História Brazilian Harem - Capítulo 1


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Categorias Hetalia: Axis Powers, Histórias Originais
Tags Brasil, Countryhumans, Harem, Latin Hetalia
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Palavras 3.167
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Harem, Hentai, Lemon, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Até agora essa foi minha melhor tentativa de Lemon
Sejam gentis

Só escreverei aqui para matar tempo

Capítulo 1 - Eu te amo my fat boy (Part.1?)


Fanfic / Fanfiction Brazilian Harem - Capítulo 1 - Eu te amo my fat boy (Part.1?)

 Feio

 gordo

 desengonçado

 irritante

 inútil

sem valor

Arrogante

Desculpa esfarrapada de nação

Estúpido

 

Alfred ouvia essas palavras todos os dias de sua vida por muito tempo, e em algum momento tais sentenças passaram a se tornar verdadeiras para ele, mal podia ver seu reflexo no espelho que já se sentia enojado com seu próprio corpo, mas quanto mais desgostoso se sentia mais ele comia e quando mais comia mais enojado de si próprio ficava. Tentará diversas coisas para que pudesse perder peso, dietas, exercícios, jejum, chegou até mesmo a tomar pílulas para perder peso, mas de nada adiantou pelo que pareceu ele apenas ganhou mais alguns quilos.

Também haviam os comentários maldosos de outras nações, eles pareciam adagas afiadas perfurando seu coração, o homem que o criará, Arthur, não perdia uma única oportunidade de zombar de seu ponto mais fraco, seu peso

 

"Você realmente precisa para de comer fast-food, é a razão pelo qual você é tão gordo"

 

França que era quase como um segundo pai para ele era outro constantemente zombava da nação mais jovem

 

"Silêncio Amérique, ninguém precisa de suas idéias estúpidas"

 

Mesmo nunca tendo uma boa relação com a Rússia ele não esperava palavras tão duras

 

"Você deveria desaparecer da, ninguém atura um porco capitalista como você, só sabe dar dor de cabeça para os outros"

 

América não conseguia entender, ele ajudou essas pessoas, que ele pensou serem seus amigos e família. Não se lembrava bem de quando passou a achar essas palavras verídicas, talvez fosse em algum ponto da guerra fria, se culpava pela invisibilidade do Canadá e por todos os problemas que aconteciam, a pior das coisas foi quando ouviu uma conversa entre Inglaterra e França, ambos os ex-cuidadores disseram a mesma coisa, que ele havia sido um erro. Nesse momento o que havia restado de auto confiança nele fora esmagado; partiu do prédio onde o encontro mundial estava sendo realizado o mais rápido possível e se refugiou em sua casa, onde podia se afogar em sua própria miséria à vontade.

Choramingou quando encarou o espelho enquanto tirava sua jaqueta, a camisa social branca estava meio apertada enquanto os botões estavam meio esturricados e sua barriga mal permitia fechar uma calça corretamente sem que caísse por cima ou deixasse o zíper aberto e a única coisa que o estadunidense sentiu foi vergonha, estava com vergonha de ter se deixado nesse estágio e estava pronto para repetir seu ciclo vicioso, comer porque estava deprimido e depois ficar deprimido porque havia comido. Tratou de pôr a jaqueta novamente quando se jogou no sofá sem muita cerimônia e escondeu o rosto em uma almofada enquanto chorava.

Mais tarde estava enrolado em uma coberta jogado no sofá deprimido vendo um filme que parecia apenas zombar dele, afinal ninguém teria dó de uma pessoa dessas na vida real, em cima da mesa de café haviam vários pacotes do mc donald's e potes de sorvete vazios e mais algumas coisas comestíveis que segundo todos faziam mal à saúde. A campainha tocou uma, duas e na terceira vez o americano se levantou e secou as lágrimas com as mangas antes de ir até a porta, queria que quem quer que fosse mudasse de idéia e o deixasse em paz, sua maior surpresa foi a pessoa que estava do outro lado da porta, Luciano, a última pessoa que esperava encontrar, tentou dar um sorriso forçado mas o latino o conhecia bem o suficiente para ver por detrás de sua máscara

 

Luciano- Alfred, você está bem? Eu vi que saiu mais cedo da reunião hoje e queria saber o que havia acontecido

 

Alfred- Não é nada, apenas……

 

Luciano- O que disseram para você dessa vez Alfie?

