História Born to Die - Capítulo 28


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Categorias Hailey Rhode Baldwin, Justin Bieber
Personagens Hailey Baldwin, Justin Bieber
Tags Criminal, Hailey Baldwin, Jailey, Justin Bieber, Revenge
Visualizações 92
Palavras 1.107
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - 28. I believe in u


Beverly Hills, Los Angeles - California, Agosto - 2015, às 02h15 PM

Point Of View Justin Bieber

— Charles, acorde — batuco os dedos no volante e o ouço bufar — Certo, desconecte os pontos dos meninos, quero falar apenas com você.

— Que viadagem é essa? — ouço Ryan rir e reviro os olhos — Eu também quero escutar.

— É mesmo? Pena que isso não está em posição para questionar. Anda, Somers.

— Filho da puta — Ouço Ryan dizer antes de sua escuta ficar muda, e em seguida ouço um eco.

— O que está acontecendo com Charles? Você pode me explicar que merda você acha que está fazendo com a situação?

— Meu trabalho.

— Eu sou seu chefe.

— Exato, meu chefe. Não tenho que te dar explicações sobre minha vida pessoal ou de como estou me sentindo no dia a dia. Eu faço o que você manda e acabou. O que você quer mais de mim?

— Você está com raiva de mim e eu entendo isso. Mas você me deu motivos e agindo dessa forma não me prova o contrário do que eu continuo achando.

— Nao te prova o contrario? — ele diz incrédulo e uma risada sai dos seus lábios — Eu não vou ficar te paparicando o dia inteiro ou ficar ouvindo que sou um traira e que você nunca vai me perdoar. Eu não vou fazer nada disso. O que é isso, afinal? Saudades?

— Me ignorar não vai fazer com que voltemos a ser como antes. E nem me afastar.

— Então pare de me tratar como um pedaço de merda e me respeite como seu funcionário. Você não me trata como amigo e nem quer, então não venha fingir que sente pena ou algo assim, você está se ferrando para isso.

As escutas voltam no exato momento em que eu ia dizer que acredito nele. Ryan está rindo de algo que Christian fez e sinto todo o meu corpo tensionar quando vejo o banco logo à frente.

— Os carros estão ali — Charles diz me mostrando os carros parados camuflados na calçada — São nossos seguranças. Os mesmos vão nos cobrir caso aconteça algo errado.

— E se Deus quiser, ou Charles, nada vai dar errado, né? — Ryan diz rindo e ouço Charles murmurar um cala boca — Certo. Não queria matar ninguém hoje.

Quase abaixo o vidro do meu carro para encarar Ryan, e ele percebe por minha cabeça inclinada. O mesmo se acaba de rir, e o ignoro pela escuta virando meu carro e o abandonando. Mais um carro abandonado.

O silêncio na rua me faz andar em passos silencioso, e logo avisto Ryan. Ele faz sinal que a barra está limpa e pede que eu vá pela direita. Coloco minhas luvas e então fecho os olhos ao quebrar o vidro da porta. Vejo que a luz do alarme desligou no exato momento em que o vidro foi quebrado e olha para a câmera com desdém, esperando que Charles veja minha reprovação.

— Coloque os códigos em cada porta de cada andar. Prestem atenção! Se vocês colocarem o mesmo código vai bloquear tudo e eu não vou conseguir destravar e nem travar nada.

Ryan levanta as mãos sinalizando que não vai e tiro minha luva para digitar o código. Dois seguranças entram no corredor, e ouço tiros atrás de mim. Tento digitar rápido, mas recebo um chute na barriga.

Christian atira duas vezes na cabeça e estica a mão para que me levante.

— Três minutos e quinze segundos. Zerem tudo.

[....]

O corte em minha barriga arde quando a roupa parece estar colada por cima. A escalada ficou para mim, e para fazer na metade do tempo que eu costumo fazer, tive que ser rápido e prático, o que acabou me ferrando.

— Deveríamos fazer mais isso. Nunca envolve problema ou polícia. A gente sempre consegue.

Charles é o último a entrar em casa e em seguida olha na minha direção.

— Vai infeccionar — diz passando por mim e seguro seu braço — É sério, vai infec....

O abraço foi inesperado, eu sei, mas foi rápido e algo que eu queria fazer. Eu fiquei muito chateado em perder oito milhões, e quando descobrir que foi uma mulher fiquei com mais raiva ainda de mim e de Charles, porque ele poderia ter impedido. Criei teorias e o cacete a quatro para culpa-ló, mas quando o vi com Justine tive uma certeza: ele nao estava envolvido com a mulher que nos roubo. Eu o questionei sobre isso, perguntei se era algo puta dele, mas não.

Subo as escadas lentamente e ouço risadas. Abro a porta franzindo o cenho e Hailey sorri quando me vê.

— Eles chegarem bem — Caitlin diz revirando os olhos — Muito?

Concordo e ela sorri, levando a cerveja para sua boca. Chamo Hailey com a mão e vejo Caitlin piscar par ela antes da mesma deixar a sua cerveja de lado e vir em minha direção.

— Preciso de ajuda.

[....]

O bico emburrado da garota a minha frente me faz querer beija-lá, mas ela se esquiva de todos. Vejo ela finalizar o curativo e aproveito para segurar seu braço.

— Eu acho errado você se propor para fazer algo que você não sabe.

Abro a boca mais uma vez para falar e a mesma revira os olhos fechando a maleta com força. Seguro sua cintura quando ela pensa em passar por mim, e fica um silêncio constrangedor entre nós.

— Por que você simplesmente não fica feliz, huh? O assalto foi ótimo e conseguimos fazer em menos de uma hora. Por que está tão irritada com algo que....bom, aconteceu?

— Porque odeio ver você com esses machucados. Você já tem a cicatriz desse — passa o dedo em cima — Não gosto.

Desço meus lábios para seu pescoço, e lentamente deixo pequenos beijos em seu ombro e volto para seu pescoço. Puxo sem brutalidade seu corpo para o meu, e desço as mãos para sua bunda. 

— Tem tanta gente em casa — mordo o nobulo de sua orelha, e ouço seu suspiro — Voce tem....ok, desisto.

Procuro seus lábios com os meus e sinto ela relaxar. Seus lábios grossos parecem ter o controle da situação, e admito que gosto de sentir que ela está no controle.

Tiro sua blusa vendo seus seios fartos em seu sutiã e ando para dentro do banheiro a empurrando para trás. Ela sobe na pia com minha ajuda, e levanto sua saia, puxando a lateral de sua calcinha para baixo.

— Voce tem um cheiro delicioso — digo em seu pescoço, e ela morde a minha orelha — Um beijo maravilhoso — mordo sua boca e ela me encara em seguida — E um gosto maravilhoso — pressiono meus dedos em sua entrada, e a mesma suspira contra meus lábios, olhando nos meus olhos.

— Então prove novamente



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