História Boy meets evil - Capítulo 21


Escrita por:

Postado
Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ageplay, Baby Boy, Daddy, Dd/lb, Drogas, Gay, Larry, Larry Stylinson, Little Boy, Romance, Yaoi
Visualizações 120
Palavras 3.029
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem
Atualizações todos os dias 🍭

Capítulo 21 - Hurts like hell


Fanfic / Fanfiction Boy meets evil - Capítulo 21 - Hurts like hell

Eu nunca havia precisado contar toda a minha vida pra alguém daquela forma e aquilo estava me deixando extremamente vulnerável, o que não era uma coisa muito confortável pra mim, mas eu precisava encarar aquilo, pelo menos um vez na vida eu precisava deixar alguém entrar.

- Eu comecei então a roubar pequena quantidades de drogas daquele homem que você viu hoje, Chaos. Por muito tempo ele me fez acreditar que ele era meu pai, tudo o que eu precisava eu pedia pra ele, perguntava pra ele, mas eu não conseguia perceber que... eu só fazia parte da engrenagem de tráfico dele, isso era tudo. Mas, quando eu vi isso, eu quis me vingar e juntei alguns dos meus amigos para me ajudarem nisso, Layla, Callum, Clover e... Tristan.

Seus olhos se arregalaram, ele não esperava por isso.

- Tristan? Você quer dizer, o Tristan?

- Sim, Ben, Tristan.

- Mas... Mas... O que aconteceu?

Suspirei antes de continuar falando.

- Esse tipo de vida é solitária, Ben, uma vida muito solitária, mas no início eu não entendia isso. Eu tinha meus amigos que trabalhavam pra mim, eles eram bem remunerados e podiam usar o tanto de droga que quisessem, era tudo nosso, eu achava que podia ser tudo nosso. Clover foi pega em uma das entregas, foi uma emboscada pra ela. Callum foi morto por Chaos, e eu não entendia como aquilo poderia ter acontecido em tão pouco tempo, quer dizer, os dois se foram em menos de um mês, mas então em um dia que eu fui fazer uma entrega no lugar de Tristan por que ele tinha tido mais uma overdose, naquele dia eu quase fui preso, por muito pouco eu não fui pego e eu entendi quem estava fazendo aquilo. Tristan fez uma emboscada pra Clover, contou sobre Callum para Chaos e queria me prender também. Aquilo tudo era um plano, um plano egoísta e ambicioso, por que ele achava que era bom demais pra ser meu subordinado.

Ben ficou quieto por algum tempo e seu silêncio estava me matando, até que ele falou.

- E Layla?

Layla... Eu nunca pensei que eu seria capaz de falar sobre ela novamente, muito menos para uma pessoa tão importante pra mim como Benjamin. Eu me virei de frente pra ele, de forma que nossas testas se encostassem e busquei sua mão, que se entrelaçou na minha.

- Layla foi... muito importante pra mim, ela era... bonita, cheia de atitude e não tinha medo, ela era completamente diferente de todas as meninas e eu gostava disso. Nós começamos a namorar assim que eu chamei ela pra trabalhar conosco e ela aceitou, é claro que ela aceitou, ela era maluca.

Eu não pude conter um sorriso ao lembrar do quão maluca aquela menina era, muitas vezes ela conseguia surpreender até mesmo a mim.

- Nós fomos felizes por algum tempo, ou ao menos quando nos lembrávamos de alguma coisa.

Me virei para pegar o pedaço de cobre que eu havia usado pra nos soltar e agora estava sobre o criado mudo ao lado da cama.

- Nós cinco tínhamos um anel desses, cada um tinha o seu e esse era o de Layla...

Ben o pegou de minha mão por um tempo e o encarou.

- Cadê o seu?

- Eu parei de usar o meu quando ela... quando ela morreu.

Seus olhos correram até os meus, com verdadeira piedade.

- Morreu?

