1. Spirit Fanfics >
  2. Brilhando na Escuridão >
  3. Capítulo 01

História Brilhando na Escuridão - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Aqui está mais um capítulo entregue com muito amor e carinho para vocês...
Eu realmente espero que vocês gostem, pois eu estou amando trazê-los para vocês

Capítulo 2 - Capítulo 01


Fanfic / Fanfiction Brilhando na Escuridão - Capítulo 2 - Capítulo 01

(Leia esse capitulo enquanto escuta When we were Young – Lost Kings)

Acordo com um leve incômodo no meu pescoço, mais especificamente na nuca, ouço uma voz me chamando e abro os olhos. Minha visão está um pouco embaçada, mas aos poucos vai se adaptando ao que vejo. Me deparo com um garoto ajoelhado na frente da minha cadeira. Pele clara, cabelos castanho-escuros do qual a mecha cai sutilmente sobre o rosto. Olhos heterocrômicos de coloração castanha-escura e azul-cobalto, maxilar delimitado por linhas retas e um sorriso de lábios fechados. Ajeito minha postura na cadeira o encarando melhor.

-  O que que você quer, Michael?? – Encaro o mesmo coçando um pouco o olho direito com a parte de cima do dedo indicador.

- Assim... Eu quero muitas coisas – Ele da um sorriso de lado que me faz revirar os olhos – Mas no momento eu só queria acordar a princesa dorminhoca que já está atrasada para a troca de sala e me fez ficar atrasado também.

- Meu Deus, por que não me chamou logo? – Encaro-o franzindo o celho e o encarando enquanto pego todos os meus livros e soco aleatoriamente dentro da minha mochila, ponho a nas costas e sigo e direção à porta com Michael vindo junto de mim.

- Talvez por que você não queria acordar – Sim, nisso eu concordo, tenho a completa noção de que tenho um sono extremamente pesado. Não notava raiva na sua voz, na verdade ele parecia calmo até demais. Ele corre junto comigo até  a sala de Inglês avançado e ao me deixar na porta, segue para a sua aula. Antes de entrar, eu bato na porta, abro a mesma e falo:

- Com licença, Professor, posso entrar? – Digo ao por o rosto entre a brecha da porta aberta. O mesmo faz um sinal de confirmação. Logo eu entro e tomo meu assento em uma das cadeiras.

As outras duas aulas antes do intervalo foram quase a mesma coisa, levantar, andar até a outra sala, sentar-me em uma das cadeiras, assistir à aula e seguir para outra sala antes que a aula começasse, até que o som do alarme soou indicando que o intervalo começara.

Me encaminho até uma mesa no canto da praça de alimentação onde alguns dos meus amigos me esperam. Pidge acena para mim, seus cabelos castanhos recém cortados à mão para que ficassem caídos sobre os ombros brilham ao sol, óculos redondos, suéter verde escuro de lã sobreposto à uma camisa branca e uma expressão completamente focada em algum trabalho contribuem para a visão de Jovem Gênio que ela sempre teve.

Ao lado dela ajudando-a estava Matthew, um garoto de estatura mediana, cabelos de cor castanha-escura levemente desgrenhados, sua blusa xadrez amarela e preta fica grande em seu corpo, sobrepondo a blusa branca de algodão que ele veste por baixo. Mas o mesmo não parece ficar incomodado com o tamanho da blusa. Em seu rosto de traços retos, há um pouco de graxa em sua bochecha esquerda, mas isso já virou algo comum.

Pidge e Matthew estavam visivelmente concentrados numa carcaça de metal, fios, placas e plugs, os dedos ágeis mexiam de um lado para o outro conectando alguma coisa em outra, apertando parafusos, isolando alguns fios. Pidge às vezes levava a mão esquerda ao rosto para reerguer os óculos redondos que cismavam em escorregar pelo nariz da garota ou para agarrar algumas mechas de sua franja e puxá-los para a parte de trás da orelha as tirando de seu campo de visão, enquanto Matt possuía uma mancha de graxa nas mãos e um pouco no rosto.

