História Boy meets evil - Capítulo 18


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ageplay, Baby Boy, Daddy, Dd/lb, Drogas, Gay, Larry, Larry Stylinson, Little Boy, Romance, Yaoi
Visualizações 51
Palavras 2.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Ooi gente, eu estou com uma fanfic nova, se você gosta da minha escrita da uma olhadinha lá. É uma fanfic larry abo e se chama "Kiwi". Obrigada pela atenção 💙

Capítulo 18 - Lonely again


Fanfic / Fanfiction Boy meets evil - Capítulo 18 - Lonely again

Eu acordei com batidas na minha porta e aquela era definitivamente a pior forma de acordar alguém.

- Entra...

Eu resmunguei e Rosalie abriu a porta do meu quarto, deixando os primeiros raios de luz daquele dia entrarem no meu quarto.

- Nick, tem um homem aqui querendo falar com você.

Pisquei algumas vezes, fazendo com que meus olhos se acostumassem com aquela luz.

- Quem?

Minha voz saiu grave e ela respondeu.

- Eu nunca o vi antes, mas ele disse que se chama Tristan.

Meus músculos se enrijeceram imediatamente. Aquilo só podia ser problema.

- Rose, chame todas as empregadas pra a cozinha e tranque a porta, ligue pra Diego e fale pra ele cercar a casa com todo mundo.

Eu disse pulando da cama e colocando uma camisa.

- Mas, Nick, é só um homem...

- Rosalie, faça o que eu estou mandando!

Ela assentiu e saiu apressada e assustada, mas não era pra menos. Andei até a sala de estar e Tristan estava lá, com as mãos nos bolsos, olhando a London Eye pela grande janela.

- Será que você não sabe o que significa "Nunca mais apareça aqui"?

Ele sorriu e disse.

- Eu tenho certeza que você vai querer ouvir essa notícia.

Apenas sua voz já era o bastante pra me irritar profundamente. Seu tom irônico me fazia sentir meu rosto esquentar de raiva. Tristan andou atrás do sofá e olhou a casa.

- Está diferente de como eu me lembrava...

- Por que você não para de bancar meu amigo de infância e diz logo o que quer?

Ele tocou em um efeite que eu havia trazido no Egito e enfeitava minha estante.

- Por que talvez isso seja demais pra você escutar de uma só vez.

- Acredite, nada é pior pra mim do que você respirando o mesmo ar que eu.

Ele me olhou por baixo e sorriu.

- Você confia muito no Benjamin, não é?

Seus olhos traiçoeiros me mostravam que ele estava preparando seu bote, tentando me enrolar em sua teia, mas eu já conhecia seus truques idiotas.

- Sim, muito mais do que um dia eu já confiei em você.

Ele riu novamente e se sentou no meu sofá.

- Você não deveria, ele não é tão diferente de mim.

- Não fale isso dele, você não o conhece!

Eu disse entre os dentes e apontei o dedo para o seu rosto.

- Conheço o suficiente para saber que você sempre faz as escolhas erradas, Nichols. Não é atoa que tem essa casa enorme só pra você, sozinho.

Ele abriu os braços e eu precisei muito me controlar pra não dar um soco na sua cara.

- Quando você o beijou, Nichols, ele ficou com medo, ficou confuso e assustado e o que você fez? O deixou sozinho, vulnerável e a busca de um ombro amigo.

Eu sentia nojo dele e só de pensar que Ben havia ido buscar ajuda sua ajuda. Senti minhas mãos trêmulas, estavam prontas pra derruba-lo.

- Então eu o recebi em minha casa, o acalmei, disse que tudo ficaria bem e que ele não precisava se acalmar e sabe o que ele fez?

Engoli seco e continuei calado, esperando que ele falasse o que queria. Eu tinha medo de ouvir, medo do que sua mente suja inventaria dessa vez, mas eu queria saber.

- Ele não teve medo de mim e nem fogiu, pelo contrário, Nichols. Ele me beijou.

Aquelas palavras foram como um tiro pra mim. Eu não esperava por isso nem por um momento, eu confiava nele, aquilo não fazia sentido.

Mas, rapidamente eu fui tomado por um tamanho ódio que eu duvidava já ter sentido antes. Eu precisava bater em algo, em Tristan mais especificamente. Meu punho socou seu nariz com tanta força que começou a sangrar imediatamente, mas eu estava irado demais pra parar. Comecei a andar em sua direção, o obrigando a andar pra trás. Ele tentou me socar, mas eu parei seu movimento com meu braço e continuei andando em sua direção.

- Vamos lá, Tristan, como eu te ensinei.

Ele tentou novamente, mas eu segurei sua mão e a puxei, fazendo com que se corpo pendesse pra frente e eu pudesse o dar mais um soco, dessa vez por baixo, aplicando toda minha força em seu queixo. Tristan caiu no chão com tudo, mas eu sabia que se eu continuasse ali eu iria mata-lo, então preferi sair antes que algo pior acontecesse.

