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História Broken - SwanQueen - Capítulo 16


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Notas do Autor


Oie queridas a fic foi uma delicia mais tem q acabar...infelizmente perdi muitas leitoras pela minha ausência.... mas agradeço grandemente acada favorito e comentariio,♡

Capítulo 16 - Um amor para recordar


Fanfic / Fanfiction Broken - SwanQueen - Capítulo 16 - Um amor para recordar

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Henry




Os anos  passavam depressa, nossas conversas  ainda eram longas, perdia a conta das horas  no relógio  olhando minha mãe  Emma, com o tempo aquele lugar  não  era mais seguro, primeiro queriam matar piratas, e depois  com a inquisição  religiosa, qualquer criatura mágica jamais  seria bem vinda, todos corriamos perigo, Zelena e Robin  eram Sereias, Ruby se revelou uma loba, Drizella havia herdado a Magia de Regina, e eu que sempre achei que era comum, descobri um talento  nato para escrever, mas não  somente escrever, eu era o autor, eu podia intervir nas vidas das pessoas com meus livros, e minha mãe  Regina me mostrou que eu tinha talento para magia também  e foi quando ela começou a me dar aulas, junto com todos afinal em um lugar onde  queriam nos jogar a fogueira tínhamos  que saber nos cuidar. Mas a cada dia fica mais difícil , a lenda  da bela adormecida, da branca de neve, da princesa encantada, da princesa sem coração tomava os quatro cantos  do mundo, e a cada dia era mais difícil  se manter em segurança. Minha mãe  Regina permanecia  incansável em sua busca de uma solução  para trazer Emma de volta. Porém  um dia ela tomou uma gigantesca decisão, em suas pesquisas  nos livros  que ela roubou da biblioteca no vaticano, descobriu algo sobre brechas  temporais, aquilo era surreal até  para mim, o autor, mas ela queria tentar, queria tentar tirar todas as criaturas mágicas e suas famílias  de lá e levar todos para um tempo seguro.






.....






- Henry. - Ruby chamou minha atenção  no balcão  da cafeteria. - Aqui está  o seu chocolate quente e o chá de maçã  e canela da prefeita.

- Obrigada  tia Ruby. - Fechei  o livro e coloquei em minha mochila.

- falta muito ? - ela perguntava  sobre o livro .

- As histórias  de StoryBrooke estão  para começar. - Falei e sai do restaurante  que Ruby havia  aberto com uma senhora  que ela curiosamente adotou como sua avó, afinal tinham muito em comum, ela e a vovó  Grenny eram as únicas  a se tornarem lobos. 

Segui andando pela cidade e tratei de ir direto para prefeitura, algumas coisas não  mudavam, minha mãe  continuava bem rígida  em algumas coisas. Passei pela entrada e bati na porta apenas um vez.

- Entre Henry. - Entrei e coloquei o café  sobre a mesa e ela veio me abraçar. Ela estava linda como todos os dias, ficava maravilhosa  em seus vestidos sociais, saltos alto e sempre  um tom vermelho nos lábios. - Quando você  vai parar de crescer meu amor. - Sim ela não  era mais a mulher de antes, ainda era chata  com horários, exigente  com minhas notas na escola, super  protetora comigo e minha irmã  Drizella, mas nos anos que se passaram ela passou a ser algo que não haviam deixado ela ser antes, mãe.

- Espero  que nunca,  não  quero ter trinta anos é o tamanho de um garoto. - Falei e ela beijou o topo de minha cabeça.

- O que vai querer fazer no seu aniversário  de dezessete meu amor ? - sim os anos passaram.

- De verdade ? Queria o mesmo de todos os anos. - ela me olhou e seus olhos marejaram.

- A desejo  ao nosso lado todas as noites querido, e ainda acordo de madrugada a procurando em minha cama, e desço para falar com ela. - Em todos esses anos minha mãe  Regina não  deixou  de amar minha mãe  Emma um só  dia, e sempre buscou por algo que não  sabíamos  o que ainda. Mas sua busca gerou um enorme acervo bibliotecário no subsolo da cidade toda.

- Eu sei, vamos encontrar um jeito. Só  precisamos ter fé.

- Eu sei meu amor. - Ela falou e beijou  minhas mãos  e me abraçou. E entao Mary entrou  no escritório. - Bom dia Mary.

