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História Break up with your boyfriend. - Liu Yangyang. - Capítulo 2


Escrita por: PontoDaIlusao

Notas do Autor


Cês pediram, oia aí pro cês.

Espero que gostem nhaa.

ENFIM!

Boa leitura.

Capítulo 2 - Bônus.


(P.O.V Kiara)


Nos afastamos e nos olhamos por um tempo.

- Devemos voltar? - Falei.

- Está afim?

- Não. - Riu soprado. - Mas acho melhor, assim não levanta suspeitas.

- Tem razão. - Segurou minha cintura. - Mas essa posição está maravilhosa.

- Ridículo. - Me levantei. - Vamos.

- Certo. - Se levantou e subiu a cuecas, junto das calças.

- Vai na frente, preciso arrumar essa bagunça. - Abaixei o cropped e a saia.

- Continua linda. - Me puxou para um beijo.

Uma beijo suave e muito bom.

Meu coração acelerou tanto que até me assustei.

Será infarto? Deus queira que não.

Esse gosto de cereja... Como sou viciada.

- Vai. - O empurrei de leve.

- Te espero lá, gatinha. - Piscou e sorriu, esse maldito sorriso.

Assim que ele saiu, coloquei a mão na boca, sem acreditar no que acabara de acontecer.

Foi tão bom... Nossa...

Me recompus e procurei minha calcinha.

Ué... Cadê-

- Liu Yangyang, eu te odeio. - Esse desgraçado saiu com a minha calcinha no bolso.

Ele me paga!

Saí da sala de artes e fui para o banheiro retocar a maquiagem e arrumar o cabelo.

Depois de ficar intacta de novo, voltei para a quadra, onde estava rolando a festa.

Procurei por meus amigos e assim que os vi, fui até eles.

- Onde estava? - Kevin indagou. - Yangyang disse que foi beber água e você sumiu.

- É que... Aconteceu um imprevisto.

- Qual?

- Ah... É...

- AMIGA! Mentira que desceu 'pra você! - Renata salvadora da pátria.

- ISSO! Nossa... Foi um horror. - Me sentei com as pernas cruzadas. Olha sinceramente... Ficar sem calcinha não é muito bom. - Saí rapidinho para comprar absorvente, pensei que ninguém ia perceber.

- Eu percebi. - Segurou meu rosto. - Senti sua falta, aliás.

- Ah... É? - Assentiu e colou nossos lábios em um beijo calmo.

Quando terminamos, olhei de relance para Yangyang, que estava sério. Seu maxilar estava trincado e seus pulsos cerrados.

- Te amo.

- Também. - Sorri fraco.

- Ai! Eu amo essa música! - Renata me puxou. - Vamos dançar!

- Mas-

- Volta logo, princesa. - Me deu um tapa na bunda.

- É... - Minha amiga me puxou para a pista de dança.

- Transaram? - Mordi o lábio inferior e confirmei. - AI! QUE MÁXIMO!

- Foi incrível. - Sorri boba.

- Vai terminar com o Kevin?

- Vou, só não sei como.

- Sabe sim, só toma coragem. - Assenti.

- Certo...


~Uma semana depois~


Penúltimo dia de aula...

E sabe o que aconteceu? Eu não terminei com Kevin.

Olha que bacana! Palmas 'pra mim.

E sabe o que mais? A pessoa que eu realmente gosto está me evitando e eu me sinto a pior pessoa do mundo.

Que legal, não? Nossa... Que máximo!

Simplesmente não consigo terminar com esse sujeito, não tomei coragem.

Yangyang obviamente ficou puto e me ignora sempre que possível. O entendo perfeitamente.

Só... Dói.

Renata vive dizendo que o certo é romper com Kevin e ir atrás de Yangyang, a pessoa que realmente amo.

Pois é... Não era só uma atração.

Agora estou esperando todo mundo sair da sala, para conversar com o Liu.

