História Borderline - Vkook - Capítulo 2


Escrita por: e KimBiscoito12

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga)
Tags Borderline, Broken, Família, Jungkook!top, Lovexhate, Namjin, Taehyung!bottom, Taekook, Vkook, Yoonseok
Visualizações 40
Palavras 2.283
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Relato de um paciente: Experiencias


Fanfic / Fanfiction Borderline - Vkook - Capítulo 2 - Relato de um paciente: Experiencias

  Paciente: Kim Taehyung

Idade: 23

Estagio: 2

Diagnostico: Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)

Comportamento e causa: Sua personalidade infantil se faz presente a todo instante junto com inseguranças e lembranças do passado. A rebeldia atacou pouca as vezes, porém, são fracas quando se vem.

O paciente está lidando melhor com que as pessoas acham sobre si, ignora olhares e comentários ruins. Mas, ainda sim, se sente incomodado e faz com que sua auto estima despenque; Uma nova etapa de tratamento ajudou, que é: Se receber um julgamento e se sentir abalado, ele deve ver o lado bom de tal o adjetivo, assim o paciente consiga se auto animar.

Anotação: Uma observação bastante importante é: Não é muito saudável ver algo bom em tudo, pois algumas situações podem ser delicadas.

 

Por: Kim Yoongi

 

 

- Taetae? – Jin deixou um selar na testa de seu filho. – Bom dia, criança.

- Ahn?... – Franziu o cenho, mas logo abriu um sorriso meigo. – Appa... – Resmungou manhoso.

- Vamos acordar? Hoje meu bebê vai a empresa com seu irmão, estou certo? – Falou baixo.

- Sim. – Sentou na cama com sua manta roxa.

- Tome um banho e se vista do jeito que quer. – Levantou e foi em direção a porta. Jin sabia que seu filho não gosta de se vestir “padronizado”, como diz o próprio.

O jovem saiu da cama quentinha pegando sua toalha e sua escova de dentes. Entrou no banheiro de seu quarto que dividia com seu irmão, abriu o registro e deixou a água cair na suas madeixas castanhas, fazendo caminho para suas costas e descendo por todo seu corpo. O sabonete esbranquiçado foi passado por sua pele acobreada, - invejada por algumas pessoas – lavava suas tatuagens com cuidado em toda extensão de seu braço. Minutos de um banho relaxante, saiu com o pano no seu quadril indo até seu armário, - com figuras de personagens de desenho animado – pegou sua camisa social com listas finas de azul e branco, um colete de crochê com cores neutras e uma calça social preta. Vestiu-se calmamente, calçou seu conserve, adicionou os brincos e trocou a joia de seu septo.

- Suga! Ainda está dormindo? – Chegou perto da cama do irmão, onde o mesmo estava embolado nas suas cobertas. – Acorde açúcar do meu café, do meu bolinho, do meu suco de limão, do meu pão doce...

- Acordei. – O mais velho sentou-se na cama com a cara emburrada.

- O Appa está fazendo o café da manhã, seja rápido e se arrume. – Sorriu.

- Tudo bem. – Viu o mais novo abrindo as cortinas coloridas. – Minha retina está queimando. – Colocou as mãos sobre os olhos.

- Deixe de baboseira hyung. – Jogou o travesseiro de biscoito no irmão.

- Aish, seu sapeca. – Levantou e deixou um selar na bochecha do outro. – Avise ao Appa que vou daqui alguns minutos. – Falou de costas andando até o banheiro.

- Sim. – Se virou para sair. – Quase esqueci. – Correu a frente do espelho e colocou seu curativo neon em seu machucado e borrifou seu perfume com cheiro de vinho doce em seu pescoço. – Pronto. – Se observou no espelho, porém, não estava satisfeito. – Está tão... insuficiente. – Mesmo assim, sorriu meigo.

Se dirigiu a porta e saiu, andou pelo corredor colorido por eles.

