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História Boss - Capítulo 2


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Notas do Autor


Segundo e último capítulo da história e espero que gostem. :) Nunca escrevi hot, okay? Vou logo pedindo desculpas se tiver ficado muito ruim.

Pessoal, vocês foram ver Aves de Rapina? Eu fui e adorei.
O filme tá muito bom e recomendo todos a irem assistir.

Capítulo 2 - Nós


           Harleen não esperava por aquilo. Em todos esses meses, quase um ano, que estava trabalhando com Pamela, a loira jamais poderia imaginar que algum dia estaria aos beijos com a sua tão “querida” chefe. Aquilo pegou Harleen de surpresa, mas não podia negar que ao mesmo tempo em que estava espantada com tudo aquilo, também estava gostando, e muito, da atitude inesperada de sua chefe.

 

            A loira subiu uma de suas mãos até as madeixas ruivas de Pamela, enquanto a outra estava segurando a nuca da mesma. As mãos de Pamela apertavam fortemente a cintura fina e marcada de Harleen, a língua quente explorava cada centímetro da boca de sua parceira, o desejo mútuo que havia entre as duas emanava por aquela sala de forma intensa. Naquele momento, nada mais importava para nenhuma das duas. Apenas queriam curtir o prazer que aquele momento estava proporcionando para ambas, esquecer um pouco seus problemas e deixar de lado todas as discussões e desentendimentos.

 

— Agora entende o porquê de eu nunca ter demitido você? — Pamela falou separando os lábios de Harleen, mas ainda segurava de maneira firme a cintura da loira. — Não seja boba, Harleen Quinzel. Você deveria ter sido demitida desde a nossa primeira discussão.

 

— Então eu ainda estou aqui só por você querer me beijar? — Harleen indagou de forma provocativa.

 

— Você é uma boa secretária, Quinzel, não se preocupe. — Pamela não evitou soltar um riso com a fala da loira.

 

— Há quanto tempo esconde essa paixão por mim, Pamela Isley? — Harleen perguntou e depositou um breve selinho nos lábios de sua chefe.

 

— Não se ache tanto, Harleen Quinzel. — Pamela falou e foi descendo seus beijos para o pescoço alvo de Harleen. — Você é bem gostosa, sabia? Desde que você chegou nessa empresa que sinto um enorme desejo por você.

 

— Você me acha gostosa, Pam? — Harleen falava com uma voz manhosa e um sorriso de matar qualquer um. Sua intenção era provocar Pamela o máximo que pudesse, e sem que percebesse, estava conseguindo muito bem.

 

— Pena que o que você tem de gostosa, tem de irritante. — Pamela soltou um riso abafado e mordeu com força o pescoço de Harleen.

 

— E você o que tem de gostosa, tem de chata, abusada e problemática. — Harleen falou enquanto revirava seus olhos.

 

— Chega de conversa, Quinzel. Eu quero você. — e dito isto, Pamela voltou seus beijos para o pescoço de Harleen, enquanto a loira puxava levemente os cabelos ruivos da mesma.

 

            Pamela foi aos poucos empurrando Harleen para sua mesa, até que a mesma estivesse sentada em cima da enorme mobília de mármore. Com suas mãos rápidas e ágeis, Pamela abriu as pernas de Harleen e se acomodou entre as duas, colando os corpos loucos de desejo. A boca curiosa foi descendo os beijos para a clavícula da jovem psiquiatra, e enquanto uma mão estava ocupada em segurar a cintura da mesma, a outra desabotoava lentamente os botões da camisa social branca de sua secretária.

 

— P-Pamela... — Harleen falava com certa dificuldade. A respiração acelerada, os suspiros e pequenos gemidos denunciavam tamanho êxtase que estava sentindo.

 

— Me chame de Hera, Quinzel. — a voz grave de Pamela fazia Harleen ir aos céus. Por Deus, como uma mulher conseguia ser tão sexy daquele jeito?

