História Born to Die - Capítulo 14


Escrita por: ~ e ~littlesensivel

Postado
Categorias Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber
Personagens Hailey Baldwin, Justin Bieber
Tags Criminal, Hailey Baldwin, Jailey, Justin Bieber, Revenge
Visualizações 101
Palavras 2.170
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Still Got Time


Fanfic / Fanfiction Born to Die - Capítulo 14 - Still Got Time

"Isso pode ser uma coisa séria, Se você deixar. 
Se você deixar, isso por se tornar um coisa seria.
Por favor, não me afaste.
Eu quero tentar"

- Still Got Time

 

Bel Air, Los Angeles - Califórnia, Abril - 2016

Point Of View Justin Bieber

Ela sabe de tudo. Eu achei que ela realmente levaria a sério aquele adeus que me disse. Por alguns dias ela não falou comigo, e não só comigo, Charles disse que ela estava realmente distante. Eu me senti culpado, e fiquei pensando por muitos dias que talvez eu devesse me afastar.

Mas aí ela me mandou uma mensagem. Espero que não esteja super ocupado, e aceite ir tomar um café.

Ah, cara. Ela me chamou pra sair.

Eu posso até estar parecendo um idiota, mas ela é a única que me fez querer tentar e me sentir normal as vezes é muito bom. Ela é muito boa.

— Acelera e vira, Beadles! Porra, caralho, você quer morrer? — Grito vendo ele não virar na curva e Ryan me segura — Ele está de brincadeira, Butler.

— Eu sei o que eu estou fazendo, me deixa em paz, caralho. Por que você não pega e entra naquela porra e faz melhor? ah, é, porque você também não sabe correr.

Respiro fundo e dou as costas para o mesmo. A muitos dias Christian está assim. Anda mais estressado, tenso, e explode por qualquer coisa. Isso não é bom.

[.....]

Vejo a garota loira descer as escadas e franzo o cenho surpreso.

— Eu já estava de saída — diz olhando para mim e mantendo uma distância segura — Pensei que estaria em casa, mas pelo jeito...

Ela olha a cor da minha blusa, toda suja, e o corte em meu braço. Nego, sorrindo indicando que está tudo bem, e ela nega, com seu bico emburrado.

— Eu fui fazer escala. Preciso aprender de uma vez por todas a escalar os muros, e acabei me cortando em um pedaço de vidro. Está tudo bem, nem está ardendo mais. E a blusa, bom, muro.

— Foi só isso mesmo? — agora ela se aproxima, e confirmo, apenas tocando seus lábios com os meus — Não, não, você está suado. Depois que você tomar um banho, talvez eu pense em te beijar.

— Gostei de te ver hoje.

— Eu também — se aproxima, e parece desistir do que falou a um minuto atrás sobre eu estar suado.

Seus dedos encostam em meu rosto, e sinto sua língua entrar em minha boca. Seguro sua cintura com força, e em passos lentos andamos até a parede mais próxima.

Desço minhas mãos para sua bunda, e morro seu pescoço quebrando o beijo. 

— Não, não, Bieber! Não vamos fazer isso, não agora. O que acha de sairmos?

— Acho uma ótima ideia, porém eu já tenho planos e acho que você poderia me acompanhar.

— Onde?

[.....]

Beverly Hills, Los Angeles -Califórnia - Abril, 2016

Point Of View Hailey Baldwin

— Jantar com o prefeito — digo, e Justine abre a boca surpresa — Com o prefeito. Como ele consegue essas coisas?

— Justin tem conhecido em todos os lugares. Talvez o prefeito deve estar devendo drogas. Nunca sabemos.

— Eu escutei algo sobre segurança. Porém, ele me assegurou que não terá nada demais. E depois podemos sair para....bom, curtir a noite.

— O que você disse sobre ele quase ter pego você? Você estava na escada, certo?

— Sim, coloquei uma escuta no quarto do Beadles e na do Charles. É estranho, os dois são tão....fiéis.

— Esse tempo que estou com Charles posso te dizer que ele poderia fazer algo com Justin e ele nem perceber. O garoto é um gênio. Meu orgulho fica ferido só de admitir.

Me pego olhando para frente sem graça, e Justine franze o cenho andando em minha direção.

— Cheguei a uma conclusão que você vai acabar descobrindo também. Amanhã, a primeira coisa que você vai me dizer é o que descobriu.

— Do que está falando?

— Você é muito inteligente Hailey. Saberá perfeitamente do que eu estou falando.

[.....]

A casa é muito além de uma mansão, eu não sei nem como tentar explicar. É inexplicável.

