História Borrowed Time - Capítulo 13


Escrita por:

Postado
Categorias Ashley Benson, Chord Overstreet, Emilia Clarke, Homem de Ferro (Iron Man), Homem-Aranha, Homem-Formiga, Os Vingadores (The Avengers), Quarteto Fantástico, Robert Downey Jr., X-Men
Personagens Anthony "Tony" Stark, Ben Grimm (O Coisa), Carol Danvers (Miss Marvel / Capitã Marvel), Clint Barton, James "Logan" Howlett (Wolverine), James Rupert "Rhodey" Rhodes, Janet Van Dyne (Vespa), Johnny Storm (Tocha Humana), Luke Cage, Maria Hill, Mulher-Aranha, Mulher-Hulk (Jennifer Walters), Personagens Originais, Peter Parker (Homem-Aranha), Reed Richards (Sr. Fantástico), Sam Wilson (Falcão), Steve Rogers, Susan "Sue" Storm (Mulher Invisível), Tigresa (Greer Grant Nelson)
Tags Amor, Ao3, Ao3 Br, Casais Marvel, Crack Shipps, Crackshipps, Drama, Guerra Civil, Homem De Ferro, Os Vingadores, Romance, Shipper, Shipps, Tony Stark, Tudo Culpa Da Paola
Visualizações 28
Palavras 1.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Magia, Poesias, Romance e Novela, Saga, Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


itálico = flashback

Boa leitura!

Capítulo 13 - Quarto Ato - Exasperação. l de lV


Fanfic / Fanfiction Borrowed Time - Capítulo 13 - Quarto Ato - Exasperação. l de lV

Era uma vez um coração em pedaços...

Jennifer Walters

Quartel General dos Vingadores Secretos

Falta pouco para amanhecer quando chego à porta do esconderijo, este fica perto de uma antiga construção católica onde Leo e eu costumamos nos encontrar. Jan me recebe na porta, me abraça forte, tenta me consolar ao me encher de beijos, o que me arranca um sorriso. O primeiro naquele dia. Pegamos o elevador de mãos dadas, paramos no andar do refeitório. Reparo em alguns olhares de reprovação sobre nós duas. Contudo, uma voz no meio dos heróis me chama atenção:

– Não ligue pra eles. Estão fazendo uma birra totalmente desnecessária. Você é mais que bem-vinda!

Ai meu Deus! Vejo que o acalento vem de John, meu ex-namorado.

– Ai meu Deus! – brado. – O que faz aqui?!

– Ainda sou piloto do Capitão. – sorri. – Venha, vou te mostrar seu quarto!

– Não precisa. – Johnny se mete. – Vem, Hulkinha. Eu mostro onde vai ficar.

[...]

Os irmãos Storm me acompanham pelo longo corredor dos dormitórios. Jan vem atrás. Susan me entrega as chaves, diga que eu fique à vontade. Entro, me jogo na cama, minha fadinha linda deita ao meu lado.

– O que estamos fazendo?! – suspiro. – Meu coração não pára de pular desde que encontrei com John!

– Terminou com o Tony?

– Acho que sim.

– Vai matar tua carência com o ex! – ri. – Menina, eu conheci um cara muito gato aqui!

– E o Hank?

– Sofrendo por um, sentando em outro. – continua rindo. – Brincadeiras à parte; conheci um homem bastante interessante nesse time. E sinceramente, com tantos problemas, a última coisa que quero pensar é no Henry.

– Tem razão. – sorrio – Quem é esse cara?

– Cable!

Sam entra sem pedir licença.

– O Capitão está chamando todos na sala de reuniões.

[...]

Quando chegamos, Mulher Aranha está avisando que dois foram capturados, estes respondem pelos codinomes Manto e Adaga.

– Isto significa que nosso ataque ao Edifício Baxter precisará ser reformulado. Eu estava contando com os dons de teletransporte do Manto! – Rogers grita. – Malditas unidades da S.H.I.E.L.D.! Estamos perdendo um soldado por dia.

– Eu posso invadir os arquivos do Quarteto! – Hulking responde. – Tenho como assumir a aparência de algum funcionário deles e atravessar a segurança sem nenhum problema.

– Tenho uma tarefa maior para você no Arizona. Da mesma forma a Mulher Invisível também tem uma missão igualmente importante. – Steve explica.