- Espero que você tenha aprendido, Tristan.

Eu disse e me virei, pronto para chamar Diego e os caras para tira-lo dali, mas para minha surpresa, ele não desistiu. Senti um forte impacto nas minhas costas que me fez cair sobre minha janela de vidro e depois sua mão, espremendo meu rosto contra a mesma.

- Nunca dê as costas pro seu inimigo, Nichols.

Eu estava realmente imobilizado, não havia muito que eu pudesse fazer, até que senti algo pontudo nas minhas costas, mas eu conhecia bem o cano de uma arma e aquilo era uma faca. Ele expremia meu rosto com força contra o vidro, eu podia até mesmo escutar o som de carros na movimentada rua. Eu respirei fundo, tentando me acalmar e encontrar um jeito de sair daquilo. Ele enfiava a faca cada vez mais fundo na minha cintura e eu estava prestes a me cortar quando dei um chute em sua perna, fazendo com que ele se afastasse um pouco e me dando o tempo necessário para me recompor.  Ele correu pra cima de mim novamente, com a faca em punho, mas eu o segurei pela camisa e bati minha testa na sua com tanta força que eu tive certeza de que aquilo machucaria nós dois, mas mais a ele. Tristan caiu de costas no chão, então aproveitei que estava próximo do meu aparador e abri sua gaveta, onde eu guardava meu 38. Segurei firme no cabo e a destravei, apontada para Tristan e nesse momento minha casa foi invadida por Diego e todos os meus outros homens que estavam na cidade, aproximadamente quinze pessoas.

- LARGA A FACA! LARGA A FACA!

Eles gritavam também apontando suas armas para Tristan, que colocou sua faca no chão e levantou as mãos. Eu andei até ele, que estava totalmente imóvel e chutei sua faca pra longe.

Eu senti minha garganta se fechar ao lembrar do que ele havia falado e meu coração se expremer, com medo de que aquilo fosse verdade. Por que, se fosse, eu não poderia mais. Eu queria chuta-lo, queria dizer que ele havia perdido mais uma vez e que eu era o vencedor, mas eu tinha medo que mesmo depois de tudo aquilo, ele ainda estivesse certo e eu só estava me enganando por todo esse tempo.

- Sumam com ele...

Eu disse e guardei novamente minha arma na gaveta. Saí em direção ao elevador, só tinha uma pessoa que eu queria ver agora. Entrei no meu carro e fui em direção a sua escola, eu não me importava se ele estava em aula, ele iria sair dali naquele momento e iria me dar as devidas explicações. Parei na frente do velho prédio e entrei naquele lugar como um louco, só parei quando fui interrompido em minha busca por um inspetor.

- Posso te ajudar?

- Sim, eu sou irmão de Benjamin Huxley, aconteceu um emprevisto e eu preciso falar com ele.

- Tudo bem, espere aqui e eu já vou chama-lo.

Eu me sentei em uma das cadeiras do corredor e fiquei ali esperando por ele. Apoiei meus cotovelos em meus joelhos e esfreguei meu rosto, ainda sentindo a adrenalina percorrer pelo meu corpo. Eu queria chorar, queria gritar e quebrar tudo que estava em minha volta. Até que eu vi Ben andando em minha direção acompanhado do inspetor. Ele parecia tão pequeno, tão inocente e doce e aquilo me destruía de uma forma inexplicável. Por que? Por que eu me importava? Por que eu sentia isso?

- Nick? O que aconteceu? O que é isso?

Ele tocou minha testa e eu pude ver seus dedos sujos de sangue.

- Suas roupas...

Ele disse me olhando e só então eu percebi que eu estava realmente sujo, mas eu tava cagando pra isso.

- Nós temos que conversar.

Eu disse e andei em direção a porta e Benjamin me seguiu.

- Nick, o que foi?

Eu abri a porta do carro e falei.

- Entra.

Ele me olhou por algum tempo, sem entender o que se passava, mas eu precisava de o mínimo de privacidade possível para que pudéssemos conversar. Ele entrou e se sentou ao meu lado.

- Nick, você está me assustando...

Ele disse me olhando atento. Eu respirei fundo e disse.

- Tristan foi na minha casa hoje.

- Vocês brigaram!?

Ele quase gritou, mas se conteve.

- Sim, brigamos. Por que, depois de muito tempo nutrindo verdadeiro ódio por ele, hoje ele me contou uma coisa que foi a gota d'água que faltava.

Eu olhei intensamente para Ben, esperando que ele não entendesse sobre o que eu falava, mas pra minha desgraça, ele arregalou os olhos e hesitou em responder.

- O que?

