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História Break up with your boyfriend. - Liu Yangyang. - Capítulo 1


Escrita por: PontoDaIlusao

Notas do Autor


Ok...

Tenho coisa pra atualizar? Sim, bastante.

Mas eu estava ouvindo a música da Ariana Grande - break up with your girlfriend - e... Me veio essa idéia na mente.

Parei tudo e escrevi.

E aqui está.

ENFIM.

Boa leitura.

Capítulo 1 - Único.


Fanfic / Fanfiction Break up with your boyfriend. - Liu Yangyang. - Capítulo 1 - Único.

(P.O.V Kiara) ◖Refeitório◗


E mais uma vez, ele estava me olhando com o maldito sorriso cafajeste no rosto.

Desgraça de garoto!

Me desmonta só com uma simples mordida de lábios.

Definitivamente, não posso lidar com Liu Yangyang.

E ele sabe bem disso, sabe bem o poder que tem sobre mim e usa isso a seu favor.

Mas... Tem um problema...

Um grande problema nessas provocações implícitas, trocas de olhares e sorrisos maliciosos, junto de frases de duplo sentido na frente de todo mundo.

Nós não nos importamos se alguém vai sacar a nossa jogada.

Apenas... Fazemos.

Apesar disso, nunca realizamos o ato, de fato.

Apenas insinuações e alguns poucos toques inapropriados e bem discretos.

Olha... Eu nem podia fazer isso... Eu namoro.

Isso mesmo, Brasil.

Sou uma garota comprometida, que sente uma vontade fudida de dar para Liu Yangyang.

Me julguem, não vou ligar.

Por muitas vezes me peguei transando com meu companheiro, pensando em Yangyang em cima de mim.

Não me orgulho porém não me arrependo, enfim a putaria.

Sei lá o que tem de errado comigo em desejar tanto esse chinês, só sei que não me sinto assim nem com Kevin, vulgo meu namorado.

"Por que não termina com Kevin e fica com Yangyang?".

É arriscado demais.

Não sei se é sensato largar dois anos por uma noite.

Provavelmente o Liu quer só uma transa e nada demais.

Ou seja... Vou ficar sozinha até o fim da minha vida.

Ok... Que drama.

Mas é uma grande possibilidade.

- Amor, está tudo bem? - Saí dos meu devaneios com a voz de Kevin.

- An? Ah... Sim, tudo. - Cocei a garganta.

- No que está pensando, baixinha? - Yangyang perguntou.

Ele sabe a resposta.

Mas insiste nessa de ficar me fazendo inventar desculpas para que o ruivo ao meu lado não perceba que estou querendo foder com o amigo dele.

Ridículo mesmo.

- Quero ir embora logo. - Ok, isso nem é desculpa.

Apenas um fato concreto.

Preferia estar em casa, dormindo até o século que vem.

- E por que não vai? É só pular o muro. - Mordeu o lábio inferior. - Uma escapadinha as vezes não faz mal.

Cretino.

Me atiçando assim, de graça.

A vontade de errar reina em mim.

- Posso me viciar e isso não seria nada legal.

- Como pode ter tanta certeza?

- Não tenho, apenas... Uma hipótese.

- Entendo. - Passou a língua nos lábios bem devagar, olhando diretamente para os meus olhos.

Tão erótico.

Daria tudo para sentir o gosto dessa boca maravilhosa.

Gostoso.

- Que bom.

- Mas... Se está com tantas dúvidas... Devia... Experimentar ao menos uma vez.

Se ligaram no nível de nossas conversas?

Todo o santo dia é assim.

Provocações e mais provocações.

Resultado, frustração.

Nada acontece.

Ódio.

- Hm... - Mordi o lábio inferior. - Posso pensar nisso... Quem sabe.

- Tenho certeza de que vai gostar. - Sorriu ladino.

Me subiu um fogo aqui.

A tensão sexual entre nós pairava no ar.

A cena de nós dois conectados, suados e ofegantes tomou conta de todos os meus pensamentos e minha intimidade já deu sinal de vida.

Agora não, minha filha, pelo amor de Deus.

- Agora estou com muita vontade de errar e pular o muro. - Se encostou na cadeira.