– O que pode ser mais importante que roubar os mapas da prisão deles na Zona Negativa? – Cable questiona, reparo nele e Jan tem razão, é lindo. – Precisamos libertar nosso pessoal para que a briga seja justa novamente.

Levanto a mão para dizer que conheço o local, mas antes de me escutarem, todos travam uma discussão com a chegada do Justiceiro. Reviro os olhos, bocejo, saio rapidamente dali.

[...]

Quando volto ao corredor, noto uma sombra, verifico algumas vezes, mas não encontro nada. Deve ser coisa da minha cabeça. Continuo caminhando, mas a sensação de estar sendo vigiada não cessa. Abro a porta do quarto, tranco-a e me jogo novamente na cama. Pego o maço no meu bolso, há muito não fumava. Entretanto, não dá pra segurar esse stress todo sem ao menos um cigarro. Acendo-o, trago, acompanho a fumaça, lembro-me de um trecho d’O Morro dos Ventos Uivantes: “Quem me dera estar ao ar livre. Quem me dera ser de novo aquela criança, meio selvagem, audaciosa e livre... e rir das ofensas em vez de me preocupar com elas! Por que estou tão mudada? Por que ferve o meu sangue com tanta facilidade de miseras palavras?”.

Volto a minha forma civil, decido caminhar um pouco. Visto um boné acompanhado de uma jaqueta de couro. Saio antes de Janet me chamar de cafona. Confesso que o corredor deste lugar me causa arrepios, é como se alguém de fato estivesse me vigiando. Pego o elevador, coloco os óculos escuros. Dou alguns passos em direção a uma pequena praça que há ali perto. A chamada Guerra Civil acontece tão intensa e repentina quanto um incêndio. Ela realmente uniu heróis, mas também destruiu laços. O homem que amo criou um laço com os civis, mas destruiu seu laço comigo. Eu assinei o tratado porque sempre procurei estar ao lado dele, sei o quanto é inseguro. Não vou mentir, eu concordava com a proposta do governo até algumas horas. Infelizmente, uma boa proposta com má execução pode causar mortes e assim está acontecendo. Bill está morto, o mesmo homem sorridente que fazia questão de tocar reggaeton pra mim. Aranha, um dos meus melhores amigos, está quase morrendo também. Acendo outro cigarro, no primeiro trago penso: Queria que Clint estivesse aqui.

– Você está presa, Dra. Walters!

Levanto a cabeça, exprimo os olhos, vejo que é Carol Danvers.

– Não tente nenhuma gracinha! – Simon aparece por trás dela.

Logo Tony, Reed, Tigresa, Cassie, Sentinela e Leonard também aparecem.

– Não torne as coisas mais difíceis. – Stark lamenta. – Acredite, eu...

– Cale a boca! Eu não acredito em nada!

Aciono o conversor gama.

– Isto não será uma batalha justa, mas não vou me render!

– Você não está sozinha, amiga!

Um grito que me faz olhar para trás. Sue, Jan, Johnny, Sam, John, Hércules e mais alguns outros correm em nossa direção.

Em segundos a batalha começa novamente. Meu coração dói. No meio da balbúrdia, não consigo mais ver o Leo.

– Preciso falar com Leonard!

Dou dois socos simultâneos no chão, tirando a maioria de perto.

– Preciso encontrar o Leo, preciso dele. Meu coração está doendo e...

Paro quando vejo um corpo caído ao lado do que sobrara de alguma árvore. Corro até o mesmo pedindo mentalmente que aquela pessoa esteja viva, que seja apenas um desmaio. Eu nunca desejei morte a ninguém. Tiro alguns destroços de cima do que parece ser um homem. Minhas batidas cárdicas vão diminuindo à medida que percebo que se trata de um civil.

– Quem é esse? – Susan me questiona.

– Um civil tentando voltar pra casa. Pode... – respiro fundo. – Não estou conseguindo...

– Já entendi. Cuido dele! – sorri.

