História Boys don't like boys - Capítulo 7


Postado
Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Haechan, Jaehyun, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Lucas, Mark, RenJun, Taeyong, Winwin
Tags Jaeje, Luwoo, Markchan, Markhyuck, Nomin, Norenmin, Renle, Renmin
Visualizações 480
Palavras 1.894
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Ficção Adolescente, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Postando correndo por motivos de "estou no trabalho"

Capítulo ainda não betado :')
Eu tinha terminado o capítulo no domingo, mas estava fraco por motivos de estar morrendo de sono

Capítulo 7 - Capítulo VI


Se arrependimento matasse, Jungwoo já estaria jogado naqueles degraus sem vida a muito tempo. Era óbvio que ter dado um soco – muito bem dado, diga-se de passagem. – no rosto de Wong Yukhei fosse lhe causar problemas. Só que o Kim nunca fora uma pessoa de ter muita paciência, principalmente com idiotas que se achavam os donos do mundo por terem alguns zeros a mais na conta bancaria ou simplesmente por serem bonitos. No caso de Lucas, ele era os dois e um pouco mais. O chinês era bonito e até mesmo carismático, mas não passava de um preconceituoso de merda conforme Jungwoo pensava. Lucas seria bonito se não fosse um babaca.

 

As suas pernas reclamavam e sentia os seus músculos doerem em sinal de exaustão. Aquela situação era o cúmulo do ridículo, mas o Kim continuava a subir aquela escadaria correndo em direção ao terraço. Lucas havia achado que seria interessante perseguir o coreano por todo o colégio. Para completar o pacote, Yukhei era um covarde. Havia chamado dois alunos mais velhos do último ano para ajudá-lo a infernizar a vida de Jungwoo.

 

O Kim finalmente chegou ao terraço ofegante. O único problema era o trinco da porta estar emperrado. Forçava a maçaneta com o restante das suas forças, mas não conseguia abrir. Já podia ouvir os passos apressados dos seus algozes se aproximando a cada segundo. Com muito esforço e empurrando com o próprio corpo, conseguiu abrir a porta, porém acabou se desequilibrando e caindo direto no chão. Antes que pudesse pensar em levantar, ouviu a voz de Lucas.

 

— Ele é meu. — o Wong pronunciou ofegante. — Tranquem a porta e só voltem depois do intervalo. — os outros rapazes riram e fizeram como ordenado, deixando os dois sozinhos.

 

Jungwoo bem que tentou virar-se e levantar do chão, mas Lucas fora mais rápido, aproveitando-se que o coreano estava vulnerável e jogou-se contra o seu corpo. O chinês tinha certa vantagem por ser um pouco maior e consequentemente mais pesado.

 

Os dois começaram a rolar pelo chão, sem se importarem em sujar os seus uniformes de terra. O Kim tentava livrar-se do Wong, enquanto o mesmo tentava incansavelmente imobilizá-lo. Só que Lucas não contava que Jungwoo fosse ser persistente o suficiente para não desistir tão fácil, mesmo que o seu corpo estivesse exausto pelo esforço feito. O chinês também começava a ficar cansado, tentava imobilizá-lo pelos pulsos sem sucesso. Os seus corpos esfregavam-se mesmo que não tivessem intenção, e querendo ou não, aquilo começava a causar sensações estranhas em ambos. Eles já estavam sem forças para continuarem, mas eram teimosos o suficiente para continuarem naquela disputa inútil. Com muito esforço, Lucas finalmente conseguiu segurar Jungwoo pelos pulsos, prendendo ambos a cima da cabeça do acastanhado, ficando entre as pernas do coreano. O Kim tentou soltar-se, debatendo-se sem parar, mesmo achando que fosse ser inútil.

 

Lucas sentia-se vitorioso pelo seu feito. Tinha o coreano preso a sua vontade, já podia sentir o sorriso vitorioso estampar o seu rosto, mas mordeu os lábios em surpresa quando Jungwoo esfregou-se contra o seu falo. Obviamente havia sido um movimento não intencional, mas foi o suficiente para quase arrancar um suspiro do Wong. Lucas ficou assustado ao perceber que estava começando a ficar excitado com aquela situação. Jungwoo pareceu perceber o rumo que aquele momento estava tomando quando parou de tentar se soltar.

