História Boy meets evil - Capítulo 23


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ageplay, Baby Boy, Daddy, Dd/lb, Drogas, Gay, Larry, Larry Stylinson, Little Boy, Romance, Yaoi
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Palavras 2.936
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


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Capítulo 23 - Heaven in hiding


Fanfic / Fanfiction Boy meets evil - Capítulo 23 - Heaven in hiding

Talvez eu não devesse estar ali, talvez Nick realmente fosse uma companhia nada boa pra mim e aquilo poderia sim me fazer muito mal, mas sentar nas margens do rio Tamisa e escutar o som delicado da água enquanto o sol tomava seu curso de sempre me trouxe uma paz tão absurda que eu tive certeza de que eu estava exatamente onde eu deveria estar. Pelo menos naquele momento, meu destino era ficar ali com Nick, sentindo aquela brisa leve e observando a vida caótica e individualista dos londrinos. Como se pudesse vê-los de fora, como se não fizéssemos parte da mesma sociedade eu os observei, com seus cafés, celulares e maletas, andando rápido pra chegarem a algum lugar que talvez nem fosse tão importante assim, fazendo as coisas totalmente no automático e eu me senti feliz por não fazer parte disso, pelo menos naquele pequeno período de tempo, pelo menos enquanto eu estivesse com Nick.

- Você... falou de mim pra sua mãe?

Nick perguntou calmo enquanto encarava o sol com os olhos expremidos.

- Nós tivemos uma conversa séria na sexta feira e eu falei algumas coisas importantes pra ela.

- Eu posso saber o que, se não for demais?

- Ah... eu contei sobre a minha sexualidade e sobre nós.

- Sobre nós?

Eu não sabia se eu queria dividir aquilo com Nick exatamente, mas eu sentia que ele merecia saber.

- Sim, sobre meu sentimento por você e sobre como eu estou com medo de... eu não sei, acho que medo de te perder.

Eu estava falando aquilo com a maior sinceridade do mundo, falando sobre meus medos e sentimentos.

- Me perder? Ben, isso não vai acontecer.

Eu sorri, era interessante ver como ele tinha tanta certeza quando as dúvidas me transbordavam.

- Como você sabe, Nick? Nós nem ao menos... nem ao menos tivemos a chance de ficarmos juntos de verdade e tanto já aconteceu, já fomos impedidos por tantas coisas, inclusive agora. Eu não... eu não sei o que eu estou fazendo agora.

- Como não sabe?

- Eu... eu deveria estar aqui? Até que ponto eu posso aguentar isso? Sabe, Nick, eu entendo que você foi calejado pela vida, mas... eu tenho medo, eu nunca me machuquei das formas que você já se machucou.

Nick suspirou ao meu lado e eu senti sua mão gelada tocar a minha, mas eu não tive certeza se aquilo era nervoso ou frio.

- Eu sei que... eu não sou a pessoa mais confiável do mundo, Ben, eu sei que isso pode te assustar, mas... eu quero isso tanto quanto você. Eu quero viver isso com você.

Engoli seco, sem saber exatamente como agir ou o que responder.

- Eu... eu posso te perguntar uma coisa?

- É claro, eu não preciso mais mentir pra você.

- Como são essas... essas drogas. Como funciona?

Ele sorriu, provavelmente achando engraçada a minha inocência.

- Ben, primeiro você precisa saber que isso nunca, nunca, em hipótese alguma pode ser contado pra alguém, você compreende?

- Sim.

- Não é só a minha liberdade que está em jogo com isso, mas a liberdade de todos que trabalham comigo, em todos os países, desde os que fazem até os que entregam.

Aquilo parecia responsabilidade demais pra mim, não que eu fosse o entregar, mas ainda era assustador saber que haviam tantas pessoas envolvidas naquilo.

- A maioria das drogas são feitas em países subdesenvolvidos devido ao menor número de fiscalização e a maior facilidade de distribuição. A cocaína por exemplo é fabricada principalmente no Peru. As anfetaminas são drogas mais fáceis de serem produzidas, mas os principais produtores são o Sudeste Asiático e o México. A heroína vem de um lugar muito especial chamado triângulo dourado, é a fronteira de alguns países como Laos e Vietnã. E tem a maconha, que a droga mais fácil de se achar, produzida no México, Estados Unidos, Marrocos, Afeganistão, Bolívia... muitos lugares.

Nick falava aquilo com uma tranquilidade assustadora, ele conhecia tudo sobre aquele mundo obscuro, ele parecia saber sobre absolutamente tudo e aquilo era realmente espantoso.

- O que você usa, exatamente?

Ele suspirou e me olhou no fundo dos olhos e eu só conseguia pensar em o que todas aquelas drogas estavam fazendo em seu organismo naquele exato momento.

