História Boy meets evil - Capítulo 22


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ageplay, Baby Boy, Daddy, Dd/lb, Drogas, Gay, Larry, Larry Stylinson, Little Boy, Romance, Yaoi
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Palavras 2.917
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem
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Capítulo 22 - Ease


Fanfic / Fanfiction Boy meets evil - Capítulo 22 - Ease

Eu havia acordado novamente com febre e por ser sexta feira, minha mãe insistiu para que eu ficasse em casa. Eu não sabia se era exatamente a melhor coisa pra se fazer, visto que eu teria bastante tempo pra ficar lembrando e relembrando tudo o que havia acontecido comigo nos últimos dias. Pensei em Nick e me perguntei se ele estava usando algum tipo de droga agora, se ele estava bem ou havia sofrido uma overdose. Suspirei e me aconcheguei em minha cama quentinha.

- Querido, como está se sentindo?

Minha mãe me perguntou, mas eu não me virei, estava com dor pelo corpo.

- Estou…bem.

Eu não queria reclamar, ela já estava preocupada o suficiente, não queria a deixar mais paranóica ainda.

- Príncipe, essas suas febres sem motivo estão me deixando preocupada…

Ela se sentou ao meu lado e acaricou minha testa.

- Está acontecendo alguma coisa, filho?

Eu quis muito falar, desejei do fundo do coração que ela soubesse da minha sexualidade para que o único problema ali fosse a vida clandestina de Nick, mas eu não podia.

- Não, mamãe.

Ela suspirou e disse.

- Filho, você se lembra quando a Sra. Markle se foi?

Sra. Markle foi nossa vizinha, uma senhorinha fofa, com os cabelos brancos como neve e uma voz tão doce que eu fazia questão de ir em sua casa todos os dias pra escuta-la contar uma história. Eu amava a Sra. Markle.

- Lembro.

- Se lembra também do quanto você ficou mal naquela semana?

Suspirei, me lembrando daquela semana acinzentada e horrível.

- Sim…

- Sempre que você fica assim é porque algo aconteceu, certo?

Mordi meu lábio inferior, com medo que ela chegasse perto demais do que eu queria esconder.

- Sim…

- Meu bebê, você sabe que pode me contar tudo o que quiser.

Ela me beijou na bochecha e eu não fui capaz de segurar, uma lágrima que escorreu pelos meus olhos e parou em meu travesseiro. Eu queria contar, ela marecia saber a verdade, mas eu tinha tanto medo e vergonha. Minha mãe sempre teve grandes planos pra mim e pra minha irmã e eu não queria destruí-los daquela forma.

- Sua irmã me contou sobre ah… uma pessoa que você está se relacionando.

Meu coração se acelerou de uma forma que eu tive medo de enfartar. Ele não podia ter contado.

- O que?! Ela não tinha esse direito, mãe!

Eu me virei pra ela, completamente transtornado. Ela levantou as sobrancelhas, parecia surpesa com a minha reação, mas eu não podia evitar, eu havia confiado em Beatrice.

- O que ela te contou, mãe?

- Contou que você estava se relacionando com alguém que não estava te deixando feliz, porquê? Eu devia saber de algo mais?

Encolhi meus ombros e neguei com a cabeça, arrependido por aquela reação um pouco extra.

- Não…

Ela segurou meu queixo, fazendo com que eu olhasse diretamente em seus olhos.

- Filho, eu não entendo por que você escondeu isso da mamãe. Eu sei que você está crescendo e que é normal se apaixonar, mas se você tivesse me falado isso antes, nós poderíamos ter conversado e eu poderia ter te ajudado.

Eu mordi meu lábio, tentando esconder aquilo, mas quando eu senti meu nariz arder e meu queixo se enrigerecer eu soube que era tarde demais. Minhas lágrimas começaram a cair com intensidade.

- Benjamin, o que foi?

Minha meu segurou em meus ombros e me olhou preocupada pelo meu choro repentino.

- Mamãe…não é uma menina…é um menino, mamãe, me desculpa.

Eu não tinha coragem de abrir os olhos, não queria ter que encara-la. Ficamos em silêncio por um tempo e eu abri minhas pálpebras devagar, ela estava na minha frente, com a boca entreaberta e os olhos cheios de lágrimas.

- Filho, eu…eu…

- Eu não queria ser assim, mãe, mas eu não posso controlar, me desculpa, eu…eu tenho tanta vergonha.

Cobri meu rosto com as minhas mãos, mas minha mãe segurou meu pulso, me impedindo de me esconder dela.

- Benjamin, eu…Eu não vou dizer que isso é totalmente inesperado, por que não é. Eu sempre soube que você era diferente, filho.

Seu choro escorria de seus olhos verdes que agora brilhavam muito devido a camada de lágrimas sobre eles.

