História Briget Evans - Novos desafios (Livro 3) - Capítulo 19


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Amizade, Amor, Colégio, Internato, Jovem, Literatura, Musica, One Direction, Romance
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Palavras 2.805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Literatura Feminina, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eis o último capítulo de hoje. Pelo o que vocês leram no capítulo anterior a Lola aprontou e alguém pagou o preço. Quem pagou esse preço? Leiam e descubram, meus amores. Mas não queiram me matar, tudo estava planejado desde o início para ser assim, espero que gostem.

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Capítulo 19 - Capítulo 18 - Minha felicidade tem prazo de validade


Fanfic / Fanfiction Briget Evans - Novos desafios (Livro 3) - Capítulo 19 - Capítulo 18 - Minha felicidade tem prazo de validade

 

Andy Aflorark

Saí da sala de biologia irritada. Eu não tinha entendido uma só palavra do que o professor tinha dito em uma hora de aula. Eu ficava tão frustrada com essa matéria, eu nunca a compreendia e sempre tinha que me matar de estudar para tirar uma nota boa. E com me matar de estudar é estudar uma semana antes para a prova e estudas todos os dias aquela maldita matéria.

Atravessei o corredor e estava indo para os dormitórios quando um par de braços me prendeu e me levantou no ar. Me assustei a princípio, mas ao ver aquele lindo sorriso nos lábios de James, foi impossível não sorrir de volta e deixar de lado o meu mal humor misturado com frustração por conta da biologia.

—Ei, baby!

—Ei, baby! —O respondi e ele me roubou um beijo.

—Aonde vai? Não vai almoçar? —Questionou ele segurando a minha mão.

—Claro que vou, mas queria dar uma deitada de uns vinte minutos antes do almoço. —Comentei e ele me olhou confuso.

—Por que não deita depois? Aí tem mais tempo. —Concluiu meu namorado.

—Mas aí eu posso acabar deitada a tarde toda e eu não posso ficar deitada a tarde toda. —Eu o respondi enquanto ele me encarava e fingia estar pensativo quanto ao que eu dizia. —Esses vinte minutos são policiáveis, depois do almoço eu posso me perder no tempo. —Ele concordou.

—Pois bem, se a senhorita não se incomodar eu iria amar poder ter a sua companhia durante esses vinte minutos, posso? —Questionou-me ele fazendo cara de gato de botas da Dreamworks. Eu sorri e roubei-lhe um selinho.

—Claro que pode!

Entrelacei meus dedos nos seus e nós seguimos o meu caminho inicial rumo ao meu quarto. Eu abri a porta e enquanto ele me abraçava. Fechamos a porta e as malas ficaram jogadas em qualquer canto.

Senti seus lábios no meu pescoço e suspirei.

—Gosto tanto quando você faz isso... —Comentei e ele sorriu contra a minha pele.

—Ah, é?! —Assenti e fechei os olhos. —Bom saber...

Ele continuou a beijar o meu pescoço e eu encostei minha bunda na sua virilha. Ouvi ele suspirar e ri. Ele me virou e tomou meus lábios em um beijo gostoso e tranquilo. Um beijo... Apaixonado. Eu estava tão feliz!

Encerei o nosso beijo com alguns selinhos e me afastei um pouco de James.

—Eu vou jogar uma água no rosto e vou deitar para descansar. —Alertei-o e ele levantou as mãos.

—Sim, senhora, capitã! —Ele debochou e eu entrei no banheiro.

Afrouxei a minha gravata e abri dois botões da minha camisa que estava por de baixo do meu suéter. Tirei a gravata e a deixei em cima da pia. Abri o registro e joguei um punhado de água morna no meu rosto. Sequei-o e voltei para o quarto.

James estava na sacada.

—Ei... —O chamei e ele se virou-se me encarando. Ele sorriu e eu sorri de volta, mas o meu sorriso sumiu.  James foi encostar-se na no ferro da sacada. Foi encostar-se de costas, mas ele não encostou apenas, ele foi para trás, junto com a grade. —James!

Eu corri até a porta da sacada e só consegui ouvir o barulho do ferro e do corpo atingindo o chão.

Virei-me para a porta e tudo parecia em câmera lenta. Eu corri pelo corredor esbarrando em vários alunos que passavam dos quartos para o refeitório. Corri o máximo que consegui com a minha visão completamente embaçada. Ao chegar no jardim vi que um bolinho de pessoas estavam reunidas em volta dele.

Empurrei todos e me aproximei dele.

Ele estava desacordado. Havia uma poça de sangue em baixo da sua cabeça e parte do seu corpo estava em cima do ferro.

—Não... Não, não... ­—Eu me ajoelhei ao seu lado e fui tocá-lo, mas alguém me impediu. Olhei para cima e vi Kate ao meu lado.

