História Boy meets evil - Capítulo 17


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ageplay, Baby Boy, Daddy, Dd/lb, Drogas, Gay, Larry, Larry Stylinson, Little Boy, Romance, Yaoi
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Palavras 2.971
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem
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Capítulo 17 - Fool for you


Eu esperei que Ben terminasse seu banho que ele fez questão de tomar depois de ter se sujado um pouco.

- Ben, o intervalo está acabando.

Eu disse para o apressar e ele respondeu.

- Estou indo

Ele desligou o chuveiro e puxou a toalha e suas roupas que estavam na porta no box. Assumo que preferiria que ele não tivesse feito, mas... Ele saiu do banheiro secando seu rosto, apenas usando sua calça jeans, mas eu pude perceber que ele não parecia muito confortável e eu queria que ele se sentisse o melhor possível ao meu lado. Andei até ele e o segurei pela cintura, seus olhos verdes cravaram nos meus e eu beijei seu pescoço.

- Está cheiroso...

Ele sorriu e disse.

- Obrigado.

Eu queria contar logo a novidade pra ele, então apenas esperei que ele terminasse de se vestir para falar.

- Ben, venha aqui, eu quero te contar uma coisa.

Eu disse me sentando no banco que ficava entre os armários. Não que estivesse reclamando, mas eu esperava que ele fosse se sentar ao meu lado, não no meu colo.

- O que foi?

Ele disse passando suas pernas sobre as minhas e eu o segurei pela cintura.

- Você se lembra quando eu pedi pra você esperar um pouco antes de falar com meu pai?

Ele assentiu enquanto me olhava atento.

- Eu falei com ele e ele aceitou te contratar.

- O que? É sério?

Ele arregalou os olhos e abriu um lindo sorriso.

- Sim, está aqui a sua conta.

Eu peguei em minha mochila o papel que o banco havia me dado com todas as informações. Ele pegou aquilo da minha mão e leu enquanto falava.

- Nick, eu não acredito que você fez isso...

- Você gostou, anjo?

- Mas...São suas informações aqui...

Ele me mostrou o papel com meu nomes e tudo mais. Eu assenti.

- Sim, porque eu precisava fazer a conta rápido, mas você pode usar essa, não tem problema. Aqui! Essa é a senha...

E estava lá os números que eu havia escolhido com carinho "040218"
Ele me olhou sorrindo.

- Isso é...

- O primeiro dia de aula, sim.

Ele me abraçou apertado e disse.

- Muito obrigado, Nick.

Eu o envolvi em meus braços e respondi.

- De nada.

Eu sabia que aquilo era egoísta, eu estava o enganado apenas para que ele ficasse perto de mim, mas era isso que eu fazia e mesmo que eu gostasse muito dele, eu era o que eu era.

- Vamos agradecer ao seu pai...

Ele se levantou e me puxou pela mão.

- Ah...Eu acho melhor não, anjo.

- Por que?

Seus olhos se entristeceram.

- Por que meu pai...Ele não gosta de receber pessoas no escritório dele, você estará o agradecendo se não aparecer por lá.

Ele retraiu os lábios antes de dizer, agora bem menos animado.

- Eu não entendo seu pai...

O puxei pra perto de mim e beijei sua cabeça.

- Nem eu...

O sinal tocou e estava na hora dele ir, a próxima turma já estava chegando na quadra.

- É melhor eu ir.

Ele disse ainda olhando pro papel em suas pequenas mãos.

- Sim. Nos encontramos no final da aula?

- Tá bem.

Ele ficou na ponta dos pés e eu sorri por ele não conseguir me alcançar. Me abaixei um pouco e o beijei rapidamente antes que ele fosse.

***


Entrei na sala e Tristan já estava lá. Em dias normais ele brigaria comigo e falaria que eu estou atrasado, mas um olhar reprovador foi tudo o que eu recebi. Tudo se passou calmamente na medida do possível, mas eu não estava feliz. Eu gostava de Tristan, mas Nick também significava muito pra mim, eu não queria ter que abrir mão de um pra ter uma relação com o outro. Ambos foram muito bons pra mim e tudo o que eu queria no momento era que eles compreendessem isso e não tentassem se matar cada vez que eu me aproximava de algum deles. 

Fiquei uma boa parte do dia pensando naquilo, eu teria que escolher um, mesmo que fosse extremamente injusto, estava na cara que eu nunca conseguiria um equilíbrio e agora que eu iria realmente ficar ali, as coisas precisavam ser acertadas. Em algum momento, quando as crianças estavam fazendo suas atividades calmamente, Tristan se aproximou de mim.

- Ben, eu preciso falar com você.

Olhei pra ele e me virei para Julian.

- Continue, Julian, eu já volto.

Passei a mão pelo cabelo do menino e me levantei para que pudesse conversar com ele. Tristan caminhou até um canto da sala onde haviam menos alunos e eu o acompanhei.

