História Boy meets evil - Capítulo 20


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ageplay, Baby Boy, Daddy, Dd/lb, Drogas, Gay, Larry, Larry Stylinson, Little Boy, Romance, Yaoi
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Palavras 2.901
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


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Capítulo 20 - Dangerously


Fanfic / Fanfiction Boy meets evil - Capítulo 20 - Dangerously

Eu sabia que Nick tinha problemas, mas eu nunca imaginaria que chegaria a esse ponto.

O homem tampou a boca de Nichols novamente e saiu, mas deixou outro tomando conta de nós.  Olhei para Nick e ele parecia extremamente culpado, eu queria gritar, chorar, segura-lo pela mão e sair correndo dali, mas só o que eu pude fazer foi torcer para que as coisas não acabassem dessa forma entre nós. Meu celular começou a apitar no meu bolso e o homem que nos encarava o tirou de mim com brutalidade, passou os olhos por ele algum tempo e então arrancou com rapidez o pano da minha boca.

- Quem é Vin?

Ele disse ríspido e eu comecei a chorar mais ainda, me lembrando de que ele estava lá em baixo, esperando por mim e correndo perigo.

- Deixem ele em paz, ele não tem nada a ver com isso!

Eu disse entre lágrimas e o homem disse.

- Então por que ele está lá em baixo?

- Ele... ele me trouxe e deve estar preocupado comigo, só isso. Por favor, não o machuque!

- Fique tranquilo, nós não precisamos dele. Você é o suficiente.

Ele escreveu alguma coisa e respondeu a mensagem de Vincent.

- O mandei embora.

- LEWIS!

Escutei a voz grossa do homem careca que estava no quarto conosco ecoar pela casa e o que nos observava colocou a cabeça pra fora. Aparentemente, ele era Lewis.

- JÁ VOU!

Ele respondeu antes de nos olhar novamente. O homem andou até nós e amarrou as algemas que prendiam os pulsos de Nichols no pé da cama. Depois disso, me segurou pelo braço e me levou até o outro lado da cama e fez o mesmo comigo. Eu estava completamente preso, não conseguia mover minhas mãos ou falar nada.

- Não tentem nenhuma gracinha!

Ele disse antes de sair e nos deixar sozinhos. Eu o obedeci e fiquei quieto, apenas pensando em como eu faria tudo pra sair dali, mas quando eu vi o que Nichols fazia eu me desesperei. Ele empurrava o pano que estava preso em sua boca e estava prestes a se livrar daquilo. Arrastando seu rosto ensanguentado pelo colchão, ele fazia com que o pano descesse cada vez mais, até que ele pôde falar.

- Ben, vem aqui!

Ele cochichou, mas eu estava nervoso demais pra fazer o que ele dizia. Eu neguei com a cabeça, com medo de que o homem voltasse e nos visse assim.

- Ben, confia em mim, por favor. Vem aqui.

Eu olhei pra ele com verdadeiro medo, mas ele disse calmo.

- Eu prometo que vai ficar tudo bem. Vem.

Eu fiz um enorme esforço pra subir em cima da cama até onde a corda que me prendia me permitia e ele fez o mesmo, fazendo com que nossos rosto pudessem se tocar. Nick mordeu o pano na minha bochecha e o puxou pra baixo.

- Nick, eu estou com medo, nós não devíamos fazer isso...

- Ben, eu...

Ele se calou e virou o rosto, parecia sentir raiva.

- Me desculpe, mas agora você vai ter que fazer tudo o que eu pedir se quiser sair daqui, tá bem?

Eu assenti, com medo demais pra contestar.

- Tudo bem, ao seu lado, no criado mudo. Você pode abri-lo pra mim?

Eu voltei para o chão e abri aquilo de costas. Pelo menos se minhas mãos estivessem presas na frente...Eu abri e me virei de frente novamente.

- Você tá vendo um anel de fio de cobre?

Aquilo era um pedaço de fio de cobre enrolado algumas vezes, formando um anel.

- Sim.

- Pega ele e me entrega.

Eu fiz isso, mas era praticamente impossível dá-lo em sua mão, então eu joguei o anel em cima da cama e o empurrei com o rosto até onde eu podia. Nick o pegou e ficou um tempo mexendo nele em silêncio, eu não conseguia ver o que ele estava fazendo por suas mãos também estarem presas atrás do seu corpo, mas parecia ser algo difícil, então não fiz perguntas. Até que eu escutei um pequeno barulho, mas que chamou minha atenção. Nick levantou suas mãos sorrindo, ele estava livre. Ele se levantou rapidamente e foi até mim.

