1. Spirit Fanfics >
  2. Brincando de marido e marido >
  3. É simples...

História Brincando de marido e marido - Capítulo 2


Escrita por: Azumi-san13

Notas do Autor


Encontrei muitas fanfics Drarry, mas poucas Tomarry. Quer dizer, tem bastante, mas em comparaçao com Drarry tem pouco. É compreensível, que pessoa normal shiparia um velho psicopata com um menino que ele matou os pais?

Ainda bem que não sou normal.

Nossa imaginação tá aí né.

Capítulo 2 - É simples...


Fanfic / Fanfiction Brincando de marido e marido - Capítulo 2 - É simples...

Anteriormente...

Já Voldemort queria rasgar aquele! aquele! Urgh! Em pedaços. Tossindo um bocado de sangue ele se forçou e se ajoelhou, olhando para cima.

~

 Ele ficou preocupado quando se virou para encarar o garoto Potter cara a cara e encontrou um canhão de metal apontado para seu rosto. Harry Potter estava sorrindo. E ele já estava irritado. O quao bom é sorrir para ele?

"O que?"

Harry encostou o dedo no gatilho olhando para os olhos azuis, antes vermelhos.

"Temos um ou dois assuntos para conversar, Voldemort. E eu pensei que essa era a melhor maneira de você me ouvir sem seus discursos ou tentar me atacar." O rosto de Potter estava longe de ter qualquer ideia do perigo que a arma trouxa tinha."E eu acho que você sabe o suficiente sobre armas trouxas para saber que se você se mover, eu posso atirar e da próxima vez que nos encontrarmos será após um ritual para reanimá-lo com uma de suas outras Horcruxes, certo?"

Voldemort enrijeceu, olhando para ele com a tensão em seus ombros e o espanto em seus olhos azuis. O sorriso de Potter não ia embora, se lembrando que o adolescente embora fofo, ainda era Lord Valdemort.

"Muito bem, bom menino." Harry sorriu como se estivesse se divertindo. Voldemort não tinha ideia do que fazer. Ele poderia lançar um feitiço não-verbal, mas deveria mover as mãos e tinha certeza de que, no momento em que o fizesse, Potter puxaria o gatilho. Ele não estava segurando a arma como alguém segurando uma pela primeira vez. Ele parecia ter experiência em segurar armas e atirar. "Eu tenho uma oferta a fazer a você."

Voldemort fez uma careta.

"Fala."

"Estou feliz que você concordou em me deixar falar!" Harry expôs o melhor sorriso. "Okay Voldemort, sabe, meus pais, aqueles com quem fui criado, eles não concordaram em me criar como um peão de guerra. Então, decidimos que não seria, e em busca de respostas, agora tenho essa alternativa para nós, em vez de você me matar ou eu estar te matando. Também poderia destruir todas as suas horcruxes, mas não daria certo, há um risco para mim, e eu não estou disposto a aceitar esse risco."

Potter se moveu como se cada movimento tivesse sido calculado. Ele abriu o zíper da mochila em um movimento rápido para extrair, da confusão de coisas dentro dele, um pergaminho enrolado. Ele o desenrolou com um movimento de seu pulso na frente de seu rosto. O adolescente (velho) não pôde evitar rir ao olhar para o título, escrito em enormes letras douradas, indicando uma certidão de casamento.

"De acordo com o artigo vinte, cláusula vinte e três, que fala sobre uniões conjugais", disse Potter com a cara de alguém que o memorizou muitas vezes para evitar dizer um único erro "uma vez que duas pessoas se casam, a magia os impedirá de se machucar. É válido para danos físicos, atentados contra a vida, envenenamento, maldições ou tentativa de assassinato de qualquer tipo, não dano emocional. Então ... "Potter balançou a certidão de casamento" você está indo casar comigo, Voldemort. "

Voldemort queria continuar rindo, mas tinha certeza de que nada disso era uma piada. Ele tinha uma arma trouxa (de todas as malditas coisas do mundo, uma arma trouxa!) apontada diretamente para ele, e ainda tinha o olhar verde ardente de Potter sobre ele. Realmente odioso.

"E se eu não concordar com isso, Potter?"

Harry apoiou a arma bem no centro da testa de Voldemort com uma expressão neutra.

"É simples...", disse ele, como se realmente fosse. "Ou você se casa comigo ou morre."