Quando aconteceu, fui até ele, que estava pegando o celular.

- Yangyang? - Me olhou e saiu andando. - Ei! Espera! - Segurei seu pulso.

- Me solta! - Puxou o braço com brutalidade, me assustando. - O que você quer, Kiara?

- Eu... - Seu olhar frio me fazia vacilar. - Eu... - Trincou o maxilar.

- Você o que, garota?

- Por que... Não fala mais comigo? - Riu debochado.

- Por que? POR QUE?! - Me encolhi. - Não se faça de sonsa, Kiara. - Se virou, pronto para dar mais um passo.

- Por favor, me escuta. - O puxei de volta. - Eu... Eu só... Não tomei coragem ainda e... E... - Tirou minhas mãos de si.

- E acha que vou te esperar para sempre? Acha que sou idiota?!

- Não! Droga!

- Não pode ficar com dois ao mesmo tempo! Não sou um brinquedo! Uma válvula de escape para quando esse relacionamento ridículo esteja ruim.

- EU NUNCA DISSE QUE ERA!

- MAS AGE COMO SE FOSSE! - Bufou. - NÃO AGUENTO TE VER COM AQUELE SEU NAMORADO BABACA!

Respirei fundo.

Uma dúvida me possuiu por completo.

E não me contive.

- POR QUE SE IMPORTA TANTO COM ISSO?! ME DIZ O POR QUE DE TUDO ISSO! PORRA YANGYANG! COMO QUER-

- EU TE AMO CACETE! - Fiquei estática. - Se eu não amasse, acha que me importaria se estivesse ou não namorando? - Pisquei algumas vezes. - Por que acha que fui tão paciente? Hm? Por que acha que fico insistindo em você terminar com aquele cara? Porque quero te fazer minha! Não quero que seja só mais uma transa! Nunca quis apenas isso!

- Yangyang...

- Desde que entrou nessa merda de universidade, me chamou atenção. - Engoli a seco. - Aí... Aquele... Cretino... - Respirou fundo.

- Yangyang... - Quando fui tocá-lo, ele tirou minhas mãos dele.

- Me deixa em paz, Kiara. - Se virou. - Continue com esse namoro idiota e nunca mais chegue perto de mim, assim posso te superar. - Saiu da sala.

Meus olhos ficaram embaçados pelas lágrimas.

Ele... Me ama... Esse tempo todo?

Então...

Droga!

Me sentei na cadeira e coloquei a mão na boca, sentindo meu rosto ficar molhado.

Eu sou tão burra! Como não percebi!

Idiota!

Você merece morrer sozinha, Kiara.

Me levantei e enxuguei as lágrimas, saindo da sala.

Preciso... Pedir desculpa.

Preciso... Dizer o que sinto.

Preciso... Ter Yangyang... Preciso dele...

Fui até o refeitório e procurei por ele. O encontrei sentado numa mesa, deitado com a cabeça em sua mochila, enquanto olhava para um ponto fixo.

Antes que eu pudesse ir até o chinês, alguém me puxou.

Era Kevin.

Me fez sentar e eu voltei a realidade.

- O... Que? - Me olhou.

- Por que demorou tanto, amor?

- An? Eu... Eu... - Yangyang estava me olhando com aquele olhar frio de antes.

Aquilo tirou minha coragem e eu abaixei a cabeça.

Não consigo... Por mais que eu tente.

- Coma um pouco. - Me ofereceu um pedaço do seu hambúrguer.

- Estou sem fome.

- Amiga... Tudo bem?

- Tudo. - Suspirei.

"Eu te amo".

Essa frase se repetia várias vezes em minha mente.

Liu Yangyang me ama...

Será que eu o amo também?

Antes de tudo, preciso ter a certeza de que o amo na mesma intensidade.

Bom...

Ao que parece sim...

- Amor? - Olhei para Kevin e observei cada detalhe do seu rosto.

Não amo Kevin como antes... Não...

