História Breaking The Routine - Capítulo 12


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Categorias Yuri!!! on Ice
Personagens Isabella Yang, Jean-Jacques Leroy, Mila Babicheva, Nikolai Plisetsky, Otabek Altin, Victor Nikiforov, Yakov Feltsman, Yuri Katsuki, Yuri Plisetsky
Tags Alpha, Angst, Beta, Guerra, Mpreg, Ômega, Omegaverse, Otabek, Otayuri, Otayurio, Yurio
Visualizações 64
Palavras 2.724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Fluffy, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá pessoinhas lindas do meu coração, hoje vim trazer um capítulo mais de boas comparado ao da semana passada, desculpa hshshs
Bom, como sempre, se virem algum erro ou coisa do tipo, me gritem por mensagem e tal que venho arrumar, ou bom, dá um pulo por cima do errinho e continue como se nada tivesse acontecido hihi
Boa leitura a todos <3

Capítulo 12 - As Intermináveis Lágrimas


POV Yuri

 

Ouvir aquele barulho, aquele coração batendo, saber que aquilo estava dentro de mim, crescendo e sobrevivendo... Aquilo mudou de uma hora para outra meus pensamentos, aqueles de acabar tudo isso. Como é que eu acabaria com uma vida, mesmo em estágio inicial, depois de ouvir seu coração bater tão forte assim. Eu não poderia fazer isso. Aperto a mão de Otabek o mais forte possível. Ele era o que me mostrava que tudo aquilo era real.

- B-beka? - Digo entre o choro e o soluço, virando a cabeça em direção ao moreno, fitando-o. Ele parecia ainda paralisado. Yuuri se afasta de nós dois, indo ligar as luzes e desligando o aparelho em seguida e indo para sua escrivaninha. - Beka, tá tudo bem?

- Eu... eu... - Otabek parece não encontrar as palavras certas. Sento-me, tentando ficar mais perto do moreno. Eu não consigo entender o que está passando por ele. Está um emaranhado de sentimentos e emoções, felicidade, mas ao mesmo tempo tristeza, dúvida, medo, surpresa... arrependimento...

Ele se sente arrependido? Com o que? Comigo? Com ele? Com toda a situação? O QUE?! O QUE HÁ COM VOCÊ, OTABEK?

De repente, então, vejo suas lágrimas escorrerem por seu rosto sem controle algum. Seus olhos estão desfocados, estão sobre mim, mas ele parece não me ver, realmente.

- OTABEK, ESTÁ ME OUVINDO? - Grito, balançando seus braços desesperadamente, desconcentrando Yuuri, que se vira na cadeira, olhando nós dois. - Tá tudo bem? Por que está chorando? - Finco meu cenho, juntando minhas sobrancelhas. Por favor, me diga o que está acontecendo! Por favor, apenas diga algo!

- Eu... - Decido então me levantar, abraçando-o o mais forte que consigo com ele ainda sentado na cadeira.

- O que foi? - Me afasto minimamente, para conseguir fitar seus olhos, tentar entendê-lo. - Eu nem tô conseguindo identificar o que você está sentindo, Beka, você está uma confusão. O que aconteceu? -  Por favor, me diga!

- Me desculpa, Yura. - Ele diz quase sussurrando, beijando minha mão, levantando da cadeira e saindo da sala de Yuuri.

- Beka? - Arregalo os olhos, tentando segui-lo, quando ele bate fortemente a porta, fazendo um estrondo. Caio de joelhos no chão, chorando desesperadamente. Por que você está indo embora? Por que está me deixando aqui? Eu não consigo entender.

- Yuri! - O asiático me levanta por debaixo dos meus braços, carregando-me de volta a maca. - Está tudo bem?

- POR QUE NÃO FEZ NADA?! VOCÊ PODIA TER IMPEDIDO ELE! DELE TER IDO EMBORA!

- E-ele não vai, ele não pode deixá-lo aqui!

- MAS ADIVINHA, ELE FEZ! ELE ME DEIXOU AQUI!

- Nós vamos descobrir para onde ele foi, espera um pouquinho. Fique aqui. - Yuuri sai, indo para sei lá onde.

 

- Desculpa a demora, fui pegar as filmagens do corredor/elevador no computador da recepção do consultório. Ele foi para a cobertura, mas não vi nenhuma gravação dele descendo. Vamos lá. - Yuuri pega meu braço, tentando me levantar. - O que foi? Não quer ir atrás dele?

- E-e... e se ele não quiser me ver?

