História Born at Midnight - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Blackpink, Wanna One
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jisoo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Lisa, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Seongwoo, Sungwoon, Taemin Lee
Tags Ação, Aventura, Drama, Jikook, Namjin, Romance, Sobrenatural, Vmin, Yoonseok
Visualizações 37
Palavras 619
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção Adolescente, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Terror e Horror, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capítulo 7


Fanfic / Fanfiction Born at Midnight - Capítulo 7 - Capítulo 7

— Sim, provas seriam bem-vindas — Concordou Jimin, incapaz de tirar o sarcasmo da voz — Mas você vai me dizer, com certeza, que não poderá me dar provas, certo? Vai fazer um pequeno discurso sobre a necessidade de acreditarmos nessas coisas de qualquer jeito, não é?

— Não, na verdade estava pensando mesmo em lhe dar uma prova — A voz de Seokjin exibia uma estranha calma, que fez Jimin respirar fundo e sentir medo.

E se Seokjin estivesse dizendo a verdade? E se... Jimin se lembrou de como o garoto de pele pálida estava fria no ônibus. Mas não. Não iria acreditar naquilo. Vampiros e lobisomens existiam na ficção, não na vida real.

O ruivo tirou um celular do bolso da calça jeans e fez uma ligação.

— Pode mandar Yoongi à sala de aula do escritório? Obrigada.

Recolocou o aparelho no bolso.

— Agora, todos vocês estão convidados a ficar e ver o que vai acontecer. Mas, se quiserem sair, um assistente está à espera de cada um de vocês lá fora. A função deles é responder às suas perguntas.

Jimin os viu olhar uns para os outros e decidir ficar. Sentiu-se melhor por não ser o único a ter dúvidas sobre o assunto. Depois de longos minutos, durante os quais o silêncio invadiu a sala como uma névoa, Jimin ouviu o som de passos na frente da sala. A porta se abriu e o garoto loiro do ônibus — o de olhos estranhos —, entrou.

— Olá, Yoongi! Bom ver você de novo — Disse Seokjin sinceramente.

— É bom estar de volta — Virou-se para Jimin, que quase perdeu o fôlego ao notar que os olhos dele estavam pretos a ponto de nem parecer humanos.

Agora ele estava estranhíssimo.

— Eu ficaria feliz se você nos fizesse o favor de demonstrar seu dom especial.

Os olhos não humanos de Yoongi não se desviavam de Jimin.

Ele sorriu.

— Então você tem aqui pessoas incrédulas, não é? — Voltou-se para Seokjin — O que gostaria de ver?

— Por que não deixamos Jimin decidir? — Seokjin o encarou — Jimin, este é Min Yoongi, especialista em metamorfoses, um dos melhores que existem. Pode se transformar em praticamente tudo o que você imaginar. Diga no que gostaria que ele se transformasse.

Jimin alternava o olhar entre Seokjin e Yoongi. Vendo que aguardavam sua resposta, fez um esforço para falar.

— Num... Unicórnio.

— Unicórnios não existem — Disse Yoongi, num tom de quem se sentia ofendido com a escolha.

— Existiam — Intercedeu Seokjin, como que para defender Jimin.

— Que merda — Exclamou Yoongi — Existiam mesmo?

— Sim, que merda — Repetiu Seokjin — Mas vamos melhorar nossa linguagem — Sorriu — Basta pensar num cavalo com um chifre na testa. Sei que pode fazer isso.

Ele concordou com um gesto de cabeça e, juntando as palmas, revirou os olhos negros. De repente, o ar da sala ficou rarefeito, como se algo houvesse sugado todo o oxigênio. Jimin o olhava fixamente, embora tudo dentro dele lhe recomendasse para não fazer isso. Então, sua curiosidade, sua necessidade de saber evaporou-se na atmosfera quase irrespirável. Só agora entendia o sentido da frase “A ignorância é uma bênção”. Queria continuar ignorante. Não queria ver, não queria acreditar.

Mas viu.

Viu fagulhas cintilando em volta do corpo do garoto, como se um balde de purpurina tivesse sido despejado em torno dele, como se mil lâmpadas se acendessem refletindo cada fragmento da purpurina em suspensão. Centenas de partículas em forma de diamante o envolviam. Aos poucos, foram se depositando no chão e ali onde Yoongi estava antes surgiu um enorme unicórnio branco, com um chifre cor-de-rosa bem no meio da testa.


Continua...




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