História Boruto: Novas gerações! (interativa) - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Tags Boruto, Interativa, Interativo, Naruto
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Palavras 3.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, LGBT, Luta, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Spoilers, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii! Como podem ver esse capítulo é maior que o normal, espero que gostem assim, é que às vezes minha criatividade vem tão à tona que o capítulo acaba ficando grande ^^

Capítulo 5 - Semelhança


A vila na qual o time 6 realizaria a missão se encontrava um tanto longe de Konoha mas nada que alguns minutos de trem não resolvesse, chegando lá era de fato um pequeno vilarejo cercado por todos os lados por uma floresta, era fácil entender o porquê de os animais terem se perdido, após chegarem lá, Temari não perdeu um segundo e já começou a passar as instruções.

—Escutem vocês três porque eu só vou falar uma vez, a lista de animais desaparecidos é composta por dois cachorros grandes e pretos, um gato laranja e um ganso branco, a última vez que foram vistos foi indo ao norte dessa floresta, e mais, essa é a primeira missão de vocês então consequentemente é a mais fácil portanto farão ela sozinhos, sem a minha ajuda. —A Nara então lançou um olhar sério para os alunos. —Se não conseguirem nem completar essa simples missão sozinhos não tem o direito de se chamarem de ninjas, entenderam?

—Sim. —Afirmaram os três em conjunto.

—Ótimo, agora vão e completem a missão o mais rápido possível, não temos o dia todo.

O time 6 então entrou na floresta a procura dos animais, a começar pelo norte como Temari havia dito.

—Aquela mulher é bem arrogante, mal vejo a hora de me tornar líder da Anbu, então quero ver ela falar comigo desse jeito. —Comentou Akame.

—Ela só está tentando nos deixar mais fortes, acho bom nos concentrarmos em achar os animais e completar nossa primeira missão antes de sequer pensar em virar membros da Anbu. —Disse Tori de modo sério nunca tirando os olhos da mata.

Akame olhou para a garota com raiva mas poucos segundos depois desviou seu olhar para as árvores procurando algum sinal dos animais, fingindo que nada havia acontecido, Deisuke que caminhava logo atrás como sempre apenas ficava quieto analisando o comportamento das companheiras, as duas bem peculiares, uma totalmente focada na missão e outra chegava a bocejar de tédio, com exceção de quando via um animal, ela parecia os amar. Acabou que em alguns minutos a Yuki parecia bem mais calma, como se a mãe natureza tivesse a atingido com um tranquilizante, logo Tori e Akame encontram os cachorros latindo para as aves nos galhos e o gato haviam acabado de achar preso em cima de uma árvore sem conseguir descer.

—Pronto, pronto, está tudo bem agora. —Disse Akame afagando o gato que ela havia acabado de tirar da árvore, o felino miou contente nos braços da garota.

—E com isso falta apenas o ganso, aliás, faz um bom tempo que não vejo o tal Deisuke, você viu ele por ai? —Tori desviou o olhar em todas as direções procurando o loiro mas não havia sinal dele por perto.

—Ele disse que ouviu o barulho de um rio ao leste então foi procurar pelo ganso por lá. —Explicou sem muita empatia.

—É um descuido imenso dele sair assim avisando apenas para uma de nós. —Comentou Tori porém a de cabelos ruivos ignorou cada palavra apenas dando importância para o gato.

Logo após a de cabelos pretos falar isso era possível escutar barulhos de passos calmos saindo da mata, era Deisuke que estava voltando, com o ganso em sua cabeça e algumas coisas intrigantes nas mãos.

—Pelo jeito você achou o ganso. —Tori então pegou a ave de cima da cabeça do garoto, o que foi fácil já que os dois tinham o mesmo tamanho, e a colocou em seu colo acariciando o topo da cabeça do animal. —Ótimo, agora podemos voltar para a Temari-sensei... Mas... O que isso que você tem nas mãos, Deisuke?

—Isso? —Ele ergueu as mãos, em uma delas ele segurava um peculiar manto preto com nuvens vermelhas e na outra mão o que parecia ser uma pequena aranha feita de argila. —Não tenho certeza mas eu achei essas coisas perto do rio, o ganso estava escondido em baixo do manto e tinha várias dessas aranhas jogadas no chão.

—A julgar pelo estado do tecido esse manto estava jogado lá a muito tempo, e essas coisas de argila me dão calafrios, mas por que você pegou isso afinal? —Perguntou Akame.

—É que... Essas coisas lembram do meu pai, talvez ele até tivesse passado por aqui.

—Seu pai?