- Vamos descobrir quando for falar com ele. - Yuuri consegue finalmente me tirar da maca, arrastando-me para fora da sala e do consultório, empurrando-me para o elevador, apertando o botão para o último andar, a famosa cobertura, onde comporta um lindo restaurante com vista para a cidade de St. Petersburgo.

 

- Lá está ele. - Yuuri aponta para o moreno, que se mantém virado de costas para o elevador, olhando, provavelmente para algum canto da cidade. Quanto mais me aproximo, mais eu sinto todos os seus sentimentos juntos e misturados de forma quase homogênea. - Vá lá conversar com ele.

- M-mas e se ele não quiser conversar comigo? - Yuuri continua me arrastando até quase me derrubar no moreno. - Mas que cara... - Quase gritando com o asiático, chamo a atenção de Otabek, fazendo-o virar para mim, assustado.

- Yura? Como me achou? - Sua voz estava embargada, sufocada com as suas lágrimas que teimavam em continuar escorrendo por seu rosto.

- Boa sorte pros dois. - Yuuri diz e se afasta, deixando-me a sós com o moreno.

- Er... - Não sei realmente como começar essa conversa. Levanto minha cabeça, suspirando profundamente e então sentando-me ao lado do moreno.

- Tá tudo bem? - Ele parece perguntar timidamente.

- Quem tem que perguntar isso sou eu. Não fui eu que saí correndo pra chorar. - Faço Otabek sorrir minimamente. Para falar a verdade, eu fui o primeiro a correr por aí, chorando. Mas isso não vem ao caso.

- Eu... eu ainda não sei como começar essa conversa... Eu não consigo encontrar as palavras certas para falar o que tenho para dizer para você. - Ele se apoia seus braços em suas pernas, abaixando a cabeça.

- Então não tente procurá-las, apenas diga o que está acontecendo! Beka, o que acha que senti quando vi você sair correndo, sem responder nada, sem reação alguma? Eu estava quase entrando em pânico! 

- Me desculpa por ter que fazer você passar por isso. - Ele se levanta minimamente, depositando sua mão esquerda em minha coxa direita, subindo e descendo a mão lentamente. - Eu... eu fiquei paralisado quando ouvi aquilo, nossa... sabe o que era uma explosão de felicidade cair sobre você de uma vez? Tinha sido o melhor som que havia ouvido na minha vida. Melhor do qualquer música que eu tenha escutado alguma vez... - Essas palavras me pegam em cheio, deixando-me estupefato, paralisado. - Eu pensava em quão feliz eu estava ao ver aquela pequena coisinha já viva, batalhando. Mas então eu me lembrei da conversa de mais cedo...

- O-o que? Que conversa? O que está dizendo?

- Eu fiquei me perguntando: E se você não quiser isso? Nada disso? Como é que eu ficaria? Eu não poderia simplesmente obrigá-lo a ter esse filho! E então, diante a todos esses pensamentos, eu fugi. Eu estava tão confuso, eu não sabia o que fazer! Por favor, me perdoa por ter saído correndo.

- Beka, entenda: Estamos juntos nisso, não é? Não é isso que disse pra mim? Que me apoiaria? Então saiba de uma coisa, eu também estou aqui pra te apoiar. Eu sei que se eu quiser tirá-lo, eu posso e vou, porque isso é uma decisão minha... mas depois que ouvi... depois que ouvi o seu coração, eu pensei: Como é que eu poderia fazer uma coisa dessas com ele? Quão mal eu ficaria? Eu não poderia continuar com aqueles pensamentos. - Abaixo minha cabeça colocando minha mão sobre a do moreno que se matinha sobre minha coxa, entrelaçando nossos dedos. 

- E-então irá mantê-lo? Está pensando em continuar? - Otabek vira a cabeça, fitando-me com seus olhos escuros.

- Eu... eu estou pensando em continuar. - Sorrio para o moreno, que quase pula em mim, abraçando-me fortemente.

- Obrigado Yuri. Obrigado! - Sinto as lágrimas de Otabek molhar o tecido de minha camiseta, fazendo-me chorar junto a ele. A sua felicidade era tanta, que caía sobre mim, atingia-me, era tão forte. - Eu... - Otabek nos afasta, sorrindo para mim.

- Cala boca e continua me abraçando, seu bobo. - Digo sorrindo com as lágrimas escorrendo ainda por meu rosto, ele sorri e se aproxima, juntando nossos lábios, deixando-me surpreso de início, mas continuando o ósculo calmo e lento, colocando minhas mãos em sua nuca, raspando minhas unhas onde seu cabelo raspado começava a nascer, deixando uma sensação diferente na pontas de meus dedos. Sinto o cheiro de maresia invadir meus sentidos, deixando-me extremamente relaxado, como se apenas uma carícia me pusesse pra dormir.

