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História Branw x Namjin - Capítulo 15


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Capítulo 15 - Capítulo 15


Namjoon entrou na sala, o olhar focado sobre Jin e sua mão disparou para trás para agarrar a porta. Fechou-a com eles dentro. Seus lábios se separaram, estava um pouco sem fôlego e um grunhido suave saiu dele.

— Jin.

— Fique longe. — Sua voz tremeu e sentiu terror.

Seu olhar desceu para seu corpo para sua barriga saliente. Era óbvio que estava grávido. Rosnou alto, um som feroz. Recuou novamente e o som da fechadura sendo torcida era inegável. Deu um passo mais perto, ameaçador.

Jin garrou a mesa para impedir cair. — Por favor não machuque a mim ou ao bebê, Namjoon. Sei que você está furioso, que não quer ter este bebê, mas é meu. Eu o amo.

Os olhos dele se arregalaram, empalideceu e outro rosnado rasgou de seus lábios separados.

— Você acha que eu iria machucar você ou meu filho? — As palavras saíram duras, em tom áspero.

— Você está irritado. — Jin largou a mesa e com uma mão protetora se curvou sobre a barriga. — Não quero nada de você, certo? Nem sequer queria estar aqui, se alguns de seus homens não tivessem me trazido para cá contra minha vontade.

Namjoon respirou fundo, seus olhos se estreitaram e deu mais um passo.

— Nunca machucaria você ou a criança. Por que você se recusou a me ver? — Engoliu em seco.

— Não há nenhuma razão para termos que passar um tempo juntos. — Seus olhos abaixaram para seu estômago.

— Nenhuma razão? — Respirou calmante.

— Não tenho nada a dizer. Por que ver um ao outro? Isso aconteceu e só temos de lidar. Vou ter meu bebê. Me desculpe se isso te perturba, mas sinto muito.

Os punhos dele se fecharam.

— Seu bebê? Tente nosso bebê, Jin.

Jin estava com medo, vendo como ele estava furioso naquele momento.

— Você pode ver o bebê a qualquer momento que desejar. Fui informado de que preciso ficar aqui, mas vamos evitar um ao outro. Depois que o bebê nascer, vamos trabalhar os direitos de visita compartilhada. Alguém pode pegar e deixar o bebê assim não teremos que nos ver outra vez.

Outro rosnado saiu de Namjoon e suas narinas se abriram. Seus olhos de repente pareceram mudar de cor, escureceram e ficaram sombrios.

— Você vai me deixar ver a criança? Que generoso.

— Estou tentando descobrir uma maneira disto funcionar, certo? Você não tem que vê-lo se não quiser. Sei como... — Estava sem palavras. — Isso não deveria ter acontecido, mas aconteceu. Vamos ser adultos sobre isso e descobrir uma maneira de conviver pacificamente para o bem do bebê.

Alguém tentou entrar no quarto, mas a porta estava trancada. Namjoon olhou para a porta. — Fique fora. Estamos conversando.

— Vamos, Namjoon. — Jimin chamou. — Deixe-me entrar, você tem sorte de apenas ter jogado meu marido e Yoongi. Você poderia ter realmente os ferido.

— Vá embora. — Rosnou. — Isso é entre mim e Jin. Não vou machucá-lo. Deixem-nos em paz.

— Jin? — Era Jimin. — Você está bem?

— Estou bem. Está tudo bem. — Jin franziu a testa para Namjoon, não tendo certeza de que era verdade.

— Vou estar no corredor colocando gelo em Jungkook e Yoongi. — Jimin não parecia feliz. — Grite se precisar de ajuda.

Namjoon rosnou e voltou com a cabeça para olhar para Jin.

— Venha aqui.

Jin balançou a cabeça.

— Você está com muita raiva e estou realmente feliz por estar deste lado da mesa. Não se atreva a me tocar, Namjoon. Sei que você está chateado, mas isso não é mais culpa minha do que sua.

— Venha aqui. — Se recusou a ceder.

— Você está com raiva.

— Sim. — Rosnou. — Você deveria ter me contado.— Sua raiva queimou.

— Quando? Quando você viesse pegar as suas coisas na minha casa? Talvez quando você me ligasse? — Cruzou os braços sobre o peito. — É isso mesmo. Você não fez nenhuma dessas coisas. Você pediu para meu pai arrumar suas coisas e enviar para você. Você nunca ligou nem mesmo para ver como eu estava. Por que deveria ter ligado para você?