Ao meu lado estavam, os gêmeos embora nem um pouco parecidos, Chloe e Michael. Enquanto Chloe tem baixa estatura, uma pele bronzeada, cabelos loiros ondulados quase dourados, olhos extremamente verdes e é extremamente comunicativa e extrovertida, Michael é alto, pele clara, cabelos lisos e castanho-escuros, a heterocromia não exibe verde, mas sim o azul-cobalto e o castanho-escuro e ele é totalmente tímido, tanto que uma vez no aniversário dele de 13 anos, no qual ele teve que fazer o discurso de agradecimento, ele desmaiou de tão nervoso que estava.

Os dois filhos do Rev. Adams sempre foram meus amigos, principalmente Michael, de quem sou amigo desde que se mudou para a casa ao lado da minha há 10 anos. Já que o pai deles, desde sempre, viaja muito para outras cidades e congregações para dar algum tipo de palestra ou discursar, ele deixava Michael e Chloe dormirem la em casa. Mas agora que eles já estão mais velhos, não precisam mais de algum adulto cuidando deles.

Chole estava meio para baixo nos últimos dias, devido ao fato de que ela vai fazer os testes para a personagem principal do musical anual da escola, mesmo todos dizendo o quão boa ela é, ela não acredita no próprio potencial, fica dizendo que apesar de todo o esforço ela não consegue captar a aura da personagem ou não consegue acertar os highnotes que a música pede.

- Ei, bem... – Chamo a atenção dela com um sorriso – Não fica assim, não. Você sabe que vai conseguir esse papel. Você é uma boa atriz... – Passo o meu braço esquerdo pela sua cintura de modo que eu a abrace.

- Verdade, maninha... – Michael aproveita meu gesto se aproximando da irmã e passando seu braço direito por trás de seu pescoço, também a abraçando – Você consegue esse papel, você é boa no que faz, além do mais você tem estudado muito a peça, afinal Heathers não deve ser tão difícil...

- Obrigado, garotos... Mas... – Ela suspira um pouco e volta a falar, agora gesticulando com as mãos – Mesmo estudando muito eu não sei se consigo, a Mrs. Kass é muito rígida, “Meninas, me impressionem e ganharão o papel que almejam” foi o que ela disse no ultimo ensaio, mas é impossível impressionar aquela mulher... Eu vou morrer! – Diz ela apoiando a cabeça na mesa do refeitório.

- Chloe, vou te dar algumas coisas para pensar... – Diz Pigde ainda sem tirar o olhar ou as mãos das ferramentas ou da máquina – Primeiro, você não vai morrer. Deixa de drama que tu ainda não ta na Broadway. – A voz dela parecia carregada de ironia - Segundo, se aquela vagabunda não der o papel para você, eu sequestro ela! – Um silêncio se faz na mesa, mas logo Pigde o quebra ao dizer – Brincadeira, gente... – Ela bufa – Vocês levam as coisas a sério demais... – Ela mostra a língua para nós.

- Pid, mas você já sequestrou uma garota uma vez... – Diz Matthew em um tom quase inaudível. Também sem tirar os olhos do maquinário.

Uma coisa muito ruim sobre Matthew é que ele fala muito baixo, mais por medo de incomodar do que por necessidade.

- A escrota queria roubar meu projeto de dentro da minha casa. Eu só tranquei a porta e dei uns murros na cara dela pra ela se situar. – Ela diz como se fosse algo normal e da de ombros em seguida.

Todos rimos muito daquilo. Pidge era a mais esquentada do grupo, acho que ela não foi expulsa da escola por brigas, só por que ela trás medalhas e troféus para a escola. Como da vez que ela quebrou o braço de um garoto que foi homofóbico com o Michael e disse que da próxima vez faria ele engolir um  pinto de borracha.

