História Borrowed Time - Capítulo 11


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Categorias Ashley Benson, Chord Overstreet, Emilia Clarke, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Homem-Formiga, O Incrível Hulk, Os Vingadores (The Avengers), Quarteto Fantástico, Robert Downey Jr., X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Ben Grimm (O Coisa), Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Dr. Leonard Samson (Sansão), Edwin Jarvis, Henry "Hank" Pym, James "Logan" Howlett (Wolverine), James Rupert "Rhodey" Rhodes, Janet Van Dyne (Vespa), Johnny Storm (Tocha Humana), Luke Cage, Maria Hill, Mary Jane Watson, May Parker, Mulher-Aranha, Mulher-Hulk (Jennifer Walters), Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Reed Richards (Sr. Fantástico), Sam Wilson (Falcão), Simon Williams (Magnum), Steve Rogers, Susan "Sue" Storm (Mulher Invisível), Tigresa (Greer Grant Nelson)
Tags Amor, Ao3, Ao3 Br, Casais Marvel, Crack Shipps, Crackshipps, Drama, Guerra Civil, Homem De Ferro, Jank, Jennitony, Os Vingadores, Romance, Shipper, Shipps, Tony Stark, Tudo Culpa Da Paola
Visualizações 39
Palavras 1.458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Poesias, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 11 - Terceiro Ato - Conflagração. lll de lV


Fanfic / Fanfiction Borrowed Time - Capítulo 11 - Terceiro Ato - Conflagração. lll de lV

Era uma vez grandes cicatrizes...

Janet Van Dyne

Quartel General dos Vingadores Secretos

Digito os códigos na porta, os demais aguardam por mim. Contudo, não sabem que estou acompanhada. Pegamos o elevador, há esta hora eles já devem saber dos outros através das câmeras.

Chegamos ao andar da enfermaria, recebemos olhares de desprezo. Alguns como Mulher Aranha e Demolidor fazem questão de levantar a guarda.

– Não precisa disso. – Capitão ordena, seu estado está deplorável.

– Viemos nos juntar a vocês. – Sue responde. 

– Quem garante que isso não é um planinho do Stark?! – Hulking questiona. – Vespa nos traiu duas vezes, lembrem-se disso!

– Não traí vocês! Hank encontrou o celular que eu usava para falar com Rogers. O que poderia fazer? – suspiro, olho cada um deles. – Se não querem me aceitar, tudo bem. Apenas cuidem dos meus amigos.

– Não, Jan! – Steve fala ofegante. – Por favor, venha aqui. Vamos conversar.

Caminho lentamente até ele, me arrepio com os olhares que recebo no trajeto. Sento na ponta da maca que o abriga. O queixo dele continua pendurado, percebo que fala e respira com dificuldade. Sam dá ordens para que os demais recebam e conversem com Sue, Johnny e Leonard, deixando nós dois a sós.

– Eu te amo. – beijo a testa dele. – Perdão por ter falhado! Você é um dos meus melhores amigos, olha o que deixei acontecer!

– Também amo você. A culpa não é sua. Agora, por favor, me conte detalhadamente tudo que ocorreu depois da batalha.

– Durante o acolhimento na enfermaria, descobri que aquele Thor que lutou conosco é um clone, ele foi construído por Hank e Reed. Ouvi meu marido lamentando a morte do Bill e aquilo não me afetou. Eu o amo, mas estou cansada. Continuo passando mal praticamente todos os dias.

– Os enjôos permanecem?

– Sim! – escondo o rosto atrás da concha de minhas mãos. – Enjôos, vômitos e fraqueza constante. Leo dobrou a dose do meu ansiolítico.

– Vá descansar, meu bem. – sorri com dificuldade. – Amanhã conversamos melhor.

[...]

Demolidor me leva até o quarto, no caminho solta algumas piadinhas. Cada palavra dele me causa ânsia. Assim que chego a suíte vomito o pouco que comi. Nada tem parado no meu estômago desde o acidente em Stamford. Lavo a boca, escovo os dentes. Ao olhar no espelho, vejo que estou pálida.

Jogo-me na espaçosa cama que o cômodo abriga. No meio de tantas almofadas, me escondo. Fecho os olhos, o choro vem de mansinho alagando o travesseiro. Mais uma noite com medo do futuro; incerto, confuso, forasteiro.

Meu peito continua apertado, meus olhos estão perdidos e o mundo pesa nos meus ombros. Questiono-me qual é a moral disso tudo. Acho que essas são as famosas questões da vida, aquelas que a gente olha e não sabe se vai ou se fica.

Vejo que alguém abre a porta e acende a luz.

– Vespa?! – uma voz masculina entoa baixinho. – Está tudo bem?

– Não. Só me falta vomitar o fígado! – solto uma risada. – Não reconheço sua voz, quem é você?

– Cable.

Percebo que ele caminha até minha cama. Levanto o rosto, esfrego os olhos.

– Não nos conhecemos. – forço um sorriso. – O que veio fazer aqui?

– Capitão pediu que alguém viesse ver como está. – ri. – Considerando que a maioria não confia em você e nos seus amigos, achei melhor eu mesmo me certificar.

– Obrigada.

Espreguiço-me, coloco uma das almofadas nas costas, sento. Aponto que o herói também se acomode.

– Quer um remédio? O que está sentindo? – questiona, senta na beira da cama.

– Quero colocar pra fora toda minha dor.

– E por que comigo? – ri. – Não venha me dizer que passo algum tipo de confiança!

– Não passa mesmo! – acompanho sua risada. – Você tem cara de zangado! Parece que vive nervoso, não sei explicar. – projeto meu olhar para longe, as cenas traumatizantes voltam. – Pode me ouvir ou vai chamar o Capitão?