— Você não vai vir até mim?

— Não. Gosto dessa distância entre nós. Gostaria mais que você saísse.

Namjoon foi até ele, seus movimentos graciosos o lembraram de um animal lentamente perseguindo sua presa, e Jin recuou até que a parede o deteve. Sua respiração aumentou até um arfar de medo quando suas mãos se levantaram para achatar a parede de cada lado.

Viu quando seus olhos se fecharam, suas feições se suavizaram e para sua atordoada surpresa, Namjoon abaixou até ficar de joelhos. Seu rosto avançou mais perto até que apertou seu nariz contra sua camisa, com as mãos liberando as paredes para gentilmente pegar seus quadris e esfregou a barriga.

— O que você está fazendo? — Jin Estava congelado.

Namjoon cheirou, suavemente ronronou e virou a cabeça para aninhar sua bochecha sobre sua barriga. Suas mãos deslizavam em sua calça, levantou a camisa dele o suficiente para revelar o monte arredondado. Pressionou sua bochecha quente contra sua pele, outro ronronar suave saiu dele e apenas ficou lá.

— Namjoon?— Sua voz tremia. — O que você está fazendo?

— Posso sentir o cheiro dele.

— O quê?

Namjoon ergueu o queixo e abriu os olhos. O brilho estava de volta em sua íris, a escuridão desapareceu e grudou em seu olhar. — Sinto o cheiro do meu filho.

Não tinha certeza do que aquilo significava, mas sua raiva parecia ter totalmente se dissipado. Jin respirava um pouco mais devagar e tentou se acalmar. Relaxou mais contra a parede e tentou acalmar seu coração acelerado. O perigo de Namjoon explodir de raiva parecia ter passado.

— Você acha que eu não iria querê-lo?

Odiava ver as lágrimas encherem os olhos de Namjoon, mas não podia não notá-las. Arrependimento bateu nele.

— Eu não sabia. — Emoções sufocaram sua voz e engoliu em seco. — Estava com medo.

— Você acreditou que te machucaria? — Um pouco da raiva voltou para seu olhar firme.

— Não sei. Estou muito emotivo, com medo de tudo e tentei fazer o melhor que pude por conta própria.

— Você não está mais sozinho.

Namjoon empurrou sua camisa um pouco mais sobre suas costelas, gentilmente a soltou, e deixou cair a sua atenção para a barriga nua.

— Estou aqui.

Mas por quanto tempo? Aquele pensamento deixou Jin tenso. Se dissesse que eram uma equipe, teria que dar um tapa nele. Já ouviu isso antes. Embora olhar para ele fez seu coração amolecer. Iam ter um bebê juntos, criaram uma vida. Lágrimas quentes encheram seus olhos.

As pontas dos dedos calejados de Namjoon acariciaram a pele sobre a barriga, tão quente e suave que fechou os olhos para esconder como reagia. Esfregou seu rosto contra o seu estômago novamente, ronronou e suavemente o bebê chutou em resposta. Seus dedos levemente se abaixaram e agarrou seus quadris e engasgou.

— Sim. — Disse-lhe em voz baixa. — Ele chutou, Nam.

— Meu filho. — Retumbou Namjoon, com a voz muito rouca para soar totalmente humana.

Jin virou a cabeça e permaneceu imóvel, permitindo-lhe desfrutar da admiração de sua barriga. Teve inúmeros daqueles momentos mágicos depois o conhecimento de sua gravidez. Seus dedos se moveram, segurando o topo de sua calça. Jin permitiu, percebeu que queria ver o ventre, mas engasgou quando arrastou-a para os joelhos, expondo a boxer. Seus olhos se abriram e engasgou.

Namjoon olhou em seus olhos, não olhando para a pele que havia revelado ou o pedaço de algodão cobrindo seu monte quando tentou se contorcer. Fortes mãos agarraram seus quadris de forma rápida, ele o segurou no lugar contra a parede.

— O que você está fazendo? — Seu olhar correu para a porta fechada e voltou para Namjoon. — Mova-se. — Tentou sair de seu domínio novamente, sabendo que não poderia levantar sua calça com o seu corpo no caminho. — Cubra-me.

Ele soltou o quadril, agarrou e puxou seu sapato.

— Namjoon! Que diabos você está fazendo?