 

Alfred- Não aconteceu nada, só me senti meio fora- tentou novamente dar seu melhor sorriso mas isso só fez o brasileiro se aproximar e passar o polegar pelo caminho em que as lágrimas haviam tomado

 

Luciano- Ah, eu te trouxe um lanche, não foi muito difícil pedir o seu favorito

 

O sorriso falso do América caiu o que fez o sorriso do Brasil vacilar principalmente quando viu as lágrimas se formarem nos olhos da jovem superpotência, Luciano ergueu as mãos em sinal de rendição erguendo o pacote enquanto Alfred acaba por dar pequenos e fracos socos no peito da nação maior e então chorou enquanto segurava o paletó, soluçou de raiva, tristeza. Lentamente a nação latina baixou os braços e abraçou o loiro com força esfregou as costas do outro gentilmente; puxou Eua para dentro da casa e fechou a porta, quando este se acalmou largou o moreno aos poucos, que tirou o paletó e o largou em cima do encosto do sofá

 

Alfred- P-por quê?

 

Luciano- Já disse, estava preocupado com você

 

Alfred- Não, por que você zomba de mim? Eu sei que sou gordo, feio, desagradável, indesejável e…….

 

Luciano- Al…… não estou zombando de você, nunca pensei em você como alguma dessas coisas, quem te disse isso?- Alfred se encolheu sob os olhos que tanto admirava que o avaliavam intensamente, continuou olhando para baixo até que com a mão livre o fiz olhar para mim, o azul encontrou a cor do mar- eu vou te provar que você está errado

 

Alfred- Como posso estar errado? Eu mal posso ver meus pés

 

América corou quando sentiu as mãos quentes do brasileiro acariciar seus lados debaixo da camisa social e soltou um gemido baixo quando o moreno desceu seus lábios da boca para a mandíbula e de lá para o pescoço procurando um certo ponto, sentiu as habilidosas mãos do maior vagarem por seu corpo quando sentiu os lábios do Brasil novamente sob os seus, calmo e delicado; estava tão perdido nas sensações que quase não percebeu que o outro começará a desabotoar a camisa branca, quase, tentou soltar um protesto mas isso só serviu para que Luciano pudesse aprofundar o beijo fazendo sua língua explorar a boca de Alfred convidando-o a brigar pelo domínio até que ambos os pulmões reclamaram pela falta de ar, quando se afastaram o loiro corou e ficou envergonhado ao ver sua camisa nas mãos do latino.

Céus, Eua nunca havia visto Brasil parecer tão……. quente, sua pele morena meio suada, seus cabelos escuros bagunçado, seus olhos azuis esverdeados parecendo um oceano profundo e caloroso, mas mantinha um ar predatório, a gravata azul marinha estava desfeita e estava apenas pendurada enquanto a camisa social estava com os três primeiros botões abertos. E de forma agonizantemente lenta desfez cada botão e de forma sensual tirou a camisa, América corou fortemente ao ver o dorso nu do latino, era bem construído apenas com algumas pequenas cicatrizes aqui e ali, quase como um deus grego; corou ainda mais forte quando sentiu sua calça ficar mais apertada, nesse momento queria apenas por uma camisa e ficar admirando o corpo do moreno, tentou esconder seu corpo gordinho com as mãos, porém a ação não passou despercebida pelo outro

 

Luciano- Al, por que se esconde? Você é tão lindo- diz segurando as mãos do menor e as afastando, deixando-o ter a visão completa do outro que apenas virou a cabeça e corou forte

 

Alfred- L-Lu-Luci... ooowwnnnnn- gemeu ao sentir a boca do Brasil pairando sobre um de seus mamilos, a lufada de ar quente que ele soltou fez sua pele se arrepiar completamente- Por f-favor não minta para mim, sei que sou desagradável

