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História Bound by Honor - Bughead - Capítulo 21


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Notas do Autor


Boa leitura

Capítulo 21 - Capítulo 20


Elizabeth Jones

O céu estava se tornando cinza no horizonte de Nova York quando eu acordei na manhã seguinte. Eu ainda estava deitada no peito de Jughead, meus seios nus pressionados contra suapele quente, mas eu tinha deslizado pelo seu corpo durante a noite e seu comprimento duro

estava pressionado contra a minha perna. Eu me mexi com cuidado e olhei para o rosto dele.

Seus olhos estavam fechados e ele parecia tão calmo no sono, era difícil acreditar que o mesmo cara tinha abrigado tanta violência e escuridão na noite passada.

Uma curiosidade passou por mim. Eu nunca tinha visto uma ereção, mas estava preocupada em acordar Jughead. Depois do que ele disse, eu realmente não queria correr o risco

dele perder o controle. Tentei espreitar por cima do meu ombro o pênis duro de Jughead, mas da

forma como estávamos posicionados eu teria que quebrar o pescoço para vê-lo.

De repente, um zumbido veio da mesa de cabeceira e Jughead se sentou tão rápido que eu bati os dentes. Ele me levou com ele, um braço me firmando ao redor da cintura, o outro pegando seu celular. Mas a nova posição me fez deslizar para baixo de seu corpo e agora sua

ereção estava entre as minhas pernas, seu comprimento pressionado contra o meu núcleo. Eu estava praticamente montando ele como se fosse uma vassoura. Eu nunca tinha sido mais grata pela minha calcinha.

Fiquei rígida e assim o fez Jughead, o celular já pressionado contra sua orelha. Eu tentei me colocar em uma posição menos problemática, mas isso só fez o seu pau esfregar contra mim.

Ele gemeu e eu congelei. Os olhos de Jughead dilataram quando seus dedos apertaram a minha cintura.

— Eu estou bem Archie, — ele murmurou. — Eu estou bem demais. Não. Eu posso lidar com isso. Não preciso ver o médico. Agora, me deixe dormir. — Jughead desligou, colocou

o telefone de volta no criado-mudo e me encarou. Eu estava tão dura que ele poderia ter me usado como uma tábua de passar roupar.

Ele se afundou lentamente na cama com todo o controle que seu abdômen poderia lhe oferecer. Eu permaneci na posição sentada, ajeitando meus quadris, mas rapidamente passei um braço na frente dos meus seios. Agora que ele estava deitado, sua ereção não estava mais me tocando. Reunindo a minha coragem, eu passei minha perna sobre seus quadris, e

acidentalmente rocei no pênis de Jughead.

— Porra. — Jughead rosnou, saltando debaixo de mim. Eu tive que reprimir um sorriso.

Ajoelhei ao lado dele, meu braço ainda cobrindo meus seios, e então me permiti olhar. Uau. Eu não tinha nada para comparar, mas não podia imaginar que pudesse ser maior. Ele era longo e grosso, e circuncidado.

Veronica tinha vencido sua aposta estúpida.

— Você vai ser a minha morte, Betty, — Jughead disse em voz baixa.

Eu me virei, envergonhada. Eu estava encarando. Havia fome no rosto de Jughead quando fixei meus olhos nos seus. Uma de suas mãos repousava sobre seu estômago, a outra estava

jogada sob sua cabeça. Seu abdômen estava tenso; na verdade cada centímetro de seu corpo parecia dessa forma. De repente, fui tomada pela timidez. Por que eu pensei que era uma boa ideia dar uma olhada nele? Arrisquei outra olhada.

— Se você continuar olhando para o meu pau com essa expressão atordoada, eu vou entrar em combustão.

— Sinto muito se a minha expressão lhe incomoda, mas isso é novo para mim. Eu nunca tinha visto um homem nu. Todas as minhas primeiras vezes, eu vou experimentar com você.

