História Boyfriend (Malec) - Capítulo 25


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Categorias Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Catarina Loss, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Magnus Bane, Ragnor Fell, Raphael Santiago, Sebastian Verlac, Simon Lewis
Tags Clace, Malec, Ragnael, Sizzy
Visualizações 237
Palavras 3.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Amados lindos, desculpem a demora 💗

Have fun =)

Imaginem a noite de Amsterdã no encontro Malec assim e com um barco de porte médio no meio rsrs nas notas finais vou deixar o link do barco que imaginei que eles estão.

Capítulo 25 - Tranquilidade


Fanfic / Fanfiction Boyfriend (Malec) - Capítulo 25 - Tranquilidade

- Você alugou esse barco? – Magnus analisou a área do restaurante com teto transparente de boca aberta – deve ter sido uma fortuna, Alexander.

- Não é nem metade do que você merece – Alec enlaçou a cintura de Magnus por trás e plantou um beijo no pescoço dele. – Vem, vamos para nossa mesa – o modelo seguiu na frente.

Magnus colocou Presidente Miau no piso de madeira vermelho e o animal sumiu da vista do casal afim de explorar o local. Magnus seguiu o namorado pelo corredor cercado de mesas com lugares para quatro pessoas. Todas as mesas estavam desprovidas de pratos e talheres, exceto uma. A mesa que Alec tinha mandado preparar com capricho.

- O que achou? – ele perguntou para Magnus.

No centro da mesa havia um castiçal com duas velas, um balde com champanhe com duas taças do lado, pratos delicados de porcelana e talheres de prata dispostos para duas pessoas.

- Amor, está perfeito!

Magnus olhou ao redor, maravilhado, com exceção das luzes na mesa, o restaurante flutuante tinha uma escassa iluminação, então a luz do luar – que entrava pelo teto de vidro - se encarregou de deixar o local com um ar aconchegante e romântico.

Alec arrastou uma cadeira para Magnus se sentar; o fotógrafo não conseguia controlar seu coração agitado e um sorriso fascinado. Depois de meses namorando Alec na mais pura adrenalina, viver aquele momento de tranquilidade parecia um sonho.

- A comida já vai ser servida – Alec sentou a sua frente e alcançou a mão direita do namorado, entrelaçando seus dedos – espero que não se importe de eu ter escolhido o cardápio.

- Tudo bem, umas das vantagens de namorar um modelo viajado é provar pratos típicos com nomes estranhos, mas incrivelmente saborosos – o moreno disse empolgado.

Alec abriu a boca e levou a mão livre ao peito.

- Seu interesseiro! Eu sabia que você não estava comigo só por causa do meu jeito atrapalhado e charme natural.

Magnus gargalhou.

- Só agora que você notou? Ah, Alexander, você é tão ingênuo.

Alec fez um bico emburrado e cruzou os braços. Magnus se inclinou por cima de mesa e desfez o bico com um beijo molhado. Alec corou e sorriu.

- Bem melhor assim – Magnus piscou e voltou para seu lugar – Amor, isso é tão lindo – ele olhou pra o céu estrelado através do teto.

- Eu sabia que você ia gostar – Alec voltou a acariciar a mão do namorado. – Que tal brindar esse momento com champanhe?

Magnus bateu palmas animado.

- Claro.

Alec desenroscou a rolha com um floreio e a garrafa abriu com um estouro alto. Presidente saiu de debaixo de uma mesa miando em protesto. O casal riu. O bichano se enrolou nos pés de Alec e fechou os olhos.

Alec serviu suas taças e estendeu a sua para o namorado. Com um largo sorriso, Magnus estendeu o braço aguardando as palavras de Alec.

- Um brinde a nós... – o modelo iniciou.

- Ao nosso amor... – Magnus prosseguiu com um sorriso apaixonado nos lábios.

- Que supera tudo. – Alec finalizou.

- Eu te amo – Magnus moveu os lábios, mas sem emitir som algum. O sorriso iluminado no rosto de Alec sugeriu que ele tinha entendido perfeitamente.

- Eu te amo mais – ele moveu os lábios também.