 

Luciano- Não sei porque acha isso, é tão lindo. Mas se é assim, vou ter que te mostrar o quão belo é

 

O brasileiro começou a chupar um dos mamilos e deixou suas mãos vagarem pelo corpo do estadunidense, tratou de segurar o traseiro dele com força massageando-o enquanto deleitava-se com os gemidos de Alfred este por sua vez havia emaranhado os dedos no cabelo escuro e rebelde, então suas pernas quase falharam quando Luciano parou de brincar e suas mãos voltaram a explorar e começou a dar leves beijos no meio do peito do outro. Tratou de rapidamente e com muita habilidade furtar a calça do outro antes de fazer Alfred ficar sentado no sofá quando quase subiu em cima dele nunca deixando de provocar o passivo.

Com as mãos passou a explorar o corpo agora agora quase completamente nu, acariciou o interior macio das coxas evitando propositalmente o membro duro do outro que ainda estava escondido debaixo da cueca de bandeira estadunidense, beijou o pomo de adão arrancando um gemido necessitado. Brasil sempre amou um corpo gordinho, embora não fosse muito exigente com seus e suas parceiros ou parceiras um corpo gordinho sempre o agradou mais, e América agora parecia perfeito, seus lados eram macios e a forma mais robusta o deixava fofo, tudo parecia ser mais macio e delicado nele, mesmo não sendo igual ao seios seu peito era suave, seus quadris eram do tamanho ideal. Desceu daquela parte e beliscou delicadamente com os dentes uma das áreas macias do americano

O latino lambeu a ponta do membro do passivo por cima do tecido enquanto dava um olhar provocador, o americano por sua vez tinha uma expressão de pura êxtase na face. O sorriso de Luciano aumentou e logo tratou de tirar a única peça de roupa que restou do loiro, lambeu preguiçosamente a ponta onde vazava um pouco de pré-gozo e nesse momento sentiu o outro estremecer, brincou um pouco antes de abrir a boca e praticamente engolir o membro do loiro.

América estava no céu, jogou a cabeça pra trás e fechou os olhos tentando conter seus gemidos que pareciam ficar cada vez mais altos com os movimentos de Luciano que pareciam apenas acelerar para ouvir o outro gritar alto.

Podia sentir um nó se formando na base do estômago que ficava cada vez mais forte com o ritmo do Brasil, segurou novamente o cabelo escuro

 

Alfred- L-Luci….. eu vou….. - antes que pudesse terminar a sentença ouviu um "poop" auto, lutou para abrir os olhos, soltou um gemido descontente pois estava tão perto, mas tão perto que ser interrompido assim doía- Por que parou?

 

Luciano- Se eu continuasse assim você ia gozar, mas eu não quero acabar assim tão rápido, pretendo fazer amor com com você bem gostoso antes disso-seu sorriso aumentou ao ver o gringo se contorcendo embaixo dele querendo mais- ansioso, não?

 

Alfred- Por que eu sou o único nu? Pare de olhar eu sei que sou desagradável de se ver-conseguiu espaço suficiente para se encolher e abraçar os joelhos, ainda pouco confiante

 

O brasileiro apenas se afastou e deu uma leve risada

 

Luciano- Você diz isso por que não sabe o que faz comigo, por que não dá uma olhada, American Baby

 

América corou fortemente, esse apelido só era usado quando ele era criança, e só o brasileiro o usava, mesmo sendo mais desenvolvido que o Brasil o moreno sempre foi mais alto e aparentemente mais velho, tanto que enquanto Alfred parecia ter 19 Luciano parecia ter seus 21, mas nessa situação o apelido infantil ganhou um sentido erótico. Quando encarou o brasileiro ficou meio boquiaberto com a visão da protuberância na calça preta, e teve que engolir em seco quando viu a outra nação terminar de se despir, sentiu sua língua formigar, seus lábios secaram e sua respiração acelerou e quando o moreno estava quase em cima dele novamente, mesmo assim os olhos azuis do América estavam focados no órgão do outro

 

Alfred- Eu quero chupar isso….-confessou em voz baixa enquanto deixava suas mãos acariciarem a intimidade alheia

 

Luciano- Não se preocupe, eu vou te dar tudo o que você quiser essa noite American Baby- coloca o polegar em frente aos lábios rosados do Eua- vem

 

Alfred- Como?

