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História Broken - Fillie - Capítulo 18


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Notas do Autor


Boa noite pra quem era pra estar estudando na quarentena, mas está aproveitando pra escrever a fic kkkkkkk


CAP AVALIADO +18 POR CONTEÚDO SEXUAL. 🔥

Capítulo 18 - Um recomeço



Desde o dia que Millie se despediu de Finn, eles conversaram todos os dias por mensagens e por FaceTime. Ela soube que Finn estava um pouco estressado com as gravações, mas principalmente com os paparazzi que o perseguiam. Ele não era um rapaz rude ou mal educado, mas por conta de toda essa pressão, seu dedo do meio ficou famoso em muitas fotos por causa da persistência invasiva dos fotógrafos que só queriam saber o motivo da briga na qual ele se envolveu.

Estar novamente com ele era excitante e assustador ao mesmo tempo. As borboletas voltaram a inundar seu estomago toda vez que pensava nele. E sempre tinha sido assim, mesmo quando eram somente amigos no passado. A mínima perspectiva de vê-lo já lhe mudava totalmente; um sorriso, às vezes esquecido, se iluminava. Era como se seu corpo criasse vida. Muitas pessoas já lhe falaram que ela tinha um brilho especial quando estava ao lado de Finn, isso desde muito nova. Que seu olhar e seu sorriso eram diferentes perto dele. Que ele a fazia se sentir como ninguém nunca conseguiu.

Millie ficou uma semana pensando na relação dos dois. Sabia que seria mais fácil acabar com tudo de uma vez e cada um seguir o rumo da própria vida, afinal, eles já tiveram sua história. Mas pensar em um mundo em que Finn não estivesse... era demais para lidar. Millie simplesmente não resistiu, os sentimentos estavam por demais revelados, ela não conseguiria empurrá-lo para longe. Então sua única escolha foi ceder.

Mesmo assim, ela estava assustada, totalmente consciente do motivo do seu medo.

Enquanto pensava nisso, ela se encontrava na varanda da casa de sua mãe, vendo sua cadela Winnie brincar com os outros cães. Descansou os cotovelos na barra de ferro e suspirou alto.

Millie nem ao menos percebeu que sua irmã mais velha chegava ao seu lado, imitando sua postura.

- Por que está tão calada? – perguntou Paige.


Presa em seus pensamentos, Millie demorou responder. Só virou o rosto e encarou sua irmã, com um sorrisinho de lado.

- Só pensando em algumas coisas.

- Coisas ou pessoas?

Millie sorriu e não respondeu.

- Então, realmente rolou algo entre você e o Finn em Santa Mônica?

- Sim, só aconteceu... – ela murmurou – Eu não tinha terminado com Jamie, então... deu no que deu. E isso se resume ao que te contei mais cedo.

- Olha, você é minha irmã e eu te conheço melhor do que qualquer pessoa. Quando você trouxe o Jamie pra me conhecer, eu não confiei nem um pouco nele e também não vi aquele brilho no seu olhar como eu via quando você olhava para o Finn.

Millie continuou a olhar sua irmã, escutando atentamente tudo que ela dizia.

- Logo de cara percebi que você não estava apaixonada por ele, que ele era só uma desculpa pra tampar sua ferida. Estava mais do que claro que isso não iria durar muito.

- Deveria ter me avisado...

- Avisado por que? Você mesma já sabia disso.

Millie arqueou as sobrancelhas surpresa em saber o quanto Paige realmente a conhecia.

- É justo... – ela sussurrou olhando para as mãos.

- E como você e o Finn estão agora?

- Nós voltamos, mas... – ela hesitou

- Mas?

Millie suspirou fundo antes de começar a falar.

- Eu amo ele Paige, amo muito... mas nós nos machucamos demais. Tanto que as vezes eu sinto que ele pode estar um pouco reprimido, porque está com medo de se machucar de novo, assim como eu também estou.

- Olha, eu sei que você está com medo, talvez ele também esteja. – Paige colocou a mão no ombro ela e apertou - Mas vocês dois vão ter que aprender com os erros do passado e se permitirem viver o presente se quiserem fazer isso dar certo.

Paige abriu um sorriso e pouso seu queixo no ombro de Millie.

- Você sente mais do que pensa, Mills. E eu sei que você sente algo muito forte por ele.

