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História Bottles and knives - Capítulo 6


Escrita por:


Notas do Autor


OEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE
Vocês encheram meus comentários pedindo o capítulo e eu peço mil perdões pela demora

Recentemente fiquei gripada e eu ainda tô melhorando KKKKKK e aí sexta eu fodi meu olho e fiquei sem enxergar de um lado por causa do curativo JAJSJAJSJJA mas não foi nada sério, então eu fiquei escrevendo KAJSJAKS

da próxima vez, não demorarei, okay? Obrigada pela paciência, pessoar ❤️

E EU QUERO AGRADECER TODO MUNDO PELOS +150 FAV!!!!!! AAAAAAAAA SOU MUITO GRATA e eu vou responder todos os comentários, só deem um pouquinho mais de tempo iti

BOA LEITURA!!!

Capítulo 6 - "Don't protect", but I will


Fanfic / Fanfiction Bottles and knives - Capítulo 6 - "Don't protect", but I will

“Giyuu-san?” 


 — Olha, eu não queria te atrapalhar no que quer que você esteja fazendo, mas... — Giyuu, do outro lado da linha disse, com o tom de voz levemente receoso. Ele poderia estar atrapalhando o menor em alguma coisa. Afinal de contas, o hashira sabia dos deveres de presidente do conselho estudantil do mais novo. 


 — Oi? Não, você não tá atrapalhando não! Eu tô só... Ah, saco! — Tanjirō murmurou baixinho, mas audível, por conta das chaves que tinha derrubado. 


 — Ah... você já chegou em casa? Eu estava pensando em te acompanhar, por conta... daquela vez que você foi atacado. — o hashira perguntou, ouvindo o barulho de chaves. A vergonha era clara na voz de Tomioka, que não tinha o costume de ter tais atitudes generosas. 


 — Não, não! É que eu acho que tô preso aqui na escola. — Kamado sentenciou, enquanto pegava as chaves que tinham caído no chão e logo abrindo a porta da sala dos professores. 


 — Quê? Como assim? — o mais velho demonstrou preocupação na pergunta. 


 — Pois é! Fiquei aqui até mais tarde preenchendo algumas papeladas e me esqueceram aqui! — o ruivo disse, rindo um pouco nervoso só de pensar que teria que passar a noite toda no colégio, enquanto colocava com dificuldade, os relatórios em cima da mesa do professor. 


 — Você ainda estuda na mesma escola que o Sabito estudou, certo? Eu estou indo para aí. — Giyuu sequer esperou a resposta do mais novo, que guardou o celular um tanto aliviado por saber que o hashira viria ao seu resgate. 


Tanjirō estava terminando de fechar a porta da sala dos professores, quando repentinamente ouviu um estrondo vindo do teto. 


Por instinto, o menor saiu correndo sem nem olhar para trás até a sala de instrumentos musicais e silenciosamente fechou a porta atrás de si. Olhou ao redor e pegou tudo o que podia para colocar na porta. Era óbvio que, por mais que soubesse que Giyuu poderia quebrar um teto facilmente, sabia que não era ele. 


Os batimentos cardíacos só se aceleravam a cada segundo que passava. Os passos do provável oni podiam ser ouvidos, junto com alguns grunhidos estranhos. 


 — Eu vou te achar, humano... — a voz do oni ecoou ao ar, mas perto de onde o ruivo estava e rindo logo depois. — e quando eu fizer isso, minha língua vai lamber seu cérebro pra fora! 


As mãos de Tanjirō tremiam, mas mesmo assim, pegou o celular, colocou no modo vibra e foi enviar uma mensagem à irmã. 


Tanjirō: Nezuko, talvez seu nii-chan se atrase! Me perdoa? 


Kamado deu graças a Deus que a maioria das salas tinha acesso às escadas de emergência e rapidamente as desceu, até chegar na parte térrea da escola, ou seja, o pátio. O provável oni estava no andar de cima, então poderia usar essa chance para sair correndo a outro lugar, no entanto, acabou por bater em algo. 