 

“Era sábado da manhã, Seokjin comprou uma casa em um condomínio no centro de Seul. Foram no mesmo dia levar suas coisas a nova residência, adentraram o local totalmente branco e silencioso.

- Essas paredes são sem graça. – Taehyung passou a mão pelo corredor junto com Yoongi que também concordou.

- Podem customizar se quiserem, trouxe tintas neons. – Jin abriu a sacola com varias cores de tintas.

- Podemos começar agora? – Suga olhou para seu pai e sorriu arteiro.

- Ainda n-

- Deixe, por favor. – Tae pediu manhoso.

- T-tudo bem, não façam bagunça. – Os irmãos comemoravam.

Não demorou para a parede daquele corredor sem graça estar cheios de desenhos infantis e engraçados.

- Olha hyung! Um coelho! – Apontou para um desenho.

- Eu fiz o sol e a lua. – Apontou Suga.

- Vou fazer o que o Appa mais gosta. – Taehyung começou a desenhar algo.

- O que é? – Jin chegou perto para ver.

- Comidas! – O mais novo desenhou bolos e cupcakes.

- O que? – Os filhos riram da cara indignada de seu Appa. “

 

Foi tirado de seus devaneios por Jin.

- Venha comer, o café ira esfriar. – Sorriu deixando o famoso bolo de cenoura com chocolate na mesa.

- Woah! Dessa vez não vou esperar o Yoongi. – Tentou pegar um pedaço, mas um tapa fraco foi transferido em sua mão.

- Espere seu irmão... – Jin colocou a mão na cintura e negou brincalhão.

- Suga hyung vem logo! – Gritou.

- Estou aqui, calma. – Yoongi apareceu com sua roupa social, sua pasta e seu cheiro de baunilha.

- Ainda bem! – Ergueu as duas mãos aos céus e sentou arrumando seu óculos.

- Vai com calma. – Riu seu Appa.

Conversaram calmamente na mesa, bebericando seus cafés e mordendo pedaços de bolo. Jin aceitou Taehyung arrumar emprego, confia em seu filho e em seu potencial, mas não deixa de ficar preocupado com as coisas que irão acontecer no futuro. Yoongi está no mesmo que seu pai, porém, com a ajuda de Hoseok, o dia dia de seu irmão pode ser agradável para ambas as partes.

- Que horas hyung? – Perguntou dando sua ultima golada me seu café.

- Quase oito, acho melhor não nos atrasarmos para sua entrevista. – Pegou as chaves de casa.

- Certo. – Levantou e deixou um beijo na testa de seu Appa. – Tenha um bom dia, nos vemos mais tarde. – Pegou sua bolsa de ombro com vários chaveiros e sua mascara preta.

- Tchau meninos, se cuidem. Boa sorte! – Sorriu para os dois.

Os dois saíram do condomínio de classe media, cumprimentaram o porteiro e foram a calçada movimentada. Para Taehyung, as pessoas que passavam eram como vultos que falavam alto de mais. Segurou a barra da camiseta de Yoongi e o seguiu meio desengonçado por causa da diferença de tamanho, estava feliz por sair de casa mais uma vez sem causar nenhum conflito, - que particularmente, era muito desconfortável. Atravessaram a faixa de pedestres junto com os ciclistas e vários seres humanos, chegando do outro lado, andaram mais uns minutos até que chegaram um prédio moderno que ficava bem no centro.

- Chegamos. – Seu hyung comentou. – Preste atenção: Seja educado, cumprimente todos e o mais importante... – Sorriu. – Qualquer coisa me chame.

- Certo. – Falou contra a mascara.

- Vamos entrar. – O outro seguiu em frente passando pelas portas de vidro ainda com o mais novo segurando a barra de sua camiseta.

- Aqui é grande. – Murmurou.

- Bom dia! – Hoseok desejou aos dois. – Prazer Taehyung, meu nome é Jung Hoseok. – Estendeu a mão para o mais novo.

