História Breeze of Destiny - Capítulo 1


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Categorias League Of Legends (LOL)
Personagens Janna, Yasuo
Visualizações 39
Palavras 1.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Harem, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom, não sei exatamente o que devo colocar, mas admito estar bem animadinha para escrever sobre isso, ainda mais com minha querida e maravilhosa main, Janna.

Espero que gostem da minha escrita, irei revisar os capítulo antes de postar, mas algum erro pode passar despercebido, em situações assim, peço que me alertem.

Obrigada por ler, tenham uma boa leitura! 🌸

Capítulo 1 - I


Yasuo olhava ao redor. Templos desmoronando, casas destruídas e incendiadas, sobreviventes feridos fugindo e corpos de mortos espalhados por toda a terra e gramado de Ionia, um local calmo e sereno acabou se tornando um completo campo de guerra, mas não podiam perder as forças, ainda tinham de lutar pelo bem de sua nação. Ninjas atacavam noxianos nessa guerra inacabável. Mas havia um templo que ainda estava de pé, uma segredo e um dos mais poderosos mestres estavam guardados lá, eles eram um tesouro que Ionia não poderia deixar cair nas mãos de Noxus. Ele era fortemente vigiado por um dos mais habilidosos de Ionia, aquele que dominara a arte elementar, Yasuo. 

Ele sabia que não deveria abandonar seu posto e continuar cuidando do monge, seu mestre, mas ele não aguentava mais ficar olhando os ionianos perdendo sua vida, noxianos acabando com seu país, sua nação. Yasuo não suportava mais tal posição e então, em um movimento impulsivo e totalmente mal pensando o ninja vai para cima dos noxianos acabando com a maioria dos integrantes de seu exército, ao fim da tarde, os noxianos daquele batalhão já estavam esgotados e a maioria mortos pela espada sagrada ioniana, a Katana, arma pertencente à Yasuo. 

Assim que o mesmo voltou para seu posto, não pôde deixar de arregalar os olhos e por a mão em seu coração, uma forte dor emocional invadiu seu espírito quando viu seu mestre caído no chão morto, morto por uma espada que atingiu seu coração vorazmente. O tesouro não estava mais ali, enquanto um estava morto o outro estava nas mãos de Noxus que usariam isso com certeza ao seu favor.

Ele foi descuidado. 

Logo, os ionianos sobreviventes se aproximaram do templo acusando-o de tração, disseram coisas horríveis para Yasuo, lhe humilharam, lhe trataram como lixo, como um desonrado, logo ele aquele que fez de tudo para salvar os pertencentes de sua nação, aqueles para quem ele era leal e fiel o mesmo seria capaz de dar sua vida por Ionianos caso fosse necessário.

Foi banido do país, e se retornasse seria morto sem dó nem piedade, ele estava sem rumo e a única coisa que queria naquele momento era o sabor da vingança aquele que ousou matar seu mestre e causou sua expulsão sofreria mil vezes em suas mãos assim que o mesmo o encontrasse, enquanto isso, Yasuo partiu indo de nação em nação atrás de alguma pista, uma pista que lhe levaria ao verdadeiro assassino. 

[...]

POV's Yasuo 

Já faz um mês desde o ocorrido em Ionia, desde o dia em que fui julgado como o assassino de meu próprio mestre, acabei matando muitos ionianos que vinham a minha procura tentando me eliminar. Infelizmente, um deles foi meu irmão, por mais que eu lhe amasse, ainda não poderia morrer, não antes de finalmente conseguir minha vingança. Ainda me culpo pela morte de ambos, eu fui o responsável pela morte daqueles que mais amei na minha vida, meu irmão e meu mestre, ambos caídos manchados de sangue em minha frente, os dois por motivos diferentes, porém por erros meus.

Neste momento estou a caminho de Zaun, lá tenho certeza que conseguirei achar pistas sobre o suposto assassino, ouvi dizer que ele foi exilado de Noxus, então acabou ficando bem mais complicado de acha-lo. Suponho que assim que eu chegar em Zaun já conseguirei o que quero facilmente, as notícias e fofocas passam facilmente pelo local. 

[...]