- Eu acho que... nós precisamos conversar, Ben.

Ele parecia um pouco deslocado e eu quis ajuda-lo.

- Sim, eu concordo.

- Mas, não aqui. Você quer... quer jantar comigo hoje depois da escola?

Eu engoli seco, não esperava esse convite.

- Eu... eu não estou bem pra isso, Tristan.

Disse olhando para minhas roupas e ele respondeu.

- É claro que está, não se preocupe com isso.

Me lembrei do compromisso que eu tinha marcado com Nick e mais uma vez precisei decidir entre ir ao jantar ou me encontrar com Nick, mas aquilo parecia ser mais importante, Nick poderia esperar.

- Tudo bem, podemos ir depois da escola, obrigado pelo convite.

Não demorou muito para que a aula acabasse e Tristan começou a vestir seu casaco para que pudéssemos sair.

- Ah...Tristan, pode ir pro carro, eu preciso terminar só mais uma coisinha e já volto, não se preocupe.

- Tá bem.

Ele pegou uma bolsa de sempre e saiu, quando ele virou no corredor, eu corri em direção a quadra.

- Foi um ótimo jogo, muito bem!

Escutei a voz de Nick soar pelo corredor quando seu último aluno abriu a porta da quadra para ir embora. Eu entrei ali e vi Nick andando com uma bola até o almoxarifado. Eu andei até ele e disse.

- Nick...

Ele se virou surpreso e sorriu.

- Ah... Oi. Não se preocupe, eu só vou tomar um chuveirada pra tirar o suor e logo nós podemos ir.

Ele me segurou no rosto e me beijou. Eu precisei resistir bravamente pra não segura-lo pelo pescoço, por que se isso acontecesse seria impossível sairmos dali hoje. Ele desligou nossos lábios e deu um passo para o banheiro, mas eu o segurei.

- Espera! Eu...eu não vou poder ir com você.

- Por que? Aconteceu alguma coisa?

Eu precisava contar pra ele que sairia com Tristan sem ele dar um ataque de fúria, uma missão impossível.

- Na verdade, sim. O Tristan... ele me chamou para jantar com ele hoje.

Nick levantou as sobrancelhas e se manteve calado, como se esperasse uma explicação.

- E eu... eu aceitei.

- Você aceitou sair com o Tristan? Ben, eu não estou te entendendo.

Eu suspirei. Seria bem mais difícil explicar pra ele que eu iria terminar com Tristan quando ele não tinha ideia do que havia acontecido.

- Eu sei, mas... confia em mim, Nick, eu sei o que você está fazendo. Eu preciso deixar as coisas claras pra ele.

- Deixar as coisas claras? Desde quando ele precisa de explicações?

- Ele... Nick, por favor, entenda, eu só quero ter certeza de que ele saiba que nós estamos... juntos e nos deixe em paz.

Nick passou a mão pelos cabelos suados, ainda parecia irritado.

- Eu ainda não vejo um bom motivo pra você se encontrar com ele.

Ele começou a andar de um lado pro outro e eu me perguntei se contar aquilo a ele realmente havia sido uma boa ideia.

- Nick, agora que eu vou ficar aqui, eu preciso me certificar que nada vai ficar entre nós.

Ele me olhou e engoliu seco.

- Quando você vai voltar?

- Eu não sei...

Ele coçou sua nuca e disse.

- Você pode me fazer um favor?

Eu assenti.

- Quando vocês chegarem no local, me mande sua localização e se ele te incomodar de alguma forma, me ligue ou mande uma mensagem, tá bem?

Eu não sabia que Nick poderia ser tão ciumento, na verdade, eu imaginava que ele não fosse.

- Nick, isso é totalmente desnecessário, vai ser só uma conversa.

- Eu sei, mas... Tristan não sabe e, acredite, ele é capaz de muita coisa.

Aquela conversa estava tomando níveis que eu não conseguia entender.

- Nick, nós só vamos conversar, só isso. Eu nem ao menos vou aceitar que ele me leve pra casa.

- Me prometa, Ben.

Ele disse sério, me deixando sem escolhas.

- Tá bem, eu vou mandar, mas eu espero não te encontrar por lá, por que se isso acontecer teremos um problema.

Nick me olhou, mas não disse nada.

- Não se preocupe, eu não vou demorar lá.

Eu me apoiei em seus ombros para o beijar na bochecha, mas ele passou os braços pela minha cintura fazendo com que eu em desequilibrasse e caísse sobre seu corpo. Nick tomou meus lábios com pressa, sua língua era quente e acariciava a minha ferozmente, ele parecia querer me marcar. Suas mãos me apertavam contra seu corpo com força e eu nunca poderia sair dali, não que eu quisesse. Quando nos soltamos eu precisei respirar fundo para recuperar o ar e Nick falou.