— Quero te ver. — Lutou para tirar os sapatos dela de seus pés, jogando-os de lado.

— Você está me vendo. — Seu olhar correu de volta para a porta, mais que um pouco alarmado que alguém pudesse destrancar e encontrá-lo com a calça em volta dos joelhos. Pegou seus ombros largos, grossos e o empurrou. — Você está vendo mais do que minha barriga. Deixe-me ir ou recue.

Namjoon endireitou-se, ergueu-se sobre ele e suavemente rosnou. — Jin. — Ele empurrou seu peito, mas não deveria ter se incomodado desde que era como tentar mover uma parede sólida. Engasgou quando o pé pisou no material entre as pernas. Sua calça foi empurrada mais para baixo, emaranhando-se em seus tornozelos. Namjoon o chocou de novo quando o puxou alguns centímetros da parede, um braço envolveu-o e seu pé saiu do chão quando o ergueu.

— Ponha-me no chão! — Não gritou, com medo de alguém aparecer, mas Namjoon apenas se virou e o colocou de costas sobre a mesa de exame. Olhou para ele em choque enquanto estendia a mão, segurou sua calça ao redor dos tornozelos e levantou as suas pernas.

— O que você está fazendo? — Tentou rolar, mas suas pernas estavam em linha reta acima, paradas lá.

— Explorando. Não vou te machucar, lindo.

— Isso é totalmente rude, inadequado e errado!

Segurou a camisa, tentou empurrá-la para baixo para cobrir algo, qualquer coisa, mas Namjoon tinha outras ideias. Jin esqueceu de pegar nas laterais da camisa para não cair no chão, mas parou quando seu traseiro alcançou a borda. Para sua surpresa, Namjoon caiu de joelhos, largou sua calça e agarrou a parte interna de suas coxas. Não esperava que ele fizesse isso ou mergulhar a cabeça para chegar entre elas.

— Relaxe. — Pediu, sua voz profunda.

— O que você está fazendo?

Estava exposto com as coxas afastadas. Olhou em seus olhos incríveis, lembrando por que tinha se sentido atraído por Namjoon. Um ronronar sexy encheu a sala. Lembranças vierem instantaneamente de seu tempo juntos dentro daquela jaula, todas as noites se lembrava de cada detalhe vívido, de suas mãos e a boca na dele. Sua libido ganhou vida. Foram nove semanas solitárias, emocionais cheias de desejos negados.

Mexeu forçando as coxas mais distantes para ele que pudesse se encaixar entre elas. Não podia ir longe com sua calça nos tornozelos e não tinha certeza se queria realmente tentar. Curiosidade superou qualquer receio em suas ações agressivas. Estendeu-se mais, seus tornozelos um pouco espremidos pela calça. Seu olhar desceu.

— Isso não é o meu estômago! — Olhou para cima.

— Sonhei com isso.

— Prender alguém grávidalo sobre uma mesa e segurar seus tornozelos com sua própria calça? Saia e pare com o que está fazendo.

Jin não estava certo de que gostaria de dizer essas palavras, mas estava orgulhoso por ter conseguido soltá-las.

Namjoon levantou o olhar e as bochechas de Jin queimaram, sabendo que ele olhava para a sua boxer de algodão azul. Engasgou quando a palma da mão cobriu e sentiu o calor da sua mão em sua pele. Seus dedos engancharam na borda quando puxou o material frágil para o baixo para expor seu pênis. Resmungou baixinho, lentamente inalou e lambeu os lábios.

Jin sentiu-se atordoado quando ele pareceu que o estava cheirando, não era algo que esperava e só conseguia pensar em uma coisa. — Isso também não é meu estômago. — Não vai fazer oral em mim, não é? Essa pergunta o fez aumentar a frequência cardíaca.

Segurou seu olhar e repetiu.

— Sonhei com isso.

Namjoon, de repente abriu a boca e abaixou a cabeça. Enterrou seu rosto contra a parte interna das coxas e engasgou quando sua língua quente roçou seu pênis. Estremeceu, seus dedos liberaram os lados da mesa para pegar em seu cabelo preto e segurou seus longos fios. O empurrou, mas só o fez pressionar mais sua face, apertando. Namjoon rosnou, causando vibrações de sua língua contra a extensão sensível e seu corpo inteiro ficou tenso. A lambeu novamente, rosnou mais profundo, mais parecido como um ronco e aplicou mais pressão. Sensações de prazer o sacudiram.

