

Lúcifer– Direta Gostei – Ele se senta e ele coloca na mesa o copo de bebida – Bem vamos aos negócios, não é?

Sally– Seja direto por gentileza – Olhava pra ele, se mantinha numa postura firme e controlada.

Lúcifer– Sim, sim, bem pra ser exato você conforme investigou os motivos que prendem aquela pessoa, deve ter chegado me mim, sou eu que mantem aquele homem que você tanto tenta libertar preso, mas tenho certeza de que não sabe o motivo para isso certo? – olhava pra ela, um olhar de certa forma indecifrável.

Sally– Algumas especulações, algumas podem me levar a algum lugar outras não, mas aonde quer chegar com isso?

Lúcifer– Sabe você foi a primeira que chegou bem longe, descobriu um monte de coisas sobre mim, e meus homens não conseguiram muitas informações de você, isso é bem estranho laudos médicos, família, amigos, objetivos, notas, tudo isso normalmente e fácil de se achar, mas estranhamente com você se tornou difícil, o que mais me interessou foi que você sabre dos meus negócios, mas que isso não lhe interessava nem um pouco, nem mesmo aquele que se diz o melhor investigador conseguiria esse feito, mas estranhamente você consegue – Encarava ela, pegava a bebida e tomava um gole da própria.

Sally– Eu tenho um dom pra encontrar pistas, ou talvez seja só sorte mesmo, quem sabe dizer – Não desviava o olhar, e se mantinha calma e controlada.

Lúcifer– sabe que está se colocando em perigo por conta da sua curiosidade não? – Apagava o charuto.

Sally– Sim sei, não tenho medo do perigo, mas o que pretende fazer me matar? – Arqueava uma sobrancelha.

Lúcifer– Interessante, mas não se preocupe muito com isso, meu objetivo não é esse – Ele ria um pouco

Sally– Então seria o que?

Lúcifer– Como disse antes, você consegue encontrar coisas que normalmente não são encontradas por um investigador, e como você sempre sabe onde encontrar e como encontrar, algo que quer, então eu tenho uma pequena proposta pra você – Ele se levanta indo até a estante e pega um livro.

Sally– Certo – ela olhava esperando a proposta dele.

Lúcifer– Eu quero encontrar dois itens que são de minha família a gerações, mas estão a muito tempo perdidos, e o senhor Jim que você conhece foi a última pessoa que os viu, mas infelizmente ele não colaborou e nem ao menos disse onde está, ele era um homem perigoso e por isso meu pai o evitou, ele não queria guerra com ele e por assim foi por muito tempo, mas isso acabou no dia em que eu assumi a liderança, digo parte dela – falava folheando as páginas do livro.

Sally– Então por conta dos objetos perdidos, você detém o senhor Jim e o mantem preso –ela colocava a mão no queixo

Lúcifer– exatamente, e bem eu não posso seguir com minha vida, sem ter esses itens de volta

Sally– Certo, então quer oferecer a liberdade do Jim em troca de que eu consiga esses itens de volta para você?

Lúcifer– Exatamente, você e realmente experta não.

Sally– Entendo, nem sempre sou tão rápida pra notar certas coisas.

Lúcifer– Mas digamos que não é só isso, pode ter certeza de que garantirei a sua segurança enquanto investiga, se conseguir saber onde está e conseguir recuperar ele, eu liberto o senhor Jim e ainda dou uma compensação pela prisão dele.

Sally– Ok, mais o que, afinal não acho que faria tudo isso só por conta desse item.

Lúcifer– Você está completamente correta, esse objeto e um item importante que foi roubado de minha família, sem ele qualquer um pode dizer que é o líder da família se aparecer com ele, sendo ou não do sangue dela, tanto que por conta disso a família foi dividida em 5 partes, eu quero assumir a família por completo, mas sem ele fica difícil, mas esse item não foi o único a sumir, junto dele tem um outro, e o par do item que eu citei em resumo... – Sendo interrompido por ela.

Sally– São alianças– interrompendo a fala.

Lúcifer– Sim exatamente– Olhando um pouco surpreso.

Sally– Então o que quer encontrar são um par de Alianças com o emblema de sua família, que estavam na posse do seu bisavô que morreu quando Jim era mais novo, em uma batalha contra o mesmo enquanto ele era procurado e caçado por várias máfias inclusive a de sua família – Falava completando mais ainda.

Lúcifer– Vejo que é bem informada, mas como conseguiu essas informações? – Arqueando uma sobrancelha.

Sally– Sim eu sou, de certa forma sei porque eu procurei pistas durante um bom tempo, mas agora vem uma pergunta na minha mente, e se tiver sido o senhor Jim que pegou as alianças oque fara?

Lúcifer– Eu o mataria normalmente, mas eu prefiro evitar, eu quero apenas as alianças e nada mais, garanto que ninguém irá tocar em você ou nas pessoas próximas, inclusive no Jim– Continua virando as folhas do livros que estava olhando.

Sally– Certo posso concordar com isso.

Lúcifer– Bem precisa de mais alguma coisa?

Sally– Apenas umas pequenas coisas.

Lúcifer– O que seriam? – Olhando pra ela.

Sally– Umas fotos – falava de forma firme.

Lúcifer– Fotos? – arqueava a sobrancelha curioso pelo motivo.

Sally– Sim, fotos das pessoas próximas do seu Avô, que sobreviveram no dia e que não estão mais aqui, e foto dos objetos e se tiver foto do lugar onde encontraram o corpo dele também pode ser útil, caso contrário terão que me levar até lá – depois de explicar isso ele pega o livro em suas mãos e entrega pra ela.

Lúcifer– Certo isso resolve o problema das fotos dos mais próximos e do meu avô, e o resto bem e fácil de arrumar– Ele dá um estralo de dedos e um mordomo entra na sala, se aproxima do homem ele fala algo no ouvido do empregado e o mesmo sai.

Sally– ... – Ela começa a folhear as folhas procurando as fotos que queria antes, em silencio.

Lúcifer– Ele voltara com o resto das coisas que pediu o mais rápido possível – Olhava pra ela.

Sally– Por sinal eu pretendo voltar pra casa ainda hoje se possível – Continuava a folhear.

Lúcifer– Sim não se preocupe com isso, você poderá voltar ainda hoje, mas vamos garantir pelo menos o nosso contrato, pequenina – Ele entrega para ela um contrato, com tudo descrito até então, e o que ele ofereceu em troca de conseguir as alianças de volta.

Sally– Certo– Ela parou de folhear o livro e leu o contrato, e verificou se não tinha nada de errado, ou alguma coisa que poderia ser problemática, assim que terminou assinou, e ele assinou logo depois dela, e logo voltou a procura.

Lúcifer– Bem eu espero que consiga progredir na investigação, e se por acaso não foi o senhor Jim que pegou as alianças desejo que me avise, assim eu posso garantir que o responsável seja punido. – Com um sorriso gentil no rosto.


Notas Finais


<3


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