- Então erre. - Olhou para os meus lábios. - As vezes errar no começo nos faz acertar no final. - Arrumou a gravata do uniforme.

Me amarra com essa gravata, seu delícia, me possua.

Kiara, te controla guria.

- Realmente.

Ainda bem que estou sentada, minhas pernas ficaram até bambas.

Queria mesmo é estar sentada nesse deuso.

- Como matar aula nos faz ser alguém melhor? - Kevin perguntou. - O papo de vocês é muito estranho...

- Kevin, meu amigo... - Yangyang começou. - O problema é que... Nosso papo combina, é totalmente compatível, mas... Você não consegue entender, talvez... Não se encaixe. - Pisquei algumas vezes.

O que esse sujeito está fazendo, Brasil?

- Claro que me encaixo nisso, só não entendo.

- Exato. - Se levantou. - Todos sabem que... Três é demais. - Piscou e saiu andando.

- O que ele quis dizer com isso? - Dei de ombros.

- Não sei. - A cínica.


~Quebra do tempo~ ◖Pátio◗  


Finalmente vou poder ir embora dessa caralha!

Não aguento mais ouvir a voz desses professores e nem a de Kevin.

Hoje ele 'tá insuportável, bem babaca mesmo.

Fez umas piadinhas sem graça e totalmente inapropriadas.

E bom... As provocações de Yangyang realmente surtiram efeito.

Mais que o normal, aliás.

Preciso esfriar minha cabeça e o meu fogo no rabo.

Quando estava prestes a sair do prédio, dei falta de algo muito importante.

- Meus fones. - Arregalei os olhos.

- Esqueceu na sala? - Kevin me olhou. - Posso ir buscar co-

- Não, não precisa.

Sai de perto de mim, ou te dou um socão, na boa.

Eu te amo muito, mas hoje você me estressou 'pra caralho.

- Certeza?

- Sim, pode ir.

- Tudo bem. - Segurou meu rosto. - Quando chegar em casa, me manda mensagem, ok?

- Pode deixar. - Selou nossos lábios em um beijo rápido.

Nos despedimos e eu corri para a sala de artes, torcendo para que meu fone ainda esteja lá.

Sem condição de perder outro.

Ao entrar, um arrepio percorreu minha espinha.

Yangyang estava ali, guardando suas coisas.

Droga!

Tentei ignorar sua presença e comecei a procurar meu lindo fone.

Procurei em cada canto da sala. Nada.

Ô merda viu.

- Está procurando isso? - Olhei para o garoto e vi que meu fone estava em sua mão.

- Ai, sim! - Corri até ele. - Onde achou?

- Estava caído no chão, perto de sua carteira, deduzi que seria seu. - Me entregou.

- Muito obrigada, Yangyang, você é um anjo. - Colocou a mão no bolso.

- De nada. - Sorriu.

Ok... Estou um pouco... Nervosa...?

Nunca fiquei sozinha com ele por tanto tempo assim.

- Nem sei como te agradecer.

Hm... Não sei se foi uma boa idéia ter falado isso.

- Não? - Se aproximou. - Tem certeza?

- Absoluta.

- Bom, eu sim. - Me empurrou para a parede, colocando uma braço de cada lado do meu corpo.

- Yangyang, tenho que ir.

- Sei disso, mas antes... - Abaixou a cabeça, aproximando nossos rostos. - Meu agradecimento...

- Garoto... Eu namoro...

- É mesmo? Nem parece. - Revirei os olhos.

- Dá licença, garoto. - Tentei empurrá-lo, falhando miseravelmente.

Talvez eu nem queira que ele se afaste.

- Pode ir, se confessar que quer foder comigo. - Suspirei.

- Menino... Isso é tão errado, me deixe ir em-

- Então fala, não é tão difícil. - Mordi o lábio inferior.

- É, Yangyang... Eu quero muito foder contigo. - Confessei.

- Hm... Bom saber... - Rocou nossos lábios. - Agora sei que é recíproco. - Minhas pernas fraquejaram.

Ele nunca me disse isso diretamente.

- Yangyang... - Falei baixinho.

