História Boss (Jaeyong) - Capítulo 2


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Haechan, Hendery, Jaehyun, Jungwoo, Lucas, Mark, Personagens Originais, Taeyong, Ten, Yuta
Tags Jaehyun, Jaeyong, Luwoo, Markhyuck, Nct, Shounen, Shounen Ai, Slash, Taeyong, Yaoi
Visualizações 137
Palavras 1.173
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shounen, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, olá, olá! Eu tive alta ontem, e já estou escrevendo para vocês. Poxa, como eu amo Boss haha.

Espero que gostem do capítulo. Boa leitura!

Capítulo 2 - Chapter 02.


Fanfic / Fanfiction Boss (Jaeyong) - Capítulo 2 - Chapter 02.

                           ᴄʜ. 2 

— Ai, socorro! – Berrou Mark, saltando de um sofá para o outro. – Jaehyun! O que diabos você fez aqui?

O Jung permitiu-se rir da expressão do moreno, correndo seu olhar por toda a sala, esperando encontrar o motivo de tanta agitação por parte do mais novo. No entanto, não percebeu nada de novo, então apenas deu de ombros, voltando a se arrumar.

— Você vai mesmo me deixar sofrendo aqui? – Indagou o mais novo, com uma expressão assustada em seu rosto.

— Perdão, Mark, mas não estou vendo nada. – Proferiu o Jung, sorrindo desafiador. Mark, por sua vez, desceu do sofá, assustando-se ao perceber que não havia mais nada ali.

— Mas eu juro que tinha algo me puxando. – Insistiu o moreno, recebendo apenas uma negação por parte do mais velho, que, por sua vez, já havia terminado de se arrumar.

— Olha, irmão, acho que você deveria se tratar. – Brincou o Jung, olhando por uma última vez no espelho que ali havia. – Isso já está ficando bem estranho.

— Você acha graça, não é, castanho de meia tigela?! 

— Eu acho que você não anda muito bem nesses últimos dias, Mark. – Disse Jaehyun, abrindo a porta o mais rápido possível. – Deveria ir a um psicólogo, ou algo assim.

— Ou talvez eu devesse te seguir, para ter certeza de que não está se bandeando para o lado das trevas. – Brincou; entretanto, aquilo não foi tão insignificante para o mais velho. Ele não sabia com quem estava se metendo, pelo menos, não por enquanto. Talvez Taeyong fosse mais interessante do que ele imaginava; no entanto, não saber muito sobre a personalidade do Lee o deixava inseguro quanto a seu modo de ser e de fazer as coisas.

O Jung sorriu determinado, fitando o chão por longos três segundos, mas logo voltando a observar o moreno à sua frente.

— Talvez eu esteja. – Sorriu ladino, deixando o local e rapidamente discando o número de Taeyong.

Não demorou muito para que o Lee o atendesse, fazendo com que Jaehyun ficasse mais desconfiado ainda. Taeyong não parecia alguém tão desocupado assim.

Vejo que já acordou, pequeno.Proferiu o mais velho, com um tom de sarcasmo em sua fala.

— Já estou indo para o local combinado. Onde você está? – Indagou, observando todo o local, a procura de um táxi.

Oh, não se preocupe comigo, Jaehyun. Apenas dirija-se ao local que combinamos, e tudo ficará claro.

— Tudo bem, então. – Concordou o Jung, dando sinal para que um táxi parasse. Para sua surpresa, ele não precisou se esforçar muito para que o carro em questão se posicionasse ao seu lado. Aquele dia estava estranho demais; ao menos, para Jaehyun.

O moreno apenas pediu para que o taxista o levasse até o local, que, por sinal, não era muito longe. Pagou com apenas uma nota, não se importando muito com o troco. Desceu rapidamente do carro, adentrando a cafeteria, escolhida por Taeyong – cuja qual, era bem aconchegante, para se dizer a verdade –.

O Jung correu seu olhar por todo o local, parando em Taeyong, que o olhava com um certo interesse em seus olhos. Jaehyun apenas sorriu, sentando-se ao lado do mais velho.

— Eu demorei muito? – Perguntou, deixando seu casaco ao lado de seu assento.