Acabou faz tempo.

Já Yangyang... Sempre que penso nele, meu coração acelera demais.

Mais do que o normal, tanto que me deixa assustada.

- Kiara! - Saí dos meus devaneios.

- O que?

- Amor, em que mundo você está? - Riu soprado. - Acho que precisa de um beijo para acordar. - Foi se aproximando.

A imagem de Yangyang veio em minha mente e olhei para ele, que apenas balançou a cabeça e se levantou, começando a andar para fora do refeitório.

- NÃO! - Me levantei, chamando a atenção de todos.

- Não o que, meu bem?

- Não posso mais continuar com isso! - Liu olhou em nossa direção. - Kevin... Eu... Não te amo mais. - Ouvi cochichos.

- Do que está falando? - Se levantou. - Claro que ama, meu amor. - Neguei e me afastei.

- Não, não amo.

- Kiara, para de graça.

- EU AMO OUTRA PESSOA. - Olhei para Yangyang. - Desculpa Kevin, não podemos mais continuar com esse... Relacionamento forçado.

- O que?! AMA OUTRA PESSOA?! - Se aproximou. - Sua vadia! - Me empurrou com força, me fazendo cair no chão.

- Kevin... - Pegou em meu cabelo e levantou a mão.

- SUA PUTA! ESTÁ DIZENDO QUE ME TRAIU?! É ISSO?! - Quando foi me dar um tapa, seu corpo foi empurrado.

- NÃO TOQUE NELA! - Quando vi, Yangyang já estava desferindo vários socos no rosto de Kevin, que revidava ao máximo.

- ENTÃO É VOCÊ? ELA DEU 'PRA VOCÊ?! PENSEI QUE ÉRAMOS AMIGOS! - Outro soco.

- A PARTIR DO MOMENTO EM QUE VOCÊ TOCOU NELA, NOSSA AMIZADE JÁ TINHA ACABADO! - Segurou a gola de sua camisa. - SEU ESCROTO! - Renata me ajudou a levantar.

- VOCÊ É UM OTÁRIO!

- BABACA! - O jogou no chão. - E sim, foi comigo que ela fodeu naquela noite da festa. - Kevin cuspiu sangue. - E sabe de uma coisa? - Se agachou. - Foi a melhor foda da minha vida. - Kevin me olhou com sangue nos olhos.

- Você me paga, vadia.

- Encosta nela e eu acabo com essa sua vidinha de merda. - Se levantou e deu um chute no outro.

Segurei seu braço, o impedindo de chegar perto do outro.

- Yangyang... Vamos...

- Ela vai fazer o mesmo contigo, otário. - Gargalhou.

- Não, não vai. - Me olhou. - Kiara já achou o que precisava, você só abriu o caminho 'pra isso. - O puxei para longe dele e começamos a andar. - E TE GARANTO QUE VAMOS FODER AINDA MAIS AGORA QUE VOCÊ SAIU DO MEU CAMINHO! - Mostrou o dedo do meio e deu um sorriso completamente cínico.

Kevin socou o chão e seus amigos foram ajudá-lo.

O chinês me levou para fora do refeitório.

- Qual é o seu problema? - Me olhou.

- Meu problema? - Pude ver que seu rosto estava machucado.

- Vem, vou cuidar disso. - O puxei para a sala.

Entramos e o sentei na cadeira, indo procurar alguma coisa para limpar o sangue na sua boca e nariz.

- Kiara-

- Droga! - Bufei e baguncei os cabelos. - Que porra, aqui não tem nada! - Senti alguém me abraçar.

- Gatinha... Se acalma. - O empurrei.

- Por que você fez aquilo? - Bati em seu peito. - 'Pra que se machucar por causa daquele... Babaca?! Porra Yangyang! - Segurou meus pulsos, me impedindo da dar mais tapas nele.