Eles ficaram se encarando em silêncio através das taças transparentes enquanto bebiam champanhe. Os olhos de ambos transbordando paixão, desejo e amor verdadeiro.

- Com licença – um homem vestido de terno preto e gravata borboleta surgiu por uma porta que Magnus ainda não tinha notado, quebrando o momento de conexão do casal.

– Boa noite senhores, meu nome é Rutger e serei o garçom de vocês está noite – educadamente ele colocou um prato na frente de Magnus e outro para Alec. – O barco partirá em instantes e em dez minutos será servido o segundo prato, aproveitem.

- Obrigado – Ambos responderam. O homem assentiu e sumiu pela porta dos fundos, Magnus supôs que por lá funcionava a cozinha.

- Como assim o barco vai partir? – Magnus perguntou.

- Você não achou que nós íamos ficar ancorados durante nosso jantar, não é? – Alec colocou o guardanapo no colo.

- Claro que não – Magnus brincou. E foi nesse momento que a embarcação ganhou vida e lentamente começou a se mover pelo canal.

O fotógrafo abriu um sorriso, virando a cabeça para o lado para admirar as luzes noturnas da cidade, como uma criança curiosa.

- Poxa eu esqueci minha câmera – ele murchou.

- Use seu celular, baby – Alec o tranquilizou.

- O zoom da minha Nikon seria ideal para esse cenário divino – Magnus espalmou as mãos no vidro.

- Você é um excelente profissional, sei que qualquer foto que você tirar, seja em um simples celular ou em uma câmera de última geração, o resultado vai ser impecável por que foi você quem fotografou.  – Alec sorriu torto para o namorado e piscou.

- Que namorado mais maravilhoso que eu tenho – Magnus disse com o peito aquecido, se inclinou e deixou um selinho nos lábios do modelo.

- Eu sei – o rapaz disse convencido – mas antes de fotografar, prove esse petisco – ele mostrou uma bolinha crocante – você vai gostar.

Magnus analisou sua refeição. Dentro do prato tinha uma pequena tigela com um molho pastoso com cinco bolinhas com aparência crocante enfiadas em um palito de pirulito.

- Como se chama? – perguntou ao namorado pegando uma das bolinhas pelo cabo.

- Bitterballen – Alec respondeu – é como se fosse um mini pastel de carne e isso – ele levantou sua tigelinha – é mostarda. Experimente.

Magnus mergulhou a ponta redonda na mostarda e levou a boca, o sabor fez seu estômago cantar hinos de louvor.

- Hum! Muito bom! – Ele engoliu seu mini pastel e pegou outro já mergulhando no molho, comendo rapidamente.

Alec riu.

- Baby, vai com calma!

- Desculpe – Magnus balbuciou com a boca cheia e molho escorreu pelos cantos – eu estou faminto e isso é uma delícia.

Alec se inclinou e passou a língua, sem nenhuma cerimônia, nos cantos da boca do namorado para limpar o molho. O gesto pegou Magnus de surpresa e sua pele ficou quente.

- Alexander!

- O quê? – Ele riu – quem mandou ficar sexy até de boca cheia?

Magnus não conseguiu conter uma risada. Seu namorado era tão surpreendente que cada pequena coisa que ele fazia só deixava o moreno mais apaixonado.

O garçom voltou com uma bandeja e trocou os pratos, se retirando em seguida.

- Esse é o kibbeling – Alec disse antes do namorado perguntar o nome do prato – é bacalhau empanado e pode comer com esse molho de alho – ele apontou para o molho branco em uma tigela azul.

Magnus pegou um garfo e molhou um dos empanados no molho, revirando os olhos em satisfação quando deu uma mordida.

- Delicioso – respondeu mastigando.

Eles comeram em um silêncio confortável enquanto admiravam a cidade charmosa de Amsterdã. De vez em quando Alec apontava para algum ponto famoso e explicava para Magnus o que era. Ele absorvia cada palavra do namorado maravilhado com a experiência de mundo do rapaz.

Não demorou muito e Rotger voltou com mais um prato típico chamado “Stamppot” que consistia em um purê de batatas de legumes e vegetais e finalizado com tiras de salsichas defumadas. Magnus era conhecido como bom de garfo, comia de tudo e dificilmente algo o desagradava.

