História Born To Die - Larry Stylinson - Capítulo 1


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Categorias Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Louis Tomlinson
Visualizações 17
Palavras 2.966
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, LGBT, Poesias, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


História disponível tb no Wattpad

Espero que gostem! Notas de autor por ultimo

Capítulo 1 - When we were childs


Fanfic / Fanfiction Born To Die - Larry Stylinson - Capítulo 1 - When we were childs

  10th December 1885 - DONCASTER


- Mamã Jay! Leia uma história para mim, por favor. - suplicou o garotinho com um beicinho desenhado sobre os seus lábios finos.


- Oh, meu anjo, mas eu não escrevi outras histórias ainda.


- Invente para mim então!


Os olhinhos azuis brilharam intensamente e através deles poderia-se ver o entusiasmo provindo da alma sonhadora. Johannah não resistia àqueles olhos redondos de um azul infinito, inconfundíveis com o mar e o beicinho suplicante derretia o seu coração bondozo. Ela sentia-se exausta depois de um longo dia de trabalho sacrificando a vida pelos seus filhos, como todos os outros dias e desejava muito dormir mas deixar Louis desiludido não a faria descansar.


Sentou-se na beira do colchão rijo e suavemente acariciou os cabelos sedosos e acastanhados, beijando-os de seguida. Encarou as belas íris azuladas do menino e sorriu dócil como sempre, sendo correspondida por outro sorriso de dentinhos de leite esbranquiçados.


- Então... - a mulher pensou um pouco e de seguida respirou fundo, iniciando. - Hoje irei contar a lenda do Sol e a Lua.


- Mamãe, o Sol e a Lua? - retrucou com uma careta formada no seu rosto, Jay riu deleitosamente.


- Sim meu bem. - afirmou sorrindo maternamente. - Há muito tempo atrás existia uma pequena aldeia mágica com um poder único em que a beleza de todos os aldeões eram compatíveis com as suas almas.


- O que isso quer dizer? - questionou o menor confuso.

- Quer dizer que um aldeão de alma pura seria puramente bonito, já um aldeão de alma suja seria-

- Feio?

- Exato! - exclamou a mulher orgulhosa. - O Sol era um rapaz muito charmoso, elegante e chamativo. Ele transmitia uma beleza única tendo este uma alma totalmente pura, era alegre e estava sempre pronto para ajudar e amar o próximo. A sua pele era como um diamante raro, brilhava intensamente como o seu coração bondoso e caloroso. Já a Lua era uma menina bonita mas infelizmente triste. Ela tinha realmente uma alma boa, porém não era pura, pelo contrário era tão estragada e magooada. Os olhos da rapariga eram cinzentos e entrestecidos, a pele pálida sem cor, os lábios ressecados e descaídos. A feição pintada num rosto tão bonito era de partir corações.

- Mamãe, mamãe! - chamou Louis entusiasmado. - Eu sou o Sol não sou?

- Claro que sim, o meu precioso Sol. - o pequeno sorriu enorme e por um momento os olhinhos azuis brilharam curiosos.

- Continue mamã Jay!

- Num dia alegre e curto para alguns, lento e desgastante para outros, o Sol finalmente conheceu a Lua e no primeiro segundo que a viu apaixonou-se profundamente quando observou-lhe sentada sobre a areia dourada vestida de branco esvoaçante. Eles conversaram e partilharam bons momentos e no fim das contas apaixonando-se. Eram completamente diferentes, um apoderecia de tristeza e outro crescia de felicidade mas ambos descobriram que precisavam um do outro apesar das diferenças, o Sol tornou-se mais maduro tendo uma noção maior da realidade, a Lua pôde sorrir verdadeiramente. Ele doou maior parte do seu brilho para a sua amada e declarou-se a ela. Assim, viveram os dois felizes apesar das dificuldades.

Jay encarou o seu pequeno filhote e sorriu vendo-o enrolando na coberta, com apenas a cabeça destapada. O nariz levemente avermelhado, os lábios finos de gatinho babando um pouco pelo sono invasivo e as bochechas redondas coradas do frio. Ele ainda mantinha os dois oceanos entreabertos encarando a mulher que mais amava à sua frente, combatendo para não adormecer rapidamente.