- Ele ia dar UM TAPA em você! - Colou nossos corpos. - Não podia deixar aquele escroto te tocar. - Balancei a cabeça negativamente.

- Kevin é uma pessoa vingativa... Não vai deixar barato. - Encostou nossas testas.

- Encosta em mim, me bate, sei lá. - Olhou em meus olhos. - Mas não mexe com a minha garota. - Meu coração acelerou.

- Pensei que estava me odiando.

- Tentei, mas não consigo. - Fechei os olhos.

- Desculpa... - Suspirei. - Eu não sabia que... Você-

- O importante é que você está comigo agora. - Abri os olhos. - Kiara... Foi a primeira vez que ele... Fez isso?

- Sim.

- E está machucada?

- Não. - Beijou minha testa. - Mas você sim.

- Isso não é nada, não se preocupe.

- Me preocupo sim. - Me afastei e peguei minha mochila. - Vamos.

- 'Pra onde?

- Minha casa, lá tem o necessário 'pra cuidar disso. - Segurei sua mão.

- Vai pular o muro? - Pegou sua mochila.

- Já pulei faz tempo. - Sorriu ladino.

- Vamos. - Assim que saímos da sala, vimos Kevin.

Ele nos olhou e cerrou os punhos.

O Liu segurou minha cintura e me puxou para si, colando nossos lábios.

- Você não presta. - Sussurrei.

- Não mesmo. - Rimos.

- Eu já volto. - Me olhou.

- Onde vai? - Tirei a aliança.

- Devolver isso. - Fui até Kevin.

- Não sabia que era tão suja.

- Aqui, não preciso mais disso. - Pegou. - Coloque no dedo de outra garota que seja... Mais limpa e que aceite suas babaquices. - Me virei, mas ele segurou meu pulso.

- Vai se arrepender, na primeira oportunidade ele vai te deixar e ficará sozinha. - Me soltei.

- Enquanto isso não acontece, vou aproveitar o momento. - Trincou o maxilar. - Adeus, Kevin. - Andei até o chinês, que passou o braço ao redor do meu pescoço.

- Kevin? - O ruivo nos olhou. - Pretendo ter ela comigo por um bom tempo, não se preocupe. - Piscou. - Vamos, baixinha.

Começamos a andar para a parte de trás da escola.

Joguei a mochila para o outro lado e pulei, esperando o maior fazer o mesmo.

Quando o fez, me olhou e sorriu.

- O que? - Me prensou na parede.

- Me sinto tão aliviado agora. - Segurei a gravata do seu uniforme.

- Eu também. - Colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. - Agora posso ficar contigo sem culpa, sem medo.

- Pode. - Colou nossos lábios em um beijo suave.

O gosto de cereja permanece ali, a diferença é que o sangue se misturou com esse gosto.

Yangyang segurou minha cintura e aprofundo o beijo, me embriagando com seus lábios macios.

Posso ficar aqui 'pra sempre?

Não? Ok.

A falta de ar se fez presente e mesmo relutante, se afastou, mordendo meu lábio inferior de leve.

- Nossa... - Deitei a cabeça em seu peito. - Devia ter te beijado mais vezes.

- Agora você pode me beijar a hora que quiser. - Beijou meu pescoço.

- Vamos logo, antes que alguém nos veja. - Dei um selinho nele e o puxei para o caminho de casa, que não era longe.


~Quebra do tempo~


- Sua casa é bonita. - Disse quando subimos as escadas.

- Obrigada. - Entramos no quarto. - Senta aí, vou pegar as coisas. - Assentiu e sentou na cama.

Fui até o banheiro e peguei algodão, uma água 'própria para limpar ferimentos - não me recordo o nome, mas acho que vocês sabem - e ban-aid.

Voltei e fiquei em sua frente.

- Precisa de tudo isso?

- Precisa. - Olhei ao redor. - Vou pegar uma cadeira e-

- Vem cá. - Me puxou, me fazendo sentar em seu colo. - É mais fácil. - Sorri.

