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História Boys Don't Cry - Capítulo 17


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Notas do Autor


CHEGAMOS A 100 FAVORITOS, MAS O ESPECIAL NÃO É HOJE OK

Capítulo 17 - Rebel Love Song


— Ficou doido? — Perguntou baixo olhando para Sero e vendo seus cabelos espalhados pela cama. Shouto riu puxando o rosto do esverdeado e dando alguns selinhos, em seguida ele fez um sinal com a mão.

Deku se levantou então pegando sua mochila e tirando os cadernos enfiando somente os remédios que precisava. Sero nem se mexou, por último então deixou um beijo na testa do garoto e pulou a janela correndo junto com Todoroki.

 

Kirishima acordou sentindo um peso em seu peito notando em seguida uma cabeleira loira tomar conta de sua visão, Katsuki deveria ter ido para sua cama de madrugada e como o ruivo dormia feito pedra nem notou. Tentou tirar o braço do loiro mas o que ganhou foi mais um aperto e um resmungo, riu baixinho voltando a abraçar ele.

Alguns minutos depois o loiro despertou, observando o cabelo de Eijirou espalhado no travesseiro, viu o ruivo o encarando e acabou por ficar com vergonha. — Nossa, você fica lindo quando acorda. — Kirishima disse, beijando a testa do loiro.

— Vai a merda. — Se espreguiçou e se sentou na cama. — Que horas são?

Kirishima pegou o celular na mesa. — Tarde demais para qualquer aula.

Katsuki então se levantou indo escovar os dentes, Kirishima enrolou mais um pouco mas logo se levantou também. Batidas na porta impediram o ruivo de fazer seu caminho até o banheiro, abriu a porta vendo Sero ali parado. — O Bakugou tá aí?

— Escovando os dentes. — O ruivo o respondeu. — Bom dia pra você também.

Sero riu, visivelmente envergonhado. — Bom dia Kirishima.

 

— Então o Deku de merda sumiu? — Katsuki perguntou, no momento estavam no refeitório, Kirishima estava tomando um suco verde bem nojento mas que o ruivo jurava que fazia bem para o corpo. Sero estava contando sobre a mensagem que tinha recebido. — Mas pra que você quer nossa ajuda?

— Encobrir o Izuku. — Colocou as duas mãos na mesa, e em seguida sorriu. — Afinal, pelo que ele me disse, apesar da mãe dele ser um amor ela o protege demais.

Bakugou assentiu. — Gostei.

 

Shouto tinha estacionado o carro (que explicou depois que roubou do pai) numa praia aleatória, estava vazia, e então levou Deku até a areia. — O que achou?

— A areia é macia, mas espeta um pouco. — Riu um pouco. — É diferente da neve. Shoucchan, podemos ir no mar? Por favor! Eu nunca fui no mar!

Todoroki então o levantou no estilo noiva, retirando o cateter dele e colocando cuidadosamente na areia enquanto o levava para o mar. No momento que Midoriya afundou ele sentiu algo nos seus pulmões, talvez no estômago. Olhou para Shouto, tudo parecia em câmera lenta, os olhos do meio ruivo se fechando de acordo com o sorriso do outro, o rosto vermelho meio corado de sol, e os cabelos molhados.

O mais velho também olhava para Midoriya como se ele fosse a jóia mais rara achada no mundo, os cabelos verdes molhados e esticados para baixo, as sardas se tornando mais evidentes graças ao rubor nas bochechas. — Eu te amo Izuku.

Midoriya abraçou o pescoço do namorado, o beijando em seguida e sendo retribuído da mesma forma. — Eu te amo Shouto.

Saíram do mar correndo até o aparelho de Izuku, que o colocou de volta o ajeitando e em seguida respirando fundo para ver se não tinha nada, virou-se então para Shouto que tinha colocado a camisa no ombro e caminhava até ele. — Uma vez eu ouvi em algum filme algo assim “Nunca nos esquecemos das coisas, apenas–

— Deixamos de lembrar delas.” A Viagem de Chihiro, é meu filme favorito. — Sorriu, e então beijou o garoto mais uma vez. — Shoucchan, nunca esqueça seu nome se não nunca mais achará o caminho de casa.