Voldemort fez uma careta.

"Você vai ter que abaixar a arma se quiser assinar."

"Na verdade, eu já assinei." Potter estava sorrindo. Seus olhos brilharam como esmeraldas amaldiçoadas "Só falta sua assinatura, então é melhor você manter suas mãos quietas, e lembre-se que é mais fácil para mim puxar o gatilho antes de você dizer o menor feitiço. Mesmo um Avada Kedavra é muito longo. "

Voldemort se moveu cautelosamente seguindo as instruções de Potter. Ele não ia correr o risco de ser morto de novo, não pelo maldito pirralho, não por uma arma trouxa de todas as coisas.

"Rápido!" Harry apressou, empurrando a arma contra sua cabeça, movendo-o rapidamente em direção à mesa, "Resta pouco para os meus 17. Algo muito horrível vai acontecer se eu não estiver na casa dos meus tios antes da meia-noite."

Voldemort estalou a língua em aborrecimento, pegando uma das penas da mesa. Ele o recarregou com tinta e desenrolou o pergaminho com mais cuidado, mal parando para ler. Havia a assinatura de Harry, a assinatura de duas testemunhas, dois nomes que ele não reconheceu, ambos em tinta dourada.

"Não temos tempo para você ler" Harry insistiu, fazendo uma careta "Acho que meu dedo está escorregando ..."

"Okay!" Voldemort levanta a cabeça, assustando Harry com seu movimento. A arma ainda estava apontada para ele, mas Harry parecia confuso, ele sentiu uma raiva maior direcionada a si.

 "Você chamou marido. " Voldemort disse com raiva e seu coração fervendo de ódio. Pois nunca, em toda a sua vida nínguem o tratou assim. Além do ódio havia um traço de vergonha e ressentimento.

"Não sobraram certidões de casamento neutras", ele murmurou com uma careta. "Se isso te incomoda tanto...bem sinto muito. Assine abaixo do meu nome, e não se atreva a-".

Voldemort revirou os olhos enquanto Potter falava, mas assinou em traços graciosos 'Lord Voldemort', a letra cursiva deslizando pelo papel facilmente em baixo do nome Harrisson Potter Blakc Grifinória.

Ele acabou de assinar e a certidão de casamento lançou um poderoso brilho dourado, sua magia ativando. Voldemort correu e pegau a varinha de Potter na mesa e gritou apontando para a cabeça de Harry um Crucio que foi barrado pelo contrato. Abaixo, em pequenas letras douradas, o esclarecimento para 'Tom Marvolo Riddle' foi adicionado, a magia o reconhecendo.

Harry sorriu satisfeito quando uma fita dourada apareceu em sua mão e se enrolou em seu dedo. Voldemort olhou para sua mão como se ela tivesse crescido um sexto dedo enquanto a mesma fita mágica enrolava-se em seu dedo anelar, criando a magia que o ligava definitivamente a Potter.

"E até que a morte nos separe" Potter acrescentou, com um sorriso brincalhão, "exceto que você não pode morrer e não vai me deixar morrer porque eu sou sua Horcrux."

Voldemort o encarou com um olhar ardente. Sua alma...sua preciosa alma, o pirralho tinha um pedaço. Harry piscou surpreso, ele sempre conseguia barrar as emoçoes de Voldemort, sua cicatriz teve uma pequena ardência, uma raiva estranha borbulhando em sua cabeça.

Harry piscou para ele, abaixando a arma no exato momento em que o laço mágico parou de brilhar, seus dedos anelares destacando-se com um anel de ouro mágico em sua pele.

O lord das trevas realmente queria bater sua cabeça contra a parede, mas tinha algo que o impedia, ele sabia bem o que era. Olhando para o dedo desejou que caísse, com raiva lançou um feitiço não verbal ao mesmo tempo que Harry se lançou para a certidão de casamento, embrulhando-a e jogando-a em sua mochila. Voldemort praguejou, torcendo o rosto, percebendo como seu peito começou a queimar no momento em que a maldição atingiu Harry, sua visão ficou turva, parecendo que se voltou contra ele.

"Eu te disse," Harry avisou "você não pode querer me machucar, ou nosso vínculo vai fazer você sofrer."

Voldemort estava grato por lançar uma maldição de facada simples sobre ele, também pela maldição imperdoável ser barrada pelo contrato. O lugar onde seu coração estava apertava e ardia.