 

Ambos estavam ofegantes. Lucas mantinha uma expressão indecifrável enquanto o Kim estava surpreso. Os fios castanhos estavam bagunçados e suor escorria pelo rosto bonito de Jungwoo, os lábios estavam avermelhados após terem sido castigados inúmeras vezes pelos dentes branquinhos e para piorar, as bochechas estavam levemente coradas. O dia estava terrivelmente quente.

 

Enquanto Lucas parecia perdido em seus próprios pensamentos confusos, mas, ainda assim, sem soltar o menor. O Kim começou a notar como o outro estava estranho, as suas mãos já não o seguravam com tanta força, porém o seu corpo estava exausto demais para tentar soltar-se. Arregalou os olhos quando percebeu que ele estava excitado.

 

(…)

 

Jaemin não saberia dizer exatamente quando aquilo começou, mas sabia que era errado. Sempre achou o chinês mais velho atraente, mesmo não admitindo em voz alta em respeito ao relacionamento do outro. Era difícil pensar em detalhes pequenos como aqueles quando estavam indo em direção ao canto mais afastado da quadra. Deveriam estar dentro da sala de aula absorvendo conteúdos que provavelmente caíram na prova, entretanto aquilo que estavam prestes a fazer era muito mais interessante no momento.

 

O Na não afastou o menor de si quando este o beijou, não se importou quando foi posto contra a parede e teve a sua bunda apertada, na verdade, ele gostava daquele jeito do chinês. Travavam uma batalha não declarada durante o ósculo quente que trocavam. Puxava os fios castanhos com um pouco de força, os seus corpos estavam grudados como nunca e arfares escapavam por entre os beijos. Sabia que estava sendo um péssimo amigo por estar aos amassos com o namorado de outro, mas a sua mente estava nublada demais pelo prazer de sentir a boca do Huang passeando pelo seu pescoço claro.

 

Que Chenle os perdoassem, mas sempre tivera um tesão reprimido pelo mais velho. Não se importava em gemer baixinho ao ter o tez sugada com um pouco de força e as suas costas arranhadas pelas unhas medianas.

 

(…)

 

Taeyong não pode deixar de notar o clima estranho quando Mark e Donghyuck se encararam. O ruivo parecia estar magoado pelo olhar que lançara ao Lee e Minhyung pareceu constrangido, abaixando a cabeça e encarando o chão.

 

— Eu acho que vou deixá-los sozinhos. — Donghyuck pronunciou-se após o longo silêncio constrangedor. — Vocês precisam de privacidade.

 

O Lee mais novo tentou afastar-se, porém Mark o segurou pelo braço. Encararam-se por longos segundos em uma discussão muda. O loiro por mais orgulhoso que fosse, destetava ficar naquele clima estranho com o outro. A relação entre eles deixou de ser a mesma a partir do momento que o primeiro beijo aconteceu, seguido dos suspiros e lamúrias de prazer. Minhyung poderia jamais admitir em voz alta, mas não se arrependia de nada. Não se arrependia dos beijos, risadas, brigas e do sexo, de absolutamente nada.

 

Donghyuck puxou o braço com força antes que desmoronasse ali mesmo. O olhar intenso que recebia do loiro o deixava tonto e fraco na sua presença. Ele odiava ser sensível demais. Já podia sentir os seus olhos começarem a arder. Olhou uma última vez na direção de Mark antes de virar as costas e sair em passos apressados, tentando controlar a vontade de chorar.

 

Taeyong assistiu a toda cena sem dizer uma palavra, tentando entender o que havia acontecido entre os dois. Donghyuck sequer olhou para trás ou se despediu, deixando Mark parado no mesmo lugar, encarando o lugar por onde o ruivo havia seguido.

 

— Ele gosta de você e sempre gostou. — o rosado quebrou o silêncio, chamando a atenção do irmão. — E você também gosta dele, mas algo o impede de admitir.

 

— Não diga bobagens, Taeyong. — riu nervosamente. — Ele não gosta de mim.

 

— Tudo bem. — preferiu não prolongar o assunto. — Eu estava com saudades. Não vai abraçar o seu irmão mais velho?

 

(...)

 

Jeno estava arrependido e procurava pelo outro por todo o colégio. Já havia mandado dezenas de mensagens e sequer havia recebido uma resposta, era frustrante. Olhava mais uma vez para o aparelho em suas mãos, as mensagens sequer haviam sido visualizadas. Bufou impaciente continuando a sua busca pelo rapaz que lhe tirava tanto o sono. Sabia que havia sido um idiota com o mesmo e precisava reparar os seus erros antes que o perdesse, pois o Lee sabia que por mais que ele gostasse de si, ele não iria se privar de sair com outros. Principalmente quando isso fazia com que Jeno ficasse puto e morrendo de cíumes.