- Prazer. – Respondeu. – É o namorado do hyung? – Uma verdadeira criança.

- Taehyung, seja educado. – Yoongi ficou envergonhado. – Ele é meu parceiro de trabalho.

- Estou sendo. – Olhou para o mais velho.

- Tudo bem. – Hoseok corou.

- Viu? Ele falou que estava tudo bem, não foi Hobi? – O outro assentiu e até achou fofo o apelido que Tae o chamou.

- Vamos. – Suga chamou os dois para o seguirem.

- Bom dia, moça! – Taehyung falou para mulher que instantaneamente virou a cara. – Hyung, eles não são educados. – Fez um bico em baixo da mascara.

- Acostume-se. – Riu Yoongi achando graça.

- Não vou ser educado com quem não é comigo. – Ficou emburrado.

- Tudo bem não ser respondido, nem tudo na vida precisa de respostas. – Hoseok o aconselhou.

- Gostei de você. – A qualquer momento poderá não gostar mais.

Entraram no elevador e clicaram no botão do andar correto, a musica chata costumeira soava pelo cubículo de metal. O mais novo estava elétrico, se não o aceitarem? Era a pergunta que rondava em seus pensamentos vazios, por conta do nervosismo, brincava com seus lábios mordendo-os, deixando ainda mais vermelhos. Não demorou, o barulho das portas se abrindo fez presente.

- Taetae, é o seguinte... – Yoongi chamou atenção de seu Dongsaeng. – Você tem que seguir sozinho a partir daqui. – Explicou cautelosamente.

- A nã-

- Eu e Hoseok não sairemos daqui, vamos esperar você voltar. – Falou devagar. – Ouviu bem? Não iremos sair daqui sem você, se acalme. – Assentiu o mais novo. – O dono vai ficar com você, conversar e trocar informações. – Arrumou a mecha de cabelo do mais novo. – Pode ir.

- Boa sorte Taehyung! – Hoseok desejou sorrindo grande.

- Obrigado. – Murmurou.

Andou no corredor com quadros abstratos e prêmios da empresa, se sentiu tenso, nunca estivera tão “sozinho” em um lugar como aquele. Viu uma porta preta, antes de bater, uma mulher de cabelos verdes com lagrimas no rosto abriu, ela sentou ao lado na cerâmica escura.

- Está tudo bem? – Taehyung abaixou-se para ficar de frente a menina. – O que houve?

- N-nada. – Soluçou.

- Claro que houve, ninguém chora sem um motivo. – Tirou lenços com cheiro de bebê e entregou a mulher.

- Descontaram de meu salario. – Aceitou o lenço.

- É só um pedaço de papel que abduzem as pessoas. – Fez a garota rir fraco.

- Obrigado, meu nome é Jeon Jiyoon. – Levantou a cabeça.

- Kim Taehyung, prazer. – Respondeu abafado.

- Vai fazer a entrevista? – Perguntou.

- Sim. – Assentiu.

- Acho melhor entrar ou vai e atrasar. – Riu já não chorando mais.

- Deus! – Exclamou ajudando a garota se levantar. – Muito prazer. – Curvou-se.

- Espero que seja contratado. – Sorriu.

A garota foi embora deixando-o sozinho novamente, tomou coragem e deixou batidas leves na grande porta. Um entre foi escutado do lado de fora, mordeu os lábios novamente e entrou no escritório com objetos escuros. Um homem com pele branca e cabelos negros estava em uma grande cadeira de couro.

- Kim Taehyung? – A voz satisfatória entrou em seus ouvidos.

- S-sim. – Gaguejou.

- Sente-se. – A primeira coisa que Jeon pensou foi: “Que esquisito, por que não tira essa mascara?”.

- Certo. – O barulho de seus converses no chão se fez presente, calmamente sentou na cadeira. Tirou a mascara e guardou, a primeira coisa que Jungkook olhou foi o curativo neon em sua face, soltou um risinho.