- Por que não resolvemos isso, hm? - Deu um selar em meu pescoço, seguido de vários outros.

Ai...

Isso é golpe baixo.

- Não podemos... - Essa é uma parte muito sensível do meu corpo. - Eu... Namoro... E... - Segurei o tecido de sua camisa.

- Termine com o teu namorado. - Senti um arrepio percorrer todo o meu corpo. - Você não gosta dele.

- Eu o amo...

- Não, não ama. - Fechei os olhos e apertei ainda mais o tecido em minhas mãos. - Você não o olha como... - Deu um beijo dolorido em meu pescoço. - Olha 'pra mim.

- Não é... Verdade... - Subiu os beijos.

- Qual é, Kiara. - Me olhou. - Se o ama tanto, por que está deixando que eu tome posse do seu corpo assim, tão facilmente? - O olhei.

- Porque... Eu... É... - Riu soprado.

- 'Tá vendo?

- Você é tão ridículo. - Agora usei minha força para empurrá-lo. - Tchau, garoto. - Comecei a andar para fora.

- Não fique brava, baixinha. - Segurou meu pulso. - Gosto de saber que tenho um certo poder sobre você. - Colou nossos corpos.

- Me solta! - Sorriu ladino.

- Uma gracinha mesmo. - Revirei os olhos.

- Preciso ir em-

Antes que eu pudesse terminar a frase, seus lábios foram de encontro com os meus.

Se eu disser que tentei me afastar, vou estar mentindo viu.

Cedi assim, de primeira.

Nem um esforço.

Gostinho de cereja...

Gostei.

Nossas línguas se completam e nossas bocas têm um encaixe perfeito.

Com uma mão, segurou minha cintura, a apertando levemente. Com a outra, segurou minha nuca, me puxando para mais perto.

Eu, embreagada com o gosto e a maciez de seus lábios, apenas segurei o tecido do seu uniforme, como forma de me apoiar.

Se eu pudesse, ficaria aqui para sempre.

Mas infelizmente, querer não é poder.

A falta de ar se fez presente e aos poucos fomos nos afastando.

- Gostou, baixinha? - Eu estava ofegante.

Sua boca estava vermelha.

Será que a minha também está?

Eu não sei.

Só sei que eu não estou bem.

- Eu... - Respirei fundo. - Nossa, calma... - Me encostei na parede, arrancando um riso de Yangyang.

- Viu? É assim que eu jogo. - Piscou e pegou sua mochila. - Se quiser... Algo a mais... - Mordeu o lábio inferior. - É só chamar, baixinha. - Se virou e andou até a porta. - Ah, só mais uma coisa... - Me olhou por cima dos ombros. - Termine logo com o teu namorado, isso já está me deixando irritado. - Abri a boca para falar, mas o Liu apenas saiu andando.

Por que está irritado com isso?

Faz alguma diferença eu terminar ou não com o Kevin 'pra ele?

Enfim, melhor eu ir embora.


~Uma semana depois~


Ok... Desde aquele beijo gostoso no Yangyang, não consigo mais ficar assim, tão perto dele.

Culpa?

Não, desespero.

Vai que eu não me aguento e pulo no garoto.

Estou fazendo de tudo para evitá-lo.

Kevin anda muito distante também.

Eu realmente não ligo, o foco aqui é manter a calma.

Hoje a noite vai rolar um festa na universidade.

Um baile de despedida.

Não queria ir.

Queria ficar deitada na cama, vegetando o final de semana todo.

Mas infelizmente, tenho uma melhor amiga muito chata.

Vou ter que ir né, minha gente.

Terminei de me arrumar (foto de capa) e me olhei no espelho.

- É... Dá 'pro gasto.

Coloquei minhas argolas, só para não perder o costume e pronto, agora sim.

Diva que fala né?

Amor próprio é tudo.

Peguei minha bolsa e coloquei todo o necessário dentro.

Suspirei e saí do quarto.

Assim que saí de casa, a preguiça me deu um soco na cara.

Hm... Ficar em casa e amanhã receber três tapas na cara ou ir para o baile e só ficar no meu cantinho, mas sem o perigo de apanhar?

Hm...

Prefiro não apanhar.