- Agora vai, se não vai se atrasar e Tristan abomina atrasos.

- Por isso vocês se odeiam tanto?

Eu perguntei, debochando da situação e ele me olhou com um sorriso sapeca e um olhar que dizia "Você sabe que não deve falar isso." Andei até a porta da escola e só restava o carro de Tristan e o carro que Nick havia pegado emprestado. Fui até Tristan e abri a porta ao seu lado. Me sentei no banco e tentei puxar um assunto.

- E esse calor, hein?

Ele assentiu e não falou nada, o que me fez ficar calado também. O por do sol era com certeza o meu momento preferido do dia e quando eu vi que ele nos acompanhava eu não pude deixar de aprecia-lo.

- Você gosta?

Escutei a voz grave de Tristan dizer e eu me virei pra ele.

- Sim, o por do sol é muito lindo.

Ele sorriu com os olhos ainda presos na estrada.

- Minha mãe costumava dizer que o por do sol era a prova de que todos poderíamos começar novamente. Assim como o sol, todos tem a chance de, depois de um dia ruim, tentar novamente na manhã seguinte.

Eu concordava totalmente com aquilo, todos mereciam uma segunda chance.

- Eu acho que sua mãe está certa.

- Eu também, se eu tivesse escutado ela mais vezes talvez as coisas tivessem sido diferentes entre nós.

- Você...Você contou pra ela?

Eu não podia acreditar nisso.

- Não, foi ela que disse que eu estava agindo diferente, ela até queria saber o que era, mas eu preferi não contar, então ela disse que mesmo que ela não soubesse o que me deixava feliz, era pra eu cultivar aquilo.

Eu fiquei totalmente sem resposta para aquilo, então preferi me calar. Chegamos no restaurante e eu tive certeza de que eu não estava vestido pra aquele tipo de lugar. Para chegarmos na porta, passamos por uma ponte de madeira sobre espécie de lago onde luzes amareladas ficavam flutuando, um garçom nos esperava e nos guiou pra nossa mesa. Recebi alguns olhares de umas mulheres muito elegantes e homens de terno que provavelmente julgavam minhas roupas. Nos sentamos em uma mesa ao lado de uma enorme janela que dava visto para o lago que rondava o lugar. Aquilo estava me deixando nervoso. Eu não imaginei que seria esse tipo de jantar, como eu ia terminar com ele ali? Peguei meu celular assim que chegamos e mandei a minha localização para Nick.

- Esse restaurante é muito bom, você vai gostar...

Ele disse pegando o menu de couro e eu fiz o mesmo. Tudo ali custava o olho da cara, claro.

- Ah... Tristan... Eu não... Eu não posso pagar isso.

Eu disse completamente constrangido, mas ele falou.

- Eu te convidei, eu pago. Não se preocupe.

Mas isso não me deixava menos desconfortável, pedi uma sopa de tomate e Tristan pediu uma espécie de peixe num molho que eu não conhecia.

- Você... você voltou a falar com o Nichols, não é?

- Sim, depois daquele acidente tudo ficou mais claro.

Ele assentiu e ficou um pouco em silêncio.

- Eu queria te pedir desculpas pelas coisas que eu te falei naquele dia, você... só estava fazendo o melhor que você podia e eu não consegui compreender isso, talvez... talvez eu não seja maduro o suficiente pra entender que você também se importa com ele, mas se você aceitar minhas desculpas, eu posso tentar ser diferente.

Engoli seco, sem saber como responder aquilo. Eu queria muito poder ser seu amigo, mas eu sabia que não era isso o que se passava pela sua cabeça.

- Tristan, eu... eu... Me desculpa, mas... isso não vai acontecer. Eu sempre gostei muito de você, mas o que existe entre você e Nick me faz ter que escolher apenas um lado e... Eu não queria, eu juro que não queria, mas o que aconteceu entre nós foi errado. Eu estava tão fragilizado, sem saber o que fazer e você estava ali, me fazendo sentir melhor. Eu sei que isso foi errado e eu me arrependo muito por ter deixado que isso acontecesse, mas... eu não soube controlar a situação e de repente tudo fugiu de mim. Eu nunca quis te dar esperanças e eu me arrependo todos os dias por... por ter feito isso com você. Me desculpa, Tristan, mas não dá.

Seus olhos se tornaram tristes, dignos de pena e eu me senti tão mal que arriscava dizer que aquilo doía mais em mim do que nele.

- Você não sabe o que está falando, Benjamin, você não conhece o Nichols.

Eu assenti.

- Eu posso não o conhecer como você, mas o que eu conheço já é o suficiente pra mim, acredite.

Ele cerrou os punhos e virou seu rosto, provavelmente sentia raiva.

- Não é. Não é o suficiente.