Os dedos de Justin se entrelaçam nos meus e isso me pega de surpresa. Ele me olha, após mexer nos meus dedos e sorrio.

— Justin Bieber! — um cara, na idade do meu pai mais ou menos. Uns 44  anos, para ser mais exata — Prazer em recebê-lo em minha casa!

Justin sorri, e estende a outra mão para apertar a dele. Seus olhos param em mim, e sua boca se contrai em um sorriso.

— Jack Grayson — estende a mão, e sorrio, entregando a minha e ele leva a mesma para a sua boca.

— Hailey Baldwin, prazer.

Seu sorriso fica um pouco sem graça, mas não deixa de sorrir. Ele me olha de cima em baixo, o que deixa Justin um pouco irritado.

— Não sabia que estava namorando, Bieber. Isso é bom, começar a pensar no futuro.

Justin não diz nada, e na verdade fico até mais aliviada. Eu quero ser sua namorada. Nossas mãos ficam geladas, as duas, e em passos rápidos entramos logo na casa.

Muitos convidados com um sorriso falso no rosto, o que me faz lembrar de sorrir de vez em quando. Os garotos passam reto por todos, sem paciência para ficarem sorrindo.

A mesa com nome Bieber é a maior, e a mais reservada. As outras parecem ser tão....coladas. Essa não.

— Por que exatamente estamos aqui? — me aproximo de sua orelha e seu rosto se vira para mim. Seus olhos ficam presos em meus lábios e um sorriso se curva em seu rosto.

Seu toque é quente em meu queixo, e ele se aproxima beijando meus lábios com delicadeza.

— Você é a mais bonita daqui — diz, e reviro os meus olhos.

— Se não queria sair comigo era mais fácil dizer que estava ocupado.

Agora é a vez dele perder a paciência.

Seus olhos se reviram, e ele bufa olhando para mim.

— Só achei que se você estivesse aqui comigo, seria melhor de aguentar a noite. Eu quero estar ao seu lado. É tão difícil assim se você parar de achar que não tenho mais tempo para você?

— Não.

— Ótimo — diz se virando, e levo minha mão até a dele, parando em seu joelho. Acaricio sua mão, até que ele me olhe e beije minha bochecha.

Os olhares eram curiosos para nós dois. Eu nunca tinha ouvido falar de Justin Bieber, mas pelo jeito ele é bem notado é conhecido.

Seu sorriso para mim é o que mais chama atenção. Ele é tão bonito. E seus olhos ficam pequenos quando ele sorri, ou quando ri. É engraçado que Justin ri em horas inapropriadas por ser debochado. Ele simplesmente não liga, apenas faz o que tem vontade.

Ele é despojado, e parece ser feliz. Ele é o chefe. Acho isso algo bom. Ele não obrigada os garotos a fazerem nada, não é rude, mas a palavra dele é a final.

— Senhor Bieber — o rapaz com uma bandeja de Champanhe entrega as taças, e Justin olha desconfiado — Senhor Jack que mandou.

A cabeça de Justin se curva, deixando passe livre para o champanhe ser servido, e meu estomago embrulha de  felicidade, fazendo meu sorriso abrir.

— É meu champanhe favorito — digo, quando vejo seus olhos curiosos em cima de mim.

Ele levanta as sobrancelhas, desdenhando e ri em seguida. Noto que Christian não para de me olhar, e levanto minha taça para ele, fazendo ele fazer o mesmo.

— Queria minha garota aqui — Charles diz, e faço beicinho.

— Sua garota? — Ryan ri, me fazendo quase cuspir o champanhe com uma risada surpresa, e Justin nega rindo da cara de Charles — Está sério assim?

— Do Justin você não ri, né? Ela é um mulherão!

— Viemos falar de mulher ou....— Justin o interrompe e o mesmo ri — Não contou para ela? Inacreditável.

Ele diz na intenção de me fazer cena, mas apenas tomo mais meu champanhe e fico quieta.

— Ela não tem que se meter nisso.

— Caso precise estou aqui — digo, e ele me olha surpreso — Você também está aqui, não? não vai deixar nada acontecer. Caso precisem que eu faça algo, só dizer.

— Você não é capaz — Charles diz, mas seu tom não é rude, e deixo passar — Não precisa, você pode ficar....aqui.

— Você consegue distrair Jack? — Ryan pergunta e concordo.

— Qual é o plano?

[.....]

Seus olhos estão em mim e Justin me manda um beijo após sumir. Os olhos de Jack ficam em mim, enquanto ele conversa com várias pessoas.

