História Born to die - Capítulo 5


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Categorias Histórias Originais
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Palavras 631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Magia, Mistério, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 5 - Year zero II


Fanfic / Fanfiction Born to die - Capítulo 5 - Year zero II


Era 6:55 AM, eu levantei da cama e coloquei uma Jaqueta, aquela mulher que havia me acolhido estava me esperando na porta.

- mulher: bom dia Amanda, vou te dizer logo o que eu disse que ia te falar hoje...

- Amonia: é Amonia, pode falar

- mulher: eu falei com Medson um pouco mais cedo hoje, e ela te explicou mais ou menos sobre aqui... O dono não gosta de ser visto, entende? A sala dele é proibida por nós, e só Medson pode entrar então fique fora do caminho dele, aqui você pode vender bebidas ou ser uma stripper, pode ser recepcionista da entrada também você quem sabe, sua grana vai estar na sua conta quando fizer o seu trabalho, aqui é sua nova casa então cuide do lugar e se ver algo de errado me avisa imediatamente, irá ter que ir a escola também. Qualquer dúvida pode perguntar pra mim ou Medson

- Amonia: e qual o nome dele?

Eu tive uma sensação de que Medson mentiu pra mim, espero estar errada

- mulher: é Mick

- Amonia: ah sim, obrigada

- mulher: não há de quê

Eu saí do quarto e fui a procura de Medson, mas não tinha achado então fui ajudar a balconista limpar o balcão.

- Medson: Olá

- Amonia: bom dia, eu estava te procurando

- Medson: eu estava resolvendo umas coisas, a Marcella me contou que te explicou como funciona

- Amonia: pois é, não entendi muito bem nada do que ela disse, principalmente do dono

- Medson: não tem o que saber dele, ele é tudo que a gente tem... Quero dizer que ele deu oportunidade pra nós

- Amonia: a gente sempre foi independente, agora tem regras?

- Medson: é, o mundo mudou bastante e agora dependemos de dinheiro pra sobreviver e ter o que quisermos

- Amonia: dinheiro?

Medson havia tirado 50 dólares do sutiã e dado pra Amonia

- Medson: isso é dinheiro, e é necessário

- Amonia: ah sim, vou voltar a limpar aqui

- Medson: eu vou subir e dar o café da manhã para o Mick

Medson saiu e levou uma jarra escura numa bandeja, eu senti uma energia naquele jarro, e era como se fosse o meu tipo de comida

- Amonia: eu já volto Melanie

Coloquei o pano em cima do balcão e subi para ir atrás de Medson, subi devagar as escadas e fiquei atrás da porta, ouvi eles falarem de mim, eles diziam algo sobre não dizer nada pra mim e Medson estava com medo. Era a voz de Beyond... Como poderia..

No mesmo instante eu chutei a porta tao forte que ela quebrou, e lá estava Medson e Beyond

- Amonia: Mick? Ah claro, vamos viver como se não houvesse a porra de uma trouxa preocupada com você

- Beyond: Amonia me desculpa eu...

Não deixei ele falar, eu soquei Beyond e ele atravessou a janela que estava atrás dele, ele estava caído no asfalto atrás do bordel, eu pulei a janela e antes de eu dar outro soco nele, ele me segurou.

- Beyond: ME ESCUTA PORRA

- Amônia: TE ESCUTAR?!? VAI SE FUDER BEYOND!!

- Beyond: eu não sabia onde você estava, eu tentei procurar você, mas tivemos que nos adaptar..

- Amonia: engraçado, em menos de um dia nessa porra eu encontrei vocês, você não foi me procurar e quando eu volto você quer manter a boca fechada

- Beyond: desculpa...

Ele soltou meus braços

- Amonia: adeus Beyond

       Eu ia embora até que Medson apareceu e me segurou, Beyond colocou as mãos em meu rosto, eu tinha tomado um choque na hora e várias coisas foram acrescentadas em minha memória, eu sabia o que eles haviam aprendido, eu soube o que era dinheiro, carros, prédios e sobre as pessoas... Ele colocou tudo que sabia em minha mente sem dizer uma palavra, esse era um dos poderes dele.



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