"Você é um filho da p ..."

"Mais respeito pela minha mãe" Potter reclamou, inclinando-se sobre a borda da mesa. "Peça desculpas e isso vai parar de machucar você mais cedo."

"Antes de morrer." Valdemort rangeu os dentes. Harry sorriu para o adolescente.

"Bom para mim." Harry encolheu os ombros, sentando-se à mesa. "Então, isso é o que Azami quis dizer com como você era teimoso."

Voldemort reconheceu a parte do nome , um nome que foi assinado nas testemunhas de sua própria certidão de casamento. Azami Ivanov.

"E agora, Potter?" ele perguntou, a dor subindo pela garganta, incapaz de mostrar isso fisicamente. Suas costas estavam retas e sua postura era digna, não sendo capaz de mostrar ao pirralho como a sensação das maldições de punhalada o consumia quase como cãibras profundas diretamente no coração. Ele nunca tinha sentido tanto dor em um dia.

Potter pareceu hesitar. Então ele encolheu os ombros.

"Agora mesmo, estarei de volta antes que comecem a procurar por mim." Ele olhou para o relógio trouxa em seu pulso, erguendo as sobrancelhas em espanto. "Obrigado por assinar antes da meia-noite, Voldemort! Nos veremos novamente na lua de mel, espero."

Harry acenou um adeus, mas antes que aparatasse ele viu Voldemort cair de joelhos com espasmos doloridos antes de cair para frente.

Harry suspirou.

"Bem, acho que tenho que devolvê-lo."

Harry caminhou e o pegou no colo, olhando para o adolescente suado, com duas bochechas coradas, os cílios como leque fazendo sombra, e um pequeno nariz de botão, os lábios franzidos. Ninguém diria que esse adolescente fofo fosse um lord das trevas, talvez apenas Dumbledore. Harry estreitou os olhos aparatando para a mansão Malfoy.

"O Lord das Trevas desapareceu!" Disse Lúcius preocupado para Severus que tinha acabado de chegar, pois estava em uma reunião com a Ordem da Fênix.

"Como assim? " O mestre de poções franziu a testa e andou até o salão onde haviam vários outros comensais, com sua capa preta esvoaçante. O lord das trevas não era estúpido de ir atacar Potter sozinho. Também era improvável que alguém entrasse nas enfermarias dos Malfoys. Ali era tão seguro quanto Hogwarts.

"Venha vamos investigar!" Severus disse para Lúcius e adentrou ao escritório. Não havia nada de estranho, apenas uma xícara de café com creme e alguns documentos ou projetos sobre a bancada.

"Devemos...contar para os outros?" Lucius engoliu seco.

"Hein, vamos lá, podemos falar que foi adiado pois Harry não estava em casa?" Severus sugeriu. Ele tinha que proteger o menino, esta noite iria contar que ele era uma horcrux. Valdemort sempre cuidou bem do que considera seu, provavelmente não mataria o Potter, apenas manteria ao seu lado. Já era alguma coisa. Chegando no salão Lucius anunciou.

"Atenção!"

Mas nenhum deles esperava que um clique de aparição fosse ouvido.

"Nossa que festa grande!"

Os rostos de todos os Comensais da Morte se viraram de uma vez com a voz jovem atrás deles. Severus foi o primeiro a apontar a varinha para ele.

"Potter" A expressão de Severus era confusa e seu estômago borbulhou de ódio. O pirralho não ouviu a ordem que era pra ele ir pra casa Black onde era mais seguro?

"Não tenho tempo para isso agora querido professor. Dispense seu discurso amargo de como sou como meu pai, ou arrogante ou coisa do tipo." O jovem passou por entre os Comensais da Morte caminhando sem vergonha. "Eu preciso devolver uma coisa."

Todos o examinaram lentamente. Ele carregava um adolescente de dezesseis anos no braço, estilo noiva, que estava com a capa de seu Senhor.

"Vocês!" Lucius rosnou. Os Comensais da Morte olharam para a cena, perplexos, fazendo com que sua fúria aumentasse. " Todos vocês, seu cérebro derreteu?"