Chamei um uber e segui para a universidade.

Minutos depois, cheguei em frente ao prédio.

É... Vamos lá.

Paguei o motorista e saí do quarto, andando para o portão, onde vi meu namorado, minha melhor amiga e... Yangyang.

Que ótimo.

- Amiga! - Me aproximei e ela me abraçou bem apertado. - Pensei que não viesse.

- Se eu não viesse, tu ia me tacar a chinela, né Renata? - Revirou os olhos.

- Ridícula. - Me olhou da cabeça aos pés. - Dá uma rodadinha.

- Que? Nem fudendo.

- Vai logo, quero analisar o seu look melhor. - Bufei e dei uma voltinha. - Ui, que gata. - Bateu na minha bunda.

- Cretina. - Me virei.

A todo momento, sentia o olhar de Yangyang sobre mim.

Não vou olhar de volta.

- Seus cachos estão tão lindos, Kiara.

- Acha mesmo? - Assentiu. - Obrigada. - Sorri. - Você está um arraso, como sempre.

- Concordo. - Kevin falou.

- Devia elogiar a sua namorada, não a melhor amiga dela. - Liu falou.

Quando finalmente o olhei, reparei que ele estava prefeito.

Meu Deus, esse garoto tira a minha sanidade sem fazer esforço nenhum. 

- Kiara sabe que eu a amo, não sabe? - Segurou minha cintura. - Tenho sorte de não ser ciumenta. - Ri soprado.

- Bobo. - Dei um selinho nele.

- Vamos curtir a festa, minha gente! - Renata nos puxou para dentro do prédio.

Chegamos na quadra, onde estava rolando a baderna.

- Amor, quer uma bebida?

- Não, sabe que não gosto de beber.

- Sem graça. - Bati em seu ombro. - Ai!

- Cala a boca.

- Vou pegar 'pra mim então.

- Tem alguém te impedindo?

- Grossa mesmo.

- Ai, garoto. - O empurrei.

- Yangyang, vai querer? - O chinês negou.

- Quero estar lúcido o suficiente essa noite. - Me olhou. - Totalmente sóbrio. - Mordeu o lábio inferior, olhando diretamente para os meus olhos.

- Tudo bem e você, Renata?

- Opa, agora! - Passou por mim. - Investe no chinês aí, boba, eu distraio o Kevin. - Sussurrou em meu ouvido.

- Renata, pelo amor, né?

- Já passou da hora de vocês se pegarem.

- Kevin, leva essa garota para beber, ela precisa de álcool. - A empurrei até Kevin.

- Vamos, princesa. - Segurou seus ombros e a guiou para algum lugar.

Ao olhar para trás, me surpreendi ao não ver Yangyang.

Ué.. Ele estava aqui agorinha...

Credo, que medo.

Suspirei e olhei ao redor.

Em qual cantinho vou me isolar?

Percebi que a arquibancada estava vazia.

Ali mesmo.

Andei até lá e me sentei, observando a festa.

Eu gosto de festas, mas... Eu só queria ficar em casa hoje.


~Quebra do tempo~


Ok... O baile não está assim, tão ruim.

As músicas são legais.

As pessoas ainda nem começaram a dar pt.

Mas eu continuo na arquibancada, a diferença é que agora Renata, Kevin e Yangyang estão ao meu lado.

Renata e Kevin estão bêbados, nada fora do comum.

Yangyang está quieto, só fica olhando para frente, como se estivesse pensando.

E eu... 'To mexendo no celular, só curtindo a vibe boa da música que ecoa no local.

- Se divertindo? - Olhei para o chinês.

- Estaria me divertindo mais, se eu estivesse em casa, mas tudo bem. - Dei de ombros.

- Entendi. - Riu soprado. - Você realmente está muito linda. - Me olhou nos olhos. - Muito linda mesmo...

- Ah... Obrigada. - Cocei a garganta. - Você também está lindo.

Olha só... Pela primeira vez, estamos tendo uma conversa sem segundas intenções...

Gostei.

- Obrigado. - Sorriu. - Gosta de dançar?

- Sim, mas não levo muito jeito. - Guardei o celular na bolsa. - E você? Gosta?

