História Break the Rules and Dance; Interativa - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 275
Palavras 1.544
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


°ೋ•❀ — ❛Hey, primeiramente quero agradecer a todos que abriram essa história por terem se interessado. Vocês já são os melhores só por isso. Quero agradecer também a @novak- pelo apoio em Brad, definitivamente só existe porque a Miss existe.
°ೋ•❀ — ❛Agora quero dizer que esse plot é completamente tirado da minha mente, teve inspiração em alguns filmes sim, mas eu criei ele todo da minha própria cabeça. Qualquer coisinha tirada daqui, ou do jornal, acarretará em denuncia tendo em vista que plágio é crime.
°ೋ•❀ — ❛Todos os meus personagens são completamente originais, os atores que aqui representam não tem a mesma personalidade na vida real e se tiver é uma grande coincidência.
°ೋ•❀ — ❛A história obviamente não vai ser movida a base de favoritos, mas sim a base de fichas entregues. Sem uma ficha entregue, não tem como continuar a história. Eu espero que gostem do plot ao ponto de reservarem, seria uma honra ter vocês por aqui.
°ೋ•❀ — ❛A questão dos prazos, eu ainda não tenho uma data prevista, devo ter na próxima semana. Deve ser um prazo longo, por tanto podem ficar tranquilos.

Bem, é isso. Vou deixa-los ler. Nos vemos lá embaixo.

Capítulo 1 - 00;; pilot: Au Revoir, Paris.


Fanfic / Fanfiction Break the Rules and Dance; Interativa - Capítulo 1 - 00;; pilot: Au Revoir, Paris.

Não é o ritmo nem os passos que fazem a dança, mas a paixão que vai na alma de quem dança. — Augusto Branco.

Paris, França — 18:30 PM.

— Chelsea, nossos pais estão nos chamando. — a ruiva escutou a voz do irmão mais velho enquanto este estava parado na porta apenas a observando.

Não iria negar que sua irmãzinha estava uma grande mulher agora, não fazia ideia de como iria protegê-la dos homens que rondava ela desde os quinze anos agora. A mais nova desviou o olhar de seu livro para o irmão e fez uma leve careta ao ver a cara que ele sempre fazia quando estava pensando em tranca-lá dentro de um quarto para sempre. Marcou a página com um marcador e se levantou da cama caminhando até sua estante para guardar o livro.

— Você está fazendo aquela cara de novo. — murmurou se virando para o irmão enquanto caminhava em sua direção. — Sabe que me trancar em um quarto não me manteria presa, não é? — o mais velho soltou uma risada e passou o braço pelos ombros da irmã enquanto caminhavam para a sala onde seus pais, Frank e Karin, estavam os esperando.

Seus pais eram adultos bonitos se comparados a idade que tinham. Chelsea tinha puxado sua mãe, Karin, em cor do cabelo e com certeza a sua personalidade inocente, porém forte. Tinha olhos claros também como ambos os pais, mas não eram azuis como de sua família inteira. Jackson por sua vez tinha puxado o pai em tudo, até mesmo em proteger a ruiva de seja lá o que for, provavelmente até de uma formiga se for necessário. Ela não reclamava, até gostava porque assim passava mais tempo com seu irmão, que era seu melhor amigo.

Os dois jovens se sentaram no sofá em frente ao de seus pais, ambos estavam ansiosos para saber do que se tratava aquela conversa. Olhavam para seus pais com uma expectativa muito grande, já que tinham algumas sugestões do motivo da conversa. Jackson e Chelsea tinham um certo sonho em sair de Paris e morar em Miami, afinal a academia que ambos queriam entrar ficava na cidade americana.

— Bem, vocês já devem imaginar o motivo de estarmos tendo essa conversa. — Frank começou a dizer e o sorriso de Chelsea cresceu em seu rosto fazendo sua mãe dar uma baixa risada com a animação da filha.

— Estamos nos mudando para Miami. Seu pai foi promovido a chefe da neuro e como estavam precisando de um em Miami, achamos que seria a oportunidade perfeita para irmos. — dessa vez foi a vez de Karin a falar, nesse momento os jovens a frente dos pais não estavam nem prestando atenção mais no que diziam.

— Quando vamos? — Jackson perguntou e Chelsea apenas balançou a cabeça concordando com a pergunta do irmão. — Tenho que ligar pro Logan e pro Nate!

E então, o garoto simplesmente saiu da sala apressado enquanto tirava seu aparelho do bolso para falar com seus amigos. A mais nova das ruivas curvou um pouco o corpo, parecendo chateada e soltou um suspiro olhando para a grande janela do cômodo. Sua mãe, percebendo a desanimação repentina da garota, se levantou da onde estava e se sentou ao lado da filha passando a mão em suas costas levemente.

— O que houve, meu amor? Achei que ficaria animada. — a voz suave da mãe se fez presente e logo seu pai também estava ao seu lado. — Vamos para Miami na próxima semana.

— Eu estou animada, só que Jackson já tem amigos por lá e eu provavelmente vou ficar sozinha por um bom tempo. — desviou seu olhar para o mais velho que andava pela casa enquanto ria ao celular, a ruiva soltou um suspiro e se jogou contra o sofá encarando o teto. — É incrivelmente difícil fazer amizades e Jackson sempre é a pessoa que fica comigo até eu conseguir.

A garota levou as mãos até o rosto soltando um suspiro pesado e permaneceu daquela forma pensando seriamente no que iria fazer quando chegasse em Miami.

Miami, Flórida — 12:30 PM.