Jughead se sentou. Sua voz baixou uma oitava.

— Isso não me incomoda. Isso é sexy pra caramba, e eu vou aproveitar cada primeira vez que você vai compartilhar comigo. — Ele

acariciou minha bochecha. — Você nem percebe o quanto me deixa excitado.

Com ele sentado, nossos rostos estavam próximos e Jughead me puxou para um beijo. Eu pressionei minha mão em seu ombro e então, lentamente, desci pelo seu peito para seu estômago. Jughead parou de me beijar.

— Ontem à noite você me perguntou se eu queria que você me tocasse.

— Sim. — eu disse, minha respiração ficando presa. — Você quer que eu te toque agora?

O fogo em seus olhos escureceu.

— Porra, sim. Mais do que qualquer coisa. — Ele estendeu a mão para o meu braço que pressionava contra os meus seios. — Deixe-me vê-los.

— Ele fechou os dedos em volta do meu pulso, mas não puxou. Eu hesitei. Ele os tinha visto ontem, mas agora eu me sentia mais exposta.

Lentamente eu soltei meu braço e abaixei. Fiquei sentada quieta enquanto os olhos de Jughead vagavam sobre mim.

— Você é bonita pra caralho, betty.

Eu não sabia o que dizer.

— Você quer me tocar agora? — ele disse em voz baixa.

Eu balancei a cabeça e lambi meus lábios. Olhei para baixo, então timidamente estendi a mão e corri o dedo sobre o seu comprimento. Era macio, quente e firme. Jughead  soltou um forte suspiro, os músculos de seus braços ficaram tensos. Eu rocei a ponta, maravilhada com o quão suave ele era. Jughead rangeu os dentes.

Eu senti uma estranha sensação de poder sobre ele enquanto corria meus dedos para cima e para baixo lentamente, fascinada por sua maciez.

Jughead tremeu sob o meu toque.

— Me pegue com a sua mão, — disse ele em voz baixa.

Eu passei meus dedos em torno de seu eixo levemente, preocupada em machucá-lo.

Mexi a mão para baixo, depois para cima, surpresa com o quão pesado ele parecia na palma da minha mão. Jughead deitou. Eu sabia que ele estava me observando, mas não pude encontrar o seu olhar, mortificada pela minha própria coragem.

— Você pode pegar mais forte. — disse ele depois de mais alguns dos meus movimentos experimentais.

Eu apertei meus dedos.

— Mais forte. Ele não vai cair.

Eu corei e me virei, soltando a mão.

— Eu não queria te machucar. — Deus, isso era embaraçoso. Eu não podia mesmo fazer isso. Talvez Jughead realmente devesse voltar para sua prostituta, Evelyn. Ela sabia o que fazer.

— Ei. — Jughead disse calmamente, me puxando contra ele. — Eu estava brincando com você. Está tudo bem. — Ele me beijou. Sua boca se moveu contra a minha, inflexível, mas

suave, e sua mão serpenteou pelo meu braço, meu quadril e chegou à curva da minha bunda até que seu dedo escorregou entre as minhas pernas e roçou sobre minhas dobras.

Ele deslizou para frente e para trás levemente antes de deslizar a ponta do seu dedo sob minha calcinha.

Prendi a respiração com a sensação dele contra a minha pele nua. Ele mergulhou entre as minhas dobras, então deslizou até meu clitóris, revestindo-o com minha umidade. Eu gemi contra seus lábios antes de deslizar minha língua em sua boca para dançar com a sua. O prazer

atravessou meu corpo quando ele girou o dedo sobre a minha protuberância sensível.

Ele puxou sua boca da minha, seus olhos me perfurando.

— Quer tentar de novo? — ele

murmurou com um aceno de cabeça em direção ao seu comprimento duro.