- Veio a vaga de secretario? – O outro assentiu. – Seu currículo fala que não tem experiência de empregos, mas... fez as áreas de administração quase toda. – Taehyung por um momento ficou preso naquele cheiro amadeirado forte e um pouco doce que o homem exalava. – Qual suas intenções? Esquisitinho.

- De ajudar o máximo o desenvolvimento da empresa e ajudar você o máximo que eu puder. – Fitou o homem. – Ser esquisito as vezes é bom, pelo menos não sai de uma fabrica de robôs que fazem sempre as mesmas coisas. – Sorriu doce, aquele gesto irritou Jungkook.

- Primeiro: Meu nome é Jeon Jungkook e segundo: Não me responda quando falo algo. – A maneira seca que aquele rapaz de direcionou a Tae o deixou com uma espécie de dor.

- Apenas me defendi, chefe. – Jeon achou bom escutar a voz grossa de Kim falar aquele nome. – Tenho o total direito de fazer isso. – Tombou a cabeça para o lado, um gesto infantil.

- Entendi. – Falou com desdém. – Comece tudo amanhã, as oito e ponto sem nenhum atraso. – O rapaz com cheiro de vinho doce sorriu.

- Obrigado. – Taehyung agradeceu rodando na cadeira giratória. – Onde irei ficar?

- Nessa sala, naquela mesa. – Apontou para o meio do enorme local. – Mas quando precisar de privacidade, irei te mandar para a mesa de fora. – Fitou Taehyung.

- Tudo bem, até amanhã Kook. – Brincou Taehyung levantando da cadeira do escritório.

- Nada de apelidos em publico. – Foi seco.

- Não estamos em publico, bobinho. – Riu. – Que eu saiba. – Andou até a porta.

- Não quero que me chame assim, nunca. – Respondeu.

- Mas eu quero. – Taehyung ficou sério, a pose rebelde se fez presente.

- O nome é meu, eu escolho o que as pessoas me chamem. – Escutou uma risada seca, diferente da que ele escutou antes.

- Se fosse assim, por que deixou sua mãe te dar um nome? Já que é o bonzão, por que não escolheu seu próprio nome? – Debochou vendo o outro arregalar os olhos de pura raiva. – Bom trabalho, coelhinho. – Fechou a porta.

- Mas que merda... – Murmurou raivoso.

Um garoto com roupas de nerd com óculos redondos, piercings e tatuagens. Uma mistura louca tudo em um ser só, Jungkook ficou intrigado sobre o tal de Taehyung, a personalidade mudada drasticamente, da água para o vinho. Não admitiria que em voz alta ele era bonito, até de mais.

A partir que Taehyung fechou a porta soltou ao ar que nem ele sabia que estava prendendo. “Mas que cara chato! Eu hein, quem ele pensa que é de ficar falando de minha aparência?!” Deu língua para a porta, mas não sabia que tinha uma câmera  virada para si e um auto falante.

- Ele é louco ou o que? – Jungkook se perguntou vendo pelas filmagens, pegou o microfone e ligou o auto falante. – Kim Taehyung, eu estou vendo. – Viu o menino se assustando e riu com o objeto ainda ligado.

- Aishh! – Se irritou com aquela risada até gostosa de se ouvir e deu o dedo a câmera.

- Olha a audácia desse garoto? – Jeon pegou no peito fingindo estar ofendido. – Kim Taehyung, eu também vi isso.  – Não ligava se a empresa toda estava ouvindo.

- Era para ver mesmo! – Gritou batendo na porta mas logo saindo.

- Isso vai ser divertido, bastante divertido. – Jeon riu sozinho.

'

 

 

 

"Quando as cortinas se fecharem

Vai ser pela última vez

Quando as luzes se apagarem

Todos os pecadores rastejarão

Então eles cavaram as suas sepulturas

E os mascarados

Virão apontar

O estrago que você fez"

 

 

 

 

 



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