Eu segurei no volante forte, esperando pelo pior.

- Ele me disse que vocês se beijaram.

E o silêncio se fez por algum tempo. Eu não tinha coragem de olhar pra ele, ver seu rosto era como ver a personificação da minha maior fraqueza e eu odiava ser fraco. Me virei pra ele e pude ver o momento exato em que a primeira lágrima escorreu rápido pelo seu rosto e caiu em sua camisa.

- Me diga que não é verdade, Benjamin...Por favor.

Ele engoliu seco e piscou, fazendo com que outra lágrima escorresse logo em sequência.

- Me diga que ele mentiu.

Benjamin negou com a cabeça enquanto pressiovava suas mãos unidas contra suas pernas. Aquilo o incomodava, mas nao mais do que incomodava a mim.

- É verdade...

Sua voz soou como um sussurro e eu tive certeza que nada havia me machucado tanto quanto aquele leve e medroso sussurro.

- E eu me odeio todos os dias por isso, foi um erro. Não significou nada pra mim.

Ele disse entre soluços e sua voz já começava a ficar fanha.

- Não significou nada?

- Não, Nick, eu juro. Ele não foi nada pra mim.

- Parabéns, Benjamin, você quase conseguiu que isso ficasse pior do já está. Me responda uma coisa, existe algo que significa alguma coisa pra você?

Ele secou suas lágrimas e disse.

- Sim, com você. Você significou o mundo pra mim.

Eu ri daquele discursinho ridículo e uma lágrima caiu do meu olho, fazendo seu caminho até minha camisa.

- E você acha que eu vou acreditar nisso?

Eu perguntei antes de passar a mão rapidamente em minha bochecha pra limpar aquilo.

- Sim, por que é a verdade e você sabe...você que...que eu te amo.

Ele tentou tocar meu braço, mas eu não permiti.

- Não! Você não ama! Você não tem a mínima ideia do que significa amar alguém, por que quando se ama alguém...você prefere morrer...do que machuca-lo. E você sabia, você tinha a total compreensão de como eu me sentia em relação e ele e você o escolheu, fria e calculistamente, você escolheu ele.

Ben abaixou a cabeça e disse enquanto as lágrimas pingavam cada vez com uma frequência maior.

- Me desculpe, Nick, por favor. Eu te amo, eu te amo e você também me ama, eu sei, eu posso sentir isso. Você me ama, Nick...

Eu sentia uma mistura horrível de raiva e frustração. Eu nunca havia caído de tão alto.

- Sim, você está certo. Você não tem ideia do quanto eu te amo. Mas, isso é algo que eu vou superar.

- Não, Nick, por favor, não.

Eu encostei a cabeça no encosto do banco e suspirei, deixando as lágrimas rolarem pelos cantos dos meus olhos.

- Quando eu vi você pela primeira vez...

A minha voz começou a falhar e dali pra frente, não parou mais.

- Eu tinha certeza que eu nunca tinha visto nada tão perfeito. Eu me lembro que eu pensei...Eu tenho que tê-lo, nem que seja a última coisa que eu faça na minha vida. Você me prometeu que você não iria mais embora e eu me senti...tão tranquilo, pela primeira vez depois de muito tempo, eu me senti em paz. Eu fiz tudo! Tudo! Pra te fazer feliz e ainda assim...ainda assim você me quebrou.

Eu abri os olhos novamente e pude escutar com mais clareza o seu soluço do meu lado.

- Eu só...Eu estava confuso, eu sentia que ao mesmo tempo que eu tinha você, eu não tinha. Você...parecia ter medo de mim e eu acabei...acabei ficando com medo de você também.

Eu ri ironico.

- Você quer saber do que eu tenho medo? EU TENHO MEDO DE TUDO! EU TENHO MEDO DE MUDAR, TENHO MEDO DE RESPIRAR, EU TENHO MEDO DE TE TOCAR!

Eu dei um soco no painel do carro que o fez encolher seus ombros.

- Você me deixou te amar, me deixou entrar na sua vida e agora...Eu estou te perdendo.

Ben assentiu e disse.

- Me perdoa, por favor, nós podemos tentar isso novamente.

- Benjamin, para! Se você se desculpar eu vou me sentir um idiota por não te perdoar, mas se eu te perdoar...Você vai quebrar meu coração todo novamente e eu não consigo lidar com isso! De qualquer jeito, eu perco. Eu não posso te amar, mas eu também não consigo...eu não consigo te odiar. Eu preciso não sentir nada sobre você, eu preciso não lembrar de você, não me importar com você.

Benjamin estava ofegante ao meu lado e ele disse baixinho.

- Nick, por favor...

Mas eu não queria mais escutar sua voz, ou melhor eu não queria escutar seu choro, eu era incapaz de o odiar dessa forma.

- Não. Volte pra sua aula, Ben.