- Tem razão. - Peguei o algodão e molhei com aquela água. - Pode arder um pouco. - Passei em sua sombracelha, nariz e no canto da boca.

- Ai... - Fez careta.

- Desculpa. - Limpei o sangue e peguei o ban-aid. - Pronto. - Coloquei em sua sombracelha e no cantinho da sua boca. - Dói? - Negou.

- Obrigado. - Encostou nossas testas.

- Não precisa agradecer. - Beijou a ponta do meu nariz.

- Que saudade... - Fechou os olhos. - Foi difícil ficar longe de você...

- Não precisa mais ficar longe... Agora estamos juntos. - Sorriu.

- Estamos... - Me olhou.

Ficamos nos olhando por um tempo, até que colei nossos lábios num beijo afoito.

Suas grandes mãos percorreram pelo meu corpo, apertando cada local.

Tirei o nó de sua gravata e a joguei na cama. Yangyang sorriu entre o beijo quando começei a abrir os botões de sua camisa.

O maior desceu os beijos para o meu pescoço, enquanto eu terminava de tirar sua blusa.

- Yangyang... - Fechei os olhos. Já disse que meu pescoço é um ponto sensível?

Apertou minha cintura e passou a língua ali. Ele abriu o zíper da minha calça e puxou a blusa para cima, me deixando apenas de sutiã.

Mas logo fiquei despida em cima, a peça foi jogada longe.

O Liu abocanhou meu seio direito, enquanto brincava com o esquerdo, o apertando.

Eu arfava baixinho, enquanto tinha os olhos fechados.

Minha intimidade já dava sinal de vida e minha calcinha ficou úmida.

O garoto se cansou deles e voltou a atacar meus lábios.

Interrompi o ósculo e fiz uma trilha de beijos até seu pescoço, onde suguei a pele do local, deixando num tom avermelhado.

Saí do seu colo e me ajoelhei, tirando seu cinto.

- Sempre imaginei como seria essa sua boquinha linda no meu pau. - Me ajudou a abaixar sua calça.

Pude ver um volume na sua cueca preta e salivei.

- Seu pau é bonito demais para ficar dentro da cueca. - Tirei sua cueca e joguei longe

- Quer que eu ande pelado por aí?

- Se for aqui, pode ficar nu. - Riu soprado.

- Então 'tá. - Segurou seu membro e fez movimentos de vai e vem. - Sou tão bom nisso... - Mordeu o lábio inferior. - Minhas punhetas são especialmente dedicadas a você. - Minha intimidade pulsou. - Sempre... Ahh... Imaginei você aqui... E... Agora só de pensar que... Hm... Finalmente te tenho... - Tombou a cabeça para trás. - Só quero te foder até suas pernas ficarem dormentes. - Segurei sua mão e o impedi de continuar.

- E o que te impede? - Me olhou e pegou em meu cabelo.

- É muito perigoso dizer isso... - Passou a glande em minha bochecha.

- E muito mais gostoso. - Riu soprado.

- Já que está dizendo... - Fez carinho em meu rosto. - Se lambuza, gatinha. - Abocanhei seu membro, o fazendo arfar. - Ahh... - Suguei sua glande, mas logo voltei a chupar toda sua extensão. - Kiara... - Olhei em seus olhos, deixando tudo mais erótico. - Hm... Que habilidade... Ahh... - Puxou o ar com os dentes e agarrou meus fios, ditando os movimentos. - Ahh... Isso... Não para, baixinha. - Tombou a cabeça para trás e aumentou a velocidade. - Hm... Kiara! Ahh! - Minha calcinha ficou encharcada. - Caralho... - Suas veias engrossaram. - Ahh! - Com um gemido arrastado, se desfez em minha boca.

Engoli tudo e ele me olhou.

- Gostou?