- Demais. - Balancei a cabeça positivamente.

- Amor, tem certeza que não quer beber? - Olhei para Kevin.

- Absoluta.

- Qual é... Só um pouquinho... - Fez bico.

- Eu não gosto de beber, Kevin.

- Prova um vez só. - Levou um copo de bebida até minha boca.

- Não quero.

- Por favor.

- Não! Que saco! - Bufou.

- Deixa de ser chata porra! - Antes que pudesse me forçar a beber o líquido, me vi sendo puxada para longe do maior.

Yangyang estava segurando meu pulso, seu olhar era sério.

Kevin o olhou de um forma estranha.

- Ih, qual foi, cara? - Uma música lenta começou a tocar.

- Posso... Dançar com ela? - A expressão do meu namorado suavizou.

- Ah... Bom... Pode. - Deu de ombros.

- Vou roubar ela por um tempo. - O ruivo riu.

- Claro. - Se sentou. - Contanto que a devolva no fim da noite. - Bebeu um gole da bebida.

- Pode deixar. - Sorriu ladino. - Enquanto ela estiver comigo, cuidarei bem dela. - Mordeu o lábio inferior.

- Agradeço. - Me olhou. - Só... Não abusa, cara. - Yangyang o olhou. - Ela é minha e de mais ninguém.

- Entendo. - O sarcasmo na expressão do chinês era evidente. - Com licença.

- Te vejo depois, amor. - Me mandou um beijo.

Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, o Liu me puxou para a pista.

- Enfim, á sós. - Me assustei quando o garoto sussurrou em meu ouvido.

- Á sós? Já viu o tanto de gente aqui? - Riu soprado.

- Podemos ir para um lugar mais reservado.

- 'Tá doido, menino?

- Não se faça de inocente.

- Não sei do que está falando. - Desviei o olhar.

- Sabe bem do que estou falando.

- Acho que vou-

- Por que está me evitando?

- Eu? Te evitando?

- Mal fala comigo e procura manter distância. - Engoli a seco.

- Que mentira.

- Não consegue nem me olhar nos olhos.

- Não seja ridículo.

- Tudo isso por... - Segurou minha cintura e me puxou para perto, fazendo minhas costas baterem contra seu peito. - Eu ter beijado? - Sussurrou no meu ouvido.

- Yangyang...

- Ou por eu ter despertado desejos intensos? Hm? - Apertou minha cintura. - Sua vontade aumentou e não estava conseguindo se segurar? - Se moveu conforme o ritmo lento da música.

- Yangyang... Nós... - Beijou meu pescoço. - Kevin pode ver...

- Nós estamos apenas dançando. - Colou nossos quadris. - Não respondeu minha pergunta.

- Que pergunta?

- Por que estava me evitando?

- Eu não estava. - Me virou para si.

- Estava sim. - Neguei. - Para de ser sonsa, me diz logo, o que custa?

Minha dignidade, talvez?

- 'Cê 'tá é maluco.

- Sim, maluco para transar com você. - Juntei os lábios.

- Para com isso... - Olhei para os meus pés.

- Por que, hm? - Levantou a sobrancelha.

- Sabe o porque. - Olhei para seus olhos.

- Não, não sei.

- Porque quero muito dar 'pra você, Liu Yangyang! É isso! - Bufei. - Te evitei para tentar controlar essa vontade ridícula de ser tocada por ti. - Piscou algumas vezes. - Mas sei que vou ser a pessoa mais horrível do mundo, porra eu namoro, mas insisto em te colocar em qualquer pensamento do meu dia, que droga! O que tem de errado comigo!

- Então me deixe te tocar, te fazer minha... Nem que seja por uma noite... - Segurou meu rosto. - Por favor... Me deixe saciar nosso desejo, baixinha...

- Sabe que não podemos, Yangyang. - Fez um carinho singelo em minha bochecha.

- Por que não termina logo com aquele babaca?

- É arriscado demais.

- Arriscado? Ele te chantageia ou algo assim?

- O que? Não!

- Então por que não rompe?

- Eu não posso!

- Claro que pode! - Balancei a cabeça negativamente.

- Não... - Passou as mãos no cabelo.