 

            Se livrando totalmente da camisa de Harleen, Pamela voltou seus lábios para os da loira e começou a massagear levemente o seio direito da sua tão fiel secretária. Ambas estavam em estado de mais puro deleite, de mais profundo êxtase e no mais intenso prazer. Harleen se entregava totalmente as carícias de Pamela. Não ligava se estava prestes a fazer sexo com a sua tão odiada, talvez nem tanto assim, chefe. Para Harleen, a única coisa que realmente importava era todo o prazer que Pamela estava proporcionando para ela. Já para Pamela, as coisas também não eram diferentes. Desejava a loira de uma forma que nunca desejou alguém, fazê-la sua era como um presente vindo dos céus. Harleen era diferente de todas as outras que já passaram na vida de Pamela. A personalidade forte da loira era algo marcante, deixava uma marca sua aonde ia e impressionava a todos. Não se deixava abalar fácil, encarava desafios e não baixava sua guarda de forma fácil. Não era somente o corpo esbelto e escultural, as curvas bem desenhadas, o cabelo liso e sedoso, o belo par de olhos azuis tão intensos como o mar ou qualquer outra característica da sua belíssima aparência física, era algo que ia além. O desejo que Pamela sentia por Harleen era algo intenso demais para ser limitado somente aos prazeres carnais.

 

            Se livrando do sutiã rendado de Harleen, Pamela passou a dedicar sua boca em saborear o seio direito da loira, enquanto a mão ocupava-se em massagear o outro. Cada gemido, cada suspiro, cada palavra desconexa que vinha da boca perfeitamente desenhada da jovem Quinzel, eram como música aos ouvidos de Pamela Isley. Aquilo instigava mais ainda o lado selvagem da ruiva, e isso fazia com que ela se dedicasse ao máximo em proporcionar o maior dos prazeres para Harleen.

 

— Hera, você ainda está muito vestida. — Harleen fez beicinho.

 

— Não se preocupe, Quinzel. — e assim, Pamela começou a se despir de forma lenta e sensual em frente Harleen.

           

            Enquanto tirava lentamente suas roupas, sempre com um sorriso cínico em seus lábios, Pamela não podia deixar de notar as feições de Harleen. A loira mordia os lábios intensamente diante a cena tão sensual que acontecia diante seus olhos. Seu par de safiras acompanhavam atentamente cada movimento de Pamela, roçava suas pernas uma na outra na tentativa falha de conter a excitação que estava sentindo.

 

— Assim está melhor? — a ruiva fingia uma falsa inocência.

 

— Vai ficar melhor agora. — a loira desceu da mesa e empurrou Pamela em sua poltrona.

 

— O que está fazendo, Quinzel? — a ruiva parecia assustada com a atitude inesperada de Harleen.

 

— Me chame de Harley. — a loira se aproximou sussurrando de forma sexy no ouvido de Pamela.

 

            Harleen foi aos poucos tirando cada peça de roupa que ainda vestia, mas ao contrário de Pamela, ela dançava de forma lenta e provocante para sua parceira. Quando já estava completamente nua, Harleen sentou-se no colo de Pamela e continuou sua dança. Ambas totalmente sem roupa, os corpos quentes unidos como um só, a fina camada de suor denunciava a intensidade daquele momento. Harleen rebolava lentamente no colo de Pamela, sentindo as mãos firmes da ruiva em sua cintura, ela a provocava descaradamente com aquela dança erótica.

 

— Chupa, Harley. — Pamela estendeu dois dedos na direção de Harleen, e a mesma rapidamente os pegou e levou até sua boca. — Gostosa do caralho. — Pamela não se conteve diante aquela cena. Harleen era sexy demais para não ser elogiada.

