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História Boyguard - Capítulo 7


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Notas do Autor


Boa leitura, meus amores.

Capítulo 7 - A briga entre irmãos .


Lila Rossi seguia o criminoso pela periferia da cidade, tentando ignorar os olhares intimidadores dos bandidos que habitavam o cortiço pobre.


 

Eles passaram por diversas residências humildes da região, com moradores simples , que tentavam sobreviver ao ambiente hostil.


 

Dobrando uma esquina , chegando perto da loja da irmã do bandido , Lila Rossi estava ficando muito cansada de ser perseguida pelos olhares ofensivos de inúmeros criminosos .


 

(..)


 

_ Quanto tempo vai demorar para chegar a loja de roupas da sua irmã?! - Lila diz impaciente .




 

_ Não vai demorar muito. Estamos quase chegando. Eu  preciso saber o real motivo para a sua vinda aqui. - O bandido continuando a olhar para frente.




 

_ Um dos seus colegas fez um serviço mal acabado . Ele deixou a minha rival fugir antes dos demais chegarem , para concluir o sequestro. Paguei muito caro pelo serviço. - Lila Rossi reclamou do serviço mau feito.



 

_ Tinha me esquecido sobre isso. Vamos falar sobre o assunto ao chefe da quadrilha , ele vai decidir o destino do infeliz. Estamos chegando perto da loja da minha irmã. E devo lembrar que a sua promessa ainda está valendo.- O bandido relembra as promessas de Lila.



 

_ Sim,sim. Me lembro muito bem.- Lila diz com tédio.


 

(..)


 

O bandido mordeu o seu lábio inferior, querendo mentalmente , que a garota mimada pare de falar asneiras de imediato.


 

Finalmente os dois chegaram na loja, entrando nela, vendo as pessoas que estavam comprando no local, e a irmã do criminoso atendendo os clientes 



 

A irmã do criminoso percebeu a presença do seu irmão mais velho, virou o seu rosto rapidamente, vendo o irmão com a Lila Rossi, voltando - se para frente, cochichando no ouvido da sua da sua ajudante, pedindo para que ela cuide do cliente que estava atendendo.


 

A assistente de loja confirmou com um aceno de cabeça rápido, continuando com o atendimento.



 

A irmã do criminoso caminhou rapidamente para chegar perto do irmão acompanhado da Lila Rossi .


 

(..)


 

_ Preciso falar urgentemente com você, Marco Antônio. Depois atendo a sua amiga . - Clarinha fala direito com o irmão.





 

_ O que de mim? - Marco Antônio gelou o seu olhar para a sua irmã que deu  um empurrão forte no peito do irmão.




 

_ Não venha com este tipo de olhar para mim, irmão . Estou ficando cansada da sua vida de criminoso. A nossa mãe está com uma doença séria no coração. E você está caindo no submundo do crime organizado. - Clarinha fala mortalmente ao apontar o dedo indicador no peito do irmão.



 

_ Podemos discutir sobre a minha vida profissional no seu local de trabalho . Preciso de arrume roupas limpas para a minha amiga.- Marco Antônio ficou sem paciência com a imprudência da irmã.



 

_ Até posso arrumar uma roupa roupa decente para sua amiga, porém pelo que eu vejo das roupas ensanguentadas dela, imagino que prefere roupas chiques e refinados.

Falando sobre o sangue que eu vi, por acaso,ela  se envolver alguma espécie de assassinato.- Clarinha ergueu a sobrancelha desconfiada, colocando as mãos na cintura.



 

_ Isso não é da sua conta. Não quero falar sobre isso.- Marco Antônio cerrando os seus dentes, fazendo um punho.



 

_ Ah, não acredito. Mais uma vez matou uma pessoa inocente.Por que está fazendo isso? - Clarinha querendo esconder a cara de tanta vergonha.



 

_ Ele esta pedindo pela morte. Ele estava querendo matar a senhorita Rossi. Só fiz o que meu chefe me pedindo. Não venha me dar lição de moral agora não. Estou querendo que entregue uma roupa limpa para a Lila, ou senão. - O criminoso apontou a arma para a sua irmã.


 


 

_ Então, me mate se quiser. Imagino, que a nossa mãe vai ficar muito feliz em saber , que um dos filhos matou o outro, por causa de uma coisa tão insignificante . Me dá nojo, Marco Antônio. Mesmo sendo um mero subordinado para aquele desgraçado do seu chefe, alimentando esperanças para ter uma boa promoção no emprego. Ignorando que a própria mãe , que deu a luz no dia que nasceu , que está muito doente. - Clarinha encarou mortalmente o irmão apontando a arma.


 


 

_ Escuta aqui, estou te avisando. Entregue as roupas limpas a Lila . Que prometo que não vou te matar. - O criminoso tentando baganhar com a irmã.


 


 

_ A loja é minha Fui eu a comprei com o dinheiro que tinha me sobrado da faculdade, que você roubou para pagar as suas dívidas com drogas . Vou te passar roupas , mas aqui ela não entrega , e nem você. - Clarinha banindo o irmão e a morena.


 


 

_ Perfeito. Pode pegar as melhores da loja . E o valor total , vou pagar depois . - O criminoso aceitou o banimento.


 

_ Não preciso do dinheiro imundo que ganha como salário de criminoso. Pode pegar quantas roupas desejar .- Clarinha deu permissão ao irmão, afastando -se com raiva dele , parando no meio do caminho.


