História Boy meets evil - Capítulo 19


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ageplay, Baby Boy, Daddy, Dd/lb, Drogas, Gay, Larry, Larry Stylinson, Little Boy, Romance, Yaoi
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Palavras 2.990
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem
Atualizações todos os dias 🌸

Capítulo 19 - The heart wants what it wants


Eu passei quase toda a noite acordado conversando com Dan pelo celular, ele me acalmou enquanto eu não conseguia parar de pensar em Benjamin e o que havia acontecido com ele. Eu acordei morto, mas a mensagem de Dan no meu celular me fez sorrir.

"Bom dia, amor, mal posso esperar pra te ver. Já estou chegando"

Coloquei meu celular em minha mochila e fui me arrumar, o que não demorou muito. Eu saí antes mesmo que meus pais pudessem acordar, gostava de passar um tempo atoa e sozinho com Daniel antes da aula. Escutei o som rápido da buzina de sua moto na frente da minha casa e saí em sua direção. Eu me aproximei dele, que tirou o capacete e me olhou sorridente.

- Está lindo...

Ele disse antes de passar a mão em minha cintura e me puxar pra um beijo, mas que não foi tão longo quanto costumava ser. Nós precisávamos conversar.

- Ben te procurou depois daquilo?

Eu perguntei assim que deixei de tocar seus lábios.

- Não... Ele não falou nada com você?

Os olhos cor de mel do meu namorado me encararam e eu não pude deixar de me surpreender como simples olhos castanhos podiam ser tão magnéticos. Na verdade, eu sabia, sabia que não eram apenas os olhos, mas tudo em volta deles. Eu amava tanto Daniel que sentia que iria explodir se não colocasse esse sentimento pra fora.

-Não...

Eu disse tocando de leve sua barba rala ele espremeu seus lábios antes de falar.

- Podemos conversar com ele na escola, será melhor.

Ele disse me entregando o capacete e eu subi em sua moto

- É verdade.

Mas ao chegarmos lá, percebemos que Benjamin não havia ido e aquilo deixou tudo pior. Daniel percebeu minha preocupação, mas se manteve quieto até a hora do intervalo. Saímos da sala e fomos em direção a árvore que sempre sentávamos em sua sombra. Me sentei ao lado de Dan e comecei a comer, ainda sem falar nada, mas ele me observou por um tempo. Nó início, eu tentei ignorar, mas logo se tornou impossível.

- O que foi?

Perguntei enquanto olhava pro meu suco de caixinha.

- Você...O que você acha que aconteceu?

Eu dei de ombros e ele suspirou.

- Acho que vocês precisam ter uma daquelas conversas.

"Aquelas conversas" era como Daniel se referia aos assuntos que ele não se sentia confortável para conversar com Benjamin e então eu precisava agir.

- Você pode me levar lá depois da aula?

Perguntei olhando em seus olhos que pareciam tão preocupados quanto os meus. Daniel assentiu e assim foi feito, ele me deixou em frente a pequena, mas confortável casa do Huxley. 

Passei pelo pequeno jardim com arbustos que serviam como cercas e fui até a porta de madeira pelo curto caminho de pedras. Bati três vezes, com medo de que ninguém me atendesse, por que eu sabia que todos trabalhavam naquele momento, mas para a minha surpresa, Agnes me atendeu.

- Vincent! Olá, querido, quanto tempo....Entre.

Ela disse me dando espaço para que eu entrasse ali e foi o que fiz. Ela beijou minhas bochechas carinhosamente antes de dizer.

- Que bom que você veio, Benjamin te contou o que aconteceu?

Era estranho falar que não, afinal, ele sempre me contava o que afligia seu coraçãozinho, mas não dessa vez.

- Ele...não, não me contou.

- Ele está com febre, acho que por conta dessa mudança brusca de temperatura. Desde ontem está de cama, não quer comer nem sair do quarto...

Agnes parecia realmente preocupada e angustiada e saber que ela não tinha noção nenhuma do que estava acontecendo era muito injusto, mas eu ainda não tinha nada a ver com isso e não queria piorar mais as coisas para Benjamin, então disse.

- Acho que se eu puder vê-lo, talvez ele se sinta melhor.

Ela assentiu e disse.

- Pode ir, querido, você conhece o caminho.

Andei até o corredor que me levava até o quarto de Ben. Bati à porta e escutei ele falar baixinho.

- Entra, mamãe.

Sorri com sua confusão e entrei. Ben pareceu surpreso ao me ver, mas não mais do que eu. Ele estava claramente doente, seus lábios avermelhados, os olhos profundos e mais abatido que o normal.

- Acho que não é a mamãe.

Fechei a porta e me sentei ao seu lado na cama.