- Eu já usei absolutamente tudo, menos as zumbis, ninguém que trabalha comigo pode usar isso.

- Zumbis?

- Sim, existem algumas, mas a mais famosa é a Cloud Nine, aquilo é... Eu não sei como alguém pode chegar ao ponto de usar uma coisa dessas, ela pode te dar ataque da cardíaco, insuficiência renal, paranóia, ataque de pânico e muitas pessoas chegam a se matar quando usam isso, sem contar o canibalismo, daí o nome, zumbi.

Eu não pude esconder o meu horror diante aquilo, Nick parecia descrever o verdadeiro inferno e eu não pude compreender nem por um segundo o que levava alguém a consumir isso.

- Mas, respondendo a sua pergunta, o que eu mais uso é cocaína, lsd quando eu vou em festas, maconha quando eu preciso descansar e heroína quando eu sinto que nada mais importa.

Eu fiquei com verdadeiro medo de perguntar quando eram esses momentos, mas não foi necessário visto que Nick continuou com sua explicação.

- Eu desenvolvi essa técnica pra saber a hora certa de parar e não acabar tendo uma overdose e é verdade que a minha resistência vai aumentando com o tempo, mas eu to sempre tentando me controlar.

- Nick, por que... por que você usa isso?

Ele abaixou os olhos antes de responder, parecia envergonhado.

- Eu... eu não consigo mais parar, é muito difícil pra mim ficar sem, é como se meu cérebro entendesse que eu estou tentando me matar quando eu paro.

Eu assenti, triste por aquela informação. Eu queria muito pedir pra que ele parasse, pra que ele deixasse isso de lado, ou pelo menos tentasse, mas eu temia sua reação, por que ele era claramente dependente daquilo e eu não sabia se o meu pedido seria mais significativo que seu vício.

- Benjamin...

Nick disse baixo e eu levantei meus olhos até os seus.

- Eu prometo fazer o meu melhor, todos os dias da minha vida, pra que você não precise se envolver nessas coisas. Esse é o limite que você vai chegar dessa vida, eu te prometo.

E eu não podia não acreditar em suas promessas, elas me pareciam tão verdadeiras que era quase um pecado duvidar daquilo. Eu assenti e Nick sorriu.

- Nós estamos bem, agora?

Nick disse se aproximando do meu rosto e eu levantei as sobrancelhas.

- Defina "bem".

Ele sorriu e só Deus sabia o que aquele sorriso convencido podia causar dentro de mim. Minhas borboletas no estomago já estavam sendo mortas por aquele frio congelante, com certeza. Nick pendeu sua cabeça pra direita levemente e eu fiz o mesmo, deixando nossos rostos num ângulo perfeito para que nossas bocas se tocassem.

Nick segurou meu rosto com calma e tocou sua boca entreaberta na minha por alguns segundos, o que me fez sentir o calor de sua respiração, então ele beijou meus lábios diversas vezes, como se os adorasse. Nick beijava meus lábios como se fossem verdadeiramente divinos, até que eu não aguentei mais aquela tortura e o segurei pela nuca, o trazendo pra mais perto de mim. Passei minha língua pelos seus lábios e logo ele fez o mesmo, permitindo que nossas línguas se tocassem e eu tinha certeza de que se eu precisasse escolher uma coisa pra fazer o resto da vida, seria beija-lo exatamente daquela forma.

Ele desceu sua mão pela minha cintura, a apertando contra seu peito e eu agradeci aos céus por estarmos em um local público, por que eu não saberia me controlar se estivéssemos sozinhos. Nick tocou minha bunda e eu, contra a minha própria vontade, me derramei em seu colo, deixando claro pra ele que eu não era o que poderíamos chamar de resistente a seus carinhos. Ele a apertou forte e eu disse.

- Nick, agora não...

Ele murmurou alguma coisa em meu ouvido, mas eu não entendi muito bem.

- O que?

Eu perguntei me sentando em seu colo e ele não precisou falar mais nada, eu havia entendido o que ele havia sussurrado, mas ainda assim ele repetiu.

- Tarde demais...

Foi o que ele disse antes de me empurrar pra baixo em seu colo, fazendo com que eu sentisse seu membro sob minha bunda.

- Nick...

Eu tentei falar, mas ele tomou minha boca novamente, dessa vez com mais força, ele me segurou pelos cabelos e pressionou seus lábios contra o meu, com certeza os deixando vermelhos. Ele colocou sua mão dentro da minha camisa e tocou devagar meus mamilos, o que me fez arquear as costas dedivo ao choque de seus dedos frios com a minha pele quente.

- Continua.

Ele disse em minha orelha esbaforido e eu entendi que ele se referia ao movimento que eu havia feito em seu colo quando arqueei minhas costas.