- Ben, me escute com atenção, eu não sei quantas chances nós teremos, então eu quero que você saia primeiro. Está bem?

Senti as algemas se afrouxando e então eu pude finalmente mexer minhas mãos.

- O que? Não, eu não vou te deixar aqui!

Nossos rosto estavam próximos, mas ainda cochichávamos, com medo de sermos descobertos.

- Me escuta, agora não é hora pra gentilezas, faça o que eu digo e ficaremos bem. Meus homens já estão vindo, eu só quero que você saia antes que fique pior.

- Mas...

- Benjamin. Você confia em mim?

Eu olhei em seus olhos por alguns segundos e eu quis muito falar que não, por que era o certo. Se eu estava ali, a culpa era dele, eu não devia confiar nem um pouquinho, mas eu confiava nele, infelizmente.

- Sim.

Ele assentiu.

- Então faça o que eu disser, tá bem? Eles estão por todos os cantos da casa, mas a sala está livre, não tem nada lá que interesse a eles. Você vai sair por essa porta e vai correr o mais rápido possível, sem olhar pra trás. Pegar o elevador e quando chegar na portaria, continue correndo e só pare quando estiver dentro de um carro indo pra sua casa, entendeu?

- Mas, e você?

- Eu conheço essa gente, eu vou ficar bem.

Meus olhos começaram a se encher de lágrimas novamente ao cogitar que eu o deixaria ali.

- Eu não consigo, não sem você.

Eu disse embargado e Nick me puxou pra seu abraço, onde eu me permiti chorar mais.

- Benjamin, você é mais corajoso do que pensa, por favor, faça isso por mim.

Ele me segurou pelo queixo e fez com que nossas testas se tocassem.

- Você pode fazer isso, anjo?

Engoli seco, mas assenti. Eu precisava fazer, por ele.

- Então, vamos.

Ele me deu a mão e nos levantamos do chão. Andamos devagar até a porta que estava fechada. Nick colocou a mão na maçaneta e esperou por algum tempo para que tivesse certeza de que não havia ninguém no corredor. Ele abriu a porta se supetão e disse.

- Vai!

Eu corri pro corredor, desconectando nossas mãos. Passei por aquele longo espaço correndo como eu nunca havia feito antes, desci as escadas numa pressa inenarrável e quando eu estava prestes a cruzar a sala escutei um barulho alto, muito alto e aquilo me fez congelar.

Eu olhei pra trás e percebi que o homem que nos vigiava a algum tempo, agora segurava uma arma em minha direção e, pior, ele havia acabado de disparar. Meu coração errou uma batida e eu tive certeza de que ele havia me atingido, mas estranhamente nada doía.

- Acho melhor você ficar bem quietinho se quiser que eu não dispare em você de verdade.

Então eu escutei passos rápidos em nossa direção e eu vi Nick descendo as escadas desesperadamente, com lágrimas nos olhos.

- BEN!

Ele gritou enquanto corria em minha direção, mas antes que pudesse me alcançar, Lewis passou o braço sobre minha garganta, me agarrando ao seu corpo e colocando o cano de sua arma em minha cabeça.

***


Benjamin parecia estar em pânico, mas não mais do que eu. Aquela imagem foi com toda a certeza a pior coisa que eu já havia visto em toda a minha vida.

- Nick...

Ele disse quase sem voz devido a pressão que Lewis colocava em sua garganta. Eu queria correr até ele, dar um tiro em todos os que estavam ali e tira-lo daquele lugar.

- E parece que realmente chegou a hora dele, Nichols.

Escutei a voz de Chaos atrás de mim e eu senti tanta raiva que eu poderia mata-lo com as minhas próprias mãos.

- Esse sempre foi seu problema, você não sabe reconhecer o momento de parar...

Chaos se gabava ao ver a minha situação, mas eu não era capaz de prestar atenção em mais anda que não fosse o rosto desesperado de Ben.

Benjamin segurou forte do braço de Lewis e eu vi em seus olhos o pedido para que eu o ajudasse, para que eu fizesse aquilo parar. Chaos assentiu para Lewis com a cabeça e eu sabia muito bem o que aquilo significava e por um instante eu pude ver a cabeça de Ben sendo perfurada por uma bala de metal, arrebentando seus neurônios e tirando qualquer forma de vida do seu pequeno corpo. Escutei o som abafado da bala cruzando seu crânio e levando consigo minhas últimas esperanças. Mas meus devaneios foram tomados por algo muito maior, a enorme janela da minha sala foi completamente estilhaçada e Lewis caiu sobre seus próprios joelhos, soltando o pescoço de Benjamin. Ele havia sido atingido e eu tinha certeza que aquilo havia sido Diego. 