- Você não foi na escola hoje, eu precisei vir saber o que estava acontecendo.

- Eu não estou me sentindo muito bem.

Ele disse antes de desviar os olhos dos meus e eu senti meu coração doer por ele. Era tão injusto que ele estivesse sofrendo por algo que ele não tinha conhecimento.

- Você quer me contar o que te fez ficar assim?

Eu segurei sua mão e percebi que Agnes não estava brincando quando falou sobre sua febre, ele estava realmente quente

Ele disse baixinho.

- Você não entenderia...

- Ben...Me dói saber que você pensa isso sobre mim depois de tudo o que passamos juntos...

Ele suspirou e disse.

- Eu te conto se você me prometer que vai se esquecer que você conhece o Nick, vai agir sem nenhum preconceito.

Eu suspirei, imaginando o quanto aquilo seria difícil, mas eu precisava tentar, devia isso a Ben.

- Eu prometo.

Ele suspirou e mordeu os próprio lábios antes de começar a falar, aquilo parecia difícil pra ele.

- Depois que eu e Nick nos beijamos, eu precisei de um tempo. Eu senti medo, medo de quem eu era e de quem ele era, senti medo do que eu estava sentindo e muito medo mesmo que ele não me correspondesse, então eu decidi me afastar dele, pelo menos por um tempo. Com isso, eu pude conhecer mais Tristan, ele é o professor que eu assisto e... ele foi tão legal comigo. Ele e Nick nunca tiveram uma boa relação aparentemente, então eu aproveitei que estava distante de Nick para poder conhece-lo melhor... mas... mas...

Sua voz começou a ficar embargada e eu soube que ele iria chorar.

- Mas...

Eu disse o encorajando a continuar.

- As coisas aconteceram rápido, ele confundiu minhas intenções, eu estava me sentindo sozinho... Não podia falar sobre Nick com vocês e com mais ninguém, aquele segredo era só meu e eu não conseguia mais segura-lo, então eu me abri com Tristan e... ele... ele me beijou.

Eu levantei as sobrancelhas, supreso com aquelas informações.

- Mas não significou nada pra mim, eu não devia ter feito isso, eu fui um idiota, eu...

Ele começou a falar um tanto descontrolado enquanto as lágrimas escorriam em suas bochechas. Eu o abracei e disse em seu ouvido.

- Tudo bem. Calma, já passou, está tudo bem.

Ele soluçava em meus braços e disse, saindo de perto de mim.

- Não está... Não está nada bem...

- Por que? O que aconteceu?

Eu limpei suas lágrimas e ele disse.

- Depois que as coisas com Nick voltaram a ficar sérias, eu decidi que seria melhor deixar tudo claro com Tristan e contar a verdade, mas... ele ficou tão revoltado, eu não esperava isso nem um pouco. No outro dia, ele foi na casa do Nick, contou o que havia acontecido entre nós e eles brigaram, então o Nick... ele... ele terminou comigo.

Eu quase podia sentir sua dor sobrevoando nossas cabeças. Aquilo parecia tão injusto. Ele só estava confuso, ele só...Ben era só um menino tentando fazer as coisas certas no meio de um mundo tão errado.

- Mas, por que? Terminar com você só por isso?

- Eu não sei o que aconteceu entre eles, mas claramente não foi algo pequeno e eu devia saber que isso pioraria tudo...

- Por que você não contou pra ele antes? Seria melhor se ele tivesse ficado sabendo por você.

Ele assentiu e disse.

- Eu estava tão apaixonado... tão bobo, não quis que nada destruísse o que estava sentindo e pensei que talvez pudéssemos passar por isso como se não tivesse realmente acontecido.

Ele disse e mais lágrimas desceram dos seus olhos e dessa vez foi ele que me abraçou e chorou no meu ombro.

- Eu não quero perde-lo, Vin.

Ele cochichou em meio a alguns soluços e meu coração se apertou por ele. Eu queria muito poder ajuda-lo, mas aquele era um impasse que eu não podia resolver. Eu sabia quem era Nichols de verdade, mas Ben parecia tão machucado e desesperado para tê-lo novamente que, por um momento, eu pude vê-lo da forma que Benjamin o via e eu também quis que aquilo acabasse.

Me coloquei em seu lugar e pensei em Dan. Se ele fosse tudo o que Nichols era, ainda valeria a pena? Eu ficaria ao seu lado apesar de pesares? Com certeza, sim. Eu o amava e me submeteria a coisas inenarráveis pra ficar ao seu lado, mesmo que me destruíssem, eu sabia que ele ainda me consertaria no final do dia e isso era o que realmente importava.

- Ben... pense direito, você tem certeza de que você quer mesmo que tudo volte? Talvez, seja melhor assim, você poderá evitar sofrimentos piores.