 

(...)

 

— Mark, por que não vem morar comigo? Eu tenho certeza de que Jaehyun e Johnny não iram se importar com a sua presença. — Taeyong insistia.

 

— Eu não sei… — desviou o olhar.

 

Ao mesmo tempo que Minhyung ansiava pela sua liberdade e escondia-se atrás de uma máscara de indiferença, ele tinha medo. Os gritos de ódio e repulsa dirigidos ao irmão ainda o assombravam durante as madrugadas. Mark era um covarde, assustado por tudo o que viu Taeyong passar. Não queria ser motivo de vergonha para o seu pai, por mais que soubesse que o senhor Lee não fosse um exemplo a ser seguido.

 

O mais velho sentia-se angustiado sempre que pensava no seu irmão mais novo morando com o seu progenitor. Taeyong não guardava magoas pelo que havia acontecido, ele teve pessoas de bom coração que o ajudaram quando fora expulso de casa, porém sabia que o patriarca Lee era um homem tóxico. Temia pela influência que poderia exercer sobre Mark. O homem que um dia chamou de pai era preconceituoso e violento. Não queria sequer imaginá-lo encostando no loiro e o machucando.

 

— Pense na minha proposta. — acariciou os fios do mais novo. — Eu quero o seu bem, meu irmão.

 

(…)

 

Lucas ficou chocado ao perceber a reação que o seu corpo estava tendo. Ele estava ficando duro muito mais rápido do que com qualquer garota que tivesse transado. Custava a acreditar naquele fato. Moveu o corpo mais uma vez contra Jungwoo, sentindo pequenos espasmos invadirem o seu corpo. O Kim fechou os olhos com a pressão direta contra o seu membro. Estava sem reação para o que acontecia. A última coisa que esperava era ter um Lucas se excitando com o seu corpo em cima de si. Antes que pudesse ter qualquer reação, Yukhei o beijou de surpresa, fazendo o seu corpo ficar quente e a tensão entre os dois ir as alturas.

 

 

(...)

 

Donghyuck sentia-se um lixo. Sentia-se um idiota por chorar por Mark e mais idiota pelo seu coração doer em seu peito. Andou pela escola sem destino, até que lembrou-se do terraço. Foi arrastando-se até a escadaria que levaria ao local, quase foi atropelado por alunos mais velhos que corriam aos risos. Ignorou os mesmos e seguiu o seu percurso. Estranhou a porta estar trancada, mas com sorte, conseguiu abri-la. Antes que pudesse processar algo, um Lucas passou ao seu lado quase correndo, deixando um Jungwoo ainda sem reação no chão. O ruivo olhou confuso para o Kim no chão e para o lugar por onde o Wong havia saído.

 

— O que foi isso? — indagou, ajudando o maior a sentar-se no chão. — As suas roupas estão imundas. — fez uma careta involuntária, mas deu alguns tapinhas no ombro do Kim.

 

Jungwoo riu e ajeitou os fios castanhos, contrastando com a confusão que assolava a sua mente. Era surreal demais o que havia acontecido alguns minutos antes. No seu âmago, Jungwoo preferia não pensar sobre aquilo e esquecer. Achou que deveria preocupar-se com outras coisas quando notou as lágrimas de Donghyuck. Puxou o ruivo para um abraço, ignorando as suas reclamações.

 

O Lee pensou que talvez fosse a hora de deixar Mark de lado quando os seus lábios tocaram o de Jungwoo em um selar gentil, completamente diferente dos beijos afoitos que trocava com o Lee. Eles passaram o restante das aulas até o intervalo ali, observando o céu e as nuvens, entre abraços e alguns beijos.

 


Notas Finais


Eu queria agradecer pelos 400 favoritos. Eu amo cada um de vocês que favoritam, comentam e até mesmo os fantasminhas ;_; Eu vou tentar começar a responder os comentários hoje <3

Sobre esse capítulo, tivemos traição, drama, romance e mais um pouco. Até eu fiquei sem fôlego de tanta coisa ao mesmo tempo, mas apenas digo que tudo tem ligação ;)

Minhas outras markhyuck https://www.spiritfanfiction.com/historia/yarn-13775387 (akai ito) e https://www.spiritfanfiction.com/historia/russian-roulette-11360800 (máfia)


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