- Melhor que o abraço? - Otabek nos separa, sorrindo e colocando meu cabelo atrás de minha orelha.

- Com toda a certeza. - Respondo, entrelaçando nossas mãos. - Vamos descer, ainda não disse a Yuuri que meu avô convidou ele para almoçar lá em casa.

- Então vamos, está ficando tarde. - O moreno se levanta, puxando-me em seguida do banco, guiando nossos passos. Chegando perto do elevador para voltarmos ao consultório, Otabek para de repente, fazendo algo com o arbusto ao lado, deixando-me confuso. Então ele se vira para mim, fitando-me. - Uma flor bonita para adornar uma pessoa mais bonita ainda. - Ele sorri colocando uma flor amarela clara com uma pinta marrom em cada uma das três pétalas, fazendo-me corar com sua ação e suas palavras.

- Você, para. Ouviu? - Bato em seu braço de leve, fazendo-o rir.

 

-~-

 

- Então está tudo resolvido? Do que aconteceu? - Yuuri pergunta, saindo de trás do balcão da recepção do consultório.

- Sim, acho que esclarecemos tudo um para o outro. - Sorrio, olhando para Otabek, que me olha de volta.

- Que bom. Fico felizes por vocês.

- Ah, o vô disse pra ir lá almoçar em casa hoje, terá pirozhki de katsudon.

- Nossa, eu adoraria ir, mas infelizmente não dá. Peça desculpa a ele. Eu tenho alguns pacientes para hoje ainda. Mas assim que eu estiver livre no final do dia eu irei lá, então guarde algum para mim. - Yuuri comenta, fazendo o loiro rir.

- Do jeito que estou, não vou deixar nenhum nem pro Otabek.

- Nossa, será tão mau assim com ele? Otabek nem provou e você nem quer deixar pra ele?

- Sim, sou mau. - Suspiro, abaixando meus ombros que ainda se mantinham um pouco tensos devido a tudo que acontecera. - Já vamos, senão o vovô vai começar a ligar a cada 5 minutos.

- Está bem, vão com cuidado e juízo, crianças. - Diz Yuuri, fazendo-me rir.

 

- Vocês sempre foram assim? Bem amigos? - Otabek pergunta, ao entrarmos no elevador. Aperto o botão para irmos para o térreo.

- Bom... de início foi meio difícil, tudo que estava acontecendo era muita novidade e era demais para minha cabeça, mas tudo foi se ajeitando, eu fui lidando melhor com tudo, aceitando àquilo que acontecia comigo.

- Aquilo o quê? - Otabek pergunta.

- Todas as reações do meu corpo. Era difícil lidar no início, principalmente os dias que antecediam os cios. Ei, posso subir nas suas costas?

- Tudo bem, vem. - Pulo nas costas do moreno, entrelaçando minhas pernas sobre seu tronco, enquanto suas mãos se mantinham apertando minhas coxa, não me deixando cair. - Enfim, continuando a conversa. Por que eram difíceis esses dias?

- Era tudo uma merda. Eu me sentia mais irritado do que fico normalmente, dores de cabeça, no corpo... - Encosto minha cabeça na sua.

- Tipo uma TPM? - Otabek me interrompe.

- Sei lá. Enfim, mas esses sintomas não eram os piores, tinha um que puta que pariu.

- Qual?

- O que eu sentia queimar minha pele. Tudo que eu tocava era como se minha pele entrasse em combustão, como se eu tivesse derramado óleo quente sobre ela, arde tanto. Mas essa sensação fica indo e voltando. Ela começa do nada e então para, como se nunca tivesse existido. Yuuri fala que isso se chama ondas de calor antes do cio.

- E o cio, como ele é?

- Bom, isso eu já não posso lhe dizer.

- Por que? Algum segredo de Ômega? - Otabek pergunta, fazendo-me rir.

- Não. Eu só não fico acordado quando tenho um. Eu fico dopado por três a cinco dias, sendo alimentado por sonda e coisa do tipo. Por que eu não tenho controle nenhum sobre meu corpo, é como se eu me dividisse em dois, o eu normal e o eu Ômega, dominado por instintos e pela química. É como se eu apagasse.

- Igual quando aconteceu passou o cio comigo?

- É, exatamente, eu não me lembrava de nada quando acordei. Parecia que eu só tinha passado algumas horas em sua casa e só. Não três dias inteiros!

- Eu também não me lembro de nada.

- Instintos e química, como eu disse.

- O que quer dizer?