- Bom dia Regina, eu vim ver se o Henry não quer ir em casa um pouco. - Um dos pontos da magia da mamãe, foi que " Todas as criaturas mágicas  iriam para essa nova dimensão.." e vieram  todas, vivas e mortas, e alguns tiveram uma segunda chance, e assim eram meus avós  por parte Swan, Mary e David encantados  ou branca de neve e o Príncipe  tiveram sua segunda chance, no inicio foi estranho, mas agora  era normal. Principalmente  meu avô  que era um crápula  agora  era um bom homem. - Compramos  o presente dele.

- Sem problemas Mary, ele pode ir, será  bom para ele.

- Você  vai ficar bem sozinha mãe  ?

- Vou meu amor, vou passar na casa da Zelena um pouco e conversar e depois vou para casa.

- Ta bem. - Beijei ela e saimos, cruzamos Cora na entrada da prefeitura, todos os dias ela ficava ali naquele entra e não  entra, ela teve a segunda chance dela, mas vamos dizer que as pessoas tinham muitas lembranças  da rainha mã para esquecer em algumas gerações , ela aparentava  ser irmã  das filhas dela e não  mãe, devido a tantos anos se alimentando do sangue de muitas jovens, minha mãe Regina não  conseguia  esquecer as maldades  da mãe  mesmo que essa tenha sido controlada pela magia negra do marido , o fato de descobrir  que Zelena era filha de Cora com um tritao e que foi deixada para morrer. 

Bom, mas e eu ? Eu tinha uma amabilidade gigantesca.

- Henry.

- Oi vovó. - Falei e Mary torceu o nariz.

- Vó  Mary vai indo, eu encontro  a senhora  em casa.

- Querido...

- Não  se preocupe  ela também  é  minha avó

- ok, não demore. - Ela mediu Cora dos pés  a cabeça. - passar bem Cora. - Assim que ela se afastou  Cora me abraçou.

- estava com saudades de você.

- Eu também  estava , não fui ver a senhora porque estava em semana de provas, então saír durante a noite estava difícil.

- Henry Daniel Swan Mills. - A voz de minha mãe  acompanhada  pelo  salto descendo  a escada gelou minha alma. - Voce estava se esgueirando pela noite para ver Cora Mills ? - Me virei para mim mãe  que me olhava nada amigável  de braços  cruzados.

- Mãe...

- Estou esperando.

- Você  me perguntou  o que quero neste aniversário...

- Sim mais o que isso tem haver ?

- Quero que dê  a chance  que  minha avó  merece, ela sofreu todos esses anos, todos nesta cidade sem exceções  cometeram erros, e todos são bem aceitos e tiveram suas chances, Drizella perdoou a vovó  porque  não  faz o mesmo ?

- Porque  sua doce  vó, assistia homens  me machucarem e não  fazia nada.

- Mãe  ja sabemos , que o problema nisso tudo foi o vovô  Henry ele que era ruim, e controlava ela, não é justo.

- O que quer que eu faça  ?

- Ouça  ela. - Cora permanecia quieta em respeito  a minha mãe.

- Se.... eu disse se.... eu ouvir ela  e não  mudar de opinião, promete parar de insistir nisso ?

- Prometo. - Ela revirou os olhos, bufou.

- Pode subir Cora vamos  ao meu escritorio. - Minha Mãe subiu na frente.

- Obrigada querido.

- Só conte tudo a ela vovó, como contou a mim e a Drizella.

- Ta bem querido. - beijei a testa de minha vó  e sai, fui para casa da minha outra avó, cruzando os dedos para que minha mãe ouvisse ela de verdade.





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Cora


Henry era um garoto maravilhoso, aliás ele e Drizella eram, eu os amava demais  e só  queria ser mais  próxima a eles, mais Regina dificultava bastante, mas  eu não  a culpava, eu tinha um histórico  bem complicado. 

Alias todos naquela  cidade tinham motivos  de sobra  para odiar  a rainha má  que eu fui, mas nada  me cortava mais a alma que aquele  olhar de nojo de Mary Margareth.
Subi até a sala de Regina  e lá  estava ela sentada, com um copo de whiske na mão.

- Presumi que meu chá  de maçã  era algo muito leve para essa conversa, se quiser se servir fique a vontade. - Ela falou  e eu apenas peguei  uma faca que estava ali e cortei minha mão  e entreguei a ela. - O que pretende ?

- Você  é  uma bruxa, sabe muito bem o que pretendo. - Ela me olhou e cortou  a mão  e demos as mãos, aquele  era o único jeito  de saber  se alguém  estava mentindo, um pacto de sangue. Peguei um copo e me servi da bebida e sentei.

- Comece.

- Sei que  me detesta Regina.

- Te odeio. - Aquilo foi pesado engoli seco.