- Nossa, amor, eu gostei de tudo! – ele tomou um pouco de champanhe para empurrar o último pedaço de salsicha.

Alec sorriu.

- Que bom, baby, mas ainda não acabou. Falta a tradicional torta de maçã como sobremesa.

Magnus grunhiu com os braços ao redor da barriga.

- Se eu comer mais alguma coisa eu vou ter que dobrar minhas horas na academia.

- Hum... minha língua que percorre esse abdômen agradeceria – o moreno lambeu os lábios.

- Você está me chamando de gordo? – Magnus semicerrou os olhos verdes.

- Eu nem sonharia. – Alec esfregou a perna nas do namorado por baixo da mesa - Du bist eine heiße schlampe – completou em alemão.

Magnus estremeceu e seu membro latejou. Depois de algumas aulas com Alec, ele tinha aprendido o significado de algumas frases constantes do namorado durante o sexo.

- Gostosinho... – ele ofegou – não jogue sujo comigo.

- Eu adoro jogar sujo com você – o pé de Alec tocou seu pênis dolorido – eu sei que você também gosta.

Magnus fechou os olhos mordendo a boca.

- E de acordo com sua última mensagem – Alec continuou – você vai fazer tudo o que eu quiser como pedido de desculpas, então nada de julgar meu critério, baby. – Ele repetiu as palavras que Magnus usara na mensagem para o namorado.

- Ah, Alexander – Magnus arfou baixinho – eu vou adorar me desculpar ardentemente com você, mas não pense que você é tão inocente assim.

- Do que você está falando? – Alec abandonou a intimidade do moreno e bebeu mais champanhe – eu sou um anjo – completou fingindo uma cara de confusão.

- Sei, senhor Anjinho – o moreno cruzou os braços – tenho duas palavras para você: Magnus Junior.

Alec arregalou os olhos e por pouco não cuspiu o líquido no rosto do namorado.

- Você o encontrou?

- Eu pedi que você jogasse fora – Magnus estreitou os olhos.

- Baby, desde que você me pediu eu nunca mais usei, eu juro.

- Mas você guardou – Magnus virou o rosto para o lado.

- Foi intencional – Alec provocou.

- Como? – Magnus o encarou irritado de verdade.

- Eu sabia que você ia ficar possesso e quem sabe... – o modelo voltar a esfregar a perna na do namorado por baixo da mesa – eu receberia um segundo castigo.

Magnus abriu a boca fingindo estar chocado.

- Ah, Alexander você não presta.

- Faço tudo para ser amarrado e fodido com força por você – ele sussurrou com os olhos dilatados.

Alec era um provocador nato, um atrevido sem limites quando estava excitado. As palavras ousadas fizeram a calça de Magnus ficar ainda mais apertada.

- Tem como cancelar a sobremesa? – Magnus perguntou com a voz rouca – estou com vontade de comer algo bem mais gostoso que está bem na minha frente.

Alec deu o sorriso de lado que tirava Magnus do sério e se levantou estendendo a mão direita para o namorado.

- Claro que tem, baby. Vem comigo.

 

**

- Onde você está seu inútil?

Mark revirou os olhos para o insulto de Richard.

- Em Los Angeles, visitando minha família. Por quê?

- POR QUE?! – O homem gritou – Você devia estar na cola daquele modelinho ladrão de namorado!

Mark suspirou. A dor de saber que Alec estava com Magnus preencheu seu peito.

- Então ele te deixou de vez.

- Isso é temporário – Richard falou com confiança – o importante é saber por que você ainda não fez nada para separar aqueles dois!

- Ele está de folga e se eu o seguisse até a Holanda, tenho certeza que ele me demitiria - o loiro falou – eu conheço os limites que não posso ultrapassar com o Alec e o perseguir em seu refúgio sagrado é um desses limites.

- Ora, não me interessa as exigências idiotas desse desgraçado! Você tem que fazer alguma coisa!

Os gritos de Richard estavam tirando Mark do sério. Às vezes ele se perguntava se tinha valido a pena se juntar com um cara obcecado por causa de uma paixão. Mas agora tinha ido longe demais para voltar atrás e sim, Alec valia todo aquele esforço distorcido.