— Mãe, você viu minha blusa? Droga, eu vou me atrasar. — Nate passou pela cama pegando a gravata jogada na mesma e passou pelo pescoço enquanto colocava seus documentos e celular no bolso da calça social.

Ao chegar na sala da pequena casa onde morava com sua mãe, percebeu a mesma passando sua blusa que provavelmente estava toda amassada. O garoto sorriu ao se aproximar dele e deixou um beijo no topo de sua cabeça pegando a blusa social de mangas curtas, rapidamente a vestiu e tratou de arrumar a gravata em seu pescoço.

— Meu filho, sobre a conversa que tivemos ontem… — a mulher ia começar a falar, mas logo foi cortada pelo filho que negou com a cabeça e segurou as mãos da mãe.

— Mãe, eu entendo que não temos dinheiro suficiente ‘pra eu fazer parte da L’Armonia. — sorriu fraco enquanto observava a beleza de sua mãe, mesmo em uma situação delicada pela qual eles estavam passando, ela não deixava de se cuidar. — Eu vou dar um jeito, tudo bem? Eu posso arrumar outro emprego e trabalhar mais. ‘Tá tudo bem, okay?

A mais velha deu um sorriso orgulhoso, ela tinha criado um homem incrível e muito responsável. Entendia bem os deveres que ele tinha com a casa antes de qualquer outra coisa que desejasse fazer, isso era realmente muito admirável.

Nathaniel olhou o relógio sobre a pequena estante e soltou um suspiro, estava atrasado mais uma vez. Se acontecesse isso apenas mais uma vez, certamente seria demitido. Deixou um beijo sobre a testa da mulher a sua frente e se despediu saindo de casa o mais rápido possível. Precisava ser rápido e chegar logo no restaurante ou com certeza estaria morto.

[...]

Não tão longe dali, Logan novamente discutia com seu pai, Dominic, por ter chego em casa de manhã. Depois de passar a noite inteira em uma festa bebendo para comemorar mais uma de suas vitórias, a última coisa que o rapaz queria era um sermão vindo diretamente de seu pai e seu mestre, que era exatamente a mesma pessoa. O garoto se jogou sobre o sofá e colocou o braço sobre os olhos enquanto ouvia o mais velho gritar para quem quer que fosse.

— Você é muito irresponsável, Logan! — gritou enquanto encarava o filho completamente despreocupado. — Não tem um emprego, sai e volta a hora que quiser, vive a minhas custas e sempre traz essas vadias pra dentro de casa sem se importar em fazer barulho. — Dominic estava visivelmente irritado, qualquer um que passasse em frente a grande mansão e ouvisse os gritos, teria certeza disso. — Quando você vai crescer e se tornar um homem? — dessa vez pegou o filho pelo braço o fazendo se levantar e o encarar.

— ‘Tô proibido de comemorar meu título? — perguntou ao pai arqueando a sobrancelha, o mesmo apenas largou o braço do filho e se afastou irritado para não ter que bater no mesmo. Caminhou até a mesa onde ficava seu whisky, encheu um dos copos até a boca e deu um gole enquanto se apoiava na mesma.

— Comemore com responsabilidade, e isso é uma coisa que você não tem, Logan. — Dom se virou para o filho que dessa vez o olhava atento. Observando o rosto do rapaz, existiam machucados ali devido a luta do dia anterior, machucados esses que Logan se recusava a ir ao médico para saber se poderia ser grave. — Escute, faço gosto em saber que saiu com seus amigos para comemorar sua vitória, mas não gosto quando não dá um sinal de vida e só volta no outro dia como se nada tivesse acontecido. — dessa vez o tom voz dele era mais sereno, estava se acalmando aos poucos e demonstrava preocupação com o filho.

Dominic criou Logan sozinho e reconhece que nem sempre foi muito presente em sua vida, mas sempre tentou dar o seu melhor. Mesmo que depois fosse tarde para dar a devida atenção que ele merecia, ele tentava e realmente se preocupava com o filho. A mãe de Logan o tinha largado na casa de Dom com apenas dois anos de idade, ele não fazia ideia de como criar de uma criança e muito menos o que fazer com a criança enquanto estava em luta. Aos poucos ele foi se ajustando e mesmo que um pouco tarde, conseguiu dar o amor que Logan nunca teve de sua mãe, e nem mesmo dele.

— Pai, eu sei me virar. — o homem balançou a cabeça virando o que restava da bebida no copo em sua boca e soltou um suspiro olhando para seu filho que se aproximava. — Eu sei que se preocupa comigo, mas eu sei me virar. Afinal, fui treinado pelo melhor. — Dominic não pode deixar de sorrir com a última frase do filho.

Abraçou o garoto bagunçando ainda mais o cabelo do mesmo e soltou um suspiro lembrando do que tinha dito antes.

— Ainda sim, você vai se virar para arrumar um emprego. Eu não quero você vagabundeando por aí enquanto não estiver treinando, Logan. — o pai reclamou e o filho apenas assentiu, fazendo ele ficar completamente surpreso. — Obrigado. — murmurou fazendo dessa vez o rapaz ficar surpreso.

— Pelo o que, pai?

— Por ter entrado na minha vida, filho. — falou somente enquanto sorria e novamente abraçava o garoto.


Notas Finais


Obrigado a todos que lerem até aqui, os que participarem e aos que somente derem o apoio. São os melhores só de apoiar.

Jornal: http://fics.me/12980992 ou https://www.spiritfanfiction.com/jornais/e-o-brad-interativa-12980992

Sejam bem vindos a BRAD.


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