- O que te impede, Kiara? - Abri a boca para falar, mas nada saiu. - Me diz, o que está te prendendo a esse relacionamento forçado?

- Não é forçado.

- Ah, por favor! Claro que é! Vocês nem se amam!

- Eu amo meu namorado.

- Ama porra nenhuma! - Bufou. - Ele te trata como objeto e você só está com ele... Eu nem sei o porque, na real. - Umideceu os lábios. - Por que se prende a isso?

- Porque... - Engoli a seco.

Por que?

Por que insisto em continuar nesse relacionamento?

Será que me acostumei em ter alguém ao meu lado e agora eu simplesmente não sei... Ficar sozinha?

Talvez tenha virado rotina?

Será que realmente amo o Kevin?

- Viu? Não consegue nem responder, porque não tem resposta para isso.

- Está errado, eu o amo.

- Ah, é? - Segurou meu queixo. - Então olha nos meus olhos e diz que o ama, que não sente absolutamente nada por mim. - Engoli a seco. - Que não quer sair dessa quadra e ir foder comigo em outro lugar, diz.

- Yangyang...

- Diz que ama tanto o Kevin, a ponto de recusar a proposta de realizarmos uma transa, onde eu meto em você bem gostosinho, enquanto você geme bem alto o meu nome, diz. - Minha intimidade pulsou.

- Eu... Eu... - Passou a língua no lábio superior bem devagar. - Eu...

- Diz.

- Eu... - Fechei os olhos e respirei fundo. - Não posso. - Ao abrir os olhos, pude ver o sorriso convencido no rosto alheio.

- Kiara, Kiara... - Soltou meu rosto e me puxou para perto, colando nossos corpos. - Não lute contra isso, meu bem... - Aproximou nossos rostos. - Apenas se entregue, sem medo de ser feliz. - Rocou nossos lábios.

- Me beija. - O desejo tomou conta de mim. - Por favor...

- Claro, baixinha. - Colou nossas bocas.

O gosto de cereja permanece aqui...

É tão bom.

Diferente do outro, esse beijo era cheio de segundas intenções, cheio de malícia e desejo. A tensão sexual se tornou mais intensa.

As mãos grandes do chinês apertaram minha cintura com força, me fazendo arfar durante o contato labial.

- Vamos... Sair daqui... - Falou entre o beijo.

- Vamos...

- Sua casa?

- Exato. - Sorriu e se afastou.

- Vem. - Pegou em minha mão e olhou ao redor, começando a andar para fora da quadra.

Andamos por mais dois minutos, até que ele parou.

- Que foi?

- Escuta... - Gelei. Será que vai voltar atrás? - É... - Respirou fundo. - Estou duro demais, não vou conseguir chegar na sua casa. - Ri.

- Tão indecente.

- Certeza que deve estar toda molhadinha, então cala a boca. - Revirei os olhos. - Hm... Já sei. - Me puxou para a sala de artes. - Já transou na universidade?

- Não. - Fechou a porta e me prensou nela.

- Quer experimentar?

- Agora. - O puxei para um beijo afoito e intenso.

O chinês levou a destra para a minha nuca, agarrando alguns fios com força. Com a outra mão, adentrou minha saia, puxando o elástico da minha calcinha e a soltando logo depois, causando uma leve ardência.

Tirei o cinto que usava e abri o zíper de sua calça jeans.

Yangyang segurou minha cintura e me impulsionou para cima. Entendendo seu recado, entrelacei minhas pernas ao redor de sua cintura.

- Kiara... - Mordeu o lábio inferior. - Me faz um favor, depois que sairmos daqui? - Levou sua boca até meu pescoço, distribuindo beijos doloridos no local.

- Uhum. - Passei os braços ao redor do seu pescoço.

- Termine com seu namorado, estou entediado. - Sussurrou em meu ouvido. - E com ódio, muito ódio.

- Ódio?

- Queria que ele nunca tivesse aparecido, assim você seria minha mais rápido. - Mordeu meu lóbulo.

- Yang-

- Shh... - Me olhou. - Depois pode dizer o que quiser, agora use sua boquinha bonita para gemer. - Apertou a carne de minha bunda. - Gostosa.