Seu dedo brincou comigo outra vez e eu fiquei ofegante, mal conseguindo pensar direito, muito menos formar uma frase coerente. Meu corpo doía com uma necessidade que eu nunca

tinha sentido antes. Passei minha mão pelo seu torso musculoso, seguindo a trilha de pelo escuro da sua ereção.

Eu enrolei minha mão em torno dele, que saltou sob o meu toque. Os dedos de Jughead deslizaram mais rápido contra a minha carne úmida. Suas carícias firmes me fizeram arfar, mas eu estava muito ansiosa pra me importar. Jughead cobriu a minha

mão em torno de seu comprimento com a dele, me mostrando o quão forte eu poderia apertá- lo. Em seguida, ele mexeu nossas mãos para cima e para baixo em seu eixo. Eu assisti com fascínio. Nós mexemos mais rápido e mais forte do que eu teria ousado. Os dedos de Jughead

entre minhas dobras, me esfregando mais rápido, até que eu mal podia respirar e meu pulso batia em minhas veias. Eu estava prestes a ter um orgasmo.

— Jughead. — engoli em seco e ele brincou com o meu clitóris, me levando a perder o controle.

Espasmos passaram pelo meu corpo enquanto eu gemia. Minha mão bombeou o comprimento de Jughead ainda mais rápido quando o grunhido gutural da sua libertação tomou conta dele. Eu tremia contra ele quando o vi gozar em nossas mãos e no seu estômago. Meus mamilos estavam duros e esfregando contra seu peito, enviando ondas de prazer através de mim. Sua ereção latejando na minha mão suavizou lentamente.

Jughead tirou os dedos de dentro

da minha calcinha e descansou a mão sobre a minha bunda.

Fechei os olhos, e ouvi o barulho do seu coração. Jughead beijou o topo da minha cabeça, me surpreendendo com o gesto amoroso. Meu coração explodiu em uma nova esperança.

Aos poucos, a nossa respiração desacelerou. Jughead estendeu a mão para uma caixa de tecido na mesa de cabeceira e me entregou um lenço de papel, antes de se limpar. Voltei à consciência quando limpei seu sêmen da minha mão. Não podia acreditar que o toquei assim. Eu ainda

estava sensível entre as minhas pernas, e ainda assim queria sentir seus dedos novamente.

Será que era errado eu gostar tanto do toque de Jughead?

Ele era o meu marido, mas eu não tinha certeza. Minha mãe sempre tinha tratado o sexo como algo que só os homens desejavam. As mulheres simplesmente faziam o seu dever.

Jughead esfregou meu braço e eu decidi não pensar muito sobre isso. Eu faria o que parecia certo. Soltei um pequeno suspiro, mas, em seguida, meus olhos se focaram no corte abaixo das suas costelas. O sangue estava escorrendo dele.

Sentei-me.

— Você está sangrando. — Eu tinha me esquecido do ferimento. — Dói?

Jughead parecia completamente relaxado. Ele baixo o olhar para o corte.

— Não muito. Não é nada. Estou acostumado com isso.

Toquei a pele abaixo do corte.

— Você precisa de pontos. E se estiver infectado?

— Talvez você tenha sorte e se torne uma jovem viúva.

Eu olhei para ele.

— Isso não é engraçado. — Não depois do que tínhamos acabado de

fazer. Eu me sentia mais próxima dele do que nunca e, de qualquer maneira, meu pai só me encontraria um novo marido.

— Se isso te incomoda tanto, por que você não pega o kit de primeiros socorros do banheiro e traz para mim?

Saltei da cama e corri para o banheiro.

— Onde está?

— Na gaveta debaixo da pia.

Não havia apenas um kit de primeiros socorros. Havia cerca de vinte kits. Peguei um e voltei para o quarto, mas antes de ir para a cama com Jughead, peguei minha camisola do chão e a coloquei. Jughead sentou contra a cabeceira, ainda gloriosamente nu. Concentrei-me em seu torso, envergonhada por sua nudez descarada.