- Nick, aqui não dá.

Eu olhei em volta e não havia absolutamente ninguém, o sol havia sumido e a noite chegava rapidamente. Ele resmungou algo bravo e se levantou, mas sem soltar a minha mão, me obrigando a levantar junto com ele.

- Vem, eu conheço um lugar.

Nós fomos de mãos dadas até o interior da Tower Bridge e eu não podia ver um palmo a frente dos meus olhos de tão escuro que estava ali.

- Nick, eu não vejo nada...

- Não precisa ver, anjo.

Ele disse me encostando em uma superfície firme e eu supus que seria uma parede. Sua boca tocou meu pescoço e eu levei minha mão até o seu membro rapidamente, minha intenção era ter certeza se estava mesmo tão duro quanto aparentava e realmente estava, eu quase não pude acreditar que aquele tesão era por mim. Quer dizer, eu não tinha o corpo atlético como Nick, mas ele tirou qualquer que fosse a minha dúvida quando disse em meu ouvido.

- Você não devia brincar com fogo, Ben.

E eu o respondi.

- Acho que eu estou sentindo um pouco de frio, seria bom um fogo agora.

Nick riu enquanto abria o zíper de sua calça e eu senti meu rosto esquentar, mesmo que ele não pudesse me ver, eu sentia vergonha daquilo. Toquei sua cintura e devagar levei meus dedos até sua púbis, pude sentir alguns pelos aparados ali, Nick beijou meu pescoço, passando sua língua do meu lóbulo até a ponta do meu ombro. Desci minha mão até sua cueca e senti seu membro pulsante e quente, o segurei e Nick levou sua mão sobre a minha fazendo um movimento de vai e vem sobre sua cueca.

- Isso, continua assim, meu anjo...

Ele disse em meu ouvido e eu fiz o que ele mandou, o esfregando de cima pra baixo, mantendo um ritmo devagar. Nick abriu minha calça e colocou sua mão dentro da minha cueca, me fazendo tremer em seus braços. Eu tentei manter o ritmo, mas era praticamente impossível, eu sentia um calor absurdo e uma sensação gostosa no pé da barriga, eu não ia conseguir dar e receber ao mesmo tempo. Toquei sua mão e com muito pesar o afastei de mim, mas eu queria realmente fazer algo bom pra ele ali, então eu precisava me controlar. Coloquei minha mão dentro de sua cueca e ele gemeu em meu ouvido.

- Porra...

Ele disse baixinho e eu sorri ao perceber que ele havia gostado. Seu membro era quente e pulsava na minha mão, continuei o masturbando por alguns minutos e eu estava muito duro mesmo, eu não tinha noção do quão prazeroso seria pra mim escutar os pequenos palavrões e gemidos que ele soltava as vezes no meu ouvido.

Minha mão já estava melada a algum tempo e Nick não parava de chamar pelo meu nome em meu ouvido.

- Benjamin, eu vou... eu...

Ele tentou dizer algo, mas não estava conseguindo, até que ele segurou meu pulso com força e prendeu minhas mãos na parede atrás de mim. Eu não compreendi o que ele estava fazendo, mas quando eu senti seu membro tocar o meu eu soube que agora ele estava no controle.

Nick começou a tocar nossos membros, fazendo movimentos de vai e vem com os quadris e eu nunca havia experimentado nada do tipo, aquele mínimo toque do meu membro em sua púbis me fez perder totalmente a força em minhas pernas e quando Nick percebeu que eu não ia aguentar ficar em pé por muito tempo, ele me pressionou contra a parede com seu corpo e eu não pude segurar mais, gozei entre nossas barrigas e não demorou muito para que Nick fizesse o mesmo, murmurando em meu ouvido.

- Ah, caralho, Ben... Ah...

Eu sorri ao ouvi-lo falar aquilo e disse.

- Acho que essa é uma boa definição de "bem"

Nick riu em meu ouvido e então eu senti sua respiração em meu rosto e logo depois seus lábios pressionando os meus, ele mordeu devagar meu lábio inferior e disse.

- Eu sabia que você tinha algo escondido aí.

Eu ri e disse.

- Nick, que horas são? Eu não posso me atrasar...

- O que? Benjamin! Sério?

Ele disse em tom de risada e eu disse.

- Desculpe, eu ainda sou só eu.

Eu disse fechando o zíper da minha calça e Nick disse me abraçando enquanto beijava meu pescoço.

- "Só você" é mais do que o suficiente pra mim, anjo.

Eu tateei suas costas e cheguei em sua bunda, onde eu senti seu celular em seu bolso e o peguei para que pudesse ver a hora.

- Nick, já são oito horas!

