História Boundless - Capítulo 1


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Categorias Bully
Personagens Beatrice Trudeau, James 'Jimmy' Hopkins, Personagens Originais, Zoe Taylor
Tags Bully, Originais, Romance
Visualizações 7
Palavras 3.167
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá leitor(a), espero que esteja tudo bem com vocês ❤️ estou voltando depois de muito tempo e essa é minha fic de retorno das sombras hahahhaa espero que gostem 😘

Capítulo 1 - Capítulo 1


Sem limites, sem regras... Essa é minha vida em meus 17 anos, nunca me comportei e não vai ser agora que vou estar em Bullworth Academy que vou mudar. Coloquei minhas coisas no carro preguiçosamente fazendo com que minha mãe ficasse irritada. Meu pai pagou o taxista e me ajudou a terminar de guardar minhas coisas no taxi. Eu já levava a mão até a porta quando ele segurou meu braço.

- Espero que não me cause mais problemas, eu queria evitar isso, mas você não me dá escolha... – Ele tentava soar carinhoso, mas isso não funcionava comigo. Revirei os olhos e puxei meu braço. Ele suspirou, irritado e abriu a carteira tirando 500 dólares e me entregando.

– Isso é pra você até conseguir um emprego. – Peguei o dinheiro já me virando para trás. Ele agarrou meu braço de novo fazendo com que eu olhasse pra ele novamente.

– Comporte-se. – Ele estava sério. Não pude conter um sorriso sarcástico.

- Não se preocupe Richard, comportamento é meu ponto forte. – Me virei e tenho certeza que pude ouvir sua irritação em sua mandíbula. Sorri. Sarcasmo... Esse deveria ser meu segundo nome ao invés de Emily Rockenbach, pelo menos eu iria gostar mais. Finalmente entrei no taxi onde tocava Angels do Vicetone com Kat Nestel. Irônico. Começamos nossa viagem de pelo menos 5 horas até Bulltown.

Tirei minhas coisas de dentro do carro e olhei para a mulher a minha frente, velha e carrancuda ela sorria de lado meio desapontada, me olhando de cima em baixo. Minha altura de 1,70 muitas vezes intimidante a alcançava, mas se notava que minha calça jeans preta toda rasgada, minha camisa preta escrita em branco “Goddamn, I’m So Fuck Good!” com minha jaqueta quadriculada vermelha e preta, meu All Star preto seguidos do meu cabelo longo vermelho com as pontas azuis – encaracolado – solto enquanto mascava um chiclete de menta a incomodava mais. Sorri. Se visse minha tatuagem na cintura ela teria um ataque. Sorri para ela o mais ‘’meigo’’ que pude. Ela pigarreou.

- Seja bem-vinda a Bullworth Academy! Um lugar majestoso onde a educação é nosso bem mais precioso. Venha, deixo você dar uma volta e conhecer a escola, depois me encontre na diretoria no segundo andar do prédio principal. Não demore, não tenho o dia todo. – Ela começou a andar sem nem deixar que eu falasse algo. Quanta educação. Passei pelos portões observando tudo e imediatamente veio Cheguei da Ludmilla na minha cabeça me fazendo dar um sorrisinho de lado, o lugar era duas vezes maior do que meu antigo colégio, quando eu passava alguns alunos me encaravam e o clima mostrava que por ali as coisas funcionavam do jeito difícil, mas eu andava com passos confiantes e cabeça erguida, dando pequenas piscadelas para os que me encaravam tirando sorrisos sujos de garotos e olhares de ódio das meninas, ninguém ali ia me intimidar, não à mim. Depois de dar uma boa e longa volta por grande parte do lugar, cheguei ao prédio do colégio, provavelmente era horário de aula, pois estava praticamente vazio, apenas alguns caras de roupa social azul andando por ali, os mais próximos de mim me olhavam fechando a cara e eu dei uma piscadela quando passei perto de um próximo as escadas fazendo com que me lançasse um olhar de reprovação. Chegando à diretoria encontrei a velhota novamente, quando me viu ela me entregou uma folha com horários.