—Não toca, pode piorar qualquer ferimento que seja. ­—Ela alertou-me e eu a abracei desabando em lágrimas.

—James! —Ouvi o grito de Zack e não demorou para que o meu amigo estivesse ao meu lado.

—Eles já vão trazer uma maca. —Alertou Bonnie se colocando no lugar de Kate e me abraçando. Eu não conseguia parar de chorar e tudo o que eu queria era gritar de forma desesperada. —Ele vai ficar bem, Andy. Ele é forte. —Dizia Bonnie, mas as suas palavras de consolo não pareciam tão firmes quanto deveriam.

Não demorou para que os paramédicos do colégio chegassem com uma maca e a diretora.

—Todos para trás! —Ordenou a Srta. Sims.

—Ash, o que vão fazer com ele? —Questionou Ethan enquanto eu me afastava.

—A gente vai levar ele para o hospital mais próximo. —Avisou a diretora com lágrimas nos olhos.

—Eu quero ir junto! —Eu disparei, mas os olhos da Srta. Sims não pareciam muito receptivos com aquilo. —Por favor...

Ela me encarou com dor e tirou do seu bolso uma chave a entregando a Ethan.

—Na ambulância só vai um, a diretora. ­—Ela declarou. —Mas o Sr. Scott tem habilitação já. Sigam a ambulância. Vãos os quatro e a garota.

A Srta. Sims saiu correndo atrás dos paramédicos enquanto eu ainda tentava absorver a situação toda. Eu respirei fundo e reuni tudo o que consegui de forças e encarei Ethan.

Segurei em sua mão e peguei a chave do carro. Will estava mais atrás do Kris e chorava bastante. Eu caminhei até ele e segurei em sua mão.

—Você tem condição de levar a gente? —Questionei observando as lágrimas que escorriam pelo seu rosto. Ele enxugou as lágrimas na manga do seu blazer e pegou a chave, concordando com a cabeça. ­—Então vamos.

Corri com Will, Kris, Ethan e Zack até o carro da diretora no estacionamento dos professores. Will destravou o carro e respirou fundo. Eu sentei atrás com Zack e Kris, enquanto Ethan ocupava o banco do carona.

—Como que isso foi acontecer? —Questionou Will dando partida no motor e engatando a marcha ré.

—Eu não sei... —Sussurrei o respondendo. —Ele encostou na grade e foi tudo para o chão.

Will bateu no volante algumas vezes e acelerou carro para que conseguíssemos ficar logo atrás da ambulância. Eu fui o caminho toda abraçada com Zack e chorando desesperada.

A dor que eu sentia era dilacerante. Eu não podia perdê-lo. Eu nem consegui dizer o quanto eu o amava. Eu não podia ter tanta falta de tempo assim.

***

Cheguei na porta do hospital e entrei no recinto desesperada. A Srta. Sims estava na sala de espera andando de um lado para o outro nos seus saltos finos e parecia bem aflita.

—Ash! —Ethan gritou e aproximou-se da sua irmã mais velha. —Como que ele está? Foi muito sério?

Ashley Sims respirou fundo e segurou na mão do irmão caçula. Eu já pressentia que a notícia ruim vinha. Abracei Zack e afundei meu rosto no seu peito enquanto as lágrimas desciam feito lava do vulcão em erupção.

—Ele precisou de uma cirurgia. Duas na verdade. —Ashley dizia. —Uma na cabeça e uma na coluna.

Eu continuava a chorar desesperada e sem saber o que esperar daquilo. Eu só rezava para que ele sobrevivesse a tudo isso. Ele não podia me deixar, não desse jeito.

—Andy... —A diretora tocou meu ombro e me afastou um pouco de Zack, fazendo com que eu a encarasse. —Eu sei que você está triste, mas eu preciso te perguntar como isso aconteceu? Aquele não era o quarto do James...

—Era o meu quarto. —Declarei entre soluços. — Eu não sei como aconteceu... Eu fui ao banheiro e quando saí ele estava na sacada. Eu o chamei, ele sorriu e ia se encostar no ferro, mas ele caiu.

—Ele se encostou e caiu? —Ashley questionou e eu apenas assenti. Ela concordou e passou a mão pelo meu rosto. —Tudo bem, ele vai ficar bem... —Ela declarou e me puxou para um abraço reconfortante. —Os pais dele estão a caminho já e bem, a cirurgia é demorada.

—A gente não vai sair daqui enquanto ele não sair da cirurgia bem. —Declarou Kris, que estava calado até o momento.

—Eu sei disso já. —Respondeu a Srta. Sims voltando a me encarar. —Eles vão investigar isso e nós vamos descobrir o que foi aconteceu, tudo bem? —Eu assenti.