_______x_______

No dia seguinte, depois de visitar algumas amigas em Atlanta. Millie voltou para a casa de sua mãe e se jogou no sofá, pegou o celular para ver algumas postagens no instagram. Até uma notificação descer pela tela do celular, indicando uma mensagem de Finn.

Finn: Hey, you!

Ela sorriu.

Millie: Heyy... como estão as coisas?

Finn: Bem, só um pequeno contratempo...

Millie: O que foi agora?

Finn: Paparazzi.

Millie: Virou rotina...

Finn: O que você está fazendo agora?

Millie: Só entediada aqui no sofá da casa da minha mãe. Na verdade, queria muito estar ai...

Finn: E fazer o que?

Millie: Já falei sobre beijos...?

Fuinn: E você beija bem?

Millie: Owwww... você pode responder isso...

Finn: Não sei... você não me beijou o suficiente nos últimos dias.

Millie: Eu te beijei durante três fucking anos, fora os anos na qual filmamos, então dá pra acrescentar mais cinco anos nisso ai.

Finn: Posso ter esquecido :P

Millie: Então temos que remediar isso...

Finn: Hoje?

Millie: Quando vc puder.

Finn: Eu posso hoje.

Millie: Eu estou em Atlanta e vc em NY. Como fazemos isso?

Finn: Vem pra cá...

Millie: Hoje?

Finn: Agora!

Millie: Não posso me tele-transportar.

Finn: Eu estou no flat em Uppet West Side... tenho 2 dias livres e depois uma última semana para as gravações acabarem. To falando sério!!! ;D

Millie: :O

Finn: A não ser que esteja ocupada...

Millie: Não to kkkk

Finn: Então se apressa...

Millie: OMG.

Finn: Vem?

Millie: Se eu for, vou ficar a semana toda...

Finn: Então vem!!

Millie levantou-se de uma vez, caminhando de volta ao quarto enquanto telefonava para sua agente providenciar o voo mais cedo naquele dia. Finn estava realmente falando sério, assim que ela desligou a ligação com Jennifer, Millie leu a mensagem com o endereço dele em NY, ela correu para o quarto e se despiu o mais rápido que pôde para entrar no banheiro e tomar um banho.

Os sons das mensagens chegando zumbia de quinze em quinze segundos. Quando saiu do banho, enxugou as mãos e voou em cima do celular.

Finn: Aqui tem lençóis de cetim branco... do jeito que você gosta. Além de uma banheira enorme.

Millie: Good Lord.

Mesmo nua, Millie correu catando todas suas roupas do banheiro e correu de volta ao quarto ainda molhada, quase escorregou na frente da cama e soltou o celular na cama se abaixando para pegar uma roupa limpa.

Coloco um jeans skinny e vestiu uma camiseta e por cima um moletom confortável, calçou seu all star. Quando o celular tocou novamente, ela procurou em cima da sua cama revirada de lençóis. No visor estava o nome de Jennifer gravado.

- Conseguiu? – ela perguntou em desespero – Me diz que conseguiu, por favor.

E então socou o ar ao ouvir a resposta satisfatória do outro lado da linha.

 - O voo mais cedo é as 15:40 – ela olhou no relógio, 13:35 – É o mais cedo que você achou? Humm... – ele suspirou fundo para deixar um pouco da tensão escapar. – Ok, Jen. Obrigada. Telefona para o motorista vir me pegar aqui que eu vou direto pro aeroporto, vou ficar em NY a semana toda. E não se preocupe, ligo pra você assim que chegar. Bye.

Millie caiu de costas na cama olhando par ao teto, piscando diversas vezes para tentar crer na realidade. A ficha finalmente havia caído.

    “- Vc me quer?” – ela se pegou enviando esta mensagem de texto. Mais direta impossível. Fazia muito tempo que este sentimento de euforia não a visitava.

Seu celular vibrou.

- Aqui e agora, baby” – foi a resposta dele. Ela abriu um sorriso ao ver uma selfie dele chegar junto com a mensagem. Finn vestia aquele sorriso maroto nos lábios com os olhos fechados e fones de ouvido onde mostrava apenas seu tronco nu para fora da banheira.

“- Você sabe como apressar uma mulher" - ela enviou de volta.

Millie levantou-se de uma vez, voltando a juntar suas coisas. Mais bem que jogando as coisas dentro da mala. Colocou a mochila da Louis Vuitton nas costa e saiu do quarto.