A taça em minha mão é o suficiente para chamar ele, e o mesmo pede licença vindo em minha direção.

— Hailey Baldwin — ele pronúncia meu nome com tanto gosto, que me faz franzir o cenho — Já vi seu nome na França. Uma estilista, certo?

— Uau! Sim, trabalhando para isso, na verdade — sorrio, mas de verdade por ser reconhecida.

— É um prazer te ter em minha casa. O que te trouxe para Califórnia? não me diga que conheceu o Bieber lá fora?

— Não, não, conheci ele aqui após eu bater na traseira do seu carro — ele ri, alto demais e levo um leve susto por isso — Uma amiga mora aqui.

— Entendi. Rever as amizades é bom, eu sei como é. Porém agora, um namorado é melhor ainda, né? — concordo, e ele olha para mim com dúvidas — O que você faz com um cara como ele?

— Não entendi bem — me faço de sonsa e ele toca meu braço.

— Você sabe exatamente o que ele é. Certo?

— Bom, ele é um dos rapazes mais ricos de Los Angeles. Se é disso que está se...— sua mão se aperta em meu braço, sem paciência, e a minha vontade é de bater em sua cara.

— Uma coisa você falou certo, rico. Ele é um dos rapazes mais ricos e perigosos.

— Olha, Jack, não sei da onde você tirou isso, mas....

— Te dou menos de cinco segundos para tirar a mão dela — a voz atrás de mim é seria, e ando um passo para trás — Seja mais discreto, Jack. Não quer que eu também fale dos seus podres em uma festa pública certo?

— Você poderia ter tido mais compaixão.

— Isso faz anos, e não, eu não tenho compaixão com quem me persegue. Eu não mato sem motivo.

— Saia da minha casa — diz sério, e vejo os garotos já saindo — Quero você fora! Vocês dois.

— Obrigado pelo convite, amigo, é sempre uma honra fazer negócios com você. Um milhão já foi transferido para minha conta, obrigado cara, até a próxima compra.

— O que você.....Seguranças!

— Se tocarem nela eu mato vocês aqui no meio do salão — Justin diz mantendo sua pose, e os seguranças se afastam — Tenham uma boa noite, Los Angeles!

[....]

O sorriso no rosto deles é algo que me deixa um pouco confusa. Que noite!

— O que ele quis dizer que você não teve compaixão?

Justin não responde de primeiro e estica a mão para mim. Seguro, e ele abre a porta de sua casa, me guiando para seu carro.

Ficamos em silêncio e ficamos ouvindo algumas músicas que passavam na rádio, onde ele cantarolou algumas e meus olhos ficaram presos em sua boca.

Hotel Montage.

O carro é deixado com um manobrista, e sigo ele até o balcão. Ele faz o Check in e passa o braço em volta do meu pescoço indo em direção ao elevador.

— Esse hotel é lindo — digo, e deito em seu peito no elevador.

— Podemos vir quantas vezes você quiser — seu nariz acaricia meu rosto e concordo, levantando meu rosto e lhe dando um selinho.

O quarto é muito mais do que eu esperava, e a garrafa de champanhe, com as luzes de velas estão prontas na mesa e Justin revira os olhos rindo.

— Eu gostei, não faça essa cara — digo, e cheiro uma das flores.

Ele fica em silêncio por um tempo, e então tira seu relógio e me olha.

— A alguns anos eu tive que dar um jeito em um sujeito que trabalhava para ele. Na verdade, era o filho adotivo dele, que ele nunca nem tratou como filho, e agora fica com isso de amava meu filho.

— Você o matou? — pergunto baixo, e ele nega — Você disse que deu um jeito.

— Muita gente me persegue. Porque sou dono do tráfico de Los Angeles. Porém, muitos querem me matar, e quem me matar será o dono dessa merda. E muitos vermes me perseguem, e quando me acham fazem de tudo para me destruir, mas nunca é o que acontece, então eu dou um jeito. Eu deixo a pessoa para morrer. Mata-lo ali, e pronto, é muito fácil. Eu deixo sofrer, eu deixo morrer pedindo socorro. Só isso. Dar um final na pessoa é muito fácil, e eu não sou tão bonzinho assim.

Meu corpo anda em sua direção, e seguro seu rosto com as duas mãos.

E la vamos nos de novo para a cama. E novamente a sensação invade todo o meu corpo.

[.....]

Abro a porta e vejo Justine sentada na banqueta da cozinha. Ela sorri ao me ver, e suspiro.

— Não foi ele, Justine. Justin não matou meu irmão.


Notas Finais


Estão gostando meus amores???


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