—Sim, uma das poucas coisas que eu sei sobre ele é que ele era um artista, minha mãe disse que ele fazia esculturas de argila como ninguém e que sua arte era perfeita. —Ele então colocou as coisas no chão por um momento, abriu sua bolsa de ferramentas e tirou um punhado de argila, ele então amassou a argila com as duas mãos e abriu novamente revelando ter feito uma rosa de argila nesse espaço tão curto de tempo. —Minha mãe sempre disse que eu herdei o talento dele e é minha obrigação continuar seu legado como o maior artista do mundo... Mas eu não tenho certeza se sou tão bom quanto ele era.

—Está falando sério? Você conseguiu fazer isso apenas juntando as mãos, mesmo que não esteja perfeito é impressionante. —Falou Tori.

—É, se tentasse eu fazer igual você provavelmente no máximo só conseguiria esmagar a argila, bom trabalho, por mais que seja um talento meio inútil em batalha, o que vai fazer com esses bonecos? Enfeitar o campo de batalha? —Akame comentou de modo sarcástico ainda afagando o felino em seu colo.

—Obrigado eu acho, mas tenho outro uso pra essa arte... —Deisuke então colocou a rosa que havia feito no cabelo de Tori, presa logo acima de sua orelha, e apanhou o manto e a aranha do chão. —Pode ficar se quiser. Vamos, temos que avisar pra sensei que já terminamos a missão.

Deisuke e Akame começaram a andar na frente, Tori ficou surpresa com aquele ato repentino do loiro, não sabia ao certo o que sentir no momento então apenas continou a seguir os companheiros.

—Ei espera um pouco. —Akame parou de andar repentinamente e chamou a atenção de Deisuke. —Eu me lembrei de onde é esse manto, eu vi na aula do Shino-sensei sobre a akatsuki, todos os membros usavam esse manto.

—Akatsuki? —Perguntou Deisuke, sua expressão confusa indicava que ele nunca tinha ouvido essa palavra.

—Oh, eu também já ouvi falar deles. —Disse Tori. —Pelo jeito era uma organização criminosa formada por ninjas renegados muito fortes, Akame, você por acaso sabe quais eram os nomes deles?

—Na verdade sei sim, eram Obito Uchiha, Itachi Uchiha, Kisame, Nagato, Konan, Zetsu, Hidan, Kakuzu, Sasori e Deidara. —Respondeu contando nos dedos o tanto de membros para ter certeza de não ter esquecido nenhum.

—Deidara? —Os olhos azuis de Deisuke se arregalaram ao ouvir esse nome, ele ergueu as mãos olhando para a escultura de argila e o manto, suas mãos tremiam. —Minha mãe disse que esse era o nome do meu pai... Mas ela nunca me disse que ele era um criminoso, isso não pode ser verdade.

—Não se preocupe, não tem como o Deidara ser seu pai, ele morreu a muitos anos atrás. —A Misuteri então tomou a frente. —Vamos parar de discutir isso por enquanto, a Temari-sensei já deve estar cansada de esperar pela gente.

—Você tem razão. —O loiro então guarda o boneco de argila no bolso e dobra o manto cuidadosamente para o levar escondido dentro do kimono também.

Ao voltar Temari os elogiou por completar com sucesso a primeira missão, por mais que tenha reclamado da demora deles e diz que precisam melhorar o trabalho em equipe para reduzir seu tempo, porém nenhum dos três parecia ter muita noção sobre trabalho em equipe, Temari estava determinada a trabalhar isso depois. Voltando para a vila as primeiras pessoas que deram de cara foi a equipe 1, em especial Naigetsu parecia aguardar ansiosamente a chegada do time, ele estava com as duas mãos atrás das costas como se escondesse algo.

—Akame! —Exclamou ele indo até a garota. —Como foi? Eu acertei que sua missão foi um saco?

—Até que sim, mas com certeza não foi pior que a sua. —Respondeu.

—Na verdade nossa missão era pra ajudar a carregar as compras de uma senhora rica... M-Mas no caminho apareceu um ladrão e eu usei minhas incríveis habilidades de espadachim para acabar com ele! —Contou empolgado.

—Ele está exagerando. —Interrompeu Aya. —Quando o ladrão apareceu o idiota aqui quis ir atrás dele sozinho e quase estragou nossa missão quando por pouco não acertou um órgão vital dele com a espada, se não fosse pelo Kiba-sensei ele teria sido preso também.

—Enfim! Isso foi só um imprevisto, o que importa é que a mulher recompensou minha coragem com isso. —O Hozuki então mostrou suas mãos revelando uma pequena e adorável Kurama de pelúcia. —Só que eu não sou muito fã de bichinhos de pelúcia, então eu lembrei de alguém que é. —Ele estendeu a pelúcia até Akame. —É uma oferta única minha, é pegar ou largar.

—Mon Dieu! —Akame logo pegou a pequena Kurama no colo, ela realmente muito fofa. —Estou impressionada, achei que alguém como você só servia para dar dor de cabeça, obrigada Naigetsu.