— Oh Deus. Isso não é justo.

O gosto de Jin era tão bom. Seu perfume misturado com o do Espécie vindo dele, porque carregava seu filho era intoxicante para Namjoon e o deixava tonto. Tudo dentro dele gritava que Jin era seu, marcado por ele de todas as formas possíveis e queria reivindicá-lo para sempre.

O empurrão afiado em seu cabelo só o deixou mais determinado a mostrar para Jin que ele era seu macho. Rosnou mais alto, mais profundo, e seu corpo inteiro estremeceu com a força de suas emoções. Os dedos de Jin ficaram mais fracos e, em vez de massagear o couro cabeludo, unhas levemente o marcaram ali como se tivesse dando muito prazer.

O aroma inebriante de sua excitação o acelerou quando ficou mais forte e rasgou o objeto em seu caminho. O delicado tecido facilmente cedeu e jogou a boxer destruída no chão. Queria rasgar a calça também, mas precisava dela para manter as pernas em volta dele. Exigia alguma adulação para aceitá-lo e usou a boca para domá-lo.

— Namjoon. —Jin gemeu.

Suas pernas apertaram ao redor dele e seus quadris se arquearam contra sua língua. Jin era dele, sabia disso, e seu lado selvagem empurrou para frente para tomá-lo. Se forçou a voltar, queria levá-lo ao clímax primeiro e ter certeza de que estava preparado para aceitá-lo. Nunca esqueceria o quão apertado Jin era, seu interior revestiu seu pau e queria ter certeza de que podia entrar facilmente. Um pouco de medo o deteve também. Carregava seu filho e teria que ter extremo cuidado.

Sua língua deixou o pênis, lambeu mais embaixo e gemeu. Estava tão excitado, mergulhou a ponta do sua língua dentro da pequena entrada. Suas paredes o espremeram, teve que lutar para penetrar uns poucos centímetros e Jin apertou seus quadris contra sua boca.

Sua respiração aumentou, gemeu, era música para seus ouvidos. Jin era dele. Esse pensamento continuou se repetindo mais e mais, deixando um pouco de seu desespero de fodê-lo em submissão. Retirou a língua, odiava deixar o paraíso que encontrou ali, mas focou no pênis novamente. Freneticamente acariciou a extensão de nervos, decidido a fazê-lo gritar seu nome. Seu pau doía tanto que ameaçou quebrar o zíper de seu jeans.

Sabia que Jin estava perto de gozar pela forma como os dedos agarravam seu cabelo novamente. Não o empurrou para deixar seu pênis desta vez, ao invés disso o manteve ali e as suas coxas o agarraram com força. Suas pernas tremiam enquanto inalava o ar e testou a fenda de sua entrada com a ponta dos dedos. Um dedo afundou no calor escorregadio, explorando o quanto era macia por dentro e acariciava o fodendo com a grossa digital.

Jin era seu companheiro. Carregava seu filho. Era apenas dele.

Jin se debatia na mesa de exame, mordeu o lábio fortemente e tentou freneticamente lembrar que pessoas estavam nas proximidades. Namjoon o chocou por fazer oral nele, mas doía para gozar. Estava tão perto e então ele invadiu sua entrada com um dedo, empurrou profundamente e Jin jogou a cabeça para trás, virou para o lado e apertou o seu ombro. O dedo dele entrava e saia de si enquanto selava os lábios sobre seu pênis e sugava. Uma explosão de êxtase abalou seu corpo enquanto gritava. O som foi abafado por uma de suas mãos.

Namjoon largou seu pênis e, lentamente, retirou o dedo. Espasmos de prazer ainda vazavam através de sua barriga, o fez tremer e mal percebeu que revirou os ombros e fez algo para libertar suas pernas quando um tornozelo escorregou da calça que o segurava. Isso não havia acontecido até que os dedos fortes o agarrarem sob os joelhos o forçando a abrir os olhos.

Namjoon ficou de pé e encontrou seu olhar. O brilho de seus olhos mostrava sua paixão e colocou seus tornozelos sobre o topo dos seus ombros. Namjoon abaixou a mão e o som de seu zíper sendo aberto fez Jin perceber o que iria acontecer. Não protestou. Sentiu falta de Namjoon, fantasiou com eles fazendo amor, mas o cenário não era ideal. Estavam em uma sala de exames. A porta estava trancada, apesar de ninguém ter tentado entrar, pelo menos não que tivesse notado, mas estava distraído.