- Sim, ela terminou comigo depois de um tempo, então ela começou a se relacionar com um cara que... Eu nunca conheci ele realmente, mas eu conseguia ver pelo olhar dela o quanto ela estava infeliz, mas Layla era orgulhosa demais, ela nunca assumiria que havia feito a escolha errada até o dia que eles brigaram muito e ele... ele bateu nela e depois disso ela ficou sumida por uma semana e foi a pior semana da minha vida, eu achava que era impossível estar mais no fundo do poço, até que chegou uma notícia pra mim de que ela havia sofrido uma overdose e havia morrido... Nós podemos não ser as pessoas mais inteligentes do mundo, mas eu sabia meu limite e eu a ensinei a reconhecer o dela também, ela sabia até onde ela poderia ir. Não foram as drogas que mataram ela.

Benjamin, encolhidinho na minha frente, disse.

- Nick, você já matou alguém?

Eu abri a boca, mas nada saiu. Como eu falaria isso pra ele? O que eu falaria pra ele?

***


Nick parecia extremamente incomodado com a minha pergunta, mas eu precisava saber, eu tinha o direito de saber.

- Eu... Eu...

Ele abaixou a cabeça e não foi necessário que dissesse mais nada para que eu entendesse sua resposta. Eu comecei a me sentir um pouco tonto e receoso, eu não podia acreditar que ele realmente tinha matado uma pessoa, ou até mais do que uma. Ficamos em um silêncio extremamente desconfortável, eu não sabia ao menos o que pensar, não conseguia imaginar que a mesma pessoa que cuidava tão bem de mim fez coisas desse tipo.

- Ben, eu não me orgulho disso, pelo contrário, me envergonha muito ter que te falar isso.

- Se você não tivesse feito, não precisava falar.

Aquilo saiu da minha boca totalmente sem pensar. Não que esse não fosse meu pensamento, era, mas ele não merecia ouvi-lo dessa forma.

- Ben ,eu... eu não devia ter te falado sobre isso, me desculpa.

- Você não devia ter mentido desde o início, Nick. Não é como se você tivesse uma namorada, você usa drogas, vende drogas e... e mata pessoas.

- Não sou eu quem mato essas pessoas, Benjamin, são elas mesmas, são as circunstancias.

- Circunstancias criadas por você!

Nick passou a mão no rosto, parecia realmente bravo com aquilo, mas não mais do que eu. Ele não tinha esse direito, ele não podia me fazer ama-lo sem antes saber dessas coisas e agora eu não era mais capaz de deixa-lo, nem mesmo se eu quisesse.

- Benjamin, por favor, entenda, não é como se eu tivesse tido outra chance, isso... isso foi tudo o que me restou.

Eu suspirei, abalado demais com aquela notícia. Ao mesmo tempo que eu o abominava por fazer isso com as pessoas, eu me preocupava com ele, com sua saúde, afinal, ele era vítima do seu próprio negócio.

- Você nunca... nunca tentou parar de usar?

Ele riu, mas era uma risada triste.

- Já, mas não é como se eu pudesse substituir por algo ou alguém. Eu preciso disso o tempo todo, preciso estar chapado o tempo todo.

- Você... Você tá? Quero dizer, agora?

Ele engoliu seco antes de assentir.

- Fazem anos que eu não sei o que é estar sóbrio, tanto que eu consigo agir normalmente e ninguém desconfia.

Aquilo doeu no fundo do meu coração, pensar que em todos os momentos que estivemos juntos ele estava sob efeito de drogas me deixou tão triste que eu não consegui segurar as lágrimas, que desceram rapidamente no colchão sob minha cabeça.

- Você... não precisa chorar por isso, não me faz mal, eu sou mais feliz assim.

Ele disse antes de passar a mão em minha bochecha, limpando minhas lágrimas.

- Você não é, Nick, você não sabe o que é felicidade.

Eu me virei pro teto, ainda chorando e escutei ele falar próximo ao meu ouvido esquerdo.