Benjamin me olhou muito sério e eu me dei conta de que ele nunca havia me lançado esse olhar.

- Eu aguentaria todo sofrimento se ele estivesse comigo. Você pode falar o que quiser sobre ele, você e todos os outros, mas eu não vou escutar , por que pela primeira vez eu sei o que eu quero e pela primeira vez eu não vou deixar as pessoas me tratarem como criança e me ditarem o que eu tenho que fazer ou sentir. Eu o amo, ele pode não ser a pessoa mais perfeita do mundo, mas foi a ele que meu coração escolheu e isso já é o suficiente.

Aquelas palavras tiveram um peso tão grande, que eu apenas me calei e assenti. Não havia nada que eu pudesse fazer pra ajudar, mas eu também não queria deixa-lo ainda mais frustrado. Eu sabia o quão irado Daniel ficaria se soubesse o que eu estava fazendo, mas eu via em seu olhar que aquilo era o que seu coração queria e não havia nada que fosse o impedir de querer mais.

***


Vincent passou toda a tarde comigo e entre meus banhos para tentar controlar a febre e as visitas da minha mãe, eu contava pra ele algumas coisas que eu não me sentia bem para contar antes, como a noite do seu acidente, o final de semana em sua casa, mostrei os presentes que ele me deu e o falei sobre meu contrato na Foster.

Eu tinha uma ideia que envolvia o Vin, mas precisava que anoitecesse para que minha mãe fosse dormir e, como Vincent não parecia querer ir embora nem tão cedo, eu poderia pedir sua ajuda. Quando o sol se pôs e todos se deitaram em busca de descanso, eu soube que estava na hora.

- Tem certeza que não está com fome?

Vin me perguntou novamente, deitado ao meu lado na minha pequena cama de solteiro, mas que sempre fora capaz de abrigar nós dois.

- Não, mas eu preciso de outra coisa.

- Quer que eu chame sua mãe?

- Não, preciso da sua ajuda.

Vin me olhou e eu disse.

- Eu sinto que nem tudo foi falado. Ontem, quando ele veio falar comigo, eu não tinha ideia do que estava acontecendo e eu acho que se eu conseguisse me explicar... talvez, ele entenderia.

- E você já tentou ligar pra ele?

- Sim, mas ele não me atende, então eu pensei que... Se eu fosse até lá...

Esse era o único jeito, minha mãe não me deixaria sair estando doente e eu precisava.

- Benjamin, você sabe que isso é loucura.

- Por que? Eu só quero conversar com ele. Qual o problema de você ir comigo?

- O problema é que sua mãe não tem nem ideia disso e eu não quero que ela ache que eu te levei pro mau caminho ou alguma coisa do tipo.

- Vin, por favor, ela nem ao menos vai saber. Vai ser rápido, eu prometo.

- Eu não posso, Ben.

Abaixei a cabeça e suspirei antes de falar.

- Vin... talvez eu não tenha outra chance...

Vi ele engolindo em seco e então silêncio. Ele pensou por um tempo antes de dizer.

- Vai ser rápido?

- Sim, eu prometo.

- Tá bem, vamos logo.

Vin se levantou da minha cama e eu também. Tirei o pijama e coloquei uma calça e um moletom. Eu ainda sentia dores pelo corpo devido a febre, mas precisava fazer aquilo antes que fosse tarde demais.

- Eu chamei um taxi, ele está vindo.

Vin disse assim que eu saí do banheiro devidamente vestido.

- Tá bem, vamos espera-lo lá em baixo.

Abri a porta do meu quarto com toda a cautela necessária e vi que o quarto de Trixie estava apagado e com a porta fechada, não foi difícil passar por ela, mas a minha mãe mantinha sua porta entreaberta, então andamos nas pontas dos pés e atravessamos o corredor com sucesso. Passamos pela sala, cozinha e chegamos até a porta. Eu abri com cuidado e logo estávamos do lado de fora.

- Agora é só esperar...

Eu disse colocando as mãos nos bolsos e olhando aquela rua escura. Vincent não disse nada, ele não estava confortável com aquilo. Na verdade, nem eu estava, mas aquela dor que eu estava sentindo era algo que me consumiria se eu não a parasse, se eu não fizesse algo e não me restava nada além disso. O taxi chegou e eu dei o endereço da casa de Nick pra ele, então não demorou muito para que chegássemos em frente ao imponente prédio.

- Uau...

Vin disse observando a altura daquela construção e eu disse.

- Você se importa de esperar aqui?

- Ah...Não, não. É uma conversa particular, eu espero você aqui.

Eu assenti e sorri.

- Obrigado.