Belatrix foi a primeiro a se aproximar para detê-lo. Harry evitou suas tentativas de apoiá-lo fisicamente, empurrando-se em seus braços e depois chutando sua mão com força, arrancando sua varinha que voou vários metros adiante com o chute. Severus observava os movimentos do menino com curiosidade renovada, ainda mais quando ele evitou os dois feitiços lançados pelos Carrows, tudo isso enquanto segurava o outro, e Severus pode sentir que ele usou magia bruta. Assim como Voldemort fazia.

Potter lutou como se tivesse lutado por anos. A curiosidade de Severus aumentou ainda mais, se possível.

"Que coisa, não iriam querer desapontar se precioso Lord, não é mesmo?" Harry correu os olhos pelos comensais.

Severus e Lucius olharam para todos os Comensais da Morte, sabendo que eles eram absolutamente inúteis sem ordens diretas. Lucius mandou todos esperarem e convidou Harry para outra sala, acompanhado de Severus, alguns dos poucos inteligentes que relacionaram o adolescente ao seu lord.

Harry fez um gesto para Lucius pegar o menino.

Lucius prontamemte o pegou em dúvida avaliando as caracteristicas para achar algo parecido com seu senhor.

"O que você fez Harry!" Severus perguntou sem o seu tom ácido habitual.

Harry sorriu e pegou sua mochila vermelha, abrindo o zíper e retirando a varinha do Lord das trevas e entregando ao mestre de poçoes.

Depois retirou um contrato e sua própria varinha, murmurando um feitiço que fez surgir uma cópia do contrato.

Após guardar tudo e colocar a mochila de volta pendurada em seus ombros ele entregou a cópia do contrato para Severus.

"Sabe, eu andei fazendo um ritual aqui, assinei um contrato ali, se é isso que você quer saber."

"Que ritual, Potter! Você não sabe nem mecher um caldeião direito."

"Claro é isso que quero que pensem. E esteja preparado que será o próximo diretor de Hogwarts ."

"É impossível tirar o velho de sua posicão Harry! E não mude de assunto."

Harry segurou uma risada e mordeu os lábios.

"Bem, eu sou um adulto sabe, e irei reclamar meus senhorios Potter e Black, assim como meus assentos no Wizengamot como deve supor, o Ministério tem poder de selecionar os membros, mas não podem retirar pessoas herdeiras de famílias antigas e nobres. Parece que terá menos cadeiras vazias para eles controlarem, afinal eu também sou herdeiro da Grifinória, e adivinha minha surpresa ao descobrir que o herdeiro da Sonserina era Tom Marvollo Riddle! Eu precisava dessa senhoria pra ter direito a 2/4 de Hogwarts."

"Então?..." Severus sugeriu temendo a resposta.

"Eu me casei com o Lord das trevas!" Harry disse orgulhoso, aparatando.
.
.
.

Harry apareceu no quintal da Rua dos Alfeneiros, nº 4, onde Azami e Yuri o esperavam, ambos sentados na beira da calçada, como se estivessem na praia ao sol e não no meio da noite.

Azami era alto, tinha ombros largos, o cabelo cuidadosamente penteado para trás, assim como um Malfoy, já Yuri era a personificaçao de  um Malfoy, com olhos cincentos e cabelos loiros presos em um rabo de cavalo.

"Você conseguiu?" Azami perguntou curioso. Harry mostrou a ele o certificado assinado.

"E antes da meia-noite!" seus olhos caíram sobre Yuri, que esfregou sua testa com uma expressão cansada, ele não deveria ter jogado com Harry, muito menos uma grande soma de dinheiro que Harry não queria perder. "Você me deve 100 mil."

"Não posso te dar outra coisa? Que tal um apartamento?"

"Feito!" Harry sorriu. "Vamos lidar com a papelada."

"Voce não deixa passar uma!" Yuri disse com um biquinho levantando, mais foi puchado por Azami e parou em cima de seu colo.

"Harry está aqui!"

"Sim, mas ele é considerado um adulto. Além disso não nos falta dinheiro."

Harry fez uma careta.

"Primeiro que eu não quero ver vocês se comendo, muito obrigado, segundo, eu ainda quero meu apartamento." Harry disse entrando.

"Então que tal chamar seu marido?" Azami gritou e Harry sorriu entrando em casa e indo direto para geladeira pegando uma bolsa de sangue e sorrindo de lado enquanto chupava.



Notas Finais


Eu sou madrinha do casamento.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...