 

Luciano- Vou te dar exatamente aquilo que você queria- senta inclinado no braço do sofá e estende a mão para o outro que timidamente aceitou, América lambeu os lábios novamente mas havia um pouco de insegurança nos seus olhos, esta seria sua primeira vez- pode ir devagar

 

Heróis não voltam atrás, e eu sou o herói, Estados Unidos repetia isso na sua cabeça enquanto nervosamente se aproximou devagar e abaixou a cabeça estendendo a língua e passando-a na ponta com cuidado, tentando acostumar ao gosto levemente salgado que não era desagradável, abriu a boca um pouco mais e chupou a ponta ganhando um gemido do maior e isso foi música para seus ouvidos, tratou de encaixar o máximo que podia do outro. E estava gostando da sensação, movia suas mãos nas partes que não cabiam na boca, tentava mover a língua com a mesma maestria que o Brasil tinha. Luciano acariciou as madeixas loiras do menor, tinha um sorriso satisfeito e enquanto seu Baby estava ocupado tratou de procurar qualquer coisas no cômodo que estivesse perto que pudesse usar para se divertirem, na mesa do café que estava uma zona encontrou coisas…… úteis, uma taça com sorvete meio derretido, chantilly e cereja, calda de chocolate e um pacote cheio de batatas.

 

Luciano- Assim está bom Baby se não eu vou gozar e não queremos isso agora, queremos?- o americano rapidamente fez "não" com a cabeça, tratei de alcançar a cereja que estava no topo da taça e coloquei na frente dos lábios do gringo que lambeu um pouco do chantilly que havia ficado sem entender bem o que o outro queria- abra- e assim que abriu a boca teve que segurar metade da fruta com os dentes enquanto o brasileiro mordia a outra metade incentivando a um novo beijo ao sabor cereja.

 

Um beijo apaixonado se seguiu, Luciano passou a língua sobre os lábios do branquelo pedindo passagem que o mesmo negou várias vezes, então o moreno sorrateiramente move suas mãos para a parte interna da coxa pálida e belisca suavemente fazendo Alfred abrir a boca o suficiente para explorar novamente a boca do outro, o americano juntou-se a luta por domínio querendo ganhar algum espaço e tentando de alguma forma não se entregar completamente ao outro. Brasil por sua vez gostou de ver alguma iniciativa do gringo tentar tomar o controle e fez questão de friccionar suas ereções ganhando um gemido de aprovação quando Estados Unidos quebrou o beijo, o sulista lambuzou os dedos com o chantilly e a colocou na frente do estadunidense que os colocou na boca e chupou cada um deles tentando dar o melhor olhar manhoso que poderia ter agora.

Assim que estão cobertos o suficiente Luciano deita Alfred no sofá e colocou as pernas do loiro sob seus ombros, América por sua vez desviou o olhar tentando se manter calmo ao máximo e relaxar

 

Luciano- Isso pode doer um pouco no início, mas prometo que vai valer a pena Baby

 

Recebendo apenas um fraco aceno do passivo introduz um dedo na estrada do estadunidense que mordeu o lábio tentando segurar um grito de dor, foi movimentando-se lentamente até sentir o outro começar a relaxar, começou em um ritmo lento e fraco pouco depois acrescentando um segundo fazendo um pequeno movimento de tesoura 

 

Alfred- L-Luci, d-dói-algumas pequenas lágrimas saíram de seus olhos

 

Luciano- Sshhhhh, eu sei querido, me desculpe Baby mas prometo que vai ficar bom logo, apenas relaxe meu amor- beijou as lágrimas do gringo enquanto aninhou o rosto no pescoço do mesmo beijando suavemente a clavícula e chupando logo após deixando uma marca