- Eu vou dormir na sala, você pode ficar aí.

Por mais que eu quisesse segura-lo pelo braço, pedir pra que ele me abraçasse e dizer que tudo aquilo era mentira, eu não podia, por que era tudo verdade e eu não sabia como lidar com isso. Nick foi, por poucas semanas, o príncipe no cavalo branco, mesmo que se tratasse de um carro branco e um professor de educação física, ele ainda era meu sonho. Eu nunca havia sentido isso por ninguém e quando eu pensei que eu poderia ter finalmente encontrado alguém que me tirasse da minha zona de conforto, eu me entreguei de corpo e alma, disposto a ir onde ele quisesse e o amando incondicionalmente. Mas, agora era como se eu percebesse que meu pequeno conto de fadas num castelo de diamante não era tão brilhante assim, mas fosco como areia, um castelo de areia que era facilmente destruído pelo mar furioso. Nick era o mar, que as vezes me trazia coisas muito boas e me aconchegava na água quentinha, mas também tinha o poder de me arrastar pra dentro dele e me afogar em sua complexidade. Nick era o mar furioso que já havia me engolido por inteiro.

Eu me aconcheguei naquela cama e comecei a pensar em todas as coisas estranhas que haviam acontecido e eu fui tão burro a ponto de não notar nada. Lembrei do seu exame, de seus amigos estranhos, das visitas inesperadas em sua casa e principalmente da minha primeira semana na Foster School, quando Tristan me convidou para uma boate suspeita e Nick pareceu ficar tão bravo. Tudo aquilo fazia sentido agora. Minhas lágrimas continuaram escorrendo pelo meu rosto e eu soube que a única maneira de parar era se eu dormisse, então tentei não pensar em nada, até que eu realmente dormi.

Nós estávamos lá novamente, naquele quarto, prontos para fugir.

- Ben, me escute com atenção, eu não sei quantas chances nós teremos, então eu quero que você saia primeiro. Está bem?

- O que? Não, eu não vou te deixar aqui!

- Me escuta, agora não é hora pra gentilezas, faça o que eu digo e ficaremos bem. Meus homens já estão vindo, eu só quero que você saia antes que fique pior.

- Mas…

- Benjamin. Você confia em mim?

- Sim.

Então a porta foi aberta com uma brutalidade indescritível. Chaos segurava uma arma tão grande que quase não cabia na sua mão. Ele a apontou pra Nick e descarregou ela completamente em seu corpo. A forma como seu corpo se debatia ao receber as balas violentamente, como seus joelhos cederam ao peso se eu corpo, sua roupa completamente embebida em seu sangue. Eu não conseguia respirar, mas também não conseguia parar de olha-lo estirado no chão, morto. Não tinha nenhuma reação, apenas o olhava naquela situação horrível, eu queria chorar, gritar e me jogar em cima de Nick, mas era como se meu corpo pesasse uma tonelada e eu não conseguisse nem ao menos liberar uma lágrima, eu estava paralisado.

Abri os olhos em puro desespero, o sol entrava pela janela, assim como o frio. Fiquei mais um tempo na cama, tentando escutar algum som de Nick, mas não fui capaz de ouvir nada, então me levantei, coloquei minhas roupas e andei até a sala, onde Nick dormia pesado. Já era aproximadamente meio dia e eu havia perdido aula novamente. Suspirei, triste por aquilo estar se tornando um hábito meu.

Pensei em acordar Nick, mas eu não tinha certeza se eu queria falar com ele, precisava de um tempo longe pra colocar todas as informações que recebi ontem. Fui até o banheiro, lavei meu rosto e escovei os dentes com a única escova que havia ali, eu esperava que fosse dele. Andei devagar até a pequena sala e a atravessei, tentando fazer o mínimo de barulho possível, mas ainda assim Nick acordou.

- Onde você vai?

Ele disse sonolento e com a voz grave.