— Claro que não. – Afirmou o Lee, observando todo o conjunto corporal de Jaehyun. Mordeu seus lábios ao perceber que o Jung usava uma "aliança", pode-se dizer assim. Era o que parecia.

Taeyong não podia acreditar que o garoto era comprometido; entretanto, não fazia a mínima questão de saber. Ser comprometido não faria com que ele perdesse o interesse. Muito pelo contrário, o determinou ainda mais.

Jaehyun, por sua vez, percebeu que o olhar do Lee sobre seu anel, e então resolveu se explicar.

— Foi um presente, de um amigo meu. – Proferiu com um certo receio, por saber que se tratava de Yuta. – Ele é uma das razões de eu ter aceitado sua proposta.

— Nakamoto Yuta. – Disse o Lee, cerrando os punhos, fazendo com que uma expressão assustada surgisse no rosto do mais novo. –  Acho que ainda temos muito a conversar sobre ele, não?

— Como você pode saber exatamente do quê ou quem estou falando? – Indagou curioso, observando o mais velho á sua frente. – Eu nunca falei sobre Yuta para você.

— Talvez isso seja porque nos conhecemos ontem. – Riu um pouco, ajeitando-se em seu assento. – Não se assuste, Jaehyun. Não é como se eu fosse um demônio, ou algo assim. – Brincou. – Tenho meus métodos de descobrir mais sobre as pessoas por quem me interesso.

— Entendo. – O Jung assentiu, lembrando-se de algo que pretendia perguntar ao Lee. – Então, como lhe devo chamar agora? Taeyong, Senhor Lee, Chefe…?

O mais velho permitiu-se rir da forma como o Jung estava fazendo aquela pergunta. Ele tinha medo de ser mal interpretado por Taeyong, o que fez com que o azulado se interessasse ainda mais pelo moreno.

— Me chame como quiser. – Sorriu ladino, aproximando seus rostos um pouco mais do que deveria. – Sinto que ainda tenho muito a lhe ensinar, Jung. 

Jaehyun observou todo o local, vendo que um atendente aproximava-se do local, com uma bandeja em mãos. O homem em questão deixou duas xícaras de café na mesa em que estavam, e retirou-se, sem dizer uma palavra sequer.

— Você é sempre assim mesmo? Temido por todos? – Perguntou o Jung, tomando um gole do café.

— O que lhe faz pensar isso, Jaehyun? – A expressão no rosto de Taeyong era perversa, e isso era o que mais intrigava o moreno.

O mais novo apenas negou com a cabeça, sorrindo ao ver que o Lee havia deixado um gole do café cair na mesa.

— Está mais para desastrado. – Brincou, não hesitando em usar um guardanapo que ali havia para limpar o estrago. 

Taeyong apenas sorriu, observando o desespero do mais novao limpar tudo ali. Não demorou muito para que o Jung terminasse, olhando para o mais velho, que, por sua vez, não parecia nada preocupado com o estrago que havia feito.

Tão estranho. – Pensou Jaehyun, voltando a tomar seu café.

— Você é bi, Jaehyun? – Indagou o Lee, deixando o acastanhado um pouco desconfortável com a pergunta. 

— Digamos que sim. – Respondeu o Jung, tomando mais um gole do café, sem se importar se este estava quente ou frio.

— É bom saber com que tipo de pessoa estou lidando. – Levantou-se, aproximando seus lábios do ouvido esquerdo, do mais novo. – Me deixa mais confortável saber que tenho uma chance com você. – Sorriu ladino, deixando o local.

Aquilo deixou Jaehyun um pouco confuso. Por mais que ele houvesse aceitado a ajuda de Taeyong, ele não sabia que o Lee era tão determinado daquela forma. Ouvi-lo sussurrar em seus ouvidos o deixou excitado. Algo que Yuta nunca havia sido capaz de fazer.

Jaehyun sorriu, negando com a cabeça, na esperança de acordar daquele sonho, não tão desconfortável assim. Taeyong o ajudaria a dar uma lição nas pessoas que o fizeram mal, e nada mais além disso. Ele não podia se enganar.


Notas Finais


Com um Taeyong ousado desses, quem não se apaixonaria, não é? Nós te entendemos, Jaehyun!

Obrigada por lerem até aqui. Nos vemos na próxima, babe's!


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