 

O brasileiro continuou em seu ritmo vagaroso procurando o ponto doce que faria o outro ver estrelas, até que finalmente acertou a próstata que fez o loiro ofegar e arquear com um pequeno choramingo de prazer

 

Alfred- aawwwww, Lá novamente

 

Luciano- Ah Alf, você é tão apertado

 

Continuou assim por um tempo até o brasileiro adicionar um terceiro dedo tentando preparar a entrada virgem do outro ao máximo, enquanto com a outra brincava com o corpo do passivo, Luciano reivindicava a pele alva dando mordidinhas, beijos e chupões. Quando sentiu que estava pronto, retirou os dedos e segurou firmemente as coxas do estadunidense.

 

Luciano- Se quiser para agora é a hora- recebeu apenas um aceno negativo- Eu vou ser o coelho marrom que vai te levar ao país das maravilhas

 

Alfred gemeu de dor e prazer quando Luciano começou a provocar sua entrada virgem com a ponta de seu membro antes de começar a entrar lentamente no outro, América por sua vez agarrou o sofá com força quando pequenas lágrimas caíram de seus olhos, enquanto Brasil não parou até estar completamente embainhado pelo norte americano, Luciano beijou as lágrimas de Alfred como em um pedido de desculpas; os minutos pareciam uma eternidade para ambos até que o loiro começou a mexer seus quadris dando sinal verde ao moreno. Saiu metade do caminho e voltou devagar, um ritmo fácil e tranquilo; América jogou a cabeça para trás com cada estocada soltava um suspiro delicioso e gemia docemente para o brasileiro, nunca havia estado em tal posição mas admitia ser deliciosa, Brasil era tão grande que parecia ser um crime e era tudo tão bom, ser tocado, ser amado, ser desejado. A sala silenciosa foi preenchida pelo sons de gemidos, pele batendo contra pele e o cheiro de suor

 

Alfred- B-Brazil….. oh my god, you're amazing my love. Mais, please

 

Luciano- Você é tão maravilhoso oooooowwwwnnnn. Tão bom, meu querido

 

O ritmo lento deu lugar a velocidade quando o desejo da superpotência foi atendido, as estocadas se tornaram mais brutas com o ritmo acelerado com mais força, Eua estava com a língua pendida no canto da boca com um pouco de baba escorrendo, Brasil deu uma estocada forte que acertou exatamente a próstata do loiro que gemeu e prendeu a cintura de Luciano com as pernas e passou os braços ao redor do pescoço do moreno. América arqueou o corpo na busca por mais contato, com cada nova estocada atingindo seu ponto doce novamente veio o sentimento do nó se formando na base do estômago, arranhou as costas do moreno ; Brasil por sua vez murmurava baixinho na curva do pescoço do norte americano, o sofá rangia embaixo deles, tratou de começar a masturbar o membro até então negligenciado do loiro. Alfred não conseguiu mais se conter, estava cada vez mais perto e quando um impulso forte o acertou em cheio acabou por gozar no abdômen e peitoral de ambos enquanto gritava o nome do brasileiro, após mais algumas estocadas o limite do sulista chegou quando gozou fortemente dentro dos Estados Unidos.

Após alguns minutos que pareceram outra eternidade Brasil saiu de dentro do menor que gemeu em desapontado pelo vazio que sentia agora em seu interior, havia um sorriso satisfeito em ambos. Luciano segurou Alfred antes de se mudar para que o menor estivesse deitado em cima dele, EUA segurou o rosto do brasileiro antes de lhe dar alguns beijinhos castos na boca antes de soltar um bocejo cansado

 

Luciano- Eu disse que você era lindo, agora, durma meu querido American Baby. Eu vou cuidar de você

 

América apenas se aconchegou no peito do outro aceitando a sugestão e ronronando suavemente para o apelido. Brasil pegou a coberta que estava jogada no chão e preguiçosamente puxou apenas o suficiente para que seu amado estivesse aquecido


Notas Finais


Prox cap BraMex


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