Inclinou-se um pouco, uma mão segurou a coxa e a outra permaneceu entre elas. Sua barriga arredondada escondia a visão de seu pênis. Sentiu a cabeça grossa deslizar por sua entrada, hesitou na abertura antes de empurrar um pouco.

— Você é meu, Jin. — Namjoon resmungou suavemente para ele. — Te quero como meu companheiro.

— O quê? — Uma de suas pernas pulou e seu tornozelo escorregou de seu ombro. Seu pé descalço achatou o peito e o empurrou um pouco. Olhos exóticos se estreitaram.

— Você é meu companheiro. Meu Jin. Meu.

Uma sensação gelada de medo atravessou Jin com força brutal que esfriou a neblina sexual que estava experimentando. Puxou seus quadris, mexeu o traseiro com força e sua entrada estava escorregadia o suficiente para fazer a coroa do seu pênis deslizar para fora. — Não.

Olhar de confusão instantâneo tocou as feições de Namjoon.

— Não. — Repetiu com mais firmeza.

Ele rosnou.

— Você nega meu pau? — Olhou para baixo. — Você me quer. Você não pode negar isso. Não vou te machucar.

Jin empurrou o peito dele de novo com o pé nu. Seu calcanhar esfregou em sua camisa e empurrou-o alguns centímetros. — Não! Não sou seu companheiro. Me reivindica como seu? Não!

Raiva passou por seu rosto e jogou a cabeça para trás. Um rugido saiu dele e Jin gritou, de imediato, aterrorizado. Namjoon o soltou e pulou para trás. Jin rolou e quase caiu da mesa, mas conseguiu deslizar sem bater a barriga. Um tornozelo ainda segurava sua calça e recuou, quase tropeçando no maldito tecido, e colocou a mesa entre eles.

— Você é meu companheiro. — Rosnou Namjoon. — Meu!

Jin se dobrou, tentou pegar sua calça emaranhada e entrou em pânico quando não conseguiu.

— Abra a porta! — Jimin gritou. — O que está acontecendo aí dentro?

— Mova-se. — Uma voz masculina exigia.

Algo bateu na porta e ela caiu. Tudo o que Jin pôde fazer foi se abaixar um pouco para esconder sua parte de baixo nua por trás da mesa e esfregou sua camisa sobre sua barriga exposta.

Jungkook tropeçou para dentro do quarto. O Nova Espécie olhou para ele, seu olhar parecia entender tudo em um olhar abrangente e girou quando Jimin tentou aparecer atrás dele. O agarrou pela cintura, levantou e empurrou para outro o macho Nova Espécies que tentava entrar no quarto.

— Leve Jimin para o final do corredor. — Jungkook mandou.

— O que está acontecendo? — Jimin chutou o outro homem, torceu a cabeça e teve uma visão de Namjoon.

Jin seguido o olhar amplo de Jimin e viu que a calça de Namjoon ainda estava aberta, o pau dele estava tão duro quanto uma rocha. O Nova Espécies segurando-o suavemente xingou.

— Homem, levante o zíper. Isso é mais de você que eu quero ver. — Virou-se, ainda segurando Jimin e se manteve de costas para a sala.

— Ponha-me no chão, Yoongi. O que está acontecendo? — Jimin lutou para se soltar.

— Acho que é óbvio. — Jungkook bufou. — Feche o zíper, Namjoon. Meu companheiro não pode ver pau de ninguém, a não ser o meu.(Berro ksksksk).

— Saiam. — Namjoon exigiu. Empurrou seu pau duro em sua calça, mas não fechou a frente dela. — Isso é entre Jin e eu.

— Não vou ser seu companheiro. Não me importo se estou grávido e você ser o pai. Isso não é motivo para arremessar palavras como estas e que inferno você está reivindicando? Simplesmente nem tente.

— Merda. — Yoongi murmurou, virou-se e colocou Jimin no chão. — Você também, homem? Tinha certeza de que você nunca iria ceder.

O rosto de Jin aqueceu rápido de vergonha. Como se soubessem o que Namjoon acabou de fazer com ele. Foi provavelmente os seus sentidos de cheiro, o que só piorou a situação. Respirou pelo nariz, não conseguiu captar nada, a não ser o cheiro estéril da sala de exames, mas não tinha seu olfato reforçados.