- Por favor... Me fode logo... - Riu soprado.

- Paciência, gatinha.

- Ma-

- Quietinha. - Impulsionou o quadril para frente, me fazendo arfar. - Quer tanto o meu pau dentro de ti? Hm? - Simulou estocadas.

- Uhum. - Mordi o lábio inferior. - Preciso dele...

- Ah, é? - Puxou o ar com os dentes.

- Sim... Por favor... - Minha calcinha já se encontrava encharcada.

- Vou dar o que você quer, baixinha. - Andou comigo até uma das carteiras e me colocou sentada em cima.

Yangyang me olhou por alguns segundos, antes de subir meu cropped, deixando meus seios a mostra.

Mordeu o lábio inferior e abocanhou um deles. Isso era tão excitante.

Quando se cansou, se afastou e tirou a blusa.

Ai.

Que tiro.

Automaticamente, passei as unhas no abdômen que não era tão definido, mas era muito saliente.

- Gosta?

- Eu amo. - Sorriu e se aproximou.

- Ah, é? - Levantou minha saia. - Calcinha vermelha? Combina contigo.

- Achou mesmo?

- Total. - A tirou. - Mas prefiro você sem. - Cheirou a calcinha.

Liu Yangyang acabou de CHEIRAR A MINHA CALCINHA!

Ai.

Tão erótico...

- Yangyang...

- Cheirosa... Em todas as partes... - Guardou o tecido no bolso da calça.

- V-

- Abra bem as pernas. - Rapidamente fiz o que pediu. - Isso, perfeito. - Se ajoelhou. - Vou te preparar para receber o meu pau.

Colocou as mãos na minha coxa e passou a língua na minha vagina.

Tombei a cabeça para trás ao sentir seu rosto afundar completamente e a sua língua finalmente entrar na região.

- Ah... - Me apoiei com um braço na mesa. - Hm... - Esse garoto é muito bom no que faz. - Yangyang... - Com a mão livre, segurei os fios do seu cabelo, intensificando o contato. - Isso... Não para... - Sugou meu pontinho de prazer. - Hm... - Mordi o lábio inferior. - Yangyang... Ah... - Aumentou o ritmo. - Isso... Ah... - Rebolei. - Ah! Yangyang! - Eu estava prestes a chegar ao ápice. - Eu... Estou... Ah... - Antes que eu pudesse realizar o feito, ele se levantou. - Por... Que... Parou?

- Quero que goze no meu pau.

- Yangyang...

- Diga, meu bem.

- Eu queria gozar na sua boca... - Falei manhosa. - Por favor... - Estalou a língua no céu da boca.

- Meu amor... - Passou a mão no meu rosto. - Queria poder realizar esse desejo, mas... Hoje não. - Choraminguei. - Prometo me lambuzar todo outro dia. - Me desceu da mesa.

- Outro dia?

- O que? Pensou que só íamos transar hoje? - Riu soprado. - Tão ingênua... - Balançou a cabeça negativamente. - Depois que romper com o babaca, vou te fazer minha sempre que possível. - Essa idéia me deixou animada. - Agora vira.

- Por-

- Agora. - Ditou sério. Suspirei e fiz o que pediu. - Perfeito. - Me colocou de bruços na mesa. - Consegue empinar mais, hm? - Empinei até onde dava. - Ótimo. - Passou a mão na minha bunda. - Quero ouvir você gemendo bem alto, pode fazer isso?

- Sim, Yangyang.

- Boa menina. - Um tapa estalado foi desferido em minha nádega direita. Sorri ladino com aquilo.

Ouvi ele abaixar a calça e se aproximar mais.

O Liu segurou minha cintura e roçou seu membro completamente ereto em minhas nádegas.

Isso é torturante...

- Yangyang... Por favor... - Rebolei. - Eu preciso de você...

- Precisa? É mesmo?

- Demais... Eu te quero muito...

- Tão desesperada... - Riu soprado. - Vou dar o que você quer, baixinha.

- Sim, por fav- Ah! - Entrou em mim com tudo. - Ah... - Apertou a minha cintura e começou a se movimentar.