Ele disse entre os dentes e aquilo realmente me assustou.

- Tristan, você pode falar o que quiser, eu só quero te pedir para que você não tente ficar entre nós, por favor.

Ele semicerrou os olho e negou com a cabeça.

- Você já é bem crescidinho, Benjamin, acredito que já saiba quais são suas escolhas, mas uma coisa eu te aviso, não me procure novamente quando ele te decepcionar, por que é isso que ele faz.

Ele jogou o guardanapo sobre a mesa e saiu pisando duro. Eu sabia que ele não ia gostar disso, mas não esperava aquela reação. Vi ele falando algo com o garçom que havia nos atendido, provavelmente cancelando os pedidos e então ele entrou no carro e foi embora, me deixando sozinho. Respirei um pouco, tentando entender tudo aquilo que havia acabado de acontecer. Fiquei sentado por um tempo, até que o garçom veio até mim e perguntou.

- Senhor, o seu acompanhante cancelou seus pedidos. O Senhor quer pedir algo?

- Ah... Não, não. Obrigado.

Eu disse me levantando e indo em direção a porta. A noite estava caindo e como já estávamos em maio, eu não havia me preocupado em levar algo para me proteger do frio, mas eu podia senti-lo contra minha pele. Peguei meu celular e meus dedos foram automaticamente até o contato de Dan. Mesmo que nós não tivéssemos vivendo o melhor momento na nossa amizade, eu sabia que ele viria por mim.

- Ben?

Escutei ele falar e o respondi.

- Oi, Dan. Você tá fazendo alguma coisa agora?

- É o Ben?

Eu pude escutar a voz de Vin no fundo da chamada.

- Sim, amor. Um segundo. Estou, Ben, por que?

- Eu... meio que estou precisando de uma carona. Pode ser?

- Pode. Onde você está?

Olhei pra trás para ler no letreiro o nome do restaurante.

- Tudo bem, eu já estou indo.

- Espera! Você pode vir com a caminhonete?

Ele deu um risadinha, provavelmente achando graça do meu medo da moto e disse.

- Tudo bem, chego em cinco minutos.

E ele não estava brincando, depois de alguns minutos eu vi a caminhonete azul barulhenta e desengonçada apontando na rua.

- Sobe aí.

Ele disse se esticando pra abrir a porta pra mim. Eu entrei na caminhonete e beijei Dan na bochecha. Olhei para dentro do restaurante e novamente as pessoas estavam olhando, mas eu não ligava.

- O que aconteceu? O que você está fazendo aqui a essa hora?

- Eu... vim encontrar um amigo meu da Foster, acabou que ele não pode me dar carona pra casa.

- Então você ligou pro Super Daniel.

- Exatamente!

Eu disse rindo de sua prepotência. Dan me deixou em casa com toda a segurança e assim que eu entrei estava tudo silencioso, silencioso demais pra ser verdade.

- Benjamin!

Minha mãe "cochichou", parecia brava.

- Oi, mamãe.

Fui até ela e recebi um beijo na bochecha e um tapinha no braço.

- Você esqueceu que tem casa, menino?

- Desculpa, mãe. Eu estava na casa do Vin.

Ela negou com a cabeça.

- Eu sei, mas podia pelo menos ter me ligado pra avisar que ia, né? Não consegui nem me despedir.

Eu ri da sua preocupação boba e disse.

- Cadê a Trixie?

- Já tá dormindo e você também vai. Pode ir pro quarto que isso já é hora de criança estar dormindo.

Eu a obedeci e fui pro meu quarto, mas eu não iria dormir sem um banho. Andei até o banheiro do corredor com meu pijama em mãos e tomei meu banho rápido, mas a todo momento as imagens do restaurante passavam pela minha cabeça. Eu não queria que aquela tivesse sido a reação de Tristan, mas eu também não queria abrir mão de Nick.

Vesti meu pijama e saí do banheiro, mas antes que eu pudesse chegar ao meu quarto, dei de cara com minha mãe no corredor.

- Eu já vou dormir, mãe, só queria tomar um banho antes.

- Eu sei, Ben, eu... só queria perguntar se você procurou por alguma coisa hoje.

E eu havia me esquecido completamente daquilo.

- Ah, sim! Mãe, eu fui contratado!

- O que? Tão rápido? Onde?

- Na escola, meu... amigo, Nick, falou com o diretor e ele decidiu que era melhor me contratar.

- MEU FILHO!

Ela gritou e eu ri da sua reação.

- Shh, mãe, a Trixie tá dormidno.

- Eu sei, mas...mas...isso é incrível! Por que você não trás seu amigo aqui, filho? Eu quero agradecer a ele.

Eu pensei naquilo. Talvez estivesse realmente na hora. Eu iria amar que Nick conhecesse minha família.

- Eu vou chama-lo amanhã, mãe.


Notas Finais


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