Jughead acariciou minha bochecha quando me acomodei ao lado dele.

— Ainda muito tímida para olhar para mim, mesmo depois do que aconteceu. — Ele puxou a barra da minha camisola. — Eu gostei de você sem ela.

Apertei os lábios.

— O que você quer que eu faça? — coloquei o kit de primeiros

socorros entre nós e abri.

— Muitas coisas. — Jughead murmurou.

Revirei os olhos.

— Com o seu corte.

— Há lenços para desinfetar. Limpe a minha ferida e eu vou preparar a agulha.

Eu rasguei um dos pacotes. O cheiro de desinfetante encheu meu nariz. Puxei o lenço, desdobrei e limpei o corte. Jughead se contraiu, mas não fez nenhum som.

— Arde?

— Eu estou bem, — ele disse simplesmente. — Limpe mais forte.

Eu fiz, e embora ele tenha se remexido algumas vezes, nunca me disse para parar.

Finalmente joguei o lenço no lixo e me inclinei para trás. Jughead perfurou sua pele com a agulha

e começou a costurar a si mesmo, suas mãos eram firmes e certeiras. Vê-lo fazer isso me deixou enjoada. Eu não podia me imaginar fazendo isso em mim mesma, mas quando meus

olhos vagaram sobre o corpo de Jughead e as suas inúmeras cicatrizes, eu percebi que provavelmente não era a primeira vez que ele fazia isso.

Quando Jughead ficou satisfeito com seu trabalho, jogou fora a agulha.

— Nós precisamos cobrir isso aí, — eu disse. Procurei no kit um curativo, mas Jughead balançou a cabeça. — Vai curar mais rápido se ficar descoberto para respirar.

— Sério? Você tem certeza? E se entrar sujeira no corte?

Jughead riu.

— Você não precisa se preocupar. Esta não será a última vez que eu vou voltar para casa ferido. — Eu estava preocupada? Sim. E eu não gostava da ideia dele dando tão pouca importância para a sua saúde.

Jughead abriu os braços.

— Venha.

— Você não tem que sair? — eu olhei para o relógio. Era apenas oito horas, mas na maioria dos dias Jughead já tinha saído nesse horário.

— Não hoje. A Bratva está sob controle no momento. Eu vou ter que ir a um dos clubes da Família de tarde.

Dei um leve sorriso. Não pude evitar. Eu estava feliz por não ter que ficar sozinha o dia todo novamente. Me aconcheguei contra a lateral de Jughead e ele colocou seu braço em volta de mim.

— Eu não esperava que você fosse ficar tão feliz. — disse ele em voz baixa.

— Eu sempre fico sozinha. — eu odiava como eu parecia fraca dizendo isso, mas era a verdade. Os dedos de Jughead apertaram o meu braço.

— Eu tenho algumas primas com quem você poderia sair. Tenho certeza de que elas gostariam de ir às compras com você.

— Por que todo mundo acha que eu quero ir às compras?

— Então, faça outra coisa. Tome um café ou vá para um Spa, eu não sei.

— Eu ainda tenho o vale de um Spa que ganhei no meu chá de panela.

— Está vendo? Se você quiser eu posso falar com as minhas primas.

Eu balancei a cabeça.

— Eu não estou muito interessada em me encontrar com suas primas, depois do que Donna fez.

— O que ela fez? — ele ficou rígido embaixo de mim.

Eu recuei, olhando para Jughead. Então eu percebi que eu não disse a ele como o encontrei na cama com Evelyn, e depois de toda a confusão dos últimos dias ele também nunca

perguntou. Ele provavelmente já tinha problemas mais que suficientes com a Bravta.

— Ela me deu o bilhete que me levou a você e Evelyn. — Dizer seu nome fez o meu estômago virar novamente, e memórias indesejadas ressurgiram. Sentei, longe do calor de Jughead. Puxei minhas pernas para cima, contra o peito, oprimida por tudo o que tinha acontecido.