Vin sorriu leve, mas não parecia exatamente feliz. Eu andei até a portaria e percebi que o porteiro não estava ali e o grande portão de ferro estava escancarado. Achei estranho devido a quantidade de segurança que aquele lugar parecia ter, mas deixei a ideia de lado assim que apertei o botão do elevador. Senti minhas mãos geladas e meu coração se apertar, como um indicativo de que algo ruim estava prestes a acontecer, mas eu não podia pensar assim, precisava focar na reconciliação com Nick. O elevador chegou e eu entrei, apertei no último número e esperei para que ele se abrisse na cobertura de Nick. Quando cheguei lá, a porta também estava aberta, o que me deu liberdade para que eu entrasse sem tocar a campainha. A casa estava silenciosa, tudo estava muito estranho, então eu disse baixinho.

- Nick?

Não obtive nenhuma resposta, então continuei adentrando a sua casa. Subi os dois degraus da sala, passei pelo sofá, pela televisão e cheguei até a grande janela que dava vista para a parte mais linda de Londres. A cortina estava fechada, mas eu não me segurei e a puxei um pouquinho, o que me permitiu ver aquela linda vista, mas isso durou pouco. Eu senti algo passar rápido em volta do meu pescoço, me impedindo de ter qualquer reação. Acabei perdendo um pouco o equilíbrio, fazendo com que a pessoa que me prendia pelo pescoço me segurasse ainda mais forte, machucando minha garganta.

- É melhor você ficar quietinho se não quiser virar presunto.

Eu ouvi uma voz nojenta falar em meu ouvido e eu entrei em desespero imediatamente, meu coração disparou e eu senti muita dificuldade de respirar.

- Quem é você?

Eu disse tentando sair dos seus braços.

- Sou seu pior pesadelo. Agora cala a boca.

Eu senti ele levantar meu moletom e algo extremamente gelado tocar minha cintura. Eu tremi ao imaginar que aquilo era uma arma de verdade, então apenas me calei e parei de me debater.

- Bom menino, agora vai andando.

Ele me empurrou na direção da escada e eu a subi. Eu nunca havia experimentado tanto pânico na minha vida e o pior de tudo era que eu não podia expressar, precisava me manter quieto se quisesse viver.

- Cadê o Nick?

Eu perguntei assim que chegamos no segundo andar.

- Você já vai encontrar ele.

Ele me levou até a porta do quarto de Nick e quando a abriu, eu o vi. Ele estava machucado, bem mais do que antes, parecia ter apanhado. Estava num canto com um pano na boca, mas foi evidente seu desespero quando me viu e eu não pude controlar minhas lágrimas. O que estava acontecendo?

Outro homem entrou no quarto e prendeu minhas mãos, mas e não estava realmente me importando. Aquela cena havia me machucado profundamente, eu nunca havia imaginado que viria Nick nessa situação. Senti uma lágrima descer até minhas bochechas e pingar no chão.

- Nick...

Foi a única coisa que eu pude falar antes que minha boca também fosse interrompida com um pano que foi fortemente amarrado atrás da minha cabeça. Eu fui jogado ao seu lado então, uma terceira pessoa entrou lá. Era um homem careca e musculoso, tinha uma grande cicatriz em sua testa.

- Olha só, Nichols, quem chegou aqui, seu mais novo namorado, não é?

Aquele homem se ajoelhou na minha frente e eu tive muito medo, ele parecia com o tipo de pessoa que não se importava em matar alguém.

Ele estendeu sua mão em direção ao meu rosto, mas Nick chutou seu braço com tanta força que eu fiquei surpreso por não ter quebrado.

- MERDA!

Ele disse puxando a mão rapidamente, então lançou um olhar de ódio para Nick e deu um tapa estalado em seu rosto que já estava machucado.

- VOCÊ NÃO APRENDEU NADA QUE EU TE ENSINEI, FILHO DA PUTA?

Ele chutou a perna que Nick usou para o atingir e ele gemeu de dor.

- ME RESPONDE!

Ele puxou o pano que bloqueava sua boca e Nick disse.

- Você ainda não entendeu que você perdeu, Chaos? Você não tem mais nada!

Eu não estava entendendo absolutamente nada, então o homem disse.

- Acho que você é quem não entendeu. Você está aqui e ninguém pode te ajudar, a não ser que o menino aí seja um ninja, o que eu duvido muito, então se considere morto, Nichols.

Eu olhei para Nick completamente em desespero. Do que ele estava falando? O que estava acontecendo?

- Vai ficar tudo bem...

Nick disse me olhando nos olhos com profundidade, mas aquilo não era o suficiente pra mim, eu queria sair dali.

- Se eu fosse você não daria tanta esperança assim pra ele, Nichols. Se lembra de Callum? É claro que você se lembra...


Notas Finais


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