- Eu só me preocupo sobre sua segurança, filho, sempre me preocupei. Você sabe que…pessoas como você são perseguidas e mal compreendidas, não sabe?

Eu assenti, sem coragem pra falar mais nada. Minha mãe segurou em minha mão e disse.

- Ben, olha pra mamãe.

Levantei meus olhos até ela e ela disse.

- Príncipe, eu te amo exatamente como você é, sem tirar nem por. Se você não fosse homossexual e sua personalidade fosse diferente, eu seria a pessoa mais triste do mundo, por que você é o filho perfeito com todas as suas vertentes. Você é perfeito, meu amor. Eu sempre soube das suas diferenças  e também sempre soube que as pessoas não encaravam isso bem, por isso eu te protegi tanto e pretendo continuar protegendo, até o momento que você não precisar mais de mim e eu espero que isso demore mais alguns bons anos. Você entendeu?

Eu assenti e ela sorriu enquanto se sentava ao meu lado.

- Eu te amo, Benjamin, exatamente como você é.

Ela me abraçou e eu me segurei forte no tronco da minha mãe. Aquele era o lugar onde eu sabia que poderia me deitar e descansar sempre que quisesse, ali eu estaria salvo de todos os monstros que poderiam me assustar.

Ela acariciou meu cabelo e disse.

- Eu quero saber mais sobre meu…genro? Eu posso chama-lo assim?

Eu neguei e falei.

- Ele não é meu namorado.

Ela assentiu e continuou me acariciando.

- Sim, filho, eu entendo.

Suspirei em seu colo, me lembrando de Nick e sua vida completamente bagunçada.

- Parece ser um caso difícil, hein?

Eu assenti.

- Sim, ele…é complicado.

- E eu posso saber o nome da sua complicação?

- Ele se chama Nichols, trabalha…ele…ele trabalha comigo na escola, ele é professor de educação física.

- Ah…sim…Aquele que conseguiu o emprego pra você?

- Sim, ele mesmo.

Ela se distanciou de mim, mantendo seus braços ao meu redor.

- Por isso você não o trouxe para que eu pudesse o conhecer?

Eu dei de ombros e assenti, mesmo que esse não fosse o motivo principal, também era um motivo.

Ela tirou meu cabelo dos meus olhos e falou.

-Querido, seu aniversário está chegando. Se você quiser e se sentir confortável, pode convida-lo, ele vai ser tratado muito bem, pode ter certeza.

Eu assenti e disse.

- Tudo bem, obrigado, mamãe.

Queria que ela parasse de falar sobre isso o quanto antes por que existia muito mais coisas do que ela imaginava e eu ainda não podia contar. Na verdade, eu nunca poderia contar.

Dois dias se passaram num piscar de olhos. Eu não tinha certeza, mas eu achava que minha mãe havia comentado sobre nossa conversa com Beatrice, já que ela ficou tão carinhosa de repente, indo até meu quarto de duas em duas horas perguntar se eu me sentia bem.

Me despedi das duas segunda feira pela manhã e andei até minha escola. Por sorte, o verão estava se aproximando rapidamente e eu já não sentia tanto frio quanto o de costume. Cheguei em minha escola e vi meus melhores amigos esperando por mim como se eu tivesse acabado de sair de uma sala de cirurgia, eles pareciam apreensivos e inquietos, mas ao mesmo tempo não me fizeram nenhuma pergunta, o que me foi muito útil, já que eu não podia falar nada. Nos sentamos nas carteiras de sempre e então comecei a pensar em como eles sabiam de tudo, era esse o grande segredo de Nick que eles queriam tanto me contar e não puderam. Suspirei, pensando em como eles haviam guardado isso por tanto tempo e, na verdade, continuavam guardando por que não sabiam que eu tinha conhecimento sobre a vida de Nick. Kristen e suas seguidoras passaram por mim com cara feia e se sentarm do outro lado da sala, mas eu apenas as ignorei completamente, eu tinha problemas muito maiores pra lidar.

Cheguei na Foster depois de muito andar e fui direto pra sala de aula. Ainda faltavam alguns minutos para que o sinal tocasse, mas eu queria um pouco de silêncio. Entrei na sala colorida e me sentei em uma das pequenas cadeiras das crianças ao lado da grande janela de madeira que tinha vista para a frente da escola. Fiquei ali por um tempo fazendo meus deveres de casa e usualmente dando uma olhadinha pela janela, até que um alto barulho me chamou atenção. Olhei pela janela novamente e vi alguém chegando em uma moto imponente e barulhenta, eu conhecia aquele modelo por que era o sonho da vida de Dan, era uma Harley Davidson. A pessoa desceu da moto e pelo corpo eu soube que era Nick, visto que o capacete tampava seu rosto. Me lembrei que ele havia me falado mesmo que estava pensando em comprar uma moto, mas eu não imaginava que seria esse tipo de moto. Suas extravagâncias ainda me surpreendiam.