 — Achei você! 


 — WAH! — Tanjirō praticamente deu um grito ao trombar com ninguém mais, ninguém menos que o próprio Giyuu. — Meu deus, que susto! 


 — Desculpa te assustar assim. — Tomioka pôs uma de suas mãos no ombro do mais novo. — Mas temos que sair daqui, tem um oni aqui dentr-


 — Olha o que temos aqui! Duas refeições!! — num ímpeto, a criatura antes citada desceu violentamente até o térreo, pondo o hashira em posição, já protegendo o menor. 


 — Shi no kata: Uchishio. — do ponto de vista de Tanjirō, não deu para enxergar nada, mas sentiu que foi tão suave, que deixou uma sensação de alívio tomar conta de si. 


 — O qu- — o monstro sequer teve a oportunidade de terminar a frase e já fora desmembrado; logo em seguida, começou a desaparecer em pequenos pedaços pretos, semelhantes à poeira.


Após fazer uma pequena e rápida reza ao demônio, Tanjirō respirou fundo, logo em seguida abraçando Giyuu de forma envergonhada; as mãos levemente trêmulas segurando no tecido das roupas de Tomioka, que de início não soube reagir, mas acalmou-se em alguns instantes ao entender que aquilo era o que o menor precisava. 


Por conta daquele aviso de Rengoku que "ele poderia ter morrido na madrugada daquele dia, se não fosse o Uzui", Tanjirō realmente pensou no que poderia ter acontecido se não fosse novamente resgatado. 


 — Obrigado, Giyuu-san... — a voz de Kamado saíra abafada, mas audível. 


Giyuu nada respondeu, mas depois de um tempo hesitando, colocou uma das mãos na cabeça de Tanjirō, acariciando os cabelos ruivos numa maneira de tentar acalmá-lo. 


[• • •] 


Giyuu havia deixado Tanjirō, ainda que um pouco à contragosto, em casa. Era claro o desejo de querer confortá-lo, mas era noite e ele tinha que sair para fazer o trabalho de um hashira: exterminar onis. 


 — Oi, Nezuko! Eu voltei! — o ruivo fechou a porta e tirou os tênis, logo pondo a mochila no chão. 


Nezuko, que estava no sofá, aparentemente inquieta por causa da mensagem que havia recebido mais cedo do irmão, saiu correndo e, num ímpeto, abraçou Tanjirō, derrubando a ambos. 


 — Nezuko... desculpa se eu te preocupei... — o ruivo sorriu gentilmente e acariciou a cabeça da garota, que o olhou feliz. — Ei, você quer saber como eu quase fiquei preso na escola? 


 — Hm-hm! — a garota assentiu, interessada na história. 


E assim, os dois levantaram-se e foram à cozinha para preparar a janta. Logo, conversaram bastante, aliviando aos dois por poderem passar um tempo em família. Rapidamente deu o horário de trabalho do ruivo, que num instante se aprontou e saiu de casa, dando um beijo na cabeça da irmã como despedida. 


A rua ainda estava movimentada, afinal, não era tarde. Depois de alguns minutos andando, Tanjirō finalmente havia chegado ao bar que trabalhava e, ao abrir a porta, viu que o chefe do lugar e a equipe estavam reunidos no meio do salão. 


 — Certo, agora vamos começar a nossa reunião semanal. — Rokuro, o chefe, anunciou, com o tom de voz calmo. 


Tanjirō em pequenos e rápidos passos juntou-se aos outros, ficando ao lado de Sabito, que sorriu levemente, diante de sua chegada. 


 — Vejamos... recebi comentários de clientes elogiando o trabalho de vocês. Parabéns. — o homem sorriu um pouco, acarretando nos sorrisos dos outros funcionários. — Só precisamos melhorar em alguns quesitos, como a... intromissão. 