Não consigo ao menos agradecer o gesto dela. Com o pouco de energia que me resta grito por meu anjo. Preciso dele, sei que esse cansaço é psicológico. Ai meu Deus, onde está o Leo?! Sinto meu nariz entupindo juntamente a uma maldita sensação de estar me afogando. Cada vez que respiro, perco mais ar. Dou uma pausa, consigo ouvir de longe a voz de Hank pedindo auxilio. Isto não é bom. Caminho lentamente, lutando contra minha vista embaçada.

– Jennifer, saía daqui! – ouço alguma voz gritando.

Ignoro a mesma, preciso falar com o meu anjo! Chego mais perto de Pym e felizmente ou infelizmente, nos braços dele está meu antidepressivo favorito, chamado Dr. Samson. Como uma boa dose de adrenalina, tenho minha visão voltando, meu coração em pulos.

– O que aconteceu?! – grito com o fôlego que ainda resta.

– Oi, Jennizinha. – ele sorri.

Henry o deita no chão, agacho ao lado de seu corpo.

– O que fizeram com você?! – aliso seu rosto, tiro um pouco do sangue que escorre por suas bochechas. – Vai ficar bem, não vai? – a primeira lágrima cai.

– Eu sempre fico bem, mas agora preciso descansar.

– O quê?! Não, você não está falando que...

– Estou. – um urro de dor. – Quero que saiba que sempre fui apaixonado por você, doce criança.

– Leo, eu... Leo?!

Ele fecha os olhos, pego em suas mãos, sinto as mesmas ficando cada vez mais frias.

– Eu mandei sair daqui! – Tony esbraveja.

Pego aquele que chamei de anjo nos braços, as lágrimas escorrem e elas têm muito peso.

– Dra. Walters, você está presa! – Danvers grita mais uma vez.

Ignoro, continuo fixada no homem em meu colo.

– Não, Leo! – sussurro. – Não, não, não!

– Renda-se, Mulher Hulk! – Magnum dá suas ordens.

– Não. – esbravejo. – Não!

– Não vai vir por bem, muchacha? – Tigresa debocha. – Tirem o doutor daí, levem-na imediatamente.

– Leo? – aperto-o, assim como meu peito aperta ao saber que nunca mais estaremos juntos.

Arrancam-no de mim. Greer me pega agressivamente pelo cabelo.

– Não. – falo baixinho.

– Não?! Você vem sim!

Empurro-a, coloco as duas mãos sobre a boca.

– Ai meu Deus! – digo entre soluços. – Leo está morto!

– Renda-se!

– Ai meu Deus! – levanto o tom de voz. – O Leo morreu!

– O que é isso, Hulcat?! – Johnny vai pra cima do Máquina de Combate.

– Amiga, quer ser presa?! – Jan questiona, lança os ferrões em cima da maldita felina. – Saía daí agora!

– Leo não volta mais...

Fico de joelhos, vejo a guerra ao meu redor. Leo não volta mais... O sino da igreja toca marcando mais uma hora concluída. Eu confesso que estou perdida no meio dessa peleja. Flashbacks começam em minha mente:

– Leo, eu não aguento mais! – rio. – Sério, como consegue ser tão calmo?!

– Que tal um teste?

– Como assim? – continuo rindo.

– De joelhos, faça um teste, tente ser amável e grata. Humildade, gratidão e altruísmo são as chaves da felicidade, minha doce criança!

Os barulhos de tiros ecoam por meus ouvidos, minha cabeça dói. Sinto cheiro de fogo, algo queima por minhas costas. Tiros estão sendo dados na rua perto da igreja onde costumávamos nos encontrar. Sim, Leo e eu passeávamos por aqui. Eu quero acreditar que isso seja um teste tolo e fraco. Eu acredito, é o caos. Onde estão nossos líderes? Todo mundo não pertence aos braços do sagrado? Por que nós só fingimos que estamos errados? Será que a nossa coragem desapareceu?

A doce voz de Cassie me faz despertar

– Tia Jenni, precisa vir comigo.

– Pode trazer as algemas.

Um soco bem no meio das costas, é o que recebo da maldita gata maltrapilha.

– Não faça isso, Tigra! – a menina briga.

– Calada! – ajoelha na minha frente. – Algo a dizer, Sra. Stark?

– Salve aquele anjo. Ouça aquele anjo. Pegue o meu anjo...

– Do que está falando?!

– Leonard é um anjo. 


Notas Finais


cês tão chorando? hahaha </3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...