***

Três horas já e nada de novidades. Will estava deitado entre três cadeiras, Ethan estava sentado no chão. Zack estava sentado do meu lado e tinha seus dedos entrelaçados nos meus. Ashley estava do meu outro lado e Kris andava de um lado para o outro na nossa frente.

As lágrimas já tinham secado, mas os batimentos cardíacos estavam fortes dentro do meu peito. O desespero me dominava e a cada segundo que se passava parecia que alguém chegaria para me dar uma péssima notícia. Eu respirei fundo e me levantei, passando a mão no meu rosto.

—Ashley! —Ouvimos a voz de uma mulher aproximando-se com roupas de quem estaria dentro da sala de operação.

—O que essa mulher está fazendo aqui? —Questionou Ethan levantando-se em um pulo.

­—Sou médica e estou trabalhando. —Respondeu a mulher encarando o meu amigo. Não precisava nem pensar direito para reparar que eles eram parentes, aliás, claramente mãe e filho. —Nós já fechamos a cabeça, acabei de costurar e eles estão terminando a coluna.

—É muito sério? —Questionou Will.

—Olha, eu não deveria dar essas informações a vocês, principalmente se tratando de um menor de idade... —Começou a dizer a doutora, mas Ashley segurou em sua mão como forma de súplica e acredito eu que olhar de todos nós esperávamos boas notícias. —A lesão na cabeça foi pequena. Ele perdeu sangue, mas nada disso deve o afetar. Já a coluna caiu em cima de um ferro... Não precisão agora, vamos ter aguardar a cirurgia acabar, ele acordar, fazer novos exames... Mas...

—Mas o quê? —Questionei desesperada.

—Ele pode perder o movimento das pernas de forma permanente. —Declarou a médica.

***

—Aonde está o meu filho? —A Sra. Linton chegou ao hospital aos berros. —Cadê o James?

Ashley foi quem tomou a frente e foi conversar com a mãe do rapaz. Com toda a tranquilidade que ela conseguiu, a notícia ruim nunca era bem recebida. A Sra. Linton chorava desesperada. A dor daquela mulher deveria ser insuportável. James era o seu único filho e imaginar a vida dele por um fio, deveria ser a pior coisa do mundo.  

—Andy... —Ela aproximou-se de mim e eu a abracei. —Eu soube que vocês estavam juntos...

—Sim, estávamos tão felizes... —A mulher assentiu e voltou a chorar desesperada nos braços do seu marido, que também chorava. —Ele vai ficar bem, ele forte, é saudável... Vai dar tudo certo. —Ela concordou comigo, mas eu já nem sabia se falava aquilo para ela ou para tentar me convencer.

Oito horas de cirurgia e então a médica que falou conosco antes veio em nossa direção. Eu me levantei de pronto.

—Doutora, como ele está? —Questionei e ela me ignorou.

—Vocês são os pais do rapaz? —Ela perguntou a senhora e o senhor Linton, que confirmaram. — A cirurgia foi demorada, mas acabou. Seu filho não corre risco de vida mais. —Todos suspiramos aliviados. —Contudo nós tivemos que colocá-lo em coma induzido.

—O quê? —Will questionou com certa indignação no tom de voz.

—Entendam, ele passou por duas cirurgias de risco, uma na coluna e outra na cabeça. —Dizia a Dra. Sims... Ela era mãe do Ethan? Bom isso não importava agora. — A cirurgia da cabeça foi tranquila e sem riscos, abrimos um buraco pequeno apenas para retirar a pressão que havia feito ali por conta da batida, mas ele respondeu bem durante a cirurgia e não corre risco nenhum por isso. —Ela fez uma pausa e suspirou. —Já a cirurgia da coluna foi mais delicada. Seu filho caiu em cima de um ferro pesado e grosso. Mais alguns poucos centímetros e ele poderia ter morrido, ele está vivo. Está estável e ficará bem, mas pela cirurgia ter tido um risco muito grande e um gasto muito alto do corpo dele, nós precisamos dar um tempo para que o tecido ósseo cicatrize bem e só então, nós o acordarmos. —Declarou a médica que parecia bem experiente no que falava. —Eu sei que vocês devem estar muito nervosos, mas é preciso o coma dele. James, é um rapaz atlético e saudável, a tendência é que tudo corra bem daqui para frente.

—Quanto tempo ele vai ficar em coma? —Questionou Zack me abraçando.

—No mínimo cinco semanas, só então poderemos ver o avanço da cicatrização e acordá-lo. —Informou a médica enquanto voltava a encarar os pais do rapaz. —Mais uma coisa, nós odiamos dar notícias ruins, mas eu preciso que vocês saibam que isso pode ser possível, porque a hora que ele acordar isso pode ser um choque para ele.