Rokuro olhou Sabito e Tanjirō com rispidez e prosseguiu com o discurso. 


 — Vocês dois... a única reclamação que recebi semana passada foi por causa de vocês dois. Soube que sexta Sabito impediu um dos clientes de bater no Tanjirō. — o chefe olhava irritado para os dois citados na confusão, que não entendiam o porquê daquela bronca. 


 — O quê? E desde quando isso é errado? — Sabito se prontificou, já irritado. Para o maior, proteger nunca é errado. Ainda mais quando se trata de Tanjirō. 


 — Oras, vocês sabem que não se pode encostar em hipótese alguma no cliente. Ainda mais quando ele está certo. — o chefe replicou, de forma fria. 


 — Desculpa, senhor... é que no dia, um hashira veio e achei que ele precisaria receber prioridade. Por isso ele ficou irritado e quis me bater. Não foi culpa do Sabito. — Kamado deu um passo à frente, tentando não deixar o sermão nas costas do mais velho. 


 — Como assim? Era só atendê-los ao mesmo tempo. Não é porque um vem que você deve parar de atender todo mundo. — Rokuro respondeu, novamente agressivo. 


Tanjirō nada respondeu, apenas assentiu com a cabeça baixa. Ele sabia que de nada adiantaria discutir com o seu chefe. 


 — Por isso que da próxima vez, não quero ninguém se protegendo. Se é pra apanhar, que apanhe. Eu não me importo. — o homem olhava para todos com o olhar congelante. — E os dois vão ganhar menos nos próximos dias. Estão dispensados. 

 

Um calafrio percorreu em todo o corpo de Kamado. Ganhar menos? Ele não podia. Como ele iria pagar as contas? Como ele mimaria, pelo menos um pouco, Nezuko? Como ele pagaria suas dívidas que tinha com o tio de Giyuu e vizinho, Urokodaki? Ele tinha que ao menos conversar com o patrão. 


 — Senhor, espere... eu... preciso do dinheiro. Eu faço qualquer coisa. — o menor sequer pensou duas vezes e pegou no braço do homem, que se virou lentamente e pensou por alguns segundos antes de responder. 


 — Tanjirō... venha ao meu escritório. Vamos conversar. — Rokuro disse friamente, fazendo o ruivo segui-lo. 


E vendo tal cena, Sabito não podia deixar de sentir mais ódio do próprio patrão. Se pudesse, acabaria com aquela palhaçada ali mesmo. Como ele se atreve a diminuir o salário de Tanjirō sabendo que ele tem problemas financeiros? E o que diabos foi aquilo? "Se é pra apanhar, que apanhe". A filosofia ridícula de que os clientes são mais importantes do que os funcionários o deixava mais irritado. 


Já no escritório, o homem encontrava-se sentado em sua poltrona, enquanto Tanjirō se encolhia na frente do chefe, um pouco receoso sobre o que iria falar. 


 — Diga, o que te incomodou? — Rokuro perguntou, como se fosse óbvio que o discurso não tinha como não discordar de algo. 


 — Bom... primeiramente eu queria te pedir para não abaixar o salário do Sabito... — Kamado não deixaria-o se ferrar por sua causa. 


 — E por quê eu deveria? 


 — Bom, foi minha culpa que ele teve que me proteger. — Tanjirō tinha se decidido. Ele odiava mentir, mas era necessário. E como era ruim em fazê-lo, olhou para o chão, pois assim, o chefe não iria notar a careta que o menor estava fazendo ao mentir. 


 — Como assim? — o patrão perguntou, confuso. 


 — Eu o obriguei a me proteger. — Kamado segurava fortemente as mangas da blusa que vestia. 


 — Ah... certo. Eu não abaixarei o salário dele. — Rokuro pegou um jornal qualquer, sem muito interesse no que o mais novo tinha para falar. — Mais alguma coisa que te incomoda? 