- Onde você vai? – perguntou sua mãe vendo-a toda alvoroçada.

- Nova York... eu te aviso quando chegar e não se preocupe eu já falei com a Jen.

- Algo urgente pra resolver?

- Muito.

Um sorriso se espalhou por seus lábios ao se dar conta de que em exatamente seis horas ela estaria onde realmente queria estar, com quem ela realmente queria estar e aquela sensação era prazerosa demais. Sentia a felicidade em ebulição em seu estômago. Pôs seu Ray Ban nos olhos e agarrou o trinco da porta rumo ao aeroporto.

______x______

 

- To chegando... – Finn abriu um sorriso ao ver a mensagem de Millie seis horas depois. Levantou-se do sofá e foi checar o macarrão com queijo que estava no forno.

Havia ficado na cama praticamente o dia todo. As outras horas ele dividiu entre assistir filmes, jogar vídeo game e preparar o jantar. Afinal, ele teria visita hoje, independente da hora que ela chegasse.

O cheiro de comida estava bom, seu estomago aprovou a ideia. Estava faminto e logo depois de desligar o forno rumou até a geladeira para se refrescar com uma lata de coca-cola. Jimmy fez as compras assim que chegaram à Nova York, a geladeira estava abarrotada. Voltou à sala e se jogou no sofá, assistindo algum reality show lixo que passava na TV. Ainda se perguntava em pensamentos se realmente queria que Millie estivesse ali. A resposta era definitiva sim. Estava sentindo falta do barulho dela, dá risada dela, do sotaque britânico incrivelmente sexy, de seu senso de humor, de seus abraços, suas mãos e principalmente do seu beijo.

Finn tinha se permitido pensar muito sobre sua relação com ela no último final de semana. As coisas definitivamente foram meio loucas nos últimos dias. Se eles quisessem que realmente desse certo, deveriam conversar e conversar bastante para não repetir os mesmo erros do passado.

Quando Millie perguntou se ele a queria, não houve a menor dúvida ou hesitação em sua resposta. A queria ali, passar a semana inteira com ela, monopolizando sua atenção entre a saudade, sexo, comida e risadas. Já podia até imaginá-la estudando o roteiro do filme com ela. Já podia imaginar a risada dela ao tentar interpretas as cenas sensuais ou as dramáticas.

Sentia seu coração palpitar mais rápido apenas ao pensar sobre isso. Aquela sensação incrível de “inicio” de um novo relacionamento, no caso deles um “reinicio”. Aquele friozinho na barriga que você sente apenas quando está na expectativa de ver alguém muito especial. Eles mereciam um recomeço. Um recomeço sem medos, sem inseguranças, sem mentiras e sem frustrações.


Finn suspirou, dando um gole no refrigerante, tentando não pensar em mais nada. Viveria o hoje, estaria com Millie e tudo o que acontecesse no futuro seria totalmente espontâneo como tudo em sua vida. Não havia planejado voltar com ela, só aconteceu.

E quando a campainha soou, ele não conseguiu conter seu coração que agora parecia disparar. Tomou uma respiração funda tentando acalmar o nervosismo. Pelo amor de Deus, era só a Millie. Ele se levantou e correu até a porta, vestindo apenas uma bermuda. Destrancou a porta sem conseguir tirar este sorriso ridículo da sua cara.

- Você até que foi rápida.

- Eu te falei que você sabe apressar uma mulher...

Ele pôde reconhecer a luxúria nua e crua no olhar dela.

Millie não preciso dizer mais nada e imediatamente entrou no apartamento, deixando sua mala no chão e chutando a porta atrás dela enquanto se agarrava ao pescoço do Finn e o beijava com toda paixão. A carícia úmida da língua dela fez com que ele entreabrisse os lábios pra aprofundar ainda mais o beijo. Ele ofegou ao sentir a mão dela lhe apertarem o braço enquanto a outra raspava as unhas em sua nuca. Uma perna feminina se insinuou entre as suas pressionando um ponto que estava desperto por baixo da bermuda, seus quadris seguiram seu movimentos, enquanto as mãos dele serpentearam por dentro do moletom amarelo que ela estava vestindo. Finn se afastou apenas para puxar a peça por cima dos braços dela, fazendo um bolão e jogando em cima do sofá.