E os dois caíram na risada de novo.

 

Aizawa fez a chamada notando a ausência de Midoriya e Todoroki. — Alguém sabe onde está o Izuku?

— Ele estava se sentindo mal então eu deixei ele no quarto. — Sero explicou calmamente e Aizawa marcou a falta justificada do garoto. A aula seguiu normalmente, e logo que acabou os alunos se levantaram para seguir para a próxima aula. Uraraka então prendeu, com os dois braços, Sero em um dos armários.

— Abre o bico, cadê o Deku-kun?

Hanta tirou os braços da garota delicadamente. — Não é da sua conta.

Bakugou riu da cara da menina, que fez um bico inflando as bochechas, Kirishima observou tudo sem dizer uma palavra porque também não era de sua conta. Sero então voltou a caminhar, antes de Uraraka soltar um grito. — Eu vou ligar para a senhora Midoriya!

Katsuki virou para a garota com olhos baixos. — Não seja idiota bochechuda, se o merda do Deku tivesse em perigo ele já teria ligado. Agora para de gritar, sua voz dói os ouvidos.

Kirishima beliscou o braço do loiro dando uma olhada dura para ele. — Uraraka, o que o Bakugou quis dizer apenas é que o Midoriya está bem. — E tentou sorrir no final, Katuski revirou os olhos e voltou a andar. Dava passos duros indo até a direção da próxima aula.

Hagakure vinha na direção do loiro, estava com uma calça e a blusa da escola. — Bakugou-san, Mina-san me avisou que você pediu para que ela vigiasse meu quarto por causa do Mineta, obrigada por tudo!

Bakugou passou a língua pelos lábios antes de olhar para a garota. — Eu faço o certo pelo certo, não fiz por você. — Hagakure deu um risinho e assentiu e então deu espaço para o loiro passar. O outro continuou caminhando até dar de cara com a pessoa que vinha fugindo mais dele do que o diabo foge da cruz. — Minoru, bom te ver.

O mais baixo olhou para os lados e então olhou para trás, viu a porta da sala. — Merda.

— Tsc. Covarde, vamos conversar. — Puxou o outro pela gola e então o saiu arrastando pelos corredores até chegar ao jardim, olhou no relógio de pulso. — Droga Mineta, está me fazendo perder aula. — Jogou o outro no chão ao fim da frase. E então o primeiro soco veio, forte e sem pena. — Agora diz aqui que a Hagakure é uma aberração.

Ashido passava por ali junto com Asui ambos pararam ao ver o que acontecia, o segundo soco veio seguido de uma cuspida de sangue no chão e os berros de Bakugou. — FALA AGORA QUE É OBRIGAÇÃO DA NEJIRÉ DE CUIDAR DA FILHA DELA!

Mineta tossia, e tinha a mão na barriga. — Vai se foder, viado de merda.

Mina e Tsuyu fizeram uma cara de dor, olhavam para o outro como se ele fosse louco, como se tivesse acabado de assinar um contrato com o próprio diabo. — Você é um imbecil e muito, mas muito idiota.

E então o socou de novo, a cabeça do garoto batendo direto no chão, ele tinha desmaiado.

 


Notas Finais


Música do capítulo: https://www.youtube.com/watch?v=Rl-_ZmNCOvo

O que acham das músicas que eu boto, vocês escutam? Obrigada por lerem, até o próxim-

"SE LIGA AQUI OTÁRIOS, QUEM NÃO RECONHECEU, AQUI É BAKUGOU KATSUKI, LAVA A PORRA DA MÃO PRA NÃO FICAR COM O CARALHO DO CORONA VÍRUS, ENTENDERAM BANDO DE MERDA?"

A-Até o próximo capítulo...


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