- Durma querido. - aconcelhou a azulada.

- Uhm. - resmungou inconscientemente. - Lição de... - interrompeu-se com um enorme bocejo. - moral.

- Não há lição. Mas tenho a certeza que irá encontrar alguém que possa iluminar, fazer sorrir e amar de verdade. Uma Lua. A menos que encontre outro Sol. - sussurrou calmamente.

Quando olhou novamente o pequeno e certificou-se que o mesmo dormia profundamente e confortável, decidiu levantar-se cuidadosamente e seguir com passos de lã até a porta de madeira velha deixando por sua vez o quarto, depois de encarar o seu bebê com imenso amor e apagar o candeeiro a óleo.

P☆a☆s☆s☆a☆g☆e☆m
d☆o
T☆e☆m☆p☆o


28th September 1887 - DONCASTER



A esfera de fogo ardente emergia sobre o azul salgado e intenso descendo pelo céu e anunciando a chegada da noite, espraiava cor-de-rosa, arroxeado que lentamente desaparecia, cor melão e puro dourado estendendo-se pelo horizonte. Era tão bonito presenciar uma das belezas da mãe natureza e perder-se no colorido, Louis e Lottie questionava-se imensas vezes como as pessoas podiam ignorar algo que tinham direito a encarar todos os dias, ou como existiam humanos que poluíam aquilo que os inspirava para seus próprios interesses.


Era algo inacreditável na mente de dois anjos que não tinham noção da crueldade em que viviam.

Os dois irmãos brincavam às escondidas no pomar próximo de casa, o favorito sítio deles. Por alguma razão aquele lugar transmitia-os uma sensação de paz e conforto, e não havia maneira de contradize-los quando ouvia-se o canto dos diversos pássaros que pousavam nos ramos encarnados e construíam os seus ninhos, os coelhos brancos que saltavam por entre os arbustos, as borboletas com asas de padrão incríveis e os belos rouxinóis cantarolando pela manhã na janela do quarto dos azulados. Era impossível não transmitir tanto amor por um lugar como aqueles.

Mal o Outono tinha chegado e os irmãos apressaram a sua ida ao pomar só para assistirem as primeiras folhas caírem, debruçárem-se delicadamente nos ramos e caindo esvoaçantes até alcançarem o chão. O melhor e mais chamativo era a folhagem esverdeada passando a um intenso alaranjado, marrom, escarlete, ocre e entre outros tons. Os quatro enormes olhinhos azuis brilhavam como diamantes pela capacidade da mãe na natureza que consegue ser sempre cativante.

No momento encontravam-se brincando às escondidas no pomar enquanto a noite aproximava-se a cada segundo. Era a vez de Louis contar mesmo depois de ter apanhado a sua maninha escondida nos arbustos com os olhos reprimidos e tremendo de adrenalina, sem contar com o berro que deu quando Louis assustou-a. As regras eram assim, três vezes a contar a cada um e depois trocavam.

- 34,35,36,100! Aqui vou eu! - anunciou atrevidamente deixando um riso maldoso escapar por entre lábios.

Ele sabia o quanto Charlotte odiava quando ele era batoteiro.

Olhou atencioso ao redor como um predador que prepara-se para caçar a sua presa e não vendo nenhum sinal da sua irmã, pisou os galhos secos determinado e correu pelo pomar fora. A adrenalina corria-lhe pelas veias fazendo-o correr cheio de pura vontade, devido a este hormônio poderoso que comandava o seu corpo, os passinhos eram rápidos e criavam uma confusa sintonia com a respiração alta e atrapalhada da criança. Uma risada escandalosa foi ouvida até alguns metros de distância, ecooando no profundo escuro que era capaz de iluminar-se com aquele som que curava vários corações.