- Ele não tem limites, não é?

Escutei alguém falar atrás de mim e me virei rapidamente, sendo capaz de ver Tristan bem próximo a mim, também olhando Nick pela janela.

- Ele tem o direito de fazer o que quiser com seu dinheiro.

Eu disse e me voltei para o meu dever de casa, deixando claro que eu não estava aberto para conversas, mas Tristan pareceu não compreender isso.

- Se eu fosse ele teria vergonha de me beneficiar com esse dinheiro sujo.

Suspirei, irritado com a sua tentativa de parecer o mocinho da história. Nick podia ser estar muito, muito errado, mas isso não significava que Tristan estava certo.

- Engraçado, você também fez uso desse dinheiro por muito tempo, não é? E Nick não fez nenhuma menção a você estar incomodado com isso.

Disse colocando minha caneta sobre meu caderno e olhando em seus olhos. Tristan levantou as sobrancelhas e então sorriu.

- Ele te contou...

- Sim, ele me contou.

- E agora? O que você pretende fazer com seu namorado traficante?

Ouvir aquela palavra ainda era estranho pra mim. “Traficante” era uma coisa muito pesada, que não parecia se encaixar na pessoa de Nick, ele... ele era problemático e também um pouco explosivo, mas eu nunca seria capaz de chama-lo assim. Eu suspirei, frustrado e bravo por tudo aquilo estar acontecendo na minha vida. Eu não podia culpar Nick, ele entrou naquilo por não ter tido outra chance, mas eu também não conseguia parar de pensar que se ele tivesse se esforçado um pouco mais, teria tido outro caminho, como eu. Eu não era a pessoa mais rica do mundo, pelo contrário, mas eu nunca havia me envolvido em nada do tipo, até agora. Senti a mão de Tristan tocar meu ombro delicadamente e ele falou.

- Se você precisar... de alguma coisa, qualquer coisa, você pode me procurar. Tá bem?

Eu assenti, ainda sem falar nada, mas ele insistiu.

- Ben, eu estou falando sério. Eu posso ter minhas divergências com Nichols, mas isso não se aplica a você, entendeu?

Eu sorri, feliz por ele ainda ter esse pensamento.

- Entendi, obrigado.

Era complicado ter uma relação estável com pessoas tão instáveis como ele e Nick, no fundo, os dois se pareciam mais do que gostariam de se parecer.

O dia se passou devagar, mais do que eu gostaria. Na hora do intervalo, eu fiquei na sala de aula terminando meus deveres de casa e eu tive certeza de que eu havia visto a silhueta de Nick na porta me olhando, mas eu não levantei os olhos para confirmar, porém quando o último sinal bateu e eu fiquei por mais um tempo na sala, arrumando a bagunça das crianças, eu não pude fingir que ele não estava ali.

- Tudo bem?

Sua voz ecoou pela sala vazia e eu levantei minha cabeça, o encarando com os braços cheios de legos.

- Tudo.

Eu disse andando até a grande caixa verde de brinquedos e os colocando ali.

- Deixa eu te ajudar...

Ele entrou na sala e deixou seu capacete brilhante em cima da mesa de Tristan. Nick pegou as massinhas e colocou em seus devidos potes.

- Você... você comprou a moto, né?

Eu disse tentando deixar aquela experiência menos estranha.

- Sim, eu comprei esse final de semana.

Ele disse sorrindo e eu sorri também, era bom vê-lo feliz.

- Mas eu ainda não tive tempo de andar com ela de verdade, eu só tirei ela da concessionária e vim pra escola.

Recolhi os fantoches e a minha missão era coloca-los na prateleira mais alta, feita justamente para que as crianças não os alcançassem e os destruíssem. Peguei uma das pequenas cadeira e subi nela, mas ela ainda era muito pequena e só faltava um pouquinho para eu alcançar, então eu senti as mãos de Nick na minha cintura, o que me assustou no início, mas quando eu percebi que ele queria me ajudar eu me estiquei mais e ele me levantou.

- Pronto.

Eu disse assim que os coloquei na prateleira.

- Obrigado.

Eu disse esperando que Nick me colocasse no chão, mas ele não fez.

- Eu queria saber se você quer ir dar uma volta comigo.

- Nick, me coloca no chão...

Eu disse rindo daquela situação. Me segurei em seus ombros com medo de que ele me deixasse cair.

- Só depois que você falar sim.

- Não, eu tenho medo de moto, obrigado.

Nick juntou as sobrancelhas como se eu tivesse falado a coisa mais boba do mundo.