—Ha ha ha, muito engraçado. —Disse sarcasticamente fingindo estar aborrecido mas poucos segundos depois ele não conseguia esconder sua alegria ao ver que a garota gostou do presente. —Ah claro eu quase ia me esquecendo, vamos nos reunir hoje para comer hambúrgueres de novo, você quer ir Deisuke?

—Eu adoraria mas vou deixar para a próxima, eu precioso mesmo ir pra casa cedo. —Respondeu de modo de educado.

—Você que sabe, até amanhã então. —O de cabelos brancos se despediu enquanto via o loiro seguir o caminho em direção a sua casa.

Ao chegar lá ele tirou a aranha e o manto de onde os tinha escondido, ele colocou a aranha em cima do criado-mudo perto de sua cama e ficou encarando o espelho de corpo enquanto segurava o manto, o garoto também tinha passado na biblioteca da vila antes de ir para casa e pegou um livro emprestado, almejando saciar sua curiosidade, ele havia procurado por algum livro que falasse sobre a tal Akatsuki até que achou um que falava um pouco sobre cada membro, tirando o livro da sacola ele começa a folhear as páginas até chegar na que fala sobre Deidara, uma foto dele com o manto da Akatsuki era mostrada ao lado de suas informações gerais.

Deisuke olhou para a foto e depois para si mesmo no espelho, após analisar bem, o garoto então vestiu o manto da Akatsuki nele mesmo rindo do quanto a peça de roupa ficava folgada nele, ele olhou para os cabelos do pai, eram bem mais compridos que os seus mas mesmo assim Deisuke conseguiu fazer um rabo de cavalo alto nele mesmo assim como o do pai, ao se olhar no espelho novamente percebeu que sua semelhança com Deidara era imensa, principalmente seus olhos eram iguais.

—Você parecia ser legal, não se preocupe papai, vou fazer o tal Sasuke Uchiha pagar pelo que fez, assim você e a mamãe vão descansar em paz. —Sussurrou para si mesmo enquanto olhava a foto de Deidara, mas ainda assim, estava intrigado com o que Tori falou, se Deidara morreu muito antes de ele nascer por que ele se parecia tanto com o mesmo? Era uma pergunta que com certeza atormentaria sua cabeça até conseguir a resposta.

Ele então notou que entre as informações dizia que o ninja gostava de falar que a arte é uma explosão, o garoto então fechou o livro e foi até a varanda se sua pequena casa, ele retirou cuidadosamente suas luvas e pegou um punhado de argila deixando sua boca a mastigar.

—A arte é uma explosão. —Disse em um tom baixo, até porque estava tarde e ele estava com medo de incomodar seus vizinhos, ele fez um pequeno pássaro de argila e abriu a mão, ele então fez o pássaro voar o mais alto possível e deu o comando. —Katsu! —E o pássaro explodiu no ar, mas ao invés de uma explosão violenta o pássaro explodiu em cores semelhante a um fogo de artifício, ele sorriu de um modo tão doce e sincero que nem ele sabia que era capaz, ele estava feliz como nunca antes.

[...]

Os dias então foram passando e os times completando mais missões de rank baixo, nada de muito interessante aconteceu por um tempo, Deisuke sequer havia comentado novamente sobre seu pai, até que então foi anunciado o exame chunnin, todos os genins de Konoha estavam empolgados, até Deisuke ansiava por se tornar um chunnin.

Enquanto todos de Konoha estavam empolgados, os genins de outras vilas estavam tão empolgados quanto, uma garota de longos e belos cabelos castanhos caminhava pela rua principal da vila, ela arregalava seus olhos castanhos com cada coisa que via pela vila, era tudo bem diferente de sua vila natal, sua bandana indicava que ela era uma kunoichi da vila oculta da chuva, de fato ela estava tão impressionada com o novo local que só voltou à realidade quando sem querer esbarrou em alguém com tanta força que ambos por pouco não caíram no chão.

—Sinto muito. —Disse ela inicialmente não prestando muita atenção em quem era, mas foi questão de segundos até seus olhos encontrarem o garoto mais belo que ela já havia visto, ele tinha olhos amarelos e cabelos levemente azulados, sua pele era bem pálida como a de um boneco de porcelana.

—Não tem problema. —Respondeu o garoto com sua típica voz calma só então percebendo o modo estranho como a garota o olhava, era um inconfundível olhar de paixão, mas claro, o de olhos dourados mal sabia o que isso significava, ele então tombou a cabeça para o lado demonstrando confusão e então percebeu que isso deixou as bochechas da garota ainda mais coradas.

—Mitsuki! Finalmente achei você! —Chamou um garoto loiro que vinha correndo em sua direção, chegando mais perto ele percebeu a garota que estava encarando o amigo com tanto fascínio. —Ei, você está se sentindo bem?