Louis demorava cerca de dez minutos, no máximo, para encontrar Lottie. Geralmente a pequena escondia-se atrás de uma grande árvore ou de esverdejantes arbustos. Mas, desta vez, ele passara exatos quarenta minutos procurando-a. Correndo a uma velocidade mais lenta e suspirando de cansaço desejando que a mesma aparecesse, cada parte do seu corpinho transpirava e pedia para voltar para casa.

- LOLO! É SÉRIO, ONDE VOCÊ ESTÁ? ESTOU FARTO DE A CHAMAR!

Nada, além de um pequeno remexido vindo dos arbustos que o assustou.

- Eu sabia! - sorriu traquino andando até ela mas gritando internamente quando viu uma criatura pular para fora dos arbustos.

O coração bombeava a grande rapidez e a respiração aumentou, estava assustado. Quando olhou para o solo calcário viu uma criatura pequena, peluda e branca comendo uma cenoura.

Era apenas um coelho, que bobo.

Abanou a cabeça negativamente mostrando-se corajoso e virando o rosto erguendo-o um pouco para cima, numa pose convencida, enquanto o animalzinho comia a cenoura incoscientemente.

Caminhou firmemente pela erva e as raízes presas ao solo firme mas acabou por desistir, era impossível encontrar a loira que persistia em esconder-se de um Louis cansado e confuso. Ele suspirou preparando-se para inverter o percurso e voltar a casa, iria contar tudo à sua mãe e quando Charlotte chegasse a casa levaria uma bronca da mesma, que permitiria o Louis rir dela e fazer piadas cada vez que a viria.

Mas não foi isso que aconteceu.

Quando inverteu a caminhada algo chamou-lhe à atenção. Uma rajada de vento atingiu toda a vegetação e as árvores remexeram-se, as folhas acompanharam a sintonia do vento que assobiou fortemente, estabelizando-se de seguida, após isso foi o remexido das águas doces e limpídas que escutou. Ele virou-se imediatamente e arregalou os olhos abrindo a boca num perfeito "O" quando apercebeu-se de um belo rio a alguns metros de distância, ele conhecia bem aquele pomar e mal sabia da existência do percurso de água doce.

Percorrera assim tanto? Abusara assim tanto dos mistérios da bela natureza do pomar?

Não importava, definitivamente não. A curiosidade atingia-lhe intensamente e dáva-lhe calafrios de adrenalina, ele correu rapidamente até o rio e pensou como atravessá-lo pois mergulhar no mesmo à noite era um pouco, ou melhor, demasiado assustador e além disso ele nem sabia nadar.

Ele olhou para cima vendo a Lua cheia e esbranquiçada iluminando o céu limpo que retletia no rio, acompanhada por diversas estrelas encantadoras, ao lado esquerdo havia uma velha árvore de tronco alto e rugoso, no seu cimo uma copa verde escura e desgastada e num dos diversos ramos uma corda grossa com um nó formado.

Estranhou a corda imaginando para que servia, não obtendo algum pensamento correspondente à realidade mas por outro lado encantou-se pela mesma, como um velho pescador encanta-se por uma sereia mortífera cego pela sua voz e beleza. Ele olhou hipnotizado para a árvore que devia ter milhares de anos e continuava firme no solo, caminhou até a mesma e agarrou um dos seus galhos colocando as pernas ao redor do tronco, agarrando-se ao mesmo, colocou a mão sobre dois galhos de lados opostos e apoiou-se neles alcançando-os com os dois pés e levantou-se equilibrado. Aproveitou todos os galhos à sua vista agarrando-se nos menos e escalando a árvore até chegar ao galho do lado direito com uma corda enorme. Ele pensara em pular no nó que estava mais abaixo mas não existia nenhum galho para ajudá-lo, então teria que escalar a corda de cima para baixo o que seria muito difícil.

Sentou-se no galho forte e grosso, esquivou-se agarrando a corda rugosa firmemente e pulou do galho, infelizmente a força que emitia para segurar-se não foi o sufeciente o que o fez escorregar feroz e veloz. O menor sentiu as mãos escorregarem na textura rugosa formada por fios de fino linho que arranhou as mesmas num segundo, ele gritou estrondoso pela dor e o susto que levou e quando abriu os olhinhos redondos e azuis que lacrimejaram espantados, os cílios enormes e negros molhados pelas lágrimas e erguidos, desejou nunca ter ido para ali.