- Garota... - Respirou fundo. - Você faz o melhor oral. - Limpei o canto da boca e mordi o lábio inferior. - Tão excitante... - Me puxou para cima e me empurrou para a cama.

- Ainda tem força?

- O que? Posso ficar aqui até amanhã. - Tirou minha calça.

- Pois duvido muito. - Me puxou para mais perto.

- Ah, é? - Assenti e ele mordeu meu lábio inferior. - Não devia.

- Mas estou. - Beijou meu pescoço.

- Vou te provar. - Abriu minhas pernas e simulou estocadas.

- Não me tortura. - Passou a mão em minha perna e desceu até chegar em minha calcinha.

O maior deu um tapinha na região, me assustando.

- Sua calcinha está encharcada. - Me olhou. - Só por que me chupou? Nossa... - Riu soprado.

- Yangyang... - Prendeu meus braços acima da minha cabeça com sua gravata.

- Shh, quietinha. - Tirou a peça e cheirou. - Tão cheirosa... - Sorriu.

Sem aviso prévio, enfiou um dedo em mim, me fazendo arfar.

- Ahh... - Fez movimentos circulares.

- Olha só... Estou duro novamente.

- Yangyang... - Tentei me soltar, falhando miserávelmente. - Por favor...

- Hm... - Pensou um pouco, enquanto eu implorava por mais. - Ok, vamos começar a brincar. - Tirou o dedo de mim e o chupou de um forma tão... Excitante.

- Droga, garoto. - Riu soprado e colou nossos lábios.

Gemi alto ao sentir Yangyang entrar em mim com tudo.

- Já vi que vou ter que te foder mais vezes, você é tão apertada. - Se movimento lentamente, me torturando.

- Não seja maldoso... - Fechou os olhos. - Por favor... Ahh... - Tentei me soltar.

- Você mereçe. - Sussurrou em meu ouvido.

- Yangyang... - Choraminguei. - Por favor... - Mordeu meu lóbulo.

- Ahh... Kiara... - Gemeu baixinho em meu ouvido.

- Ahh... - Tentei me soltar. - Yangyang... - Me olhou.

- Que se foda também. - Segurou minha cintura e meteu mais forte.

- Isso! - Arqueei as costas. - Ahh...

- Gostosa. - Mordeu o lábio inferior e aumentou o ritmo das estocadas. - Hm... Ahh... Porra... - Um tapa estalado foi desferido em minha coxa.

- Ahh... Caralho... - Revirei os olhos de prazer.

O barulho dos nossos corpos se chocando, os nossos gemidos, os tapas... Tudo contribuía para o aumento do nosso prazer.

- Ahh... Kiara... - A cama batia contra a parede e nós já estávamos suando.

- Eu... Ahh... Vou... Vou... Hm... - Antes que eu pudesse chegar ao ápice, o maior saiu de dentro de mim e me virou, me colocando de quatro.

Me penetrou novamente e segurou minha cintura, gemendo palavras desconexas.

- Vem, gatinha. - Bateu na minha bunda. - Ahh...

- Yangyang! Ahh! Eu... - Meu corpo tremeu.

- Ahh! Kiara! - Gozamos juntos.

O Liu deu mais algumas estocadas e caímos na cama; suados, ofegantes e com um sorriso enorme.

Ele saiu de dentro de mim e me abraçou.

- Nossa... - Deitei a cabeça em seu peito.

- Você foi incrível. - Sorriu.

- Eu amei cada minuto. - Tirou a gravata dos meus pulsos. - Sempre quis que me amarrasse com ela. - Riu soprado.

- Realizei sua fantasia estranha?

- Ela não é estranha! Só é... Diferente. - Beijou o topo da minha cabeça. - E a culpa é toda sua.

- Minha?

- Ficava mexendo nela, me olhando e... Ah, você sabe.

- Sensualizei bem?

- Total. - Nos olhamos. - Me deixou totalmente vulnerável. - Me beijou.

- Bom saber. - Sorriu.