- Bom, Yuuri disse que quando o ômega entra no cio, ele é dominado por duas coisas: instinto e química. Um instinto animal, que é procriar, assim dizendo. E química, que é o que há em nossos corpos para sermos Alpha e Ômega.

- Ser Alpha e Ômega não passa de química?

- Bom, no tempo da guerra, eles fizeram os Alphas para serem imbatíveis, e os ômegas para continuar com a existência dos Alphas, porque era caro fazer aquelas inseminações e pegar os genes dos animais, muitos morriam na processo, e eles tinham que ser cautelosos. Depois de mexerem tanto nos códigos genéticos, eu não sei como, não me pergunte porque não saberei explicar, Yuuri não me falou muito sobre essa parte, mas alguns meninos começaram a nascer com sistemas reprodutores femininos, fazendo-os capazes de conceber, mas tudo também era manipulado pelos cientistas, assim como as inseminações para a criação dos Alphas e Ômegas.

- Wow, que loucura. Eu não sei se conseguirei reter tanta informação em tão pouco tempo. - Otabek diz, fazendo-me rir.

- Tudo bem, se tiver alguma dúvida, só me perguntar novamente. Se eu não souber, o Yuuri sabe. E bom, chegamos. Nossa, como sabe onde era minha casa? Eu nem te guiei ou coisa do tipo.

- Eu decoro fácil caminhos.

- Tu é foda, Otabek. - Pulo para o chão, dando batidinhas no ombro do moreno. - Obrigado por me carregar.

- De nada. - Ele sorri para mim. - Vamos entrar?

- Vamos.

 

-~-

 

- E então, conversou o que tinha pra conversar com Yuuri? - Meu avô pergunta, enquanto coloco os pratos sobre a mesa, organizando tudo para comermos enquanto Otabek brincava com Potya, fazendo-me sorrir e meu avô tirava a segunda fornada de pirozhki de katsudon, colocando dentro de um cesto de palha entalhado e deixando sobre a mesa quase arrumada.

- Sim, acho que ele tirou todas as dúvidas que eu tinha.

- Que bom, Yuratchka. Bom, vamos comer.

- Beka, vá lavar a mão. - Sussurro ao moreno, que coloca Potya no chão e assente com a cabeça, indo em direção ao banheiro.

- Tem certeza que vocês não estão namorando, ficando? - Meu avô pergunta enquanto me sento na cadeira, deixando-me um pouco corado.

- Vô, como eu disse, a nossa relação começou meio estranha, sabe... meio que voltamos a nos ver faz três dias.

- Parece que já se conhecem e convivem há muito mais tempo. Vocês parecem bem felizes enquanto conversam.

- É porque não viu o tanto que já chorei esses dias.

- Está tudo bem? Algum problema com ele? A faculdade?

- Problemas da vida mesmo, vovô. Mas está tudo bem, eu vou passar por cima deles.

- É assim que se diz. - Diz meu avô sorrindo e colocando alguns pirozhkis em seu prato. - Espero que goste da comida que fiz, Otabek.

Vejo o moreno sorrir, sentando-se na cadeira ao meu lado.

- Aposto que está deliciosa.  

 

-~-

 

- E então é isso? Vai me deixar novamente sozinho, Yuratchka? - Diz meu avô, abraçando-me fortemente na porta de entrada da casa, enquanto Otabek parte para a garagem, pegando sua moto guardada.

- Vovô, semana que vem eu estarei aqui. É claro, se eu não tirar nota abaixo da média. - Digo fazendo meu avô rir.

- Você vai conseguir, tenho certeza, meu pequeno. - Meu avô beija o topo de minha cabeça, passando as mãos em meus cabelos. - Não se esqueça da camisinha quando for fazer, está bem? - Meu avô sussurra em meu ouvido, fazendo-me corar enquanto ele começa a rir. Otabek se aproxima, trazendo consigo os dois capacetes na mão.

- Vou tentar me lembrar da próxima vez. - Sussurro ao meu avô, deixando ele surpreso. Ele sabe que não há segredos entre nós. Menos sobre a gravidez, isso eu ainda não posso contar a ele.

- Eu não acredito, Yuri Plisetsky. - Meu avô diz, colocando as mãos na cintura enquanto coloco o capacete preto em minha cabeça e rio. - Juízo, ouviu? Vocês dois.

- Claro, vovô. - Sorrio, indo em direção à moto, subindo após Otabek e acenando para o meu avô, que retribui a ação. - Volto semana que vem! - Grito e Otabek dá a partida na moto, partindo da rua para de volta ao campus.


Notas Finais


E então, o que acharam? Deixem suas impressões nos comentários, muito obrigada por lerem <3


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