- E você está fazendo o que? – Mark provocou o outro – está se esforçando tanto que Magnus deixou você mesmo doente – ele fez uma pausa – se é que você está doente de verdade.

O homem grunhiu do outro lado da linha.

- Não fale besteiras, seu agente de merda!

Mark ignorou o xingamento do advogado.

- Dia dezoito Alec vai para Itália e Magnus não vai poder o acompanhar.

- Como você sabe disso?

- Eu tenho minhas fontes – Mark se deitou em sua cama – ele vai começar a viajar a trabalho e felizmente a rota dele não vai coincidir com a do Alec - ele respirou aliviado.

- Droga! – Richard exclamou – então terei pouco tempo para executar meu plano.

- Que plano?

- Eu tive que mudar de estratégia quando ele me deixou repentinamente, mas já estou resolvendo tudo.

- Você não vai me dizer do que se trata?

Richard ficou calado e começou a tossir. Mark franziu a testa.

- Você está bem?

- Você vai saber na hora certa. – O homem ignorou a última pergunta do agente.

Mark deu de ombros. Richard era um psicopata, o ideal era saber o menos possível para não ficar mais atolado naquela poça de lama do que já estava.

- Então você vai atacar na Itália? – Richard tossiu mais uma vez e soltou um pigarro para se recompor.

- Não vai ser nada fácil com aquele amigo grudento que ele tem – Mark bufou ao lembrar que Raphael também estaria na Itália. – Mas eu vou tentar.

- Você sabe o que tem que fazer então, não é?

- Sei, tenho que tirar Raphael do meu caminho.

- Você aprende rápido – O advogado deu uma risada macabra que fez os pelos dos braços do agente se arrepiarem.

- Eu não vou matar ele – disse indignado. Ele podia ser mal caráter, manipulador, mas jamais seria um assassino.

- Eu não vou me oferecer para matar ele para você, Blackthorn.

- Eu não pedi isso!

- Sério? – Richard estalou a língua – você é uma decepção.

Um toque suave em sua porta desviou sua atenção do telefone.

- Tenho que desligar. Entro em contato se tiver algum progresso.

- Pelo seu tom derrotista, eu terei notícias antes de você – Richard disse com desdém e desligou o celular.

Mark jogou o aparelho na cama e abriu a porta. Ficou surpreso ao ver a bela morena parada a sua frente.

- Oi. – Ela disse em um sussurro.

- Cristina. O que faz aqui?

- Eu incomodo? – O sorriso dela murchou.

- Não, claro que não – ele abriu mais a porta para dar passagem a morena – entre.

- Obrigada – ela sentou na beira da cama.

- Estou surpreso de vê-la aqui depois que... terminamos. – Ele sentou um pouco sem jeito ao lado dela.

- Emma pediu que viesse visitá-la. Desde que minha carreira estourou eu fiquei em falta com minha amiga.

- Ah sim.

Emma era cunhada de Mark, casada com Julian, irmão do meio do loiro e o casal e os quatro irmãos menores moravam todos juntos no casarão que fora herança de seus falecidos pais. Cristina e Emma eram amigas desde crianças e foi através da cunhada que o agente conhecera a bela morena latina e não demorou para que eles vivessem um tórrido amor por quase três anos, até Alec aparecer e revirar a cabeça e o coração do loiro.

Quando começou a trabalhar para Alec, Mark fez de tudo para reprimir aquele amor desenfreado, mas foi inútil, mesmo sabendo que talvez não tivesse chance alguma com o modelo, ele preferiu ser honesto com a namorada e a deixou.

Mark tinha um grande carinho por Cristina, ela o ajudou a crescer, era sua amiga e maior incentivadora. Sempre vibrava com cada pequena conquista dele, apoiava suas decisões e o acalmava nos momentos de fúria e frustração.

- Eu ia te ligar – ele quebrou o silêncio.

- Por quê? – ela perguntou de cabeça baixa.

- Para me desculpar sobre aquela noite no bar em Viena... por ter te beijado e tudo o mais.