Jughead se sentou e deu um beijo no meu ombro.

— Cosima deu a você um bilhete que lhe dizia para ir ao apartamento? — sua voz estava apertada com raiva.

Eu balancei a cabeça, depois engoli antes de me atrever a falar.

— E uma chave. Ela ainda está na minha bolsa.

— Que puta de merda, — ele rosnou.

— Quem?

— As duas. Evelyn e Donna. Elas são amigas. Evelyn deve ter colocado Donna nisso. Aquela vadia.

Eu vacilei com a fúria em sua voz. Ele soltou um suspiro duro e colocou furtivamente um braço em volta da minha cintura, me puxando contra seu peito e enterrando seu rosto no

meu cabelo.

— Evelyn queria me humilhar. Ela parecia muito feliz quando eu encontrei vocês.

— Aposto que sim, — disse ele. — Ela é a porra de um rato tentando humilhar uma rainha. Ela não é nada.

Uau, ele estava furioso. E eu não podia evitar, sentia muito prazer

dessa raiva dele por Evelyn.

— Como ela reagiu quando você lhe disse que você não podia mais vê-la?

Ele ficou em silêncio. Eu fiquei tensa.

— Você prometeu que não iria mais vê-la ou a outras mulheres de novo. — Minha voz tremeu e eu tentei me afastar, mas ele me segurou rápido. Será que ele mentiu para mim? Eu não podia crer que tinha acreditado nele, não podia aceitar que eu deixei que ele me tocasse lá, e que também o toquei, em retorno.

— Eu falei que não vou mais ver mulher nenhuma, e não vou. Mas eu não quis falar com Evelyn. Por que eu deveria? Eu não lhe devo explicações, assim como eu não devo a porra de

uma explicação para as outras vadias que eu já comi.

Seu corpo poderia ter sido feito de

pedra por estar tão tenso. Eu queria acreditar nele. Ele agarrou meu queixo entre o polegar e o indicador e inclinou meu rosto até que eu estivesse olhando para ele.

— Você é a única que eu quero. Eu vou manter minha promessa, Elizabeth.

— Então você não vai vê-la novamente.

— Ah, eu vou vê-la novamente para lhe dizer o que eu penso sobre a sua pequena proeza.

— Não.

Ele franziu a testa.

— Eu não quero que você fale com ela novamente. Vamos apenas esquecê-la.

— Eu podia ver que ele não queria esquecer. — Por favor.

Ele exalou, depois assentiu.

— Eu não gosto disso, mas se é isso que você quer...

— É. — eu disse decididamente. — Não vamos nem falar sobre ela. Fingir que ela não existe.

Jughead ergueu a mão e esfregou o polegar sobre meu lábio inferior.

— Seus lábios são tão adoraveis. — Abaixei a cabeça para esconder meu sorriso satisfeito.

— Tem algo que eu gostaria de falar com você. — eu disse.

— Mais uma má notícia?

— Bem, eu acho que depende do seu ponto de vista. Queria que Veronica viesse me visitar. Suas aulas só vão começar em duas semanas e eu sinto falta dela.

— São apenas alguns dias desde que você a viu.

— Eu sei.

— Onde é que ela vai ficar?

— Eu não sei. Talvez eu um de nossos quartos? — Tínhamos três no piso inferior da cobertura.

— Sua irmã é uma grande dor de cabeça.

Eu dei a ele um olhar suplicante.

— Que tal um acordo? — ele disse em uma voz rouca.

Meu nervos se agitaram no meu estômago.

— Um acordo?

— Não fique tão nervosa. — Jughead sorriu ironicamente. — Eu não vou lhe pedir para dormir comigo para que você possa ver sua irmã. Eu não sou tão idiota.

— Não? — eu provoquei e ele bateu seus lábios contra os meus em um beijo que enviou sensações relâmpago por todo o caminho até os dedos dos meus pés.