- Ah... Droga, Kiara! - Puxou o ar com os dentes. - Como pode ser tão apertada?

- Yangyang...

- Pelo visto... Ah... - Não sabia que ter ele enterrado em mim seria tão bom. - Vou ter que... Hm... - Meus gemidos foram ficando mais altos. - Te arrombar mais vezes. - Isso só me deixou mais excitada

- Oh! Isso! - Descontei o prazer na mesa, segurando a borda dela.

- Ah... Kiara... - Pegou em meu cabelo e o puxou com força.

O prazer que senti foi tão grande, que nem me importei.

Não sabia que Yangyang era do tipo bruto na cama... Ele tem uma carinha de anjo...

Não que eu não tenha gostado, adorei, continua.

- Mais... Rápido...

- Assim? Hm? - Aumentou ainda mais as estocadas.

Minha barriga doía ao entrar em contato com a borda da mesa, mas eu não estou nem aí.

- Isso! Ah! - Que bom que a música está alta, se não todo mundo ia ouvir os meus gemidos.

Yangyang gemia palavras desconexas, enquanto me estocava numa velocidade impressionante.

Gritei quando meu ponto G foi atingido maravilhosamente.

- Kiara... Goza 'pra mim... - Aumentou ainda mais a velocidade, se concentrando naquele ponto.

- Yangyang! Ah! Isso! - Eu estava quase. - Não para... - Revirei os olhos de prazer.

- Vem, baixinha... - Com mais algumas estocadas, cheguei ao ápice.

- Ah... - Yangyang saiu se dentro de mim e se sentou numa cadeira, logo me puxando.

- Senta aqui, baixinha. - Sorriu de um jeito cafajeste.

Salivei ao finalmente ter a visão de seu membro.

- Tão lindo... - Sentei em seu colo.

- Achou mesmo? - Assenti.

- Muito.

- Senta bem gostosinho nele, Kiara. - Mordi o lábio inferior. - Me faz gozar dentro de ti, meu bem. - Encaixei seu pau em minha vagina e desci bem devagar. - Ah... Isso... - Puxou o ar com os dentes. - Gostosa. - Segurou minha cintura.

- Ah... - Minha região íntima ainda estava um pouco sensível do orgasmo anterior. - Yangyang... - Comecei a quicar.

- Kiara... - Suas expressões de prazer eram a visão do paraíso.

O suor fazia com que o cabelo ficasse grudado na testa.

Essa imagem só não é a oitava maravilha do mundo, porque é a primeira. 

- Ah... - Mordeu o lábio inferior. - Yangyang... Ah...

Fui perdendo a força e as cavalgadas ficaram lentas.

O chinês percebendo isso, me ajudou com os movimentos.

- Ah... Kiara... - Tombou a cabeça para trás.

Com mais algumas estocadas, senti seu líquido quente invadir meu interior. Segundos depois, me desfiz também.

Nós estávamos ofegantes, suados e acabados.

Bom, eu estava, pelo menos.

Tanto que deitei a cabeça em seu peito, tentando controlar minha respiração.

- Gostou, gatinha? - Faz carinho em meu cabelo.

- Eu... Amei. - Esse chinês é tão cheiroso.

- Meu pau está no paraíso. - Rimos.

- Bobo.

- Te machuquei?

- Não, você foi incrível.

- Digo o mesmo. - Sorri. - Kiara?

- Hm?

- Olhe 'pra mim. - O olhei.

- Que foi?

- Termine com o seu namorado... - Falou sério. - Por favor... - Suspirei. - Sei que também quer isso, vejo nos seus olhos.

Talvez ele tenha razão.

Talvez eu deva mesmo terminar com Kevin... Eu não o amo, afinal.

Não estou dizendo que nunca o amei, claro que isso já aconteceu, mas... As vezes deixamos de amar alguém... Certo?

- Tudo bem. - Sorri. - Vou romper com ele.

- É muito bom ouvir isso. - Colou nossos lábios em um beijo calmo.

Devia ter feito isso antes, assim ficaria com quem realmente gosto há muito mais tempo.



Continua???

Hehehehehehe. 


Notas Finais


Ih.

Joguei a bomba e saí correndo.


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