- Nick...

- Vai!

Eu disse olhando para a parede do estacionamento bem na nossa frente. Senti os olhos de Ben sobre mim por um tempo, mas então eu escutei a porta se abrir e ele se foi, me deixando sozinho. Apoiei minha testa no volante e senti uma dor tão inumana no meu peito que não pude controlar o choro.

- Não, não, não...

Eu disse em meio a soluços enquanto cerrava meu punho. Eu havia confiado nele, depois de tantos anos vivendo naquele casulo, me protegendo de qualquer mínimo sinal de apego, eu me entreguei. Eu quis aquilo, eu estava disposto a contar tudo pra ele na hora certa, disposto a me sacrificar para vê-lo feliz. Eu queria aquilo. 

A certeza de que ele nunca me machucaria foi onde eu errei. Achei que ele era perfeito e bom demais pra me machucar, eu confiei meu coração em suas mãos por que eu esperava que ele fosse segura-lo assim como eu seguraria o seu. Eu sabia que eu não devia ter feito isso, não devia ter confiado nele nem um minuto, mas, infelizmente, seus olhos puros em enganaram completamente. Eu precisava aceitar meu destino que esteve sempre ali, me assombrando e eu sempre lutei para ignora-lo. Eu era sozinho e sempre que eu tentava tornar esse fato uma mentira eu acabava me machucando mais. A minha vida não era algo que eu podia compartilhar com alguém, a minha vida era um fardo que apenas eu aguentava carregar e toda vez que eu me aproximava de alguém... parecia ficar mais pesado.

***


Eu não estava conseguindo respirar, estava trancado em um dos banheiros da minha escola já a algum tempo, tentando me acalmar, mas todas as vezes eu eu fechava meu olhos, eu podia escutar a voz de Nick ecoando pela minha cabeça, tão machucada e sentida. Eu me sentia a pior pessoa do mundo, me sentia sujo e tenha nojo de mim mesmo.

Fiquei ali chorando por muito tempo, até que escutei a voz de Dan e Vin.

- Ele não te falou nada?

Vin perguntou e Dan o respondeu.

- Não, só foi junto com o inspetor e não voltou até agora.

Eu queria muito um abraço dos meus amigos naquele momento, mas eu tinha vergonha de dizer o que eu havia feito. Abri a porta da cabine devagar e eles olharam pra mim imediatamente.

- Ben?

Dan falou vindo rápido em minha direção, provavelmente devido às lágrimas em meu rosto.

- O que aconteceu?

Ele me abraçou e eu me agarrei ao seu tronco.

- Sweetie, o que foi?

Vin se abaixou ao meu lado e tocou minha bochecha molhada. Eu neguei com a cabeça enquanto enrigecia meus músculos faciais, tentando fazer aquela agonia sair no meu peito.

- Você está bem? Está com dor?

Eu não conseguia responde-los com palavras, então assenti e Dan perguntou.

- Onde dói?

Eu levei minha mão até meu peito e aquele gesto pareceu o suficiente para que eles me entendessem.

- Benjamin...

Vin disse com verdadeira pena em sua voz e me abraçou também. Nós ficamos alguns minutos naquela posição, ambos me abraçando para que eu pudesse me acalmar e minha respiração começou a voltar ao normal.

- Você quer nos contar o que aconteceu?

Vin perguntou enquanto passava a mão em meus cabelos. Eu neguei com a cabeça e disse.

- Eu quero ir pra casa.

- Tudo bem, vamos, eu te levo pra casa, eu vim com a caminhonete.

Dan disse me oferecendo sua mão e eu aceitei. Segurei sua mão e Vincent se propôs a falar com a Diretora Stevens que eu estava passando mal e Dan havia me levado pra casa. Eu e ele entramos na sua caminhonete e o último lugar que eu olhei foi a vaga que o carro de Nick estava parado, mas agora estava vazia.

- Vem aqui...

Dan esticou seu braço pra mim e eu me aninhei em seu peito enquanto ele dirigia. Ele acariciou minha cabeça sem falar nada, as vezes deixando de me tocar para trocar a marcha. Ele me deixou na porta da minha casa e perguntou.

- Quer que eu entre?

- Não, obrigado, você pode voltar.

Eu disse em meio à fungadas e ele assentiu.

- Sabe que se precisar da gente é só chamar, né?

Eu assenti e o beijei na bochecha antes de descer da sua caminhonete e entrar em minha casa. Estava tudo silencioso, minha mãe e minha irmã estavam trabalhando, o que deixava tudo mais melancólico. Deixei minha mochila sobre a mesa da cozinha e peguei meu celular, ainda com um fiapo se esperanças que Nick poderia ter mudado de ideia e mandado uma mensagem, mas logo ela se perdeu, quando eu vi que não havia nenhuma notificação.


Notas Finais


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