- Cumpra os horários devidamente, senão haverá punição. Os monitores estão sempre atentos a alunos desobedientes – ela me fuzila – e trazê-los até mim.

- Monitores? Seriam aqueles caras sociais de cara fechada lá embaixo? – Perguntei.

- Sim, sugiro mais respeito quando falar com eles, são autoridade por aqui. Você irá começar na próxima aula, não se atrase. Vamos. – Ela me entregou vários livros e começou a andar novamente. Suspirei seguindo-a.

Chegando ao dormitório ela me levou até meu quarto onde minhas coisas já estavam. O quarto era grande e havia duas camas, mas o que mais me incomodava era o tom rosa bebê nas paredes que dava um ar de casa de boneca. Engoli a vontade de vomitar e deixei os livros em cima de uma mesinha ao lado da cama.

- Bom, sinta-se em casa, porque é isso que esse lugar é pra você agora. Estarei de olho em você mocinha. – Ela me falou ameaçadora antes de sair. Me joguei na cama cansada da viagem e fiquei encarando o teto por um tempo. Decidi ver os horários no papel que a velhota havia me entregado:

 

Manhã: 10h00min ás 11h30min

Tarde: 14h00min ás 16h00min

 

Olhei no relógio de parede, as aulas da manhã já haviam acabado. Olhei as outras aulas. Ótimo, Matemática. Dei de ombros e joguei o papel para o lado fechando os olhos e tirando um cochilo.

Uma. Duas. Três vezes. Me levantei com o som do sino gritando em meu ouvido e fui me vestir, irritada. O uniforme é bem fofo, uma camisa branca e um macacão verde quadriculado com preto, só que ao invés de short era uma saia, sapato social marrom escuro e as meias acima dos joelhos. Pelo menos as minhas eram. Aproveitei para encurtar um pouco mais a saia até o meio das coxas e optei por meu All Star de sempre. Já vestida, peguei meu horário, os materiais necessários e fui para o prédio da escola, olhei em volta procurando algo que me indicasse onde era a sala. Não que eu estivesse muito preocupada. Olhei meu celular. Estava 10 minutos atrasada.

- Hey! O que está fazendo fora da sala? – Olhei na direção da voz e vi um dos monitores vindo em minha direção apressando os passos. Dei de ombros.

- Eu me perdi. – Falei tranquilamente, ele se aproximou e entreguei meu horário, ele examinou o papel enquanto eu o observava, ele era diferente dos outros monitores, parecia mais jovem e era bonito, tinha o cabelo curto bem cortado e bagunçado de cor preta, um rosto bem moldado, olhos azuis e ficava perfeitamente bem com aquela roupa social. Ele voltou seu olhar para mim e nossos olhos se encontraram e eu desviei para o chão rapidamente. Ele percebeu que eu o estava avaliando? Se percebeu, não dava pra saber.

- Venha, vou lhe mostrar onde fica sua sala. – Ele falou sério. Sorri para ele.

- O.k.– Falei erguendo as sobrancelhas. Estávamos no segundo andar, ele seguiu até as escadas e começamos a descer, decidi continuar a conversa.

- Então Sr. Monitor, qual seu nome? – Perguntei acelerando o passo e indo ao lado dele, ele me olhou ainda sério.

- Não tem autorização para me chamar pelo nome Srta. Emily.

- Por quê? Um nome é apenas um nome. – Falei despreocupada. Ele seguiu olhando em frente.

- Se um nome é apenas um nome então não precisa saber o meu. – Ele falou seco, o que me fez rir. Ele me olhou curioso.

- Qual é a graça? – Ele bufou. Dei de ombros ainda sorrindo.

- O fato de você estar sendo cauteloso sobre me falar seu nome a ponto de usar o que digo contra mim. Sabe, mesmo que eu seja uma assassina profissional, apenas seu primeiro nome não mudaria nada. – Falei olhando para seus olhos que me fitavam. Ele desviou o olhar para frente.

- Você é uma assassina profissional? – Ele perguntou sério. O quê!? O encarei chocada.