Após mais algumas conversas motivadoras para elevar o astral dela e alguns chiados, estalos e feixes de fumaça sair da carcaça da maquina de Matt e Pidge junto a alguns palavrões dos mesmos, o sinal sonoro indicando o fim do intervalo soa e logo estamos Eu, Michael, Pidge e Mathew seguindo rumo a sala de História, pelo visto hoje nós trabalharíamos mitologia grega, levanto em conta o texto no quadro “Graeccus i Melinoe”, eu não sabia muito de latim, mas deveria ter algo com gregos e alguém chamado Melinoe.

Sentamos nós quatro próximos uns dos outros, Eu e Pidge nas duas cadeiras da frente, Michael e Matthew sentados atrás. Logo após toda a turma tomar lugar em seus assentos, uma mulher de estatura média, provavelmente um metro e sessenta de altura, pele negra, cabelos lisos e pretos em corte curto o que fazia com que alguns fios rebeldes caíssem sobre sua face, rosto de traços fortes e retos, olhar impiedoso e uma postura indiferente, era ela a professora Morgan Grace.

A mesma põe sua mochila de cor preta sobre a mesa, retira alguns pincéis e começa a dar a aula. Suas explicações são realmente boas (Algo que noto desde que entrei na escola como um Freshman há dois anos atrás), pois ela detalha de um jeito que faz com você mesmo imaginar com riqueza de detalhes toda a cena que ela descreve.As ultimas aulas seguiam o tema de Mitologia Greco-Romana, algo que eu sempre me interessei bastante.

Se Damian estivesse aqui ele com certeza estaria amando – É o que eu penso toda vez que entro nessa sala.  Tanto que chego a dar um sorriso de nostalgia com a memória do garoto e eu andando pelos corredores da escola, pregando peças e rindo muito dos frutos delas.

Damian é um amigo meu que entrou na escola junto comigo, mas desde que seus pais morreram, a vida dele ficou meio conturbada e para não ser pego pelo Conselho Tutelar e ser jogado no, como o mesmo dizia, “Void do sistema adotivo norte-americano” e nunca mais poder ser livre ele fugiu para algum lugar longe, às vezes ele até me liga e diz onde está, a ultima vez que o liguei ele estava tentando atravessar a fronteira EUA-Canadá para poder pegar um barco que ia rumo à Europa junto com outros jovens

Eu  nunca vou entender aquele menino. – Rio um pouco dentro de meus devaneios.

Saio de meus devaneios quanto ela começa realmente a explicação do conteúdo. Primeiro ela fala sobre a história de uma deusa, Melinoe, a Mãe Fantasma, uma deusa que possui o poder sobre todas as formas fantasmas conscientes e inconscientes de sua morte, sobre como a própria morte tinha uma relação intrínseca com o amor, tanto que o próprio Tânatos (a personificação da morte) era confundido com Cupido (Deus do amor), ela conta que na antiguidade as pessoas juravam o “Amor até depois da morte” pois acreditavam que quando um amor eterno abençoado por Melinoe, Macária (Deusa da Boa Morte), Tânatos, Hades ou Perséfone (Rei e Rainha do Submundo) a própria morte poderia ser adiada. Ela conta histórias de mulheres que oravam aos deuses da morte para que poupassem a vida de seus maridos enfermos por causa da guerra e eles quase sempre voltavam.

As histórias e romances gregos eram coisas incríveis aos meus olhos, pois mesmo na antiguidade as pessoas procuravam as respostas em seres fantasiosos como deuses bons e maus, criaturas mágicas, maldições e profecias.

Após quarenta e cinco minutos que passaram incrivelmente rápido, o soar do sino é emitido novamente, agora para a troca de salas. Sigo sozinho rumo à próxima sala. Introdução à Fatorial e Contagem era a aula de hoje, o que já me faz revirar os olhos em cansaço, até gosto de matemática, só coisas como Fatorial e Logaritmo me fazem perder a paciência.