—O que, doutora? —Questionou o Sr. Linton nervoso.

—Seu filho pode ter perdido os movimentos da perna. —Declarou a médica e eu só fechei os olhos ouvindo o choro da Sra. Linton ecoar pelo corredor. —Ainda não podemos ter certeza, não sabemos se de fato ele perdeu e se perdeu, talvez o quadro possa se reverter. —Dizia a médica. —Eu só preciso que vocês saibam disso agora, porque quando ele acordar, ele vai precisar muito do apoio de vocês.

A Sra. Linton assentiu e eu voltei a me sentar junto com Zack.

—Os cinco adolescentes, devem voltar ao internato.  —Sugeriu a médica e Ethan a encarou com raiva.

—Eu não vou a lugar nenhum! —Declarou Tyler.

—Edward, chega! —Chamou a médica. —Não há mais o que vocês possam fazer aqui, vocês estão aqui a quase dez horas, vão descansar. Amanhã se quiserem, eu permito uma visita, mas por ora, só os pais entram para passar a noite com ele.

—Ethan, a mamãe tem razão. —Bom, a médica é mesmo mãe de Ethan. —Eu levo vocês, vamos?!

Ashley me estendeu a mão e eu a segurei, caminhando com ela e os garotos até o seu carro. Ethan mais uma vez foi na frente e nós quatro nos apertamos um pouquinho no banco de trás. Eu me encostei em Zack e fui apenas ouvindo o barulho da estrada de volta para o internato.

Nós chegamos de volta ao colégio perto das onze horas da noite. Estava tarde e todos estavam exaustos. Descemos do carro e Ashley nos informou que levaria os alunos para o passeio do fim de semana, mas que nós poderíamos ficar, assim estaríamos mais perto de James.

Entramos no prédio dos dormitórios e a última coisa que eu queria era ir ao meu quarto. As coisas dele ainda estavam lá.

—Eu não quero dormir no meu quarto. —Declarei no meio da escada. —Eu não quero ficar lá sabendo que ele caiu de lá.

Zack suspirou e me puxou para um abraço.

—Vamos falar com a Bonnie?! Você dorme com ela... —Sugeriu o meu amigo e eu assenti.

Nós caminhamos até o quarto da Bonnie, eu, Zack e Will. Kris preferiu ficar sozinho e Ethan foi para o quarto de Kate. Bonn abriu a porta e tinha uma carinha tristonha.

—Eu posso ficar aqui essa noite? —Questionei e minha amiga abriu os braços para mim.

—É claro que pode... —Eu a abracei e me despedi de Zack e Will.  Bonnie fechou a porta e me entregou uma toalha limpa. —Eu vou pegar uma roupa para você no seu quarto, tudo bem? Fica à vontade, toma um banho para tentar relaxar.

Assenti e segui para o banheiro.

Fechei a porta e ouvi a porta principal do quarto sendo fechada. Tirei o meu sueter e em seguida a minha camisa branca, deixando as peças sobre a bancada da pia. Tirei as minhas botas, a saia e a meia calça. Tirei a roupa íntima e entrei de baixo do chuveiro. Deixei que água percorresse cada milímetro do meu corpo e deixei que as lágrimas viessem.

Eu sentia uma dor que nunca achei que fosse capaz de sentir.

"Então isso era amor?", pensei, "É assim que nos sentimos quando quem amamos se machuca?" Ser impotente nesse momento doía demais.

Era como se tudo o que tinha acontecido a pouco fosse a constatação perfeita de que eu não tinha nascido para viver aquele amor. E talvez eu não merecesse mesmo alguém como James ao meu lado.

Fiquei de baixo d'água mais tempo que usual e só saí quando meus dedos estavam enrugados. Me enxuguei com a toalha e voltei para o quarto de Bonnie, encontrando a minha amiga sentada na sua cama, me esperando. Ela me estendeu a minha roupa silenciosamente, eu me vesti e me sentei na sua cama. Ela, com muita paciência e carinho, penteou os meus cabelos e depois os secou com o secador.

Nós deitamos na sua cama e eu fui vencida pela exaustão.


Notas Finais


Eita porra... James está em coma e provavelmente nunca volte a andar. A mãe de Ethan é quem está acompanhando o seu caso e ninguém nem suspeita que Lola tenha armado tudo.

O que vocês acham que vai acontecer?

Próximos capítulos: os amigos de James vão sentir e nos contar o que está passando nas cabeças deles. Kristan vai afogar as mágoas no álcool, Ethan será o mesmo impulsivo de sempre e Will pode precisar de um ombro amigo para passar por essa situação toda.

Eu sei, o momento é triste e inesperado, mas eu juro que tudo isso terá um porquê. Não me matem, mas eu espero que estejam curtindo.

Beijos, SweetDrama


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