—Ah, sim. —Respondeu finalmente saindo de seus próprios pensamentos. —Eu só estava... Impressionada com esse lugar, nunca tinha vindo aqui antes.

—Entendi! Então você veio para o exame chunnin! —Exclamou apontando para a bandana no pescoço da mesma.

—Isso, eu vim da vila oculta da chuva, meu time parou em uma loja de doces mas eu decidi explorar um pouco por conta própria. —Ela então passou a mão entre os cabelos os ajeitando. —Meu nome é Kimberly Uzumaki.

—Uzumaki? Ah então talvez nós sejamos parentes distantes, heh, meu nome é Boruto Uzumaki e esse é o Mitsuki, prazer. —Falou o loiro sorridente.

—O prazer é meu. —Respondeu um tanto nervosa e ainda corada.

—Boa sorte no exame, de qualquer modo, vamos logo Mitsuki, a Sarada já deve estar cansada de esperar pela gente. —Disse Boruto, Mitsuki logo concordou com a cabeça. —Até mais, Kim.

Os dois saíram, deixando a Uzumaki para trás, ela sorriu colocando a mão no peito sentindo seu coração palpitar apaixonado.

—Mitsuki, é? Ele até que é bem fofo. —Sussurrou para si mesma com um sorriso que parecia que ficaria estampado em seu rosto por muito tempo. Ou pelo menos foi o que ela pensou, ao ir para um lugar mais distante da movimentação na rua principal, mais especificamente na floresta perto de konoha para relaxar a mente um pouco, ouviu algo estranho saindo de trás das árvores, o que parecia ser a voz de um garoto e de um homem adulto discutindo, ela então decidiu se aproximar para ver do se tratava e observou a discussão escondida.

—Vamos lá garoto, você não tem como esconder, eu já sei que isso que você tem ai é um raro manto da Akatsuki, sabe quanto dinheiro isso vale? Você vai me dar ele de um jeito ou de outro. —Ameaçou o homem, ele carregava uma grande mochila nas costas, parecia ser um comerciante.

—Eu já disse que não! Essa roupa era do meu pai, você não pode ficar com ela! —Gritou o garoto loiro tremendo de nervoso enquanto agarrava com força o tal manto raro.

—Eu sei quem você é e onde mora, Deisuke, se não me der isso agora mesmo só vai tornar as coisas mais difíceis pra você mesmo. —Falou estendendo a mão para tomar posse da roupa, Kimberly já estava com pena do garoto e estava prestes a interferir até que para sua surpresa o garotinho que parecia indefeso mudou completamente sua postura.

—Eu já disse que não vou te dar nada! —Gritou com raiva, Deisuke então arrancou as luvas rapidamente de suas mãos e pegou um pouco de argila com uma, em pouco tempo fez o que parecia ser um pequeno dragão com ela.

—Hahah! Que patético, o que pretende fazer com essa coisa? —Zombou o comerciante.

—Escuta aqui seu maldito. —Deisuke então colocou o pássaro no chão logo atrás dele e o animal triplicou de tamanho em segundos. —Vou te dar cinco segundos pra sair de perto de mim, mas quase queira me testar, tem chakra o suficiente nisso pra causar uma explosão que vai te obliterar, então se eu fosse você começa a correr agora. —O garoto então fez seu selo de mão único ameaçando dar o comando para o boneco explodir.

—O que... —Antes que ele pudesse revidar com alguma resposta logo percebeu as bocas nas palmas das mãos do garoto, era a marca clara de que ele não estava para brincadeira quanto a explodir o dragão. —Que droga... Isso é impossível.

O homem então viu o olhar ameaçador do garoto e saiu correndo como havia sido instruído a fazer, quando ele já estava fora do campo de visão de Deisuke, o menor respirou fundo e a enorme criatura de argila atrás dele voltou a ser pequena e ele a guardou novamente em sua bolsa, foi só então quando ele estava se levantando para sair que a Uzumaki apareceu de trás da árvore o encarando, seu rosto era bem inexpressivo, o que deixou Deisuke nervoso por não conseguir ler a sua expressão facial.

—Isso... Você fez o jutsu proibido da vila oculta da pedra aperfeiçoado pelo Deidara. —Ela falou apontando para o garoto.

Deisuke sentia algo estranho em relação a ela, nunca tinha visto a garota antes mesmo assim ela era de algum modo familiar para ele.

—Eu... Preciso ir, estou atrasado para o treino do exame chunnin. —Falou nervoso. —Depois nós nos falamos melhor.

E então o loiro correu o mais rápido que conseguiu levando aquele manto estranho nos braços, ele de fato saiu com tanta pressa que esqueceu suas luvas pretas no chão, Kimberly as apanhou e acompanhou com os olhos para onde o garoto estava indo.


Notas Finais


Espero que tenha gostado, não se esqueçam de opinar sobre esse capítulo que eu fiz com tanto carinho


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