Benjamin, com o rosto sujo pelo sangue de Lewis que estava bem ao seu lado, correu até mim e me abraçou. Eu o segurei forte, com medo do que poderia acontecer se eu o soltasse novamente, então minha casa foi enfestada por todos os meus homens, apontando suas armas para Chaos e os outros que estavam com eles. Chaos levantou as mãos devagar, reconhecendo que havia perdido aquilo. Tyler me entrou uma arma e falou.

- Acaba logo com ele, Nick.

Mas, no meu tronco, Ben se apertou ainda mais contra mim, pressionando fortemente os olhos. Ele ainda sentia muito medo. Eu queria poder acabar com Chaos de uma vez por todas, vingar Callum e destruir o resto do que ele tinha, mas não agora, não na frente dele.

- Dê um jeito nele.

Eu disse entregando a arma novamente para Tyler e saindo daquele lugar com Benjamin, ele já havia passado por muita coisa, precisava sair dali. Pegamos o elevador e Benjamin me olhou com os olhos inchados, suas mãos tremiam e eu me senti a pior pessoa do mundo por fazer com que ele passasse por isso. Que tipo de amor era esse o assustava e quase o matava dessa forma?

- Nick... o que... foi isso?

Ele perguntou em meio a soluços e tremores e eu não pude segurar minhas lágrimas, eu precisava falar. Ele já estava envolvido demais nisso, não podia ficar totalmente alheio a minha condição. Benjamin precisava saber sobre mim. Toquei sua testa devagar e disse.

- Benjamin... Me perdoa, por favor... Por favor...

Eu não fui mais capaz de segurar e minhas lágrimas continuaram caindo e mostrando pra ele aquele lado que eu queria esconder de todos, mas não dele, eu não conseguia esconder nada dele. Benjamin me abraçou e disse.

- Eu tive tanto medo de te perder...

E depois de tudo isso, ele ainda me colocava como a vítima, como se a culpa não fosse completamente minha. Ben era bom demais pra mim, isso era um fato e mesmo que eu não pudesse retribuir isso, eu passaria toda a minha vida tentando, se fosse preciso. Eu acariciei suas cabelos enquanto abraçava seus ombros contra o meu peito.

- Eu vou te levar pra casa, pra minha casa.

Eu cochichei em seu ouvido e ele levantou a cabeça, me encarando.

- Sua casa?

Suspirei, envergonhado de dizer isso.

- Você... você ainda vai descobrir algumas coisas sobre mim, anjo, me desculpe.

O elevador se abriu e eu estendi minha mão, esperando que ele a segurasse. E ele segurou, segurou com força e eu quis merecer aquilo, eu quis ser uma pessoa boa. Desejei que o meu maior segredo fosse um casamento, um filho ou até mesmo um amante, desejei que ele não tivesse medo ou vergonha de quem eu realmente era.

Parei o carro em frente ao pequeno prédio marrom de escadas sujas e corrimões enferrujados. A chuva caía fortemente, fazendo um barulho alto dentro do carro, o que foi até confortável, já que nos impediu de conversarmos. Desci do carro e Benjamin desceu logo atrás de mim, corremos juntos até a porta de madeira e eu peguei as chaves no meu bolso para que pudesse a abrir. Subimos as escadas e eu senti meu coração palpitar ao chegarmos em frente a porta verde musgo. Eu nunca havia levado ninguém ali. Abri a porta e acendi as luzes, os poucos móveis estavam empoeirados, fazia tempo desde a última vez que eu estivera ali.

- É seu?

Ben perguntou tímido enquanto eu fechava a porta.

- Sim, é meu.

A chuva batia ferozmente nas janelas que deviam estar emperradas.

- Eu... comprei quando vim morar aqui, comprei junto com aquele apartamento.

- Por que?

Ele perguntou olhando em volta, provavelmente abismado com a diferença entre um lugar e outro.

- Porque... eu precisava de um lugar que me trouxesse novamente pras minhas raízes e que me lembrasse de quem eu sou. Aquele apartamento é a minha fortaleza, aqui é a minha casa.

Eu disse enquanto Ben caminhava na minha frente, observando o local. Ele se virou pra mim e disse.

- Mas, Nick, eu não entendo...

Suspirei, queria dizer que nem eu entendia, mas era mentira, eu entendia.

- Eu sei e eu vou te explicar, mas primeiro eu quero que você tome um banho e se limpe. Tá bem?

Ele assentiu e eu fui até meu pequeno quarto, abri a porta e peguei uma camiseta minha velha e uma cueca , os entreguei nas mãos de Ben e o indiquei a porta do banheiro.