 — O senhor sabe que eu só trabalho aqui porque sou bem pago. E eu sustento a mim e a minha irmã. Não posso ganhar menos do que já ganho! Senão não vou poder pagar a mensalidade da escola e muito menos as contas de casa. — o menor dizia, com desespero aparente na voz. Já com a cabeça erguida, as mãos trêmulas agora agarravam as pontas da blusa que vestia. 


 — Hm... olha... — Rokuro olhou Tanjirō de baixo para cima. — Talvez eu possa não diminuir seu salário. 


 — Eu farei qualquer coisa. — Kamado respondeu, com medo, mas estava firme em sua decisão. 


 — Tem alguns clientes que me pediram para eu abrir um tipo de serviço... digamos, sujo. Sei que você fez 18 mês passado e, bem, alguns pedem para eu abrir esse tipo de coisa. Você é o mais requisitado para transar, sabia? — o final da frase quase fez Tanjirō entrar em combustão instantânea. Como assim? Do que ele estava falando? Transar? 


 — O que o senhor quer dizer? — Tanjirō questionou, querendo sair daquela sala imediatamente. O que ele sentia era uma mistura de vergonha e medo. 


 — O que eu quero dizer é que, se você prestar, além de serviços aqui e começar a "se prostituir" em nome do bar, eu não vou abaixar seu salário, e sim aumentar. — o patrão percebia o medo de Kamado, e se deleitava com tal fato. — Bom, mas você pode rejeitar o convite, no entanto, ficaria sem o salário cheio. 


 — Eu... — Tanjirō pensou no momento que teve com Nezuko mais cedo, pensou em Zen'itsu e Inosuke. E havia se decidido. — Quando eu... começo? 


Era um desejo trazer felicidade à Nezuko comprando as coisas que ela queria e ele também não queria de forma alguma mudar de escola e deixar os dois melhores amigos. 


 — Por mim, hoje mesmo já tá ótimo. — o chefe disse, com o tom de voz despreocupado. 


 — Certo. Com licença. — Tanjirō saiu da sala totalmente desamparado. Ele tiraria a própria virgindade com quem ele sequer conhece? Não, mas ele não podia pensar assim. Tinha que pensar no rosto feliz de Nezuko se ela pudesse ter as coisas que 

quisesse com o dinheiro que ele teria, caso fizesse aquilo. 


Então, já com o bar aberto há pouco, o menor foi se trocar rapidamente, encontrando Sabito no vestiário. 


 — Você conseguiu fazer com que ele não diminuísse seu salário? — Sabito questionou. 


Tanjirō nada respondeu, apenas deu alguns passos na frente de Sabito, batendo levemente sua cabeça no peito do maior, que ficou estático e sem entender nada. 


 — O que houve? — o mais velho perguntou preocupado, enquanto dava leves batidinhas na cabeça de Tanjirō e o puxava pela cintura para realmente o abraçar. 


 — Nada. — Tanjirō envolveu os braços ao redor de Sabito, que estava derretendo por conta do ato carinhoso do ruivo, mas ao mesmo tempo estava fervendo de raiva pois sabia que o chefe tinha algo a ver com aquilo. 


Mas no momento ele só tinha que se preocupar em confortá-lo. 


[• • •] 


Era final do expediente de Tanjirō quando um dos últimos clientes chegou. Era o mesmo homem que quase bateu no menor na sexta-feira por conta de cerveja. E o ruivo só percebeu quando o sujeito abaixou o cardápio da cara. 


 — Ora ora ora, se não é o garotinho da semana passada. — o homem disse, com o sorriso sarcástico, fazendo o mais novo dar uns passos para trás e quase derrubar o bloco de notas que tinha em mãos. — Não se preocupe, não estou bêbado e nem vim pra beber. Só vim conversar, por isso vim no final do seu expediente. 


Os primeiros pensamentos que vinham na cabeça de Kamado eram: um, como ele sabia do horário de trabalho dele e dois, como assim conversar e por que ele veio a um bar para não beber? 