 

            Depois de lubrificar bem, Pamela retirou seus dedos da boca aveludada de Harleen, e com ela ainda em seu colo, introduziu lentamente os seus dedos na intimidade quente e úmida da loira. Harleen gemia sem vergonha alguma, não iria se reprimir. Enquanto movimentava-se lentamente no interior da loira, Pamela levou sua boca até o pescoço alvo de sua parceira e foi distribuindo beijos e fortes chupões. Os gemidos de Harleen eram como música aos seus ouvidos. Saber que a loira estava daquele jeito por sua causa fazia a personalidade orgulhosa da ruiva ficar cheia de si, e ela não escondia o sorriso do seu rosto. Harleen gemia alto, sem censura e sem vergonha, seus olhos se reviravam de prazer e a cada toque dos lábios de Pamela em seu pescoço, a loira podia sentir toda sua pele arrepiar.

 

            Sentia sua intimidade extremamente molhada, o que fazia os dedos de Pamela escorregarem para o seu interior com uma facilidade absurda, e quando achava que não poderia ficar mais excitada, Pamela foi subindo os beijos de seu pescoço até chegar próximo ao seu ouvido:

 

— Está gostando, Harley? — a ruiva sussurrou provocante. — Intrigante, não é mesmo? Logo eu, a sua chefe tão “odiada”, fazendo você ficar tão molhada, fazendo você gemer de tanto prazer.

 

— Isso é covardia, Hera. — Harleen falava manhosa.

 

— Você é tão gostosa, Harley. Eu poderia fodê-la todos os dias sem cansar. — a ruiva retirou lentamente os dedos do interior da loira e ouviu um resmungo em protesto. — O que foi, loira? Não gostou? Me diz o que você quer.

 

— V-Você sabe o que eu quero, Pamela. — a loira falava afobada. Estava quase chegando ao seu ápice quando a ruiva resolveu tirar seus dedos.

 

— Primeiro, já falei que deve me chamar de Hera, okay? E segundo, eu não sei o que você quer, Harley. Me diz. — o sorriso de Pamela só deixava Harleen mais louca.

 

— Eu quero que você me foda, Hera. — Harleen falou ao pé do ouvido de Pamela de um jeito provocante.

 

— Boa menina. — e assim, Pamela levou seus lábios até os de Harleen e começaram a se beijar de forma intensa.

 

            Enquanto a beijava, Pamela levantou da poltrona segurando Harleen pela bunda, e a mesma havia entrelaçado suas pernas ao redor da cintura de Pamela. A ruiva colocou Harleen em sua mesa e a fez deitar em cima do móvel de mármore. Separou o beijo e por breves segundos, Pamela se viu perdida na imensidão azul dos olhos de Harleen. Ela era uma mulher linda, dona de um corpo escultural, um sorriso capaz de mexer com todo o seu psicológico, uma personalidade forte e que encantava. Deixando de lado seus pensamentos, Pamela sentou-se novamente em sua poltrona e levou as pernas de Harleen até seus ombros.

 

— Você é linda, Harley. — Pamela falou com um sorriso nos lábios e então levou sua boca até a intimidade molhada da parceira.

 

            Harleen segurava os cabelos ruivos com força, puxando os mesmos de vez em quando e gemendo de forma provocante. A língua de Pamela fazia movimentos circulares em sua intimidade, e vez ou outra, ela introduzia o dedo no interior de sua intimidade. Seu corpo arrepiava a cada toque, sentia que o ápice estava cada vez mais perto, seu corpo dava leves espasmos e seus batimentos aceleravam cada vez mais. Enquanto a língua da ruiva mantinha-se ocupada em sugar sua intimidade, a mesma usava o seu polegar para estimular o clitóris da loira.

 

— E-Estou perto, Hera. — Harleen falava com dificuldade.

 

            Não levou muito tempo para que a loira chegasse ao seu ápice, se derramando totalmente nos lábios carnudos de Pamela. A ruiva foi dando pequenos beijos na barriga da loira até chegar perto do seu rosto suado. Sorriu. A imagem da loira nua em sua mesa era como uma verdadeira obra de arte. Retirou as pernas de Harleen de seus ombros e a ajudou a sair de cima de sua mesa, colocando-a sentada em seu colo na poltrona.

 

— Cansada? — Pamela perguntou rindo.