– Ele não pode levantar. Conte-me, acho que apesar da cara de mau, sou um bom ouvinte.

Um vento frio passeia pelo quarto e me causa arrepios, abraço a mim mesma. De cabeça baixa tento não chorar quando começo a contar tudo que ocorrera até minha chegada a sede deles:

– Pensei que estava caminhando para o meu final feliz. Hank finalmente aceitou se tratar. Tínhamos planos. Quando estivesse curado, iríamos largar a vida heroica, teríamos um filho. Queríamos uma menina, ela se chamaria Hope. – as lágrimas começam involuntariamente. – Contudo, este tratado nos desestabilizou mais uma vez. Henry clonou Thor com a ajuda de Reed, e ele matou o Bill! – levanto o rosto, vejo que Cable está profundamente comovido com minha história. Sigo contando. – No enterro do meu amigo, implorei perdão como se ele pudesse ouvir. – solto uma risada anasalada. – Nunca quis matá-lo. Eu nunca quis nada disso! Por que ninguém percebe que nosso tempo é emprestado? Por que agimos como se fôssemos donos da verdade? – respiro fundo, limpo o rosto. – Cheguei a ficar no tamanho de Vespa para entrar no caixão e dar um beijo nas bochechas dele. Ele foi enterrado ainda como Gigante, mas eu não queria ser vista.

Volto a olhar o chão, escondo novamente o rosto, o choro torna-se mais intenso. Sinto os braços dele me puxando para um abraço, o que me fez desabar de vez.

– Chegando à Torre, Peter nos questionou se fizemos certo ao assinar, algo que Sue também perguntou. Eu simplesmente não soube responder. Richards e Pym parecem cada vez mais soberbos, não falam de outra coisa além da Iniciativa dos Cinquenta Estados. Cheguei a concordar com a ideia, achei ótimo termos uma equipe de segurança em nosso país. Academia Vingadores também me parecia algo maravilhoso! Entretanto, quando Hill chegou nos mostrando os vilões que serão treinados e que assinarão o Tratado, eu surtei! – abraço-o ainda mais forte. – Um deles é David Canon, o Tufão. Ele já me assediou, já me beijou a força! – urro, escondo meu rosto no pescoço do homem me consola. – Não aguento mais isso!

– Vespa, me perdoe. – sussurra.

– Por que está me pedindo perdão?

– Porque concordei quando te chamaram de fútil. Você é uma ótima garota, não merece passar por isso. – beija minha testa. – Acredite, não sou afetuoso. – ri. – Mas pode contar comigo! Se tivermos que nos enfrentar mais uma vez, farei questão de socar qualquer um daqueles babacas que vierem pra cima de você!

Torre Stark

"Querido Henry,

Precisamos mesmo começar uma guerra? Precisamos escolher um lado? Se abrirmos nossos olhos, vamos perceber que estamos morrendo. Estamos nos matando! Não consegue ver que estamos aniquilando aqueles que tínhamos como família? Usando segredos para destruir cada um de dentro pra fora? Se era um tratado de paz, então, por que nos enfrentamos? Vale mesmo à pena lutar por isso? Vocês esqueceram que estamos aqui apenas para amar como se não houvesse amanhã? Então, vamos viver cada momento como se nosso tempo fosse emprestado, porque ele é. Hoje estamos aqui, mas o amanhã é uma incógnita. Responda-me, será que precisamos armar uma bomba? Precisamos dar tiros? É uma guerra que não pode ser vencida.

Vale à pena morrer por isso? Eu ainda amo você, Hank. Por isso fiquei ao seu lado. Acreditei que estávamos fazendo o correto até sentir o sangue de Bill no meu rosto. Pense nisso, se David Canon está a favor, algo bom não pode ser. Estou escrevendo, porque desde que esse inferno começou, o único momento de paz que tínhamos era quando nossos lábios se tocavam. Você não quer me ouvir, então, talvez leia minha prece e mude de ideia. Nunca duvide do meu amor, é você que amarei para sempre. Mas enquanto esta personalidade medíocre continuar atuando em sua mente, não conte comigo. Espero que toda sua inteligência consiga acabar com isso antes que isso acabe conosco. Te amo, te amo e te amo! Cuide da Jenni, do Peter e não deixe o Tony sozinho. Eu amo vocês!

Com amor, Janet Van Dyne.".

Quartel General dos Vingadores Secretos

Assim que amanhece, Cable me convida para tomar café. Apesar de sentir bastante fome, principalmente após passar a madrugada inteira conversando com ele, sinto que não é uma boa ideia comer algo quando tudo me causa vômitos. Aceito acompanhá-lo, mas não prometi que participaria da refeição.

A maioria dos heróis ainda me olha de cara feia. Sento ao lado de Johnny e Sue.

– Como passou a noite, querida? – Susan me questiona.

– Vomitando. – bocejo. – Nem ao menos dormi! Cadê o Leonard?

– Expulso daqui por Hércules. – Tocha Humana responde dando goles em sua bebida. – Eles não confiam em nós. Estão nos aturando porque o Capitão pediu.

– Isso é lamentável. – suspiro. – Quando essa tortura vai terminar? Quem será o próximo a se ferir?

A porta do elevador abre, o barulho chama atenção de todos. O Justiceiro está com Peter gravemente ferido em seus braços. E como numa resposta, ele grita:

– Chamem os enfermeiros, o moleque está morrendo! 


Notas Finais


eu só consigo dizer que:
AAAAAAAAAAAAAA </3


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