Ele se aproximou dela, enterrando o rosto no seu pescoço, espalhando beijos úmidos sobre a área. Finn estremeceu quando sentiu a mão dela tocar-lhe no volume por cima da bermuda. Ele então apertou a cintura dela contra a dele para depois suspende-la, a mesma agarrou sua cintura com a pernas e ele a levou para o quarto.

Quando chegaram ao quarto, ambos caíram sobre a cama, ele por cima dela. Eles se encaram mutualmente. Millie abriu um sorriso, vendo como as mechas dele caíam por sua testa.O cabelo de Finn havia crescido, a mão dela subiu para tocar seus cabelos escuros. Finn baixou os lábios para beijar-lhe a boca, mas apenas roçou seus lábios com dela.

- Eu senti muito a sua falta – ele a beijou de boca aberta, puxando seu lábio inferior com os dentes.

- Eu também.

Milllie ergueu os joelhos, acomodando-o entre suas pernas. Finn respirou fundo vendo os cabelos dela espalhados pelo travesseiro, seu rosto ruborizado e seus lábios inchados por conta de seus beijos, ele queria admirá-la cada detalhe para ver se o que estava acontecendo realmente era real. Ele se curvou novamente, percorrendo todos os lugares da boca dela enquanto suas mãos percorriam a cintura dela, as coxas dela, os seios por cima da camiseta. E seus ouvidos se aguçaram ao ouvir um leve gemido saindo de sua boca, esse foi o sinal ao qual ele precisava saber que tudo aquilo era real.

Ele subiu a barra da camiseta para cima dos braços dela, jogando a peça para o lado. Millie se inclinou um pouco e tirou ela mesma o sutiã vermelho na qual usava. Finn a observou pensando que a beleza dela parecia não ter limite. Feminina e delicada. Sua boca caiu sobre a dela, sentindo como seus mamilos arranhavam o tronco do seu peito.

Ele desceu sobre ela, beijando-lhe cada rastro de pele que encontrava. Descendo até sua barriga, Finn se ajoelhou desabotoando a calça dela e puxando para pernas, deixando apenas uma calcinha de renda a vista. Millie se ergueu em seus cotovelos, para ter uma boa imagem ao vê-lo o que iria fazer. Finn estava perto de seu ventre, já com as mãos nos cós de sua calcinha.

- Tiro? – ele perguntou inocentemente

 - Com a boca... – ela disse implacável e um pouco surpresa por sua atitude.

Ele colocou um sorriso que se dividia entre a excitação e a surpresa. Ela o observou beijar-lhe o ventre, até aquele dentes chegaram ao tecido, puxando a peça até que a mesma estivesse em suas coxas. Logo ele se ergueu e tirou o resto com as mãos.

Finn ficou de joelhos enquanto separava os joelhos dela com as mãos. Millie tragou a saliva ao ver a intensidade como ele a olhava. Ela agradecia sua falta de pudor por não se sentir mal em estar tão exposta, pois ver o olhar dele tão cru de desejo a excitava tanto quanto o que ele iria fazer agora. Também não passou despercebido o volume na frente da bermuda de Finn e só de imaginar o que tinha por baixo daquela peça, os pelos do braço dela se arrepiavam.

Foi inevitável não passar um dos pés naquela excitação. Ela riu ao ver  Finn quase se engasgar com o toque e arregalou os olhos surpreso.

- Não vai durar nada se continuar me tocando assim...

Ela abriu um sorriso ao vê-lo beijar-lhe toda a extensão da perna até encostar o seu queixo em seu ventre. Sua respiração havia aumentado à medida que ele se encontrava mais perto de onde ela desejava que ele estivesse.

Millie arqueou os quadris ao sentir o primeiro roce de sua língua diretamente em seu clitóris. Ele olhou para cima, vendo como ela descolava as costas do colchão, sem conseguir ficar quieta.

- Meu De... – ela se deixou cair de volta na cama, agarrando forte os lençóis entre os dedos, enquanto se deixava vencer pelo ataque daquele língua atrevida em seu corpo.

Finn sorriu quando a ouviu gemer alto quando sua língua voltou a tocar o lugar sensível onde sabia que a enlouqueceria. Era bom saber que ela estava assim para ele... e só por ele. Ela estava perto, ele podia sentir. E isso fazia com que seu próprio orgasmo se aproximasse também sem ao menos ter sido tocado. Somente Millie tinha o poder de fazer isso com ele.