- Está com fome?

- Eu acabei de comer e estava uma delícia. - Dei um tapa em seu braço. - Ai! - Riu.

- Ridículo. - Me sentei. - 'To falando sério.

- Estou e com muita.

- Então vamos comer.

- Vamos. - Nos levantamos.

Vi sua blusa no chão e aproveitei que ele estava de costas para vestir. Como Yangyang era bem maior que eu, ficou parecendo um vestido.

Quando se virou, já com sua calça, me olhou dos pés a cabeça.

- Você é tão cheiroso. - Me puxou.

- Ficou uma graça. - Encostou nossos narizes. - Fofa. - Me deu um selinho.

- Perdeu a blusa, sabe disso não sabe?

- É... Fazer o que. - Sorriu. - Contanto que eu possa roubar as tuas calcinhas. - Pisquei algumas vezes.

- Vai vestir as minhas calcinhas? - Revirou os olhos. - Ui, que sexy.

- Idiota. - Me deu um peteleco na testa. - 'Pra eu dormir sentindo seu cheiro.

- Depois eu que sou estranha. - Fiquei na ponta dos pés. - Mas pode pegar, assim sempre vou estar contigo. - Sorriu e eu dei um selinho nele.

- Você é cheirosa em todas partes, sabia? - Segurou meu rosto.

- Digo o mesmo. - Outro selinho. - Vamos. - Segurei sua mão e o puxei para o andar de baixo, indo para a cozinha. - O que quer comer?

- Hm... O que sugere?

- Que tal eu fazer uma torta?

- Perfeito. - Me abraçou. - Só não vou te ajudar porque não sei cozinhar. - Fez bico.

- Não tem problema. - O beijei.

Comecei a fazer a torta, sentindo Yangyang me olhar a todo momento.

Fiquei até constrangida, confesso.

Depois de um tempo, fui prensada na pia.

- Ei...

- O que? - Colocou o queixo em meu ombro.

- Você... Não sente mais nada por Kevin, não é? - O olhei.

- Não sinto nada por ele há um tempo. - Suspirei.

- Certeza? - Assenti. - Mesmo? - Me virei.

- Yangyang, eu não sinto absolutamente nada por Kevin, ok? - Segurei seu rosto. - Acabou, ele é passado. - Suspirou.

- E por mim? - Levantei a sombracelha. - Você me ama? - Olhou em meus olhos.

- Agora eu sei que sim. - Mordi o lábio inferior. - Pensei que era apenas uma atração... Mas... Não foi, o que eu senti foi amor.

- Será que... É muito... Cedo... 'Pra te pedir 'pra ficar comigo?

- Não sei. - Respirei fundo. - Mas não ligo.

- Então... Kiara... - Meu coração acelerou. - Namora comigo?

Olhei para Yangyang, sentindo meu coração acelerar e borboletas no meu estômago.

Me sinto como uma adolescente de quatorze anos apaixonada pela primeira vez.

E... Eu até gosto.

- Sim. - Pulei em seus braços. - É claro que sim! - Me envolveu em seus braços.

- Finalmente você é minha... - Fechei os olhos.

Pois é... As vezes erramos no começo para acertar no final...

Palavras de Liu Yangyang, não minhas.

Quem diria que algumas frases de duplo sentido, olhares maliciosos e algumas mão bobas resultaria nisso?

Não esperava...

Mas estou amando.

Ah, e só mais uma coisa...

NÃO TRAIAM, OK?

Eu errei e fui burra, não cometam a mesa idiotice, 'tá?

Se gosta de outro alguém, termine e fique com quem realmente gosta.

-Fim-


Notas Finais


Vai ter final boiola SIIIIM.

Vocês que lutem.

Desculpa qualquer erro aí família linda.

ENFIM.

Agora sim tá completo hehehehe.

XAUZINHO 💓
Beijo na bunda e um cheiro no cangote de cada um.
❤❤❤❤


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