— Não. — ele disse contra meus lábios. — Mas eu gostaria de explorar seu corpo.

Eu levantei minhas sobrancelhas.

— Tipo como?

— Hoje à noite vou tentar estar em casa mais cedo depois da reunião no clube, e eu quero relaxar com você na hidromassagem um pouco e depois quero que você descanse e me

deixe te tocar e beijar onde eu bem entender. — Ele lambeu meu ouvido.— Você vai adorar.

Eu separei meus lábios em surpresa. Isso estava indo mais rápido do que eu pensei que iríamos, do que eu sei que deveria.

Jughead deve ter visto a incerteza em minha expressão, porque ele enfiou a mão entre minhas pernas e pressionou a palma contra o meu clitóris, sobre o tecido da calcinha. Eu

rebolei e deixei um gemido escapar antes que pudesse me impedir. Deus, isso era ridículo.

Era o que acontecia quando éramos forçados a viver em abstinência por tanto tempo.

— Você gosta disso, betty. Eu sei que você gosta. Admita.

Ele pressionou mais e eu empurrei contra ele.

— Sim.  — eu disse ofegante. Ele mexeu a palma da mão lentamente, o que enviou picos de prazer através do meu corpo. — Não pare.

— Eu não vou.  — disse ele, mordiscando minha garganta. — Então você vai me deixar explorar hoje à noite? Eu não vou fazer nada que você não queira.

Eu não tinha certeza do que eu queria agora. Com exceção de que Jughead não parasse o que estava fazendo com a mão. Eu teria lhe prometido tudo naquele momento.

— Sim.

Ele aumentou a pressão sobre o meu clitóris e sugou a minha garganta, e depois passou a língua sobre minha clavícula, o que me fez explodir.

Jughead me beijou abaixo do queixo antes de se puxar para trás com um sorriso. Uma vez que eu desci do meu torpor, decidi que precisava achar uma maneira de equilibrar o poder

entre nós. Ele me queria mais do que eu queria ele. Eu tinha certeza disso. Eu precisava tirar proveito dessa situação.

Eu descansei minha cabeça contra seu ombro.

— Então, eu posso ligar para Veronica e dizer a ela para comprar as passagens de avião?

Jughead riu.

— Claro, mas lembre-se do nosso acordo. — Seu telefone tocou na mesa de cabeceira. Ele o pegou. — Pelo amor de Deus, Archibald, o que é agora?

Eu me afastei. Jughead se levantou e começou a andar pelo quarto, completamente nu.

— Nós temos a costa, o litoral. Eu não vou deixar outra porra de restaurante para os russos. Sim.

Sim. Eu vou estar pronto em 30 minutos. — Ele atirou o telefone de volta na mesa de cabeceira.

— Vou ter de falar com o dono de uma cadeia de restaurantes.

— Tudo bem.  — eu disse, tentando esconder a minha decepção.

— Chame sua irmã e diga que ela pode vir. E eu vou estar de volta a tempo para o jantar, ok? Eu tenho alguns telefones de delivery na cozinha. Encomende o que quiser. — Ele se inclinou e me beijou. — Peça para chic levá-la a um museu ou algo assim.

Quinze minutos mais tarde ele se foi, e eu fiquei com as minhas dúvidas.

Como eu poderia ter concordado com esse acordo? Porque eu amei o prazer que ele me deu. Por que não aproveitar? Talvez eu tivesse que viver sem amor, mas isso não significava que eu teria que ser miserável.

Veronica ficou em êxtase quando eu liguei para ela e lhe disse que podia vir me visitar. Eu não contei a ela sobre o acordo. Não podia falar sobre algo assim no telefone, ou de qualquer outra maneira. Eu sabia que ela não aprovaria que eu estivesse cedendo a Jughead tão rapidamente.


Notas Finais


Se proteja contra o corona

Com amor sah ♡_♡


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