Sem mais forças olhou o nó abaixo colocando os seus pés no mesmo e sentando-se como se fosse um baloiço. Olhou as mãos apavorado por o que acabara de acontecer e notou em arranhões e um filete de sangue escorrendo por cada uma das mãos, estava ardendo como o inferno mas ele seria um menino forte e não desistiria de tentar atravessar aquele maldito rio.
Agarrou-se aos lados da corda e provocou impulso fazendo esta abanar de um lado para o outro, balonçando, quando viu que estava alto mas perto o sufeciente da terra do outro lado decidiu colocar-se em pé e saltar no momento certo com toda a coragem que tinha.

Quando abriu os olhos notou que o seu tronco estava na terra porém as pernas encontravam-se no lago completamente aguadas, agarrou-se nas raízes do chão com o corpo doloroso e a pele de anjo ferida e fez força para puxar o corpo para fora do rio, quando notou que um dos seus pés estava sendo agarrado debaixo do lago.

De momento pensou que era algum monstro e gritou com o pensamento mas remexendo um pouco o pé percebeu que era alguma coisa debaixo do rio pregada ao solo que o agarrava, ele tentou soltar-se mas não conseguiu. Teve muito medo de estar ali, afinal era uma noite escura e um lago que no momento coloria-se de negro, ele estava preso e tinha medo do que havia ali em baixo, medo de ser puxado e afogar-se. Ficou aflito, apavorado, e gritou estridente pedindo por ajuda chorando aflito como se o ar fosse acabar tentando puxar mais as pernas para a superfície mas piorando a situação. Conseguiu soltar-se do objeto depois de várias tentativas mas por consequência da força que fez e a intensidade que o objeto soltou-se, acabou por cair no rio movimentado.

- SOCORRO! - gritou tentando combater contra a corrente e por sorte agarrou-se numa raíz do solo na margem do rio. - AJUDA! SOCORRO!

A raíz em que se agarrava não era o sufeciente, o que fez o seu corpo afundar-se e afogar nas águas doces, não conseguia tocar com os pés no solo, a sorte era sua mão sangrenta ainda estar naquela raíz e a corrente não levá-lo. Ele voltou à superfície gritando por socorro e afundando de novo engolindo alguma água, retornando a voltar e tossir, procedendo o mesmo de seguida, afogando-se aos poucos aflitamente. Por mais que tentava chegar à margem a corrente não deixava pois era forte demais.

Estava quase afundando-se no rio e a ser levado pela corrente quando sentiu duas mãos agarrando no braço esticado e agarrado à raíz, sentindo o corpo sendo puxado para fora da água. Por sorte não engoliu muita água para desmaiar no chão, tossiu o que tinha no corpo e quando olhou para cima viu um garoto com um candeeiro a óleo encarando-o preocupadísssimo.

- Ei, você está bem anjo?

Observou o mesmo abaixar-se à sua frente e levantando o seu rosto delicadamente, com as mãos macias de algodão posicionadas no rosto molhado e a expressão desorientada desenhada, demonstrava fraqueza, não tinha mais forças.

- N-não. - tossiu novamente olhando o profundo dos olhos verdes iluminados pela luz do candeeiro.

O rapaz suspirou levemente e puxou a criança para o seu corpo abraçando-a de modo a aqueçê-la.

- Está tudo bem, já passou.

Louis fungou levemente aconchegando-se nos braços quentes e pequenos porém protetores, chorou assustado sentindo o coração saltar nervosamente.

- F-frio. - disse baixinho.

O outro olhou-o preocupado e retirou o seu casaco rapidamente cobrindo o corpo do menor abraçado ao seu e protegeu-o com os braços.

- Qual é o seu nome, anjo? - perguntou carinhosamente não obtendo resposta. - Você consegue falar?