- Ah... Trabalhar...

- Espera! Eu te levo.

Nick tentou se levantar, mas eu o impedi.

- Não, Nick, eu... eu prefiro que não...

Ele me olhou confuso antes de dizer.

- Por que não?

- Por que eu... eu preciso de um tempo de você.

Nick elevou um pouco as sobrancelhas e eu pude entender sua frustração, mas não havia como dizer isso de outra maneira.

- Uau... Eu... eu não pensei que você quisesse isso.

- Eu não quero, mas não é como se eu tivesse escolha.

- Sim, é sim, você escolher entre ficar e me entender e ir embora.

Eu queira que aquilo fosse fácil desse jeito, mas infelizmente não era.

- Não, Nick, isso é mais complicado do que parece. Pode parecer normal pra você por que você já está acostumado, mas as pessoas normais se assustam com esse tipo de coisa.

- Pessoas normais?

Eu suspirei, irritado por não conseguir encontrar as palavras certas para o que eu queria dizer.

- Nick, eu preciso ir, por favor.

Ele virou o rosto, deixando de olhar em meus olhos.

- Você pode ir pra onde quiser...

Ele disse ríspido e chateado, abaixei a cabeça, triste por essa conversa, mas eu não podia ficar mais ali, eu não queria.

***


Benjamin fechou a porta e eu fiquei um tempo olhando pro teto, tentando me lembrar exatamente o que eu havia visto nele. Ele ainda chamava minha atenção como mais ninguém, mas por que ele? Por que não qualquer um que estivesse nas mesmas merdas que eu? Por que eu queria um que nunca havia visto um baseado na vida? Qual era meu problema?

Eu sabia daquele sentimento que estava dentro de mim, mais vívido do que minha alma. Só eu sabia o quanto eu queria e só eu sabia o quanto ele me machucava quando falava coisas desse tipo, mas eu não o culparia nem por um segundo, eu sabia que ele não fazia por mal. Se eu não fosse completamente errado e mau exemplo, ele não teria medo de mim, seriamos um casal completamente normal e feliz, mas ainda que esse fosse um desejo, eu não poderia abrir mão do que eu tinha agora. Benjamin era de suma importância pra mim, mas ele não viu nada do que eu construí, ele veio depois de tudo e isso não era justo.

Eu nunca havia vivido um impasse tão impossível, de um lado o amor, que me fazia sorrir, me sentir bem e tudo mais e do outro lado meu eu, o que eu fui durante toda a minha vida. Esse era Nichols, drogado, traficante e infelizmente, apaixonado.

Me levantei do sofá e fui até o quarto que Ben havia dormido, não demorou nem um segundo para que eu sentisse seu cheiro impregnado em todos os cantos daquele lugar. Andei até o gaveteiro e na ultima gaveta peguei uma pequena sacola com a quantidade certa de pó que eu precisaria pra passar todo aquele dia sem pensar em mais nada além de mim mesmo.

***


Eu saí da escola a tarde, quase noite. O dia foi cheio, eu nem ao menos tive a chance de pensar em tudo o que havia acontecido. Voltei pra casa e minha mãe estava cozinhando algo.

- Oi, príncipe, eu não te vi hoje de manhã. Tá tudo bem?

Eu tinha me esquecido completamente de avisar a ela que eu não ia dormir em casa, mas também o que eu ia falar? Desculpa, mãe. Eu tive que ir na casa de um cara pra ser preso e quase morto?

- Ah... Pois é, mãe, eu precisei sair mais cedo pra... me encontrar com os meninos. A Trixie tá aí?

Eu disse logo em seguida, fazendo com que ela deixasse aquele assunto de lado.

- Sim, ela tá no quarto, fazendo trabalho. Se eu fosse você não atrapalhava, você conhece bem Beatrice.

Eu sorri, me lembrando bem de como minha irmã ficava irritada quando nós atrapalhávamos ela.

