História Boyfriend - Fack - Capítulo 25


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Categorias It: A Coisa, Stranger Things
Tags Fack, Finn Wolfhard, Gay, Jack Dylan Grazer, Lgbtq, Stranger Things
Visualizações 121
Palavras 800
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 25 - ' Twenty Five ,


Fanfic / Fanfiction Boyfriend - Fack - Capítulo 25 - ' Twenty Five ,

Jack Pov

Eu carregava duas malas pesadas até dentro de casa. Respirei ofegante quando finalmente às deixei no chão.

--Obrigada querido! -- Recebi um beijo na testa de minha mãe. -- Eu estava com tanta saudade! -- Me apertou.

--Angela, vai sufocar o garoto. -- Meu pai brincou.

--Como foram esses dias aqui querido? -- Perguntou meu pai e automaticamente lembrei de Finn.

Respirei fundo, eu não gostava de esconder exatamente nada dos meus pais.

--Foram bons. -- Eu sorri. -- Mas... a gente precisa conversar. -- Abaixei minha cabeça brincando com as cordas do meu moletom.

--Tá tudo bem, meu amor? -- Perguntou preocupada.

--Tá sim, mãe. -- Segurei o ombro dela. -- Não é nada grave, é só algo importante sobre mim. Mas posso contar mais tarde.

Eles pareciam preocupados, mas ainda sim estavam cansados. Evitei contar sobre minha sexualidade ali naquele instante.

Meus pais sempre me apoiaram e me deram o máximo de amor que eu poderia receber. E eu tinha medo de perder isso simplismente por gostar de homens.

...

Eu caminhava pelo longo corredor de meias e uma blusa que parecia o triplo do meu tamanho por ir até os meus joelhos. Eu me sentia um garotinho que vestia as roupas do pai novamente. Insegurança e nervosismo estavam presentes ali comigo.

--Mãe? Pai? -- Abri uma fresta da porta chamando os dois. -- Acordei vocês? Me desculpa... -- Abri a porta por completo sentindo um frio na barriga.

Minha mãe digitava algo no notebook e meu pai lia mais um dos seus livros de psicologia. Ambos estavam deitados na cama provavelmente prontos pra dormir. Ela era escritora e ele psicólogo. Os dois provavelmente faziam o "dever de casa" resultante do trabalho.

--Oi, não querido. -- Meu pai se sentou deixando o livro de lado. -- Tá tudo bem?

--Não... -- Respondi sincero rindo de nervoso.

Entrei fechando a porta e me sentei na cama, tendo atenção total dos dois.

--Lembram da conversa que eu disse que queria ter com vocês dois mais cedo? Acho que já podemos conversar sobre isso agora.

Eu tinha receio e liberdade nas minhas mãos, bastava eu escolher me sentir livre de vez ou continuar acanhado.

--Pode falar o que quiser, meu amor. -- Minha mãe desligou o computador. -- Estamos aqui pra te ouvir.

--Vocês sempre disseram que iam me apoiar independentemente da situação, contanto que não fosse errado, certo? -- Os dois acentiram. -- Eu... não escolhi isso, e também não controlei. Eu sei que maioria das pessoas vão me julgar e corro esse risco de que vocês sejam parte dessa maioria. -- Respirei fundo de cabeça baixa tentando não encarar eles. -- Eu queria muito poder mudar isso, muito mesmo. Eu não... -- Senti as palavras se embolarem e uma lagrima solitária escorrer até a ponta do meu nariz devido à minha posição. -- Não queria ser uma decepção pro mundo.

--Ei, ei! Meu amor não fale assim. -- Senti a mão delicada da minha mãe tocar meu rosto o secando. -- Não precisa ter medo de nós, Jack. Pode contar o que te aflinge.

Lembrei de Finn, e do quanto eu queria ter liberdade de demosntrar o que eu sentia por ele. Meu coração acelerou. Levantei minha cabeça encarando meus pais. Meu pai prestava atenção em tudo, parecia analisar a situação. Talvez estivesse aplicando psicologia em mim, assim como faz com os pacientes.

--Mãe, Pai... E-eu... Eu sou gay. -- Soltei rápido os encarando com medo do "resultado".

Os dois se olharam, pareciam se comunicar com o olhar. Tudo parecia passar em câmera lenta. Minhas mãos soando frio, minha saliva descendo pela minha garganta, minha leve tremedeira. Tudo.

--Qual o problema nisso, Jack? -- Meu pai perguntou.

--E-eu...

--Eu quero que responda. Qual o problema nisso?

O encarei um pouco assustado e sem entender.

--Eu...?

Ele suspirou.

--Não, Jack. Você não é o problema. O único problema é o seu preoconceito com si mesmo. Você ser gay não altera em nada na nossa vida, muito menos na sua. Você continua sendo um garoto normal, um adolescente normal. Continua sendo o nosso Jack, o filho que a gente tanto ama.

Minha mãe sorria.

--Tá aplicando psicologia em mim? -- Perguntei um pouco perplexo. Ouvi a risada da minha mãe.


--Querido, nós te aceitamos de qualquer jeito. Na verdade nem precisamos aceitar, isso é você, é sua vida. -- Me abraçou. -- Eu te amo muito, e vou estar aqui sempre que precisar.

Senti uma lágrima de emoção escorrer, logo me separando e a secando.

--É o Finn seu namoradinho, não é? -- Meu pai perguntou curioso.

--Gavin! -- A morena deu leve tapa no marido.

--"Namoradinho"! -- Eu ri da forma como ele disse. -- É, é ele sim.

Eu me sentia tão feliz, tão leve, tão livre.


Notas Finais


COMECEI FANFIC NOVA AAAA

espero que vocês leiam akshjshsk

eu tô com dó de acabar essa aqui, aff :(


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