Subiu a sua mão livre para um de seus seios apertando-lhe e isso a fez explodir em mil pedaços. Ele não deixou de lambê-la e nem de chupá-la até que ela atravessa-se a última onda de seu orgasmo.

Quando as pernas dela afrouxaram o aperto em sua cabeça, ele levantou a mesma, vendo o corpo dela totalmente relaxado em cima da cama. Ele subiu em cima de seu corpo, dando-lhe um beijo entre seus seios, bem em cima de onde seu coração ainda pulsava acelerado e então se virou de lado, encostando as costas na cabeceira da cama, ficando meio deitado meio sentado.


Finn viu como ela ainda não abria os olhos.

- Você desmaio?

- Quase... – ela respondeu com a voz fraca.

Ele riu passando a mão no cabelo.

- Devo ser bom nisso.

 - Sim... você é, mas o que fazemos com isso aqui - A mão dela que estava em sua barriga desceu sobre a frente de sua bermuda.

Ele engoliu seco, sentindo como seu membro ainda latejava com o toque.

- Hã... se quiser pode ir tomar banho. Eu penso em algo que pode me distrair.

 Finn viu como ela se movia da cama, até sentir suas mãos em sua bermuda desabotoando a peça e puxando-o para metade de suas coxas.

- Eu poderia te mostrar também o que sei fazer... – ela disse enquanto se levantava um pouco e sentava em seu colo, espalhando cada perna para um lado, enquanto suas mãos baixavam a cueca onde estava bermuda... – mas eu amo te sentir em mim. – Millie se encaixou mais em seu colo, deixando-o sentir a umidade que ainda trazia entre as pernas. Finn apertou os dentes para não penetrá-la desesperadamente como ele precisava agora.

Millie abraçou-o pelo pescoço, empurrando os lábios sobre os seus, enquanto movia seus quadris em cima dele.

Ele abriu os lábios para ela, dando boas vindas para sua língua. As mãos dele desceram obre seu quadril, apertando forte sua bunda, sentindo que seu orgasmo estava mais perto do que nunca. Ela saiu do beijo para beijar seu pescoço subindo até o lóbulo da orelha.

- Então... você me quer, Finnie? – ela sussurrou em seguida.

- Aqui e agora... – ele disse em um fio de voz.

- E está esperando o que?

Finn não precisou de mais nenhum incentivo. Simplesmente virou-se com ela jogando-a de costas na cama. Ela segurou seu rosto, enrolando as pernas sobre seus quadril. Finn moveu uma de suas mãos em sua intimidade para assim penetra-la sem perder tempo. Ele soltou um gemido rouco e continuou seus movimentos até perder a razão.

Ele estava simplesmente encantado com a maneira que os corpos dele se moviam. Finn a olhava sem acreditar, sentia sem acreditar.

- Olha pra mim... – ele falou, sem cessar os movimentos. Os olhos dela se abriram pela metade. Os gemidos se fizeram mais presente. Assim como aquele olhos castanhos nunca deixaram de encarar os seus até a bolha de seus orgasmos estourasse.

O dela estourou novamente e a dele logo atrás.

Ao final, ele a beijou uma última vez, encostando a testa molhada na sua, absorvendo o resto de seus ofegos. Tudo o que ouvia naquele quarto era a respiração agitada de ambos.

- Deus... – a voz dele saiu abafada no pescoço dela, ainda ofegante – Eu estou morto. Eu acho que não consigo me mover.

- Então não se mova.... – ela disse, beijando-lhe os cabelos negros. - Desculpe pelo que te fiz passar esse tempo todo desde que terminamos.

 - Isso não exclui o fato de que eu também estava errado. - ele se inclinou para olhá-la, enquanto sentia ela acariciar suas costa. - Eu pensei em muitas coisas...

- Eu também. – ela admitiu passando o polegar gentilmente sobre a sobrancelha recém-cicatrizada dele - Amo você, Finnie.  

- Ainda lembro que você tinha dito que tinha deixado de me amar a muito tempo.

- Já te expliquei... eu estava quebrada, magoada, confusa e mais mil razões. Eu fiquei com raiva do que fizemos e não poder estar realmente com você.   

Ele suspirou, sua cabeça pendendo para frente para que ele pudesse beijar-lhe a testa.

 - Vamos fazer isso dar certo dessa vez, né? – ele lhe pediu. – Por favor.

- Vai dar certo, eu prometo.

 


Notas Finais


ai ai esses dois... 🌝


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