Após mais algumas horas de caminhada e umas duas paradas para recompor minhas forças, finalmente cheguei a Piltover, agora só tinha que arrumar um jeito de descer, já que a "cidade do progresso" foi construída por cima da toxidade de Zaun. Admito nunca ter passado por ambas antes, mas ouvi rumores de que há elevadores em uma área específica de Piltover onde tem elevadores que nos descem até Zaun e é para essa área que eu irei. 

Assim que coloquei os pés na entrada de Piltover já pude ouvir o barulho movimentado de carros andando de um lado para o outro, pessoas conversando e caminhando rapidamente para irem aos seus afazeres e principalmente fábricas produzindo seus produtos, nunca ouvi um local tão movimentado e em total sincronia antes, é isso que faz de Piltover a cidade do progresso, a cidade mais desenvolvida de Runeterra, ela era totalmente idêntica aos rumores que já houvi de ionianos e li em livros de geografia de vez em quando. 

Rapidamente comecei a andar pela cidade movimentada, eu era recebido por bastantes olhares de piltovenses que passavam por mim, talvez seja pelas roupas ou até mesmo a espada, ainda consigo ter um pouco de confiança que seja pelo cabelo, mas de qualquer forma, era evidente que eu não pertencia a esse lugar. Continuei caminhando, mas nada dos elevadores, algum tempo depois fui jogado contra a parede e abordado por duas mulheres, ambas muito belas por sinal. Uma de cabelos curtos, cor-de-rosa com manoplas enormes em suas mãos, ela parecia ser bem energética, a outra tinha longos cabelos castanhos, usava um chapéu e um vestido roxeado, ela usava uma roupa diferente de todas que já vi antes, ela tinha uma essência brilhante esverdeada, era encantadora. 

– Nunca o vi pelas ruas de Piltover! Se apresente. – Ordena a de cabelos castanhos. 

– Sou Yasuo, vim de Ionia. – Digo calmamente, ainda com as mãos para cima. 

– O que veio fazer aqui? – Pergunta. 

– Apenas de passagem, estou à caminho de Zaun. – Ela parecia supresa e olhou para a de cabelos rosados. 

A de cabelos rosados diz algo em seu ouvido, a mesma para de apontar sua arma para minha cabeça e me dá a ordem para poder abaixar as mãos. 

– Te levaremos até os elevadores. – Diz a rosada. – Mas não arrume problemas por lá. – Fala em um tom ameaçador. 

Apenas acenti e as duas começaram a andar, a rosada fez um sinal para que eu lhes acompanhasse e assim fiz. Mais uma meia hora de caminhada e finalmente chegamos a um local onde havia seis elevadores um do lado do outro, era possível sentir a mudança do ar apenas de chegar perto dos elevadores. 

– Sente esse ar? – Pergunta a morena. – Se ficar muito tempo lá embaixo, vai ser morto pelo mesmo. – Engulo seco. 

– Não sei o que sabe sobre Zaun, mas tome bastante cuidado... E não machuque ninguém. – Diz a rosada preocupada. – Eles não sabem mais o que fazem, apenas querem sobreviver. 

– Evitarei conflitos, obrigado. – Agradeço entrando em um elevador. 

– Disponha. – Diz a rosada e a morena puxa uma das alavancas. 

O elevador começa a descer, a mudança dos ares era evidente, em alguns locais era possível ver a mudança de cor do oxigênio, eu conseguia enxergar a própria brisa. Continuei meu caminho até que achasse algo ou alguém em que poderia conseguir informações, a cada esquina que virava podia ver casas caindo aos pedaços, doentes pelas ruas e crianças com as roupas esfarrapadas e magras brincando ou procurando comida pelas ruas. Foi uma das piores visões que vi em minha vida, só não ultrapassa aquele maldito dia de guerra... Eu era encarado por muitos, acredito que seria expulso caso estivesse com roupas típicas da cidade acima, mas como ainda utilizava as vestes de Ionia, os zaunitas não pareceram se preocupar muito com minha presença. 

Acabei achando uma enorme contrução. Haviam crianças brincando em sua porta, elas pareciam ter uma vida melhor do que as outras que encontrava por aí, mas mesmo assim, não levavam uma vida saudável. Adentrei a construção e me encontrei com uma senhora idosa, de aparentemente noventa anos - ou mais - de idade, ela estava sentada em uma cadeira que balançava para frente e para trás. A senhora parecia aguardar alguém importante para ela já que olhava para a porta incessantemente. 