— Esse é o meu bebê o que faz você ser meu também, Jin. — O olhar zangado de Namjoon estava fixo sobre ele e mostrou suas presas em sua direção quando rosnou.

— Vá se ferrar. — Esqueceu-se que estava envergonhado com a situação de ter pessoas na sala que acabavam de pegá-los depois de um momento íntimo. — Não vou me casar com você, me acasalar com você, ou lhe permitir me reivindicar.

— É a mesma coisa. — Yoongi falou.

Jin lançou-lhe um olhar.

— Obrigado. — Seu foco voltou para Namjoon.

— Vou te ferrar. — Avançou um passo na direção dele, mas Jungkook agarrou seu braço. A cabeça de Namjoon balançou em sua direção, olhou para a mão em seu bíceps e rosnou. — Solte. Não interfira.

— Acalme-se. — Ordenou Jungkook, sua voz profunda. — Ela é um pequeno macho, com uma criança, e você está mostrando seus dentes. Respire fundo através de sua boca e controle suas emoções.

— Não lute. — Yoongi empurrou Jimin contra a parede perto da porta. — A sala é muito pequena e os pequenos vão se machucar. — Namjoon se soltou da pressão de Jungkook e tentou se afastar, mas o macho do Espécie agarrou novamente.

— Calma!

— Saiam e nos deixe sozinhos.

— Não se atreva. — Jin engasgou. — Você disse que eu estaria seguro aqui, Jungkook. Prove. Leve-o para longe de mim.

— Esse é o meu filho.

— Não estou negando, mas não lhe dá o direito de fazer fortes declarações como se estivéssemos juntos. Não estamos.

— Estamos.

Jin abriu a boca, mas uma tontura o golpeou, manchas apareceram diante de seus olhos e quase caiu sobre a mesa. Suas mãos seguraram seu peso, mas não deixou de ouvir o som de um grunhido áspero. Dois braços fortes envolveram seu corpo, um ao redor das costelas e o outro ao redor dos quadris, sob sua barriga.

— Peguei você. O que há de errado? — Namjoon estava alarmado.

— Todos saiam da frente. — Jimin ordenou para os homens. — Namjoon, coloque Jin sobre a mesa. Ele está esperando um bebê e este foi um dia estressante. A última coisa que precisa é de pessoas o intimidando enquanto esta seminu.

— Estou bem. — Jinn suspirou. — Perdi o café da manhã e o almoço. — A tontura passou e se mexeu, tentando se livrar dos braços fortes o segurando. — Solte-me.

— Espere. — Jimin murmurou, apressando-se para um gabinete. O abriu, pegou alguma coisa e se virou. — Aqui. Mantemos calças de moletom aqui, são peças de reposição em caso de emergências. Você não tem ideia de quantos homens eu trato com ferimentos nas pernas quando estão treinando. Deixe-me ajudá-lo.

— Vou fazer isso sozinho, obrigado.— Jin virou a cabeça e olhou para Namjoon. — Solte-me. Posso me vestir. — Ele quis argumentar, podia ver isso em seus olhos, mas Jin de repente estava ali. Ajoelhou-se.

— Levante uma perna. — Jimin sacudiu a calça para cima enquanto Namjoon continuou a segurá-lo. Estava agradecido por tê-lo segurado, mas não disse em voz alta. Sentia-se fraco e sabia que Jimin estava certo. Foi um dia muito estressante. — Yoongi? Leve-o para o hotel e vou pedir comida. Ele precisa comer e descansar. — Jimin olhou para Jungkook. — Ninguém sabe que ele está aqui. Espalhe para todos os Espécies. Queria levá-lo a uma das cabanas, mas quero ele por perto. Isso significa o hotel. Nenhum ser humano está lá e Espécies não vão mencionar que está lá.

— Você que manda, doutor. —Jungkook Sorriu.

— Obrigado pirulito.

— Jungkook resmungou baixinho para ele. — Provocação. — Saiu da sala.

Yoongi virou-se para o quarto.

— Eu tenho um SUV lá fora. Vamos embora. — Namjoon o soltou e tentou levantar Jin. Ele tropeçou e bateu em sua mão. — Não. Você já me tocou bastante, muito obrigado.

— Vou levar você.