- Eu vou estar esperando por você.
Eu disse enquanto fechava a porta do banheiro, mas antes que eu o fizesse, Benjamin me impediu, a segurando.

- Ah... eu... eu não quero ficar sozinho. Será que... que você pode ficar comigo?

Eu não esperava aquele pedido, mas era completamente compreensível. Ele era sensível e depois de tudo aquilo que havia passado, eu entendia seu medo.

- É claro, anjo.

Entrei com ele no pequeno banheiro e fechei a porta.

- Acho que você vai querer um banho na banheira, não é?

Ele assentiu e eu andei até a pequena banheira e a liguei. Enquanto ela enchia, eu o chamei.

- Deixa eu cuidar disso pra você.

Segurei na barra do seu moletom sujo de sangue e o levantei, tirando aquilo do seu corpo, depois sua camisa, tênis, calça e finalmente sua cueca.

Pela primeira vez a nudez de uma pessoa não causou nada em mim. Não que eu não achasse bonito, muito pelo contrário, eu desconfiava que Ben era o ser humano mais lindo que eu já havia visto, mas aquilo era mais do que sua nudez, era como se ele precisasse daquilo. Ele precisava ser cuidado e eu precisava cuidar dele. Mesmo que fosse estúpido, eu devia isso a ele, devia a ele limpar, pelo menos de sua pele, o que havia acontecido naquela noite, mas eu não estava fazendo aquilo apenas por ele, mas por mim também. Eu queria fazê-lo se sentir melhor.

Chequei a temperatura da água e então estendi minha mão para que ele pudesse entrar na banheira. Benjamin se sentou e eu me sentei ao seu lado.

- A temperatura está boa?

- Sim, está. Obrigado.

Sorri, feliz por tê-lo comigo novamente e durante todo aquele banho, cada toque meu em sua pele era como se estivéssemos nos reconectando. Ele estava comigo, ele não havia morrido e isso era mais importante do que qualquer coisa que ele poderia ter feito que me magoou anteriormente. Ben se enrolou na toalha e eu o guiei até meu quarto.

- Pode se vestir, eu vou tomar um banho rápido e já volto.

***


Nick entrou no banheiro e eu vesti a camisa e a cueca que ele havia deixado pra mim. Eu ainda me sentia trêmulo, mas aquele banho e seu toque leve em minha pele haviam me acalmado muito. Olhei no meu celular e já se passavam das três da manhã, eu sentia sono, então me deitei em sua cama e lutei contra a vontade de fechar meus olhos e, por sorte, Nick não demorou muito.

- Está com sono?

Ele perguntou baixo e eu assenti.

- Se você quiser, podemos conversar amanhã.

Mas eu não queria, eu queria saber a verdade ainda hoje. Eu já havia esperado por tempo demais, não queria ter que esperar por mais uma noite.

- Ah... acho que precisamos conversar ainda hoje.

Ele assentiu e suspirou, não parecia ser essa sua vontade, mas mesmo assim ele se deitou ao meu lado e disse.

- Bom, eu quero que você saiba que eu nunca menti sobre o que eu sinto por você. Tudo o que aconteceu entre nós...Mesmo que não tinha sido ideal, foi verdadeiro.

Assenti aliviado. Mesmo que eu já soubesse disso, era bom ouvir de seus lábios.

- Eu... eu tive uma infância conturbada, Benjamin. Meu pai saiu de casa e eu ainda era muito novo, eu... eu precisava dele. Quando ele e minha mãe eram casados, nossa situação não era a melhor de todas, mas as vezes sobrava alguma coisa no fim do mês, sabe? Éramos felizes, apesar de tudo, mas então ele começou a trair minha mãe e logo saiu de casa, o que nos deixou numa situação bem complicada, chegamos ao ponto de não termos o que comer, até que ela conheceu Craig, meu padrasto, mas já era tarde demais, infelizmente eu... eu...

Ele molhou os lábios parecia ter uma certa vergonha ou medo de dizer suas próximas palavras.

- Eu comecei a me envolver com pessoas não tão boas e eles me ofereceram dinheiro se eu fizesse entregas pra eles em troca.

- Entregas?

- Sim... drogas.

Seus olhos se arregalaram um pouco.

- Drogas?

Aquilo era tão fora de sua realidade que eu via sua confusão passear por sua mente.

- Eu fui cada vez entrando mais nisso e eu... eu comecei a...

Eu nunca havia sentido tanta vergonha de falar aquilo. Na verdade, na maioria das vezes parecia legal e totalmente aceitável.

- Eu comecei a usar essas drogas e depois disso eu nunca mais consegui parar.


Notas Finais


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