 — Er... certo...? — Tanjirō olhou no relógio do salão e viu que tinha acabado de terminar o horário de expediente dele. 


 — Olha, eu quero dizer que você é muito bonitinho pra estar aqui largado nesse lugar. Você não fica sozinho e carente na sua casa não? — o sujeito com certeza tinha algum problema de bipolaridade. Ah, com certeza. Ele sorria de forma marota para Tanjirō, que mantinha os ombros tensos por conta da conversa esquisita que estavam tendo. 


 — O quê...? — o mais novo olhou para os lados, nervoso. 


 — Você não bate uma? Nunca colocou os dedos dentro de si? — o homem sorriu maliciosamente, pondo a mão na coxa de Kamado, que se incomodou com o contato, mas não recuou. As palavras do patrão ainda ecoavam em sua cabeça. 


 — C-Como assim? Para... — o ruivo estava quase pegando fogo de vergonha e novamente mantinha as mãos trêmulas segurando nas pontas da blusa que usava, enquanto a mão do sujeito só chegava cada vez mais perto da intimidade do mais novo. 


 — Ô, gatinho. Você parece tímido. Vou só chegar até aqui hoje. — o homem lambeu os lábios com pensamentos poluídos e tirou a mão, mas antes, passou levemente os dedos grossos por cima do lugar onde estava a genital do ruivo, que estremeceu diante do contato. — Vamos ao motel amanhã, bonitinho. 


 — Eu... — Tanjirō estava odiando as partes do corpo que o homem passara a mão e queria recusar o convite. Mas olhou para Rokuro, que o observava de longe. — Tudo bem. 


 — Ah, que bom que aceitou. Te pago bem se você me servir da mesma forma. — o sujeito riu. — Aliás, te devo um soco. Levante. 


Tanjirō levantou-se lentamente. Não estava muito preparado para levar um soco logo no trabalho, mas acabou por levantar e fechar os olhos, esperando o impacto. 


 — Aqui vou eu. — rapidamente o homem desferiu o soco. Mas o menor não sentiu o impacto. 


 — Sabito! — Kamado abriu os olhos, deparando-se com o mais velho ajoelhado e com o dorso da mão em cima da boca, que estava sangrando. Rapidamente foi correndo de encontro ao maior. 


 — Você é tão fraco, velhote. Não é digno de ser um homem mesmo. — Sabito levantou-se como se nem tivesse levado um soco e foi embora.


O homem, de início, ficou assustado pela aparição inesperada de Sabito, mas depois ficou irado e foi embora xingando-o. Finalmente uma chance para o ruivo ir atrás do colega de trabalho, que tinha ido à porta dos fundos. 


 — Sabito, posso cuidar de você? Quero ver seus machucados... 


Notas Finais


KAJSJAJJSJASKS como pediram, fiz um capítulo focando mais no Giyuu e no Sabito iti malia

mas todos vão ter seu tempo, okay? Tenham paciência se o shipp de vocês não aparecerem num capítulo KKKKK

Mas sério, tenham paciência, todo mundo que eu coloquei nas tags vai ter seu momento. Eu não posso colocar só um ou dois, tenho que focar nos outros também JAJZJAJJSJAJSJ

E EU JÁ COLOQUEI O DELÍCIA DO YORIICHI NAS TAGS VAI TER SIM SHIPP DELE COM O TANJIRŌ, FODASE AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA (quem não sabe quem é, vai pesquisar no sr. Google, taoquei?) é isso, até o próximo capítulo que vai ser ainda esse mês (ou pode até ser nessa semana, já pensou? Hehe)

AMO VOCÊS! E desculpem caso tenha algum erro KKKKK

[edit1] aliás, o Rokuro no anime é um dos Luas Inferiores KKKKKKKKKKK depois deem uma olhadinha em quem é só pra ajudar a imaginar :)


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