- Claro que não! – Falei rapidamente. Ele sorriu de canto.

- Então é apenas uma iniciante ainda? – Ele voltou seus olhos para mim e vi que estava zoando comigo. Pisquei algumas vezes, boquiaberta e sorri.

- Então você tem senso de humor? Interessante. – Falei antes de desviar o olhar revirando os olhos. Ele sorriu até que paramos na porta da sala.

- Pronto, essa é sua sala, não quero te ver mais por esses corredores em horário de aula. – Ele deu passagem para que eu pudesse abrir a porta, peguei na maçaneta, mas antes dei uma última olhada para ele, ele esperava eu entrar, sorri e dei uma piscadela.

- Obrigada Sr. Monitor. – Falei e entrei na sala, mas não antes de ver seu sorriso de lado e sua cabeça se mover de forma negativa.

Sério, já virou algo clichê esse negócio de um estranho entrar na sala, todos os olhares direcionados a pessoa e começa o blá blá blá, mas é algo que sempre vai acontecer. Porém, comigo as coisas não são clichês, então vamos começar de novo.

Entrei na sala e antes do professor me anunciar fui em direção ao centro para me apresentar eu mesma.

- Me chamo Emily, mas podem me chamar de Emy. Sou nova aqui e... Parece que nas terças teremos essa aula juntos, então se forem bonzinhos comigo eu serei boazinha com vocês. Vamos todos ser amiguinhos, certo? – Sorri para todos e fui me sentar em uma cadeira vazia no fundo da sala. Mal encostei meu traseiro na cadeira e já se ouvia burburinhos por toda sala, não que me incomode. O professor pigarreou.

- Bem sala, por favor, faça silêncio. Srta. Emily, fico feliz que tenha tornado tudo mais rápido, porém espero que isso não se repita.

- Oh, claro que não, ninguém se apresenta duas vezes. – Dei um sorriso meigo.

- Você não é a primeira engraçadinha por aqui, sei como cuidar de gente como você, então vou relevar por hoje, mas fique avisada. – Dito isso ele se virou para a lousa. Look What You Made Me Do da Taylor Swift veio imediatamente na minha mente. Sorri com escárnio. Isso é o que veremos.

Como sempre, os minutos parecem uma eternidade quando estamos em aulas chatas, mas finalmente o sinal tocou. Peguei minhas coisas e fui até meu armário no segundo andar, a senha estava junto com o horário, guardei minhas coisas e fui dar um passeio, por onde eu passava as pessoas me olhavam e cochichavam. Fui para o lado de fora e olhei para todos os lados decidindo qual lado ir primeiro.

- Realmente, esse lugar é enorme.

- Sim, e você não viu nada. – Olhei para trás, um garoto, seu tamanho perto do meu 1,70 era bem baixo, cabelo penteado para trás de cor castanho chocolate, sardas no rosto e uma roupa estilo “mano nerd”.

- E você é...?

- Jimmy, eu sou seu colega na aula de Matemática as terças. Emy, não é isso? – Ele estendeu a mão.

- Sou eu mesma. – Sorri e apertei sua mão.

- Hey Jimmy, pode me mostrar esse lugar melhor? Não quero voltar a me perder. – Hesitei um pouco na última frase quando me lembrei do Sr. Monitor, sorri. – Talvez não seja tão ruim... – Falei para mim mesma.

- O quê? – Jimmy me encarava confuso. Sorrio e balanço a cabeça para dizer a ele que ignore.

- Pode me mostrar ou não? – Perguntei novamente saindo do meu devaneio. Ele fez um gesto de que eu fosse na frente, sorri agradecida. Ele me mostrou todo o colégio, desde os lugares onde tem aulas até os lugares onde você pode se esconder dos monitores. O que eu ia usar com certeza. Grande parte eu já havia visto por mim mesma, mas quando se está com alguém que sabe onde ir as coisas parecem bem mais simples. Nos despedimos e ele foi para o dormitório masculino enquanto eu decidi sentar na frente do colégio e observar o movimento. Olhei meu celular, o toque de recolher começaria daqui 10 minutos. Suspirei. Era bom ficar um pouco sozinha, sem precisar fazer nada além de pensar, pensar em como meus pais são mentirosos dizendo que querem o melhor pra mim quando realmente querem se verem livres de mim, não que isso me incomode, afinal, eles nunca realmente me deram o chamado amor de pais, apenas me jogaram coisas que achavam que eu gostaria, presentes fúteis, sem nenhum sentimento além de impaciência para que eu sumisse de suas vistas.