 

— Você acabou comigo. Não tem graça. — a loira fez beicinho e Pamela não resistiu em beijá-la.

 

— Desculpa, Quinzel. — quando a ruiva já ia beijá-la novamente, foi interrompida por Harleen desviando da mesma.

 

— Quero que continue me chamando de Harley, okay? E eu continuarei te chamando de Hera. Gostei desse apelido. — a loira falava sorrindo.

 

— Que intimidade é essa? — Pamela ria junto com a loira.

 

— Me poupe, Hera. A gente acabou de transar no seu escritório, estamos conversando nuas depois do sexo e eu ainda estou sentada no seu colo. — Harleen deu um leve tapinha no braço de Pamela.

 

— Poderíamos repetir isso mais vezes, não acha? — Pamela falou sugestiva.

 

— Desculpa, Hera, mas eu acabei de quebrar meu protocolo de não transar antes de ter pelo menos três encontros. — Harleen falava fingindo uma falsa tristeza.

 

— Você quer que eu te chame pra sair? — Pamela falou debochada, mas ao ver os olhinhos azuis brilhando em expectativa e o sorriso largo da loira, não se conteve. — Okay, você venceu. Amanhã nós iremos ao shopping depois do expediente.

 

— Que legal, teremos uma noite de garotas. Olha, Hera, prometo que vai ser muito divertido, okay? Faremos compras, vou ajudar você a se vestir melhor, comeremos besteiras, e se der tempo, nós iremos ao cinema. — a loira agia como uma adolescente.

 

— Que história é essa que eu não sei me vestir? — Pamela arqueou uma sobrancelha.

 

— Eu só te vejo com essas roupas sociais cafonas. — Harleen revirou os olhos.

 

— Talvez seja porquê a gente só se veja no trabalho, lindinha. — a ruiva falou com ironia e logo recebeu uma expressão irritada da loira. — Agora vamos nos vestir antes que alguém apareça batendo na porta.

 

— Tem razão. — a loira saiu do colo de sua chefe e foi juntando suas roupas que estavam pelo chão.

 

            Após estarem devidamente vestidas e terem arrumado a bagunça que fizeram naquele escritório, ambas continuaram conversando assuntos aleatórios por mais algum tempo até que a presença de Pamela foi solicitada pelo seu telefone para uma reunião de última hora da empresa.

 

— Preciso ir. A gente se vê depois, okay? — Pamela disse e não evitou beijar a testa da loira.

 

            Ambas estavam saindo juntas do escritório de Pamela, e antes de Harleen ir para o elevador e voltar para os andares de baixo e seguir com seu trabalho, ela segurou a mão da ruiva com força, e com o seu melhor sorriso, disse:

 

— Eu sabia que você tinha um lado legal, que iria fazer valer a pena cada estresse que eu tive para finalmente conseguir descobrir a “Pamela de verdade”. Bom, só foi estranho o jeito que eu acabei descobrindo. — Harleen sorria envergonhada.

 

— Você é encantadora, Harley. — Pamela sorriu, e antes de largar a mão da loira e ir para a bendita reunião, a mesma verificou os corredores para certificar que não havia ninguém, e ao comprovar tal fato, beijou a testa de Harleen de forma serena.

 

            Cada uma foi para um lado diferente dos corredores e voltaram com os trabalhos que tinham para o resto do dia. No elevador, Harleen suspirou lentamente e não evitou um sorriso enorme em seus lábios. Pela primeira vez havia ficado 100% confortável ao lado de Pamela, não houve brigas e nem discussões, apenas elas duas sendo verdadeiras e sem fingimentos. Pôde ver a essência real da ruiva, viu que ela não era o monstro que ela tanto julgava, e logo ela que amava ter razão, nunca havia ficado tão feliz ao ver que tinha se enganado sobre sua chefe. Pamela havia surpreendido Harleen, e algo dentro dela dizia que ela iria surpreender ainda mais.


Notas Finais


Enfim, é isso. Espero que tenham gostado e peço desculpas se não tiver ficado legal.
Aceito sugestões


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