- Eu vou dar só um oi.

Ela sorriu enquanto picava alguns legumes.

- Então assuma seu risco.

Eu ri e fui em direção ao quarto da minha irmã. Trixie sempre foi uma segunda mãe pra mim e mesmo que as vezes ela fosse um pouquinho diferente de mim, quando eu não tinha mais ninguém que pudesse me ajudar, eu sabia que ela teria a palavra certa pra me dar. Bati de leve em sua porta e ela falou.

- Entra…

Eu abri a porta e a vi sentada em frente ao nosso computador velho, digitando algo com muito afinco.

- Trixie...

- Oi, Ben.

Ela disse sem me olhar. Entrei em seu quarto e sentei em sua cama.

- Trixie, eu precisava conversar com você.

Ela me olhou por cima do ombro, mas logo voltou pro computador.

- Agora, Ben? Eu to ocupada.

- Eu sei, mas… é importante.

Ela suspirou antes de fechar o arquivo que ela digitava no word e salva-lo.

- Pode falar.

Ela arrastou a cadeira de rodinha de modo que seu joelho tocasse no meu, ficando bem de frente pra mim.

- Eu… Eu…

- Ben, se você for ficar com isso de "eu...eu…" me avisa que eu vou digitando meu trabalho enquanto isso.

E eu continuava nem um pouco surpreso com a falta de paciência da minha irmã, afinal, como ela mesma dizia, ela era ariana.

- Eu conheci uma pessoa e eu não tenho tanta certeza se ela é uma boa companhia pra mim.

Beatrice arregalou um pouco os olhos, mas também pudera, eu nunca havia comentado nada parecido com ela.

- Uma… Uma pessoa?

Eu sorri por ve-la gagejando e assenti.

- Ah… faz muito tempo?

Eu assenti novamente e disse.

- Desde o início do ano.

- Ben! Por que não tinha me contado ainda?!

Eu sorri com a sua revolta e disse.

- Justamente por isso, eu não sei se ela é uma boz companhia pra mim.

- Como assim?

- Bom… rssa pessoa sempre cuidou muito bem de mim, mesmo, mas de um tempo pra cá ela me contou que ela se envolve com coisas ruins, como… como drogas.

Minha irma abriu um pouco a boca, claramente chocada.

- Ben, isso… isso é muito sério.

- Eu sei…

Mordi meus próprios lábios em busca de não chorar na frente dela.

- Mas eu… eu sinto que isso devia importar mais pra mim sabe?

- Como assim?

- Sinto que isso deveria me fazer desistir e deixar pra lá, mas… eu não consigo…

- Benjamin…

Ela disse me encarando, como se nunca tivesse me visto.

- O que?

Disse enquanto limpava o canto do meu olho, onde uma lágrima teimava em cair.

- Você… você tá amando essa pessoa?

Abaixei a cabeça, mas Trixie segurou meu queixo.

- Está?

Eu assenti, envergonhado.

- Meu Deus...

Ela se encostou na cadeira e disse.

- Sabe, Ben, o Jack também… não era a melhor pessoa do mundo quando começamos a namorar. Ele tinha algumas questões bem sérias, mas que foram solucionadas com o tempo. Eu ajudei ele e ele me ajudou, nós nos mantivemos unidos e tudo está bem agora.

Pisquei, compreendendo o que ela dizia.

- As vezes, nós desistimos muito rápido de alguém por acharmos que ela não serve pra gente, mas o amor é se encaixar justamente nos pedaços em que a pessoa falta.

Sorri feliz com aquelas palavras e por ela não ter feito mais perguntas. É claro que eu não podia contar tudo pra ela sobre Nick, mas aquilo já havia sido o suficiente pra abrir minha mente.

- Obrigado, Trixie…

Me inclinei e a abracei forte, eu amava minha irmã. 


Notas Finais


Deixem seus comentários
Atualizações todos os dias 🍭


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...