- Você tá tentando fugir de mim por acaso?

Ele disse pegando o celular da minha mão e colocando novamente em seu bolso.

- Eu to sempre tentando fugir de você, mas agora eu estou tentando que minha mãe me deixe sair novamente quando eu pedir.

Eu o segurei pela mão e fiz o mesmo caminho que havia nos levado até ali.

- Peraí... Ben...

Nick disse enquanto fechava sua calça e eu ri daquela situação, até que chegamos perto da moto novamente, onde éramos iluminados pela luz do poste e eu pude ver meu moletom completamente sujo de...

- Porra!

Nick disse quando viu o estado das nossas roupas, do meu moletom principalmente.

- Tudo bem, eu tiro o moletom e minha mãe nem vai perceber...

- Não, você vai ficar com frio na moto.

Nick disse enquanto tirava sua jaqueta que não havia sujado e me ofereceu.

- Usa isso...

Eu sabia que o educado seria negar, mas eu queria usar aquilo por que se tinha uma coisa do mundo que eu poderia cheirar pro resto da vida era o perfume de Nick e eu sabia que aquela jaqueta devia estar mais cheirosa do que tudo. Tirei meu moletom e peguei sua jaqueta. Aquilo ficou bem grande em mim, mas eu não estava me importando com isso.

- Ficou bem em você...

Ele disse arrumando a minha gola e eu sorri.

- Sim, Só falta eu crescer uns 20 centímetros pra ficar melhor.

Ele riu e disse.

- Algum dia você chega lá.

Ele colocou o capacete e subiu em sua moto e eu fiz o mesmo. Devagar e com medo que ele notasse, eu encostei minha bochecha em suas costas e não pude segurar um suspiro, apesar de tudo, eu me sentia seguro com ele.

Nick parou um tempo depois na frente da minha casa, eu desci da moto e ele fez o mesmo.

- Obrigado pela jaqueta...

Eu disse a tirando do meu corpo, mas ele me impediu.

- Não precisa, pode ficar.

- Mas é sua.

- Sim, mas eu também quero ficar com seu moletom, então nada mais justo que você fique com a minha jaqueta.

Ele disse levantando meu moletom que estava em sua mão e eu ri da sua desculpa esfarrapada, mas aceitei, afinal não me faria mal nenhum ter algo que me lembrasse ele.

- Tudo bem...

Coloquei a mão dentro dos bolsos de sua jaqueta e ele disse.

- Eu espero que nós estejamos mesmo bem...

Eu assenti, um pouco culpado, mas eu não podia negar que estávamos bem.

- Sim...

- Ótimo.

Ele tocou minha cintura e me puxou contra seu corpo. Tocou meus lábios com leveza e depois do nosso beijo estalado, ele me beijou na testa.

- Durma bem.

Ele fez menção de subir novamente na moto, mas eu segurei seu braço e ele voltou seus olhos pra mim.

- Eu... eu... meu aniversário é semana que vem e minha mãe quer fazer uma festa pra mim, vai ser coisa pequena, só pra família e alguns amigos íntimos. Ela disse que eu podia te convidar...

Nick ficou calado e eu disse.

- Então...

- Estou esperando você me convidar.

Eu ri e dei um tapinha leve em seu braço.

- O senhor me daria a honra de vir na celebração dos meus 17 anos?

- Só se o senhor salvar a primeira dança pra mim... e a segunda... bom, pode salvar todas pra mim.

Eu assenti e ele disse.

- É claro que eu venho, o que você quer ganhar?

- Ganhar? Nada, não precisa de nada.

- Mas eu quero te dar alguma coisa.

Ele disse enrolando seu dedo indicador em um dos meus cachinhos.

- Você pode me dar... me deixe pensar... pode me dar um beijo.

Nick revirou os olhos e disse.

- Me lembre de nunca deixar você me dar um presente.

- Sério? Você vai se arrepender...

Ele riu e disse.

- Pode deixar, eu vou escolher um presente melhor que isso pra você.

- Melhor que isso? Eu acho difícil.

Disse segurando sua camisa pela gola, deixando nossos rostos bem próximos.

- Ok, agora entra antes que sua mãe venha aqui fora.

Ele disse e apontou pra minha casa e quando eu me virei, vi minha mãe e minha irmã ajoelhadas em cima do sofá, nos stalkeando pela janela.

- Meu Deus, mãe, eu não acredito que você fez isso.

Eu disse fechando os olhos e desejando que se abrisse um portal pra outro mundo sob meus pés naquele momento.

- Ela fez.

Ele riu e eu suspirei.

- É melhor eu ir.

Nick segurou meu queixo e me deu um último selinho antes de subir em sua moto barulhenta e sumir naquela longa rua.


Notas Finais


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