– Com licença... – Minha voz saiu rouca. 

– Sim? – Diz com um pouco de dificuldade. – Precisa de algo?

 – Desculpe incomodar, mas... Sabe algo sobre o "exilado de Noxus"? – Pergunto. 

– Como essa pobre velha irá se importar com Noxus? – Era um fato. 

– Realmente, desculpe por qualquer coisa. – Me viro para sair. 

– Mas... – A senhora pronúncia. – Conheço uma pessoa que provavelmente sabe. – Ela sorri parecendo se lembrar de alguém. – Ela já deve estar chegando.

Entro novamente para o "prédio" e me sento ao lado da idosa como ela pede. Eu observava as crianças brincando em frente a contrução, onde já foi um jardim algum dia, eram muitas, até demais para apenas essa senhora cuidar. 

– Curioso? – Ela olha para mim gargalhando. – Não se preocupe não são meus filhos, pelo menos não de sangue. 

– Entendo... Então isso aqui por acaso seria um... Orfanato? – Pronuncio. 

– Você é bem inteligente. – Fico um pouco sem graça. – Essas crianças não tem pai, e nem mãe, muito menos uma família, elas não tem para onde ir entende? Me sinto na obrigação de cuidar delas. – Ela olha para as crianças. 

– Você deve ser uma moça forte. – Digo. 

– Ora não diga como se eu fosse nova! Não tenho mais vinte anos para ser chamada de moça, sou uma velha fraca que cuida de crianças, embora fosse bem sapeca quendo estive na flor da idade. – Ela gargalha de seu próprio comentário. 

Acabo não aguentando e dou uma pequena risada, fazendo a "velha" sorrir em minha direção. Ouço as crianças gritarem do lado de fora e dirijo rapidamente meu olhar para elas, as mesmas abraçavam uma mulher, não conseguia ver direito ela por estar agaxada parecendo dar algo à cada uma delas. A moça logo se levanta e vem em direção às porta, a velhinha se levantou e foi atendê-la, acabei por me levantar também. Ela era realmente linda, ou melhor, maravilhosa! 

Seu corpo era exuberante. Ela usava roupas bem extravagantes, um shorte minúsculo - bem pequeno mesmo - que dava visão de suas grossas e torneadas coxas, juntamente com uma espécie de sutiã que mostrava sua cintura fina, seu corpo era maravilhoso, tinha seios fartos que chamavam bastante atenção, além das belíssimas curvas sua pele não tinha defeito algum, sendo mais do que divinos. Achei meio entrando a garota por ela ter orelhas pontudas como as de um elfo, além disso, ela não encostava seu pés no chão, flutuava. Tinha cabelos idênticos  algodão doce, em uma cor loira que prefiro chamar de dourado, eles voavam sobre o ar. Após abraçar a velha ela olhou para mim, e pela primeira vez estive no paraíso. Eles eram azuis como o céu, totalmente hipnotizantes eu estava literalmente atraído por ela, cem por cento encantado por tamanha beleza e perfeição. 

– Quem é ele? – Ela pergunta olhando para mim, me fazendo sair do transe. 

– É apenas um jovem buscando informações, achei que solbesse de algo então pedi para ele esperar sua chegada. – Diz a velha voltando a se sentar com a ajuda da loira. 

– Você é ingênua demais, mãe. – Ela disse rindo baixinho. – E então, do que precisa? – Ela pergunta para mim. 

– Tem alguma informação de Noxus? Em especial sobre um exilado? – Vou direto ao ponto, ela parecia supresa. 

– Bom... O que eu sei não é muito. – Fala. 

– Apenas uma informação por mais simples que seja jáa será útil. – Imploro. 

Ela se senta e eu me senti novamente, desta vez, de frente à loira. 

– Estive sabendo que-- – Ela é interrompida. 

Um barulho alto ecoa em nossos ouvidos, ele veio especialmente do lado de fora do orfanato, as crianças começaram a gritar eu e a loira nos levantamos rapidamente e fomos para fora. Quando coloquei meus pés no lado de fora do orfanato não deixei de ficar surpreso com o que estava a minha frente. Uma bomba havia sido explodida próxima ao local. 





Notas Finais


Sem comentários! Acho que me empolguei um pouco, mas não se preocupem, os próximos capítulos serão bem maiores!


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