- O que está fazendo aqui sozinha? – Uma voz me tirou dos meus pensamentos, olhei para frente e sorri.

- Boa noite Sr. Monitor, é uma linda noite, não acha? – Falei colocando minhas mãos no banco inclinando meu corpo um pouco para trás, sorrindo. Ele olhou para o céu e depois voltou os olhos para os meus cruzando os braços no peito, pude perceber levemente os músculos dele pela roupa. Wow.

- Sim, é uma linda noite. Acredito que ela continuaria linda dentro do seu quarto, só precisa olhar pela janela. – Ri. Ele é bem direto.

- Que estraga prazeres. O vento está tão bom, de um desconto, meu dia foi agitado hoje. – Falei suspirando e olhando para o céu. Uma brisa leve soprou meu cabelo fazendo-o balançar, o clima estava realmente bom mesmo com o inverno se aproximando.

- Fique aqui. – Falei. Ele me encarou surpreso.

- O quê? Quer que eu fique aqui com você? – Ele falou em um tom de deboche. Encontrei seus olhos e assenti com a cabeça.

- Assim você poderá ter certeza que não irei a lugar nenhum, é um bom negócio, certo? – Falei por fim. Ele me encarou por um momento antes de suspirar e se sentar ao meu lado se encostando na parede.

- Dez minutos. Nada mais que isso. – Ele falou e sorri encarando o céu estrelado sem nuvens.

- Justo. – Falei e então ficamos em um silêncio profundo. Era agradável. O observei pelo canto do olho, ele estava agora apoiado sobre seus joelhos encarando o céu, mas sua mente parecia estar longe. Decidi quebrar o silêncio.

- Algo o preocupa? – Seu rosto vira em minha direção. Parece que o surpreendi quebrando o silêncio.

- Por que acha isso? – Ele devolve. Dou de ombros.

- Está escrito na sua testa como um letreiro luminoso... Não precisa falar sobre isso se não quiser. – Virei meu rosto para ele completamente e nossos olhos mais uma vez se encontraram. Ele avaliava meu olhar como se vasculhasse todos os registros de minhas memórias e intenções antes de voltar sua atenção ao céu.

- Todos temos preocupações, não se preocupe com isso. – Ele falou por fim o que deixou claro para mim que ele não queria falar sobre o assunto. Pensei um pouco e mudei o tema.

- Então... Não vai mesmo me falar seu nome? É estranho chamá-lo de Sr. Monitor. – Ouvi sua risada baixa e sorri.

- Você é bem teimosa. Só por estar sentado aqui com você posso ficar encrencado, sabia? Já considere isso um grande favor. – Ele se ajeitou ficando com seu corpo ereto e voltando a encostar na parede com os braços cruzados. O encarei com as sobrancelhas erguidas e um sorriso maroto nos lábios.

- Oh, desculpe, será que deveria mudar de Sr. Monitor para Sr. Bom Samaritano? Me parece mais viável. – Falei me ajeitando e ficando na mesma posição que ele. Ele sorriu de canto, pelo visto ele faz muito isso.

- Talvez... Sr. Da Bondade ficaria melhor. Combina mais com meu perfil. – Ele virou seu rosto para mim e sorriu. Ri fingindo cogitar.

- Se for sobre perfil, receio que Bondade não se encaixa de forma alguma. – O encarei com sarcasmo e ele fingiu forçadamente que estava surpreso fazendo com que ambos ríssemos.