 


 

_ Depois disto, caiam fora . E não voltem nunca mais. - Clarinha completou ao irmão sem olhar para trás .


 


 

_ Muito bem, até nunca , irmã . - O bandido se despede de maneira fria a irmã.


 


 

_ E agora, o que vamos fazer ? - Lila pergunta ao companheiro sobre a decisão.


 


 


 

_ Primeiro vou pegar roupas limpas para você. Em seguida , vamos ao escritório do meu chefe para conversamos com ele. Depois, somente o tempo vai saber .- O bandido aguardando a sua arma de volta .


 

_ Perfeito . E onde vou tomar banho ? - Lila feliz com expectativa em tomar banho


 


 

_ Na casa de um amigo meu, vou colocar ela na lista , antes da ida ao escritório do meu chefe . Ainda tenho algo para fazer depois . - O criminoso adicionou uma nova coisa em sua lista.


 


 

_ Ah, tudo bem. O que vai fazer depois de tudo ? - Lila olhou desconfiada para o criminoso.


 


 


 

_ Bem, ainda não sei ao acerto. Acho que vou ficar mesmo no mundo do crime mesmo. Não sou bom em quase nada. - Marco Antônio indeciso sobre o seu futuro.


 


 

_ O meu futuro vai ser melhor do que o seu . Vou me casar com alguém muito rico, que nem preciso trabalhar para obter as coisas . A minha vida vai ser mais fácil do que a sua .- Lila se gabando de ter a oportunidade de ter uma vida melhor.


 


 

_ Duvido que um homem mais velho vai se casar com uma mulher, que é uma criança nos padrões de comportamento . Porque , aje que nem uma garotinha mimada e cheia de frescuras . - Marco Antônio mandou a real para a morena.


 


 

_ O QUE DISSE ? - Lila se sobressaltou de raiva , cerrando os dentes para o criminoso.


 


 

_ O que está fazendo agora comigo. É uma clara evidência que a minha opinião sobre o seu comportamento, é cem por cento eficaz . Nem sabe controlar a raiva direto. Por acaso, frequenta alguma clínica psicológica . Se não, está precisando urgentemente. Porque não dá para ser casada com um homem milionário. - Marco Antônio continuou.


 

_ Pare me dizer isso. Não é verdade. - Lila protestou .


 


 

_ Lamento por isso, porém, está claro como dia. Não vai dar conta de ser uma esposa de um milionário qualquer. Agindo deste modo infantil . Se a sua mãe tem planos para isso, pode ter a certeza , que nada vai continuar . E você ainda vai ser a filhinha da mãe .- Marco Antônio não se rendeu a pressão.


 


 

_ Tudo mentira. A minha mãe tem orgulho de mim. - Lila choramingou.


 


 

_ Se tem orgulho de você. Pode até ser que a mimou demais nas primeiras fases da vida. Nunca teve a personalidade individual com a sua mãe. - Marco Antônio diz irônico para a morena que bateu o pé no chão da loja com toda a sua força .


 


 

_ Pede desculpas para mim. Pede desculpas para mim. - Lila repetiu a mesma frase de maneira macabra .


 


 

_ Sinto muito mesmo. Mas, estou apenas falando as verdades , que precisam ser ditas. E se continuar assim, não vou te levar ao meu chefe.- Marco Antônio ignorando completamente as ameaças de Lila.


 


 

_ Ah... - Lila não segurando a sua coléra , começando a querer destruir a loja .


 


 

_ Irmão, manda ela parar com isso . Isso não é casa da mãe Joana . E por que ela ficou tão brava ao ponto de quer DESTRUIR A MINHA LOJA , QUE DEI UM DURO DANDO PARA COMPRAR , COMPRAR AS ROUPAS QUE PRECISEM , CONTRATAR BONS FUNCIONÁRIOS . E VAI DEIXAR QUE ELA DUSTRUÍA A MINHA LOJA . - Clarinha grita no ouvido de Marco Antônio.


 


 

_ Ai, isso doeu . - Marco Antônio sentindo a coceira no interior do seu ouvido .


 


 

_ É para doer mesmo. - Clarinha pegou o lombo da orelha esquerda , começando a puxar para abaixo, começando a arrastar o irmão para ficar bem longe da loucura de Lila.


 


 

_ Ai, ai, ai... - O criminoso sendo puxado pela orelha , gemendo de dor.


 


 

_ Isso é´ porque fiquei muito cansada de ser trouxa ou negliciente com a sua profissão , meu irmão. Isso agora acabou, vou te mandar para demissão do seu emprego como criminoso na cidade . Tem vários empregos mais importantes do que de roubar . Também vai confessar ao padre da nossa igreja e a polícia por cada crime que cometeu. - Clarinha arrastando o seu irmão pela orelha pelo meio da loja.


 


 

_ Ai, me solta agora, Clarinha. Isso está doendo demais. - Marco Antônio sentindo a ardência da puxada de orelha.


 


 

_ Não vou mesmo. E a sua amiga pode pegar qualquer roupa , tem um chuveiro lá nos fundos da minha loja. Ela pode tomar banho por lá. - Clarinha recusou a mania do irmão mais velho.


 


 

_ Ai, ai.... - Marco Antônio sentiu a lesão em sua orelha esquerda arder muito .


 


 


 


Notas Finais


me desculpe por algum erro.


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