- Medo?

- Sim, agora me põe no chão, Nick, é sério.

- Medo de que?

- De cair, Nick!

- Eu não vou te deixar cair.

Eu não tive certeza se ele estava falando da moto ou de estar me segurando em seus braços, mas eu sabia que eu tinha medo dos dois, entretanto, eu também sabia que ele era persistente e não ia desistir enquanto eu não aceitasse.

- Ta bom, eu preciso falar com a minha mãe...

Ele sorriu e me colocou no chão. Revirei os olhos e peguei meu celular, fui até o contato dela e liguei. Ela demorou um pouco, mas não muito e então me antendeu.

- Filho? Tudo bem?

- Ah... Oi, mãe, sim, eu...

Olhei para Nick que estava sentado na mesa de Tristan olhando pela janela, ele etava claramente tentando não prestar atenção no que eu falava.

- O Nick me chamou pra gente dar uma volta um pouquinho, tá bem?

- Nick?

Ela disse de um jeito estranho, eu não consegui entender se ela estava receosa, curiosa ou esperançosa.

- É...

Olhei novamente pra Nick e ele sorria enquanto olhava pela janela e estava claro que seu plano de não prestar atenção havia fracassado.

- Ah... Você volta que horas, filho?

Coloquei a mão no celular para tampar minha voz e perguntei pra Nick.

- Que horas voltamos?

- Eu te deixo em casa às oito.

- Estaremos em casa às oito, mamãe.

- Oito, filho? Não acha muito cedo?

- Mãe!

Se ela soubesse metade das coisas que eu sabia sobre Nick ela não permitiria nem que eu trabalhasse junto com ele.

- Tá bem, príncipe, desculpa. Estarei te esperando às oito.

Ela disse rindo e eu revirei os olhos.

- Bom encontro...

- Mãe, não é um enc...Mãe, tchau!

- Tchau, querido, se cuida.

Eu desliguei o celular e Nick se levantou.

- Vamos?

- Sim, onde?

Ele sorriu enquanto caminhava até a porta.

- Surpresa...

Nós fomos até a moto e a olhando de perto eu pude ver o quão grande ela era. Era preto fosco e tinha alguns lindos detalhes em prata, a logo da Harley Davidson em suas laterais e um pouco mais a baixo os números 114. Nick se sentou no banco de couro preto e me ofereceu um capacete.

- Nick, é sério, eu tenho medo dessa coisa.

Eu disse enquanto colocava o capacete e ele sorriu.

- Não se preocupe, tá bem? Essa moto tem uma estabilidade ótima, nada vai acontecer.

Eu segurei em seu ombro e passei a perna sobre a moto. Nick levou seus braços até minhas mãos e as levou em torno de seu tronco, fazendo com que eu o abraçasse.

- Você vai estar melhor assim...

Suspirei aliviado. Aquele era realmente a melhor maneira para que eu não achasse que iria morrer em cada curva. Nick deu a partida e nós saímos da garagem da escola. O vento batia contra meu rosto, me dando uma sensação gostosa, olhei para o painel e que a quilometragem marcava no 60 e tive medo de que ele resolvesse acelerar, mas era Nick e é claro que ele acelerou, chegando a 100 por hora. Eu me apertei mais contra seu tronco e Nick levou uma de suas mãos até as minhas que estavam cruzadas sobre sua barriga.

- Está tudo bem, não precisa ter medo.

Sua voz saiu abafada por conta do capacete e do som do vento, mas eu ainda pude o escutar. Eu tentei relaxar um pouco meus músculos e devagar eu afrouxei meus braços do seu tronco. O vento no rosto era a melhor parte, eu me sentia livre, como se nada pudesse me parar. Fechei os olhos por um segundo e não pude esconder um sorriso, ao mesmo tempo que era excitante, também existia o medo e naqueles poucos segundos eu pude perceber que aquela era uma ótima metáfora para o meu relacionamento com Nick, ao mesmo tempo que era libertador, excitante e novo, o medo de algo dar muito errado estava ali constantemente.

Abri os olhos e vi o por do sol, deixando o céu com tons laranjas, roxos e rosas, aquilo era lindo demais e quando eu estava completamente distraído com aquele céu, a moto parou, me tirando dos meus devaneios.

- Chegamos...

Nick disse tirando o capacete e eu fiz o mesmo.

- Uau...

Eu disse quando olhei em volta e percebi onde estávamos, bem no pé da enorme Tower Bridge, as margens do rio Tamisa. Olhei em volta e não vi quase ninguém devido ao meio da semana, aquele lugar estava sempre lotado, mas não naquele momento e eu tive certeza de que eu nunca havia visto por do sol mais bonito.


Notas Finais


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