— Você não vai. Estou bem agora. Só preciso comer.

— Discutam depois. — Yoongi avançou mais perto. — Ele está pálido e carregando uma criança. Precisa ser cuidado e mantê-lo aqui já é prejudicial.

Jin se virou de costas para Namjoon, e encontrou os olhos de Jimin e assentiu.

— Obrigado por me fazer uma ultrassom.

— Coma e descanse bastante. Estarei por lá mais tarde. Me chame se não se sentir bem ou precisar de alguma coisa. Basta contatar a secretaria e vão transferir a ligação para o meu telefone celular.

— Eu agradeço.

Yoongi abriu caminho e Jin seguiu para fora da sala, no corredor e no exterior. Um SUV esperava exatamente onde disse e Pink estava atrás do volante.

— Entre.

Yoongi disse ao abrir a porta dos fundos. Permitiu que tocasse seu braço para ajudar, mas um rosnado suave o assustou e encontrou a fonte. Namjoon encarou o Espécie que tocava como se quisesse arrancar a cabeça do homem. Moveu-se no banco e Yoongi o soltou. Namjoon de repente adiantou-se e arqueou uma sobrancelha.

— Vá mais para lá e me dê espaço, Jin.

Jin se recusou e estendeu a mão para agarrar a maçaneta da porta, mas o corpo dele bloqueava o caminho.

— Vou falar com você mais tarde, quando nós dois estivermos um pouco mais calmos. Se a faste. Estou com fome e quero me deitar agora.

O olhar de Namjoon se suavizou.

— Não quis assustá-lo, Jin. Sinto muito.

De repente, segurou a mão dele com a sua, retirou-o da porta e curvou os dedos quentes ao redor. Caiu de joelhos e escondeu o rosto contra a sua coxa. Surpreendeu Jin que o grande macho se ajoelhasse no chão e estava agindo de modo estranho. Sua cabeça ficou lá e agarrou a mão dele com força suficiente para mantê-la presa, mas não o suficiente para causar dor. Mordeu o lábio, percebeu que ele deveria estar emocionalmente abalado também e a outra mão se levantou. Hesitou antes que seus dedos passassem pelos fios de seu cabelo para tentar dar-lhe conforto.

— Nam?

— Não me mande embora.

As palavras foram abafadas contra sua perna, mas o ouviu. Levantou seu olhar para encontrar Yoongi ali com a boca aberta. Parecia absolutamente atordoado, encontrou o olhar dele, fechou a boca e encolheu os ombros.

— Pelo menos ele não quer mais lutar. Dê ao homem um tempo.

Não sabia o que estava acontecendo dentro da mente de Namjoon, mas sabia o quão forte foi receber a notícia quando descobriu que estava grávido. Foi do choque ao medo, depois preocupação até se sentir feliz. Sua vida nunca mais seria a mesma. Dias se passaram para superar essas emoções, mas Namjoon teve menos de uma hora para passar por esse tumulto. Esfregou sua cabeça, tentando confortá-lo.

— Foi um dia infernal para nós dois. — Admitiu.

Ele acenou com a cabeça contra a sua coxa.

— Sim.

Jin lutou contra a vontade de chorar. Malditos hormônios.

— Você está bem?

Ele não se moveu.

— Não me mande embora. Preciso estar perto de você. — Olhou para Yoongi e ele encolheu os ombros outra vez, obviamente, não sabia porquê Namjoon estava agindo dessa forma também.

— Não entendo.

Namjoon lentamente levantou a cabeça e encontrou o olhar dela. Seus olhos pareciam torturados.

— Preciso estar perto de você como preciso de ar para respirar. Não consigo explicar. Só tenho que estar perto de você. Se me mandar embora vou perder o controle. Não quero assustá-lo novamente.

O que estava acontecendo? Jin sentiu medo novamente. Por que Namjoon precisa estar perto dele? O que estava acontecendo dentro do homem? Seus olhares se cruzaram e permaneceram assim por um tempo. Jin finalmente desviou o olhar.

— Tudo bem. Você pode ir para o hotel.

Namjoon imediatamente se levantou e puxou a mão livre quando se sentou do outro lado do assento. Subiu ao lado dele e Yoongi fechou a porta, sentou no banco do passageiro e Pink se afastou do meio-fio. Ninguém falou durante a curta distância do hotel.


Notas Finais


Até o próximo capítulo 💙


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