Por um momento pensou que o menor havia adormecido mas viu ele remexer-se no seu abraço e direcionar a cabeça para cima ficando com o queixo no seu peito.

Encontrou os olhos azulados e sorriu ao ver que eles eram enormes e redondos com cílios negros e esvoaçantes.

- Louis. - o menor encarou as pérolas esverdeadas e retríbuiu o sorriso fraco.

Azul no verde. Verde no azul.

As cores dos seus olhos entrelaçavam-se inundando uma na outra, como se fossem cores feitas uma para a outra. Eles eram tão pequenos e ambos já possuíam um coração enorme.

- E o seu?

- Harry. - respondeu acariciando os cabelos achocolatados, queria que ele sentisse conforto.

- Harréy. - disse brincalhão e riu baixinho.

- Harry. - prenunciou de maneira certa corrigindo-o.

- Eu prefiro Harréy. - retrucou rindo.

- Então eu prefiro hum, Louéh.

- Ew, não. - disse contorcendo a feição em rejeição fazendo Harry rir levemente.

- Você tem quantos anos?

- Não.

- Não o quê? - questionou confuso.

- Os meus anos é não. - respondeu desviando os olhos e colocando a cabeça no seu peito, ouvindo a pulsação calma do maior encantado pelo som relaxante.

- Calma, foi a mamãe que lhe ensinou isso? Não sou nenhum homem com bigode a vender doces só para envenená-lo.

Os dois riram e Louis olhou-o.

- Você tem doces? - falou faminto e o encaracolado riu.

- Aqui não, mas se você falar a sua idade e onde vive eu posso dá-lo depois. E não, eu não vou rapetá-lo ou tentar matá-lo, apenas levá-lo a casa.

- Cinco anos, e vivo depois do outro lado do pomar. - respondou rapidamente.

- Está brincando? Você mergulhou só para chegar a este lado?

- Eu saltei, pela corda.

O mais velho encarou a corda do outro lado pendurada numa árvore visivelmente incomodado, como se alguém tocasse na profunda ferida da sua alma.

- Você não deveria ter feito isso, Louis. - falou seriamente.

- Mas...

- Nada de mas, é sério. Nunca mais faça isso. - avisou olhando no fundo dos seus olhos deixando o pequeno desentendido que acabou por aceitar despreocupado.

- Eu quero a minha mãe. - implorou com a voz embargada pronto para outra crise de choro.

- Eiei calma, está tudo bem. - tentou acalmá-lo e levantou-se estendendo a mão para o outro que pegou rapidamente e levantou-se. - As suas mãos, você magoou-se?

- Sim. - confirmou com um beicinho magooado.

- Tem umas luvas no casaco, vista-o primeiro.

Fez o que Harry pediu e assim que retirou as luvas cobriu as suas mãos geladas e magoadas agradecendo ao maior.

- Vamos, conheço um caminho.

O azulado agarrou-se ao braço de Harry quando escutou um barulho de algum lobo uivando, os dois caminharam pela imensa escuridão sem se separarem. Harry verificava se o pequeno estava bem e Louis apenas o seguia notando que às vezes o mesmo parecia perdido em devaneios nada bons, sentiu que fosse por causa daquela corda mas preferiu não perguntar.



Notas Finais


Oi oi! Tudo bem pocs?

Então para me apresentar: Eu sou a Marília mas podem tratar-me por Marii. Sou portuguesa mas amo falar br e tenho muitos amgs virtuais br.

O que vocês acharam do capítulo?

Para deixar claro o cap é uma demonstração da primeira vez que eles se viram. Obv que isso vai ser algo importante pra intensificar o romance ksjsjs

E sim eu falei rapariga sabendo o que significa ai, se acostumam pocs!

Eu to tao feliz por ter acabado esse cap venho tentando ha uns quase 2 meses escrever, e sempre apagava mas finalmanete terminei saporra. To rebolando minha bunda por isso flnd serio.

( ._.) Enfim eu amo voces, até a proxima. Prox cap nao demora.

Todo o amor, Marii xx.


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