- Você quer dizer, por pedir que eu filmasse o Alec desmaiado enquanto você fingia que estavam transando? – A voz dela saiu áspera e carregada de mágoa.

Mark suspirou envergonhado.

- Eu estava bêbado, por favor me perdoe.

- Eu não te reconheço mais, Mark – ela o encarou – por que você mudou tanto?

- Eu o amo, Cristina – ele confessou mesmo sabendo como aquilo doía na ex-namorada – eu só queria que ele me correspondesse.

- Você está tão cego que mal percebe como suas palavras são absurdas! Não se consegue o amor de alguém a força! – A voz da morena tremeu.

Mark sabia que ela estava certa, mas ele também sabia que aquela paixão insana por Alec não tinha mais volta.

- Eu sei... – suspirou derrotado.

Cristina virou de lado e segurou as mãos do agente.

- Mark, me deixe te fazer esquecer ele, você sabe que eu ainda te amo, e eu sei que posso resgatar aquele homem bom pelo qual me apaixonei.

Ele engoliu em seco comovido pelas palavras sinceras da modelo.

- Eu acho que não tenho mais como ser salvo, Cristina.

Os olhos cor de mel brilharam e ela balançou a cabeça positivamente.

- Claro que tem, só me deixe ajudá-lo – ela espalmou as mãos no peito de Mark, que mesmo coberto pela camisa ficou aquecido na mesma hora.

Ele ficou espantado ao notar que seu corpo ainda reagia ao toque da ex-namorada. Ele deixou se levar e quando percebeu a morena já estava em seu colo beijando sua boca enquanto suas mãos levantavam o vestido florido dela até a altura das coxas. 

As línguas se encontraram e Mark sentiu gosto de café e nostalgia nos lábios da morena. Seu corpo acordou rapidamente, seu coração bateu descompassado e ele percebeu que algo dentro de si tinha despertado diante do toque suave e idolatrado de Cristina.

No entanto sua mente não demorou a vagar até um moreno de olhos azuis e quando Cristina sussurrou seu nome em seu ouvido foi a voz de Alec que ele escutou. Seu peito estremeceu e antes que magoasse ainda mais a garota, ele se afastou abruptamente.

- Desculpe, eu... eu não posso – ele ofegou.

Cristina levantou e ajeitou o vestido.

- Eu entendo – ela disse – sua sinceridade é uma das qualidades que mais gosto em você.

Ele levantou a cabeça e a olhou admirado.

- Mas seu corpo e seu coração ainda reagem a mim e por isso eu não vou desistir de você – ela continuou.

- Cristina...

- Não se preocupe – a morena seguiu para a porta. – Eu não vou fazer nada sujo para reconquistá-lo, se você tiver que ser meu, você será, Mark.

Cristina o desarmava completamente, ele não conseguiu falar nada para que a modelo pudesse desistir daquela ideia sem sentido. Ele não queria voltar com ela, ele queria apenas Alec.

- Eu sei esperar – abriu a porta e antes de sair completou – nos vemos na Itália.

Mark abriu a boca em choque, ele não sabia que Cristina estaria na mesma campanha que Alec. Ela deve ter sido chamada de última hora.

Ele voltou a se jogar na cama, ajeitando a calça para aliviar a recente ereção. Seu corpo ainda estava quente, seu coração se recusava a se acalmar. Mesmo depois de tanto tempo, sentir atração pela ex não era um absurdo, afinal Cristina era uma bela mulher, e eles tinham namorado por quase três anos. Era uma reação normal, mas passageira, ele disse para si mesmo, ignorando as batidas loucas de seu coração que dizia algo diferente.


Notas Finais


Esse barquinho vai tremer minha gente!! XD
Será que Mark tem salvação? 🤔
Du bist eine heiße schlampe (você é um puta gostoso)
Resturante do barco: http://www.conexaoamsterdam.com.br/wp-content/uploads/2017/01/Passeios-de-barco-nos-canais-de-Amsterdam-com-um-cruzeiro-noturno.jpg
Eu ia colocar os links com as fotos do pratos típicos, mas ficou mto grande.
Rotger (o nome do garçom): é um nome masculino Holandes

Obrigada e até breve, amores!!


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