- Ah é, Srta. Sabe Tudo? E qual título seria melhor para o meu perfil? – Ele se virou mais para mim com um olhar brincalhão. O examinei novamente, só que dessa vez mais detalhadamente. Love Is A Bitch do Two Feet tocou suavemente dentro de meu cérebro enquanto eu o olhava. Suas pernas eram bem torneadas, seu corpo estava bem moldado, seus olhos me observavam com profundidade, seu cabelo parecia sedoso e brilhava a luz da lua. Wow. Ele é extremamente bonito. Fechei os olhos fingindo pensar, mas foi apenas uma desculpa para voltar ao meu eu.

- Hum... Não sei, talvez... – Abri os olhos e percebi que ele estava bem perto. Perto demais, seus olhos encaravam os meus fundos e seus lábios tinham um sorriso...

- O que está fazendo? – Recuei surpresa. Ele riu com gosto.

- Desculpe, eu precisava ver sua reação. Até que foi boa, você deve lidar muito com investidas de caras interessados em você. – Ele voltou a se encostar na parede com um sorriso brincalhão. O que é isso? Agora fiquei irritada. Me levantei com a expressão mais dura que eu podia ter.

- Você é do tipo que gosta de brincar com colegiais, por acaso? Ver suas reações quando são surpreendidas, ou quando são pegas fofocando sobre algo constrangedor... Talvez até goste de brincar com os sentimentos delas? – Viro meu rosto em sua direção e fuzilo seus olhos. Sua expressão é de surpresa até mudar para mais séria. Ele se levanta e tenho que levantar a cabeça para continuar encarando seus olhos, ele se aproxima de mim.

- Você está errada, eu não sou assim. Se é isso o que fiz você pensar, então talvez eu tenha a julgado errado. – Nós ficamos em silêncio nos encarando por um tempo até ele suspirar pesado e desviar o olhar.

- Seu tempo acabou, vou te levar para o seu dormitório. – Ele passou por mim. Me virei em sua direção e o vi se afastando. Respirei fundo chacoalhando a cabeça, que idiota que eu sou. Antes que ele se afastasse muito, falei:

- Eu acredito em você. Me desculpe. – Ele parou e se virou para mim erguendo as sobrancelhas, um pouco surpreso. Continuei.

- Precisava saber o que você diria, se você era esse tipo de pessoa, mas... Como pensei, você é diferente. – Me aproximei dele e sorri.

- Eu confiarei em você.

- Acha que isso vai te livrar de enrascadas se fizer algo errado por aqui? – Ele ergue uma sobrancelha. Nego com a cabeça ainda sorrindo.

- Só porque confio não significa que não conheço nossas posições por aqui. Não somos amigos, afinal. Digamos que apenas somos colegas de apelidos. – Pisco para ele e começo a ir em direção ao dormitório feminino. Escuto sua risada baixa e seus passos me seguindo, ficamos em silêncio até a porta do dormitório. Acenei para ele sorrindo e ele acenou com a cabeça antes de ir embora.

Fui para o meu quarto e dei de cara com uma garota, ela era da minha altura, cabelo cor de mel preso em um rabo de cavalo, já estava de pijama rosa listrado com azul escrevendo em um caderno, certeza que é um diário.

- Hey! – Chamei a atenção dela e ela pulou, assustada, fechando o diário.

- A-ah, me desculpe! Eu não vi você.

- Quem é você? – Me sentei na minha cama e ela fez o mesmo na outra.

- Me chamo Beatrice, sou sua colega de quarto. – Ela veio em minha direção e esticou a mão, segurei e sorri.

- Prazer Beatrice, você... Estava na aula de Matemática, certo? – Ela sorriu e assentiu.

- Você se lembrou de mim, isso me deixa feliz. P-Podemos ser amigas? – Ela parecia ansiosa. Assenti um pouco confusa com a agitação dela. Conversamos mais um pouco até o sono falar mais alto e finalmente deitarmos para dormir, amanhã seria um novo dia.


Notas Finais


É isso ai galera, espero que tenham gostado, até o próximo capítulo que pretendo postar logo logo (~mistério~) :v


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