- Ok. Eu sei que tudo o que passou foi ruim, e que não  posso voltar atras em nada, mas eu não podia ajudar seu pai me sodomizou em um encantamento  e tinha total controle sobre mim, ele acabou com minha  vida filha. 

Ele me viu um dia em um lago,  eu esta a nadando, e ele decidiu que me queria e foi até  meus pais, que se alegraram  pois queriam me casar a muito tempo, principalmente  depois  de encontrarem .um diário onde eu escrevia sobre...

- Sobre?

- Uma garota...

- Garota ?

- Mary, eramos amigas, ela é  mais nova que eu alguns anos, e nesse diário eu escrevia historias onde eu podia ter Mary como minha, e pros meus  pais a cura disso era casarme com um bom homem, no início  ele parecia  uma boa pessoa, me escutava, viramos amigos, mas quando  contei  sobre o que sentira por Mary ele me bateu, disse que me ensinaria a ser  mulher, o que aconteceu a seguir você  ja deve imaginar, nos casamos, meus pais mostraram meus diarios a Mary  e ela nunca mais falou comigo, e seu pai queria essa distância, quando aprendeu  sobre magia me fez matar David para  que Mary  me odiasse mais.

 Quando você tinha quatro anos eu fugi com você, pois ele ja falava em vende lá. - Eu chorava  ao me lembrar do que passei. - Fui para ilha do nunca, la foi onde conheci Odisseia, não  era um tritao, era uma sereia, fiquei escondida lá  com você durante um ano, e me envolvi com ela, naquela época  eu não sabia que era uma bruxa, e nem que uma sereia poderia engravidar  alguém, fizemos amor apenas  uma vez, e uma das sereias vendeu minha cabeça  contou onde eu estava, eu vi seu pai matar ela  e atear fogo, aquilo me apavorou, fiquei trancada em uma torre, os meses foram passando  e minha barriga crescendo, seu pai mal ia me ver então quando notou eu ja estava para ganhar Zelena, eu tive medo por ela, e fugi uma vez mais desta vez sem você, eu fui até uma floresta encantada, onde conheci  uma fada. Azura era o nome dela, ela ficou comigo até  eu dar a Luz  e jurou  cuidar de Zelena, assim que a ruivinha nasceu eu apenas tive tempo  de dar um beijo  em sua testa, e Azura mandou  levarem  ela  para terra das esmeraldas  em Oz, lá  ela estaria segura, fiquei ainda alguns  dias com as fadas, e cometi a idiotice de me envolver com Azura, fui embora  eu precisava voltar, eu não  podia deixar você  sozinha com ele. - Regina me olhava quieta, algumas lágrimas caiam mas eu não era capaz de ler suas expressões. - eu voltei  me ajoelhei diante dele e jurei que deixei Zelena para  morrer em uma floresta, e ele me aceitou de volta,  e Azura cometeu  a burrice de ir atrás de mim, seu pai nos pegou  na cama, e me fez matar ela, ele a colocou de joelhos em minha frente e você  em seu colo, e disse que se eu não matasse minha amante mataria você , então  a matei. 

Eu desgracei mais vidas do que eu gostaria, duas mulheres morreram por se envolver comigo, porque eu tentava tirar a maldita Swan da cabeça.

- Swans são  complicadas  de se lidar, elas te amarram de um jeito que você  perde  o ar, o chão os sentidos a razão.

- Mary me teve assim todos esses anos, mas sempre me odiou. Depois  disso seu pai me sodomizou, com magia me controlava  na cama, nas festas, nos ataques a vilã, e eu virei a rainha má, tudo que ele vazia com você  me fazia assistir, o estupro do Swan, eu vi tudo, paralisada  sem poder mover um dedo para te ajudar, assisti o swan lhe tirar Drizella, e quando  teu pai ameaçou  comprar ela e fazer o mesmo eu o convenci de que queria sexo, que queria domar ele na cama, e foi quando  finalmente  o matei, mas a essa altura  todos me odiavam, então  forjei minha morte. E é  isso que aconteceu filha. - Terminei e fiquei esperando  um xingamento qualquer  coisa  mais ela continuava quieta, suspirei  e me levantei. - Bom querida, sempre amei você. Vou deixa lá  com suas coisas. - Assim que  me virei sentia uma  mão  na minha, olhei oara trÁs  e Regina segurava minha mão, ela estava chorando  e apenas  me abraçou.

- Me perdoa mãe. - ouvir ela me chamar de mãe  foi como tirar todos os kilos daqueles anos das costas.



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