Um homem alto, corpo acima do peso, cabelo negro curto em estilo de corte militar, óculos retangulares de armação fina, pele morena clara, Otto Kingsman é o nome dele. Mesmo a matéria dele não sendo uma das minhas favoritas, ele era com toda certeza o meu professor favorito, suas aulas eram divertidas, interessantes, ele fazia o possível para que todos estivessem inclusos na aula, dava exemplos, explicava mais de duas ou três vezes se fosse preciso, era realmente um bom professor.

Ele começa a aula aparentemente animado, deseja primeiramente um bom dia à turma e começa a explicação. Ultimamente tem sido mais fácil, mas antes das minhas medicações era quase impossível não observar pela janela, acho que era por isso que eu normalmente me pegava desconcentrado na aula ou perdido no assunto, graças às consultas com a Dra. Agnes e às pilulas diárias de Diazepam estou bem melhor. Me lembro até hoje quando meus pais receberam a notícia de que eu precisaria de fármacos para controlar a ansiedade, minha avó falou “Fah Whang, você virou um drogado? Claro que virou, não foi criado como chinês o suficiente! Seus pais foram muito frouxos, agora você virou um Yīlài (Dependente) ou pior, um americano!” eu lembro que eu ri um pouco da reação dela, mas logo relevei a situação.

Minha avó nunca me chama de Elliot que é o meu nome, sempre preferiu me chamar de “Fah” que era um nome chinês ou como ela dizia um nome “Digno” e não essas “baboseiras do ocidente”  que minha mãe e meu pai inventaram.

E por incrivel que pareça, a aula acabou rápido, em pouco tempo a troca de professores é indicada novamente pelo toque estridente do sino. Aula de literatura inicial é a de agora, sigo da sala atual até a próxima onde assistirei à essa aula. Ao entrar na sala, sento-me numa das cadeiras e noto que sobre todas as mesas há um livro, que quando leio a capa noto que se trata de “The Hunchback of Notre Dame”, pelo visto esse será o projeto literário do bimestre, eu já havia lido o livro, mas eu gostaria de lê-lo novamente.

A professora de literatura entra, uma mulher de aparentes 42 anos, cabelos loiros, mas com as raízes castanhas-escuras já surgindo entre as mechas loiras, rosto marcado por rugas de estresse e até de sorrisos, ela entra na sala com um sorriso de um canto ao outro do rosto, vestindo uma saia formal de coloração marrom, blazer da mesma cor fechado deixando que somente as golas da blusa social branca de pano passado ficassem à mostra. A Mrs. Agatha Montgomery.

Ao contrário das outras a de literatura demora quase uma eternidade para passar, mas eu gosto da professora. Embora eu a ache muito sozinha e tenha certeza de que ela tem uma vida solitária, pois a mesma mora numa das casas mais afastadas da cidade. Sem marido ou filhos, sempre indo aos eventos da cidade desacompanhada, deve ser triste não ter ninguém, mas nunca a disse isso pois não sinto que tenhamos toda essa intimidade.

A aula começa e com ela a leitura do livro, cada aluno deveria ler uma página e na próxima semana deveríamos trazer o livro lido e comentado para debater em sala. A aula se passa e logo o sinal sonoro para o segundo intervalo soa, nos liberando da sala de aula pelos próximos trinta minutos.

Saio e novamente encontro com meus amigos no corredor, mas ao invés de irmos ao refeitório para comer algo, subimos para o terraço da escola. A parte não tem muitas coisas como o restante da escola, afinal não era para nenhum aluno ficar ali, mas Matthew deu um jeito de abrir o portão alguns meses atrás e agora podemos ficar por aqui, o jeito que a imagem do sol da tarde tinge toda a paisagem deixando tudo levemente mais azulado ou amarelado é lindo.

Sentamos todos no chão, Chloe e Pigde ao meu lado e Michael e Matthew à minha frente, estávamos todos num silêncio extremamente confortável como se todos ali pudessem se escutar e se entender sem proferir nenhum som. A caixa de som portátil que Matthew leva para todo lado toca Thunderclouds do LSD e a música contribui com o clima leve do momento. Desde que entramos no ensino médio, nós fazemos isso, acho que esse momento só nós quatro afastados do mundo, ouvindo música, olhando o céu, ajuda a não perder a sanidade no meio de tanta pressão colocada sobre a gente.

Nunca nos reunimos ali para fazer algo errado, como fumar ou beber, até por que nenhum de nós bebe ou fuma, logo quando descobrimos esse lugar todos concordamos que quaisquer tipo de substância capaz de causar um dano permanente ao nosso corpo estaria proibida. Tentamos cuidar uns dos outros, quando um fica mal todos têm que estar dispostos a ajudar e dar suporte.

O silêncio é quebrado pelo soar da voz de Chloe, uma voz falada de forma rápida e direta.

- Gente, vamos pra uma festa? – Ela diz animada. Provavelmente está com planos de pegar alguém – Sabe, a Synn vai dar uma festa na casa dela neste final de semana, o que vocês acham de irmos todos juntos?

Synn era uma das alunas do último ano, ela ocupa esse posto há dois anos, os quais ela foi reprovada várias e varias vezes. Sempre a vejo nos corredores da escola, mas é quase impossível ignorar a presença daquela pessoa, pois seus cabelos púrpura são tão extremamente difíceis de ignorar quando um holofote num palco escuro. Ela é do tipo de pessoa que cativa todos à sua volta seja com o jeito espalhafatoso ou com o sorriso iluminante.

Do grupo inteiro somente Michael e ela pareciam animados, solto um suspiro cansado antes de responder.

- Poxa Chloe... Eu não queria ter que dizer isso mas eu não... – Vou completar a frase, mas antes que eu consiga, Michael toma a fala para si mesmo.

- Você não vai poder ir sem comprar uma roupa nova? – Ele me encara como se fingisse adivinhar meus pensamentos – Sem problema, Elliot, o Matthew e eu vamos com você no shopping. An? O que? – Ele põe a mão direita em formato de concha no ouvido fingindo escutar algo – Hoje à tarde? Claro que posso! – Ele sorri triunfante sabendo que eu não vou dizer não, principalmente por que prometi para ele que sairíamos juntos.

- Okay – Chloe sorri, sua cara já dizia “Tenho duas companhias, so faltam mais duas – E vocês, Pid e Matt, vocês vão? – Ela continua com a feição animada, mesmo que Pidge e Matthew não pareçam estar nem aí pro convite.

- Bem... Já que o Michael praticamente me intimou a ir comprar a roupa do Elli – Diz Matthew ainda bem baixo, mas num volume suficiente para ser ouvido – Eu vou e provavelmente vou arrastar a Pid comigo.

- E como eu sei que se eu não for, você vai ficar puta da vida comigo... – Diz Pidge já sem paciência com o próprio cabelo ao pegar a franja e jogando-a para trás – Eu vou! Mas se eu ficar sozinha de novo, como em todas as outras vezes, alguém vai levar um socão.

A conversa se desenrolou pelos próximos 29 minutos, quando sempre saíamos do telhado um minuto antes do sinal tocar, para que ninguém notasse que estávamos ali. E logo ficamos no corredor, esperando para irmos às nossas respectivas salas.

O resto do dia foi a mesmice e o tédio tomando de conta até a hora da saída. Quando o ultimo sinal soa, todos os alunos saem das salas em uma caminhada desesperada rumo ao portão de saída, não sei se loucos para chegar em casa ou para deixar o âmbito escolar, mas algo era certo, todos ali estavam buscando algo enquanto cruzavam os portões feitos de grades cinza-escuras de metal.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, não